2013/09/27

«Acre defende tratamento diferenciado no Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento da Amazônia»


Acre, Amapá, Rondônia e Roraima apresentam carta que propõe fortalecimento dos sistemas de Ciência Tecnologia e Inovação nos estados de menor porte da Amazônia Legal. (Foto: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Ciência e Tecnologia de Rondônia)



«Durante o encontro para elaboração do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento da Amazônia (PCTI/Amazônia), ocorrido esta semana, em Porto Velho, os estados do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima apresentaram uma carta propondo uma política diferenciada para os estados que recém criaram os sistemas de gestão de Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I).

»Acre, Amapá, Rondônia e Roraima apresentam carta que propõe fortalecimento dos sistemas de Ciência Tecnologia e Inovação nos estados de menor porte da Amazônia Legal.

»De acordo com o secretário de ciência e tecnologia, Marcelo Minghelli, o documento ressalta a necessidade de maior apoio do governo federal para os estados de menor porte da Amazônia Legal, no sentido de investir em formação, infraestrutura laboratorial e fomento. “Conseguimos inserir no PCTI/Amazônia uma política de flexibilidade na utilização de recursos que inclui dispensa de contra partida de investimentos para os estados com sistemas de CT&I com até seis anos de existência.”, explicou Minghelli.

»O documento propõe ainda mais investimentos em infraestrutura laboratorial direcionada à inovação tecnológica, criação de um polo tecnológico por instituição federal de Ensino Superior, disponibilização de mais bolsas para estudantes desde o ensino médio e técnico até o ensino superior, dentre outros pontos prioritários para que as desigualdades regionais e intra-regionais sejam superadas.

»O Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação para o desenvolvimento da Amazônia deve conduzir as ações de curto, médio e longo prazo, para os próximos 20 anos. A criação do documento tem a coordenação do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI) e contribuição de todos os estados da Amazônia Legal. A proposta final do plano deve ser apresentada ao MCTI no mês de outubro para que, no mais tardar em novembro seja aprovado e passe a valer.»



Agencia Notícias do Acre, Daigleíne Cavalcante









2013/09/18

«Açaí com banana» (Fruta amazônica e fruta multinacional para projeto de inovação e transformação social com o uso sustentável da biodiversidade)



«Não é nome de banda de Carnaval baiano ou apropriação da mistura “com chiclete” realizada com sucesso pelo cantor e compositor paraibano Jackson do Pandeiro (1919-1982). Trata-se de uma receita amazônica que a Coca-Cola lançou ontem, em Manaus, com a energia do açaí, acompanhada da multinacional banana, não menos recomendável para uma dieta saudável. A energia do açaí tomou conta do governador Omar Aziz, no lançamento: “Estamos provando que é possível utilizar os produtos da floresta e transformar isso em valor agregado, gerando emprego e renda para as pessoas que vivem nela. Hoje colocamos em prática algo que era um sonho de todos nós: criar alternativas econômicas à Zona Franca de Manaus no interior”. Aziz considerou o feito como um divisor de águas para a economia do Estado.

»Há poucos dias, o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Natura, Victor Fernandes, disse, em um seminário em Manaus, que “a gente tem como objetivo chegar a 30% das nossas matérias-primas oriundas da Amazônia, e isso é basicamente sociobiodiversidade”. Fernandes também didatizou: “Inovação são novas conexões, então, muitas vezes, o empreendedor tem que procurar outros parceiros, outras possibilidades, outros caminhos para expandir as conexões que ele já tem”.

»Tudo isso agora, em setembro, quando a Zona Franca continua sofrendo mais atentados dentro do país do que embaixada norte-americana pelo mundo. Um desses atentados é o esquecimento de mais de 10 anos a que foi relegado o Centro de Biotecnologia da Amazônia, instituído em 2002, dentro de um desconhecido Programa Brasileiro de Ecologia Molecular para o Uso Sustentável da Biodiversidade. O tipo da parceria que faz falta no Amazonas. O açaí com banana pode energizá-lo também. No café da manhã da bancada amazonense, em Brasília, por exemplo.»



Em Tempo Online


Imagem: Coca-Cola Brasil




Mais info:

Portal do Governo do Estado de Amazonas: «Bebida à base de açaí abre as portas para nova alternativa econômica no Amazonas, diz governador Omar Aziz»

Coca-Cola Brasil: «Coca-Cola lança bebida de açaí com banana que traz projeto inovador de transformação social»









2013/09/11

Rodrigo Caetano e Carlos Eduardo Valim: «A reinvenção da Hypermarcas»


«A maior empresa nacional de bens de consumo quis ser a Unilever brasileira, mas não deu certo. Endividada, enxugou seu portfólio, vendeu ativos e decidiu focar em apenas duas áreas de negócios, medicamentos e produtos de saúde e bem-estar.


»A capacidade de se reinventar é mercadoria valorizada no mundo dos negócios. Alguns analistas, inclusive, chegam a comparar as empresas a um organismo vivo, em constante transformação. No Brasil, poucas empresas se encaixam tão bem nessa definição quanto a Hypermarcas. A companhia é resultado de uma frenética campanha de aquisições promovida por seu fundador, o empresário goiano João Alves de Queiroz Filho, mais conhecido como Júnior. Seu objetivo era transformar a pequena Assolan, fabricante de palhas de aço comprada por ele em 2000, na maior empresa nacional de bens de consumo do País, voltada, principalmente, para o pequeno varejo e para a nova classe média brasileira. Na visão de Júnior, para ser bem-sucedida nesse mercado, a Hypermarcas precisava contar com marcas fortes.

»Por isso, e com uma apetite que parecia insaciável, o empresário passou a reunir sob o seu guarda-chuva uma infinidade de produtos de todos os gêneros. Essa estratégia, no entanto, ficou longe de entregar os ganhos esperados. A partir de 2011, a Hypermarcas passou a enfrentar dificuldades e a produzir resultados decepcionantes. Naquele ano, suas ações sofreram uma desvalorização de mais de 60%. Os investidores clamavam por mudanças. Júnior, então, decidiu reagir. O empresário, que, apesar da fala mansa e estilo despojado, gosta de assumir riscos — seu principal hobby, por sinal, é acelerar nas estradas com sua motocicleta BMW —, resolveu encarar uma reestruturação dos negócios. Os planos começaram a serem postos em prática no ano passado.

»Atualmente, é possível dizer que a Hypermarcas é outra empresa. A volúpia por aquisições acabou. Em vez de apostar em diversos mercados ao mesmo tempo, a empresa centrou seu foco em apenas dois: medicamentos e produtos de saúde e bem-estar. Se há um modelo, seria o da americana Johnson & Johnson. “Vimos que os mercados de saúde e bem-estar têm mais potencial”, diz o CEO Claudio Bergamo, braço direito de Júnior. “As áreas de limpeza e alimentos deixaram de ser rentáveis.” O número de marcas reunidas na divisão de bens de consumo caiu de 60 para 34. Em dois anos, podem ser apenas 25. Até mesmo a quantidade de unidades de produção e de escritórios está em queda. A empresa tinha presença em 22 locais do Brasil. Até o fim de 2014, serão apenas dois centros de distribuição e duas fábricas, uma para medicamentos e outra de bens de consumo, respectivamente em Anápolis e Senador Canedo, ambas em Goiás.

»“Quanto menos portarias, menores são os custos e maior é o controle. Ganhamos em escala e flexibilidade”, diz Bergamo. “Poderemos mudar rapidamente os funcionários de uma linha de produção para outra.” É uma estratégia com a qual concordam os analistas do mercado. “Isso trouxe um ganho de produtividade”, afirma Samuel Monteiro, analista setorial da consultoria Lafis. O único aumento de complexidade na Hypermarcas está na divisão de remédios. A empresa pretende vender as suas marcas mais conhecidas, como Benegrip e Engov, em formatos diferentes. Para fazer isso, no entanto, ela precisa de aprovações na Anvisa. Existem atualmente mais de 200 pedidos de registros da empresa em avaliação pelo órgão regulatório.


»Valorização

»A nova fase da Hypermarcas já se reflete nos números. As ações reverteram a tendência de queda. Nos últimos 12 meses, os papéis da companhia tiveram uma valorização de quase 30%, contra uma queda de 8% do Ibovespa. O valor de mercado da empresa atingiu R$ 10,6 bilhões, mais do que o triplo dos R$ 2,9 bilhões registrados à época do seu IPO, em abril de 2008. No primeiro semestre deste ano, o lucro líquido da Hypermarcas foi de R$ 121,6 milhões, para uma receita de R$ 2,03 bilhões. Um ano antes, no mesmo período, a empresa registrou lucro de R$ 10,9 milhões. Seu endividamento, que chegou a ser motivo de preocupação entre os investidores na época das compras desenfreadas, hoje está equacionado, graças ao R$ 1,7 bilhão que possui em caixa.

»Esse dinheiro será utilizado para pagar os vencimentos de cerca de R$ 2 bilhões em dívidas até 2015. “A Hypermarcas conseguiu fazer a transição de uma empresa extremamente alavancada e com crescimento inorgânico para uma companhia cuspindo caixa e pagando dividendos”, afirma Felipe Miranda, sócio da consultoria Empiricus Research. Nessa transformação, Júnior e Bergamo não só dirigiram o foco para outros mercados como promoveram mudanças profundas, e arriscadas, na estrutura da empresa. Para facilitar a gestão, ela foi dividida em duas áreas: medicamentos e consumo. A primeira ficou sob o comando de Luiz Eduardo Violland, ex-presidente da subsidiária brasileira da Nycomed, farmacêutica suíça adquirida pela japonesa Takeda em 2011, por US$ 14 bilhões.

»A responsabilidade de Violland era consolidar as operações dos cinco laboratórios adquiridos pela Hypermarcas desde 2007: DM, Farmasa, Neo Química, Luper e Mantecorp. Na área comercial, todos os produtos farmacêuticos foram organizados sob uma única diretoria comercial. Foram criadas três equipes de vendas. Uma para grandes redes e duas para os pequenos varejos. Atualmente, a divisão farmacêutica representa 56% da receita da empresa, que foi de R$ 3,9 bilhões no ano passado. A Hypermarcas lidera o segmento de remédios sem prescrição médica, o chamado OTC, caso dos analgésicos, por exemplo, segundo a consultoria americana IMS.


»Considerados os cinco laboratórios sob seu guarda-chuva, a Hypermarcas, com uma fatia de 8,7%, detém o terceiro lugar no mercado farmacêutico brasileiro, liderado pelo grupo EMS, com 12,3%, seguido pelo Sanofi/Medley, com 10,5%. Para comandar a área de consumo, o escolhido foi o executivo Nicolas Fischer, ex-presidente da Nivea no Brasil. A divisão concentra agora apenas marcas de saúde e bem-estar, como Bozzano, Monange e Biocolor. Ao passar adiante sua área de limpeza e alimentos — incluindo a Assolan, marca que lhe deu origem, e a Etti, fabricante de molhos comprada menos de cinco anos antes —, a Hypermarcas embolsou cerca de R$ 450 milhões.

»Assim como o setor de medicamentos, o de consumo também passou por uma mudança na área comercial, em um dos momentos críticos para a reinvenção da companhia. Até 2011, a Hypermarcas apostava em uma estratégia de vendas baseada em descontos generosos e prazos longos para os distribuidores. O modelo a ajudou a ganhar mercado, mas achatava as margens, o que se demonstrou nocivo para os negócios. Naquele ano, a empresa decidiu abandonar o modelo, encurtando o prazo de pagamento e diminuindo os descontos. O resultado foi uma queda nas vendas, que ultrapassou 10% no primeiro semestre, e um prejuízo de cerca de R$ 100 milhões. “Quem tinha estoque parou de comprar”, afirma Miranda, da Empiricus.

»“Foi um momento em que o mercado passou a ter dúvidas sobre seu futuro, mas essa mudança foi a melhor coisa que a Hypermarcas fez.” Com o fim dos estoques, os distribuidores tiveram de voltar às compras. A bola passou para Fischer e sua turma, que conseguiram negociar acordos favoráveis. Passada a fase de mudanças, e superadas as turbulências, o momento agora é de reformulação do portfólio de produtos. Na área de consumo, Fischer já deu início a esse plano, que deve começar com a renovação da linha de hidratantes Monange. Apesar de contar com marcas fortes, como Bozzano e Biocolor, o portfólio da empresa é antiquado e composto, basicamente, por produtos populares e baratos. O mercado, no entanto, está mudando.

»“A estratégia vem funcionando, mas não acredito que seja viável mantê-la por muito tempo.” Os concorrentes ainda enxergam a Hypermarcas como uma empresa de nicho no setor farmacêutico, apesar de ela já ser líder em algumas categorias. “Você pode olhar a empresa por dois ângulos”, afirma um importante executivo de uma multinacional do setor, que também pediu para não ser identificado. “Aos olhos dos investidores, a Hypermarcas tem boas margens e vendas em alta, o que é bom. Para a indústria, ela é uma fabricante voltada para o mercado popular.” Bergamo se defende. “Se os concorrentes falam mal de nós, é porque estamos incomodando”, diz (leia a entrevista ao final da reportagem).


»Nova era

»O maior desafio da Hypermarcas na área de medicamentos é competir com laboratórios internacionais, que apostam pesado em remédios inovadores. “As multinacionais chegam a investir US$ 10 bilhões em pesquisa e desenvolvimento anualmente”, afirma Antônio Britto, presidente da Interfarma, entidade que representa os laboratórios estrangeiros no País. “A Hypermarcas chegará, no máximo, a um valor em torno de R$ 300 milhões.” Para escapar dessa disputa desproporcional, a empresa aposta em um novo estágio dessa indústria: os biossimilares.

»Trata-se de cópias aproximadas de medicamentos biológicos, que não podem ser reproduzidos de forma idêntica, como são os genéricos em relação aos remédios sintéticos. Para entrar nesse mercado com potencial de R$ 2 bilhões em vendas anuais ao substituir medicamentos biológicos que perderão suas patentes nos próximos três anos, a Hypermarcas se uniu às concorrentes EMS, Aché e União Química para formar a Bionovis, especializada nesse novo nicho. Juntos, os quatro laboratórios investirão R$ 500 milhões para desenvolver e produzir os seus primeiros biossimilares. “É uma estratégia de longo prazo e de altíssimo risco, mas se acertarmos conseguiremos causar um grande impacto”, afirma Bergamo. “Mas, até lá, há diversos outros produtos dentro da Hypermarcas voltados a mercados prontos para serem desenvolvidos no Brasil.”


»“Quem quiser competir, terá de produzir com custos baixos”

»O CEO Claudio Bergamo fala sobre os rumos da Hypermarcas.

»Dinheiro – Um dos planos principais da Hypermarcas está em reduzir o número de fábricas. Como isso está ocorrendo?

»Bergamo – A estratégia é termos poucos pontos de produção, e que sejam de grande escala. Investimos mais de R$ 500 milhões, em três anos, para ficarmos com apenas duas unidades: a de medicamentos, em Anápolis, e a de produtos de consumo, em Senador Canedo, ambas em Goiás. Elas serão as maiores da América Latina em seus setores. Quanto menos portarias, mais baixos são os custos e maior o controle. Ganhamos em escala e flexibilidade. Poderemos mudar rapidamente os funcionários de uma linha de produção para outra.

»Dinheiro – Houve um esforço em racionalizar as marcas?

»Bergamo – Sim. Na área de consumo, estamos diminuindo o número de marcas de 60 para 34. O crescimento das marcas principais está sendo de 15% ao ano, contra 10% na divisão de consumo inteira. Já na área de medicamentos, o problema é inverso. Faltam produtos diferentes para cada marca. O Benegrip, que é o nosso campeão nas farmácias, só é vendido em um formato. Temos, atualmente, mais de 200 pedidos de registro de produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

»Dinheiro – A Neo Química, uma das marcas do grupo, foi o laboratório de maior expansão em genéricos, no primeiro semestre. Isso ocorreu porque os preços foram reduzidos de forma drástica, a ponto de comprometer a rentabilidade, como alegam alguns concorrentes?

»Bergamo – Concorrente não fala bem de concorrente. Nós produzimos com baixos custos. Quem quiser competir terá de conseguir o mesmo. Fizemos a lição de casa. Investimos R$ 500 milhões em fábricas e R$ 500 milhões em marketing. A divisão farmacêutica é super-rentável. Temos a mesma margem de lucro bruto do Aché, que possui 90% de seus negócios em medicamentos vendidos sob prescrição médica.

»Dinheiro – A Hypermarcas pretende se internacio­nalizar?

»Bergamo – Internacionalizar antes de chegar a 20% de participação de mercado em medicamentos, nem pensar. Temos cerca de 10% desse setor e ainda é pouco. O trabalho de internacionalização dispersa os esforços e faz perder o foco.»



Isto é Dinheiro







2013/09/05

Maurício Kanno: «Presidente da Finep destaca financiamento em inovação digital de mídias»


Evento discutiu financiamento para inovação tecnológica para projetos de imprensa. (Crédito: Maurício Kanno)


«Vários projetos para empresas de meios de comunicação, como Globo, Band e Estadão, têm recebido financiamento para inovação de tecnologia, afirmou à IMPRENSA o presidente da agência federal Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), Glauco Arbix, após a sessão de debate “Tecnologia e Inovação: Oportunidades do Brasil”, durante o 5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, no Centro de Convenções WTC Sheraton, em São Paulo (SP), na última terça-feira (3/9).

»Durante o evento a financiadora lançou o programa "Finep 30 dias", pelo qual se compromete, a partir de agora, dar respostas quanto às análises de projetos submetidos pelas empresas em 30 dias, o que seria dez vezes mais rápido que há três anos.

»“Os projetos de inovação são em áreas como desenvolvimento de aplicativos, redes sociais e outras formas de plataformas digitais para interação com o seu público ou com seus fornecedores”, exemplifica Arbix. “É superimportante o investimento nessa área de comunicação e informação.”

»O superintendente da área de Fomentos e Novos Negócios da Finep, Paulo J. Resende, citou também o UOL como um dos beneficiados por projetos de inovação da agência ao longo da última década.

»Como possibilidades de investimento em meios de comunicação que a Agência Brasileira de Inovação, como também se denomina a Finep, poderia realizar, ele cita a modernização de parque gráfico, formas de geração de conteúdo impresso e sua transferência para o formato digital.

»“A Finep participou da criação de acervo digital de diferentes meios de comunicação, além de também ter contribuído no desenvolvimento de portais para segmentos específicos na última década”, relata Resende.


»Cobertura de tecnologia

»Na segunda sessão de debates do congresso, além do presidente da Finep, estiveram presentes Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Mauro Kern, da Embraer; Luiz Fernando Furlan, da Brasil Foods; Carlos Fadigas, da Braskem; Carlos Sanchez, da EMS; e Laercio Consentino, presidente da empresa de software de gestão TOTVS.

»Consentino afirmou à IMPRENSA que a mídia tem dado cobertura satisfatória para assuntos de tecnologia e inovação. “Grande parte do impulso é devido ao ambiente de inovação e a mídia faz parte da criação desse ambiente”, diz. Teria sido um processo gradativo, mas nos últimos dez anos ele acredita que a imprensa tem feito bem seu papel nesse acompanhamento.

»O presidente da Finep concorda. “Sempre poderia haver maior freqüência ou intensidade, mas não tenho do que me queixar com a cobertura.” Para ele, há um problema geral no país quanto à distância da população em relação à tecnologia, mas a imprensa é o caminho para facilitar esta aproximação.»



Portal Imprensa.







«Inovação ajuda empresas a ganhar mercado, reduzir custos e conservar o meio ambiente»


«A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou, nesta terça-feira (3), o estudo Inovação em Cadeia de Valor - 22 Casos. Organizado ao longo de um ano, o documento mostra experiências inovadoras de 22 grandes indústrias brasileiras ou multinacionais com atuação no país. Todos os casos, apresentados no 5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, exemplificam como a inovação ajuda a abrir ou consolidar mercados, reduzir custos, criar e fortalecer competências internas, além de valorizar a sustentabilidade.

»Estudo Inovação em Cadeia de Valor - 22 CasosO documento mostra que existem diferentes formas de inovar. Nos relatos, há exemplos que resultaram na criação de um produto, na redução de custos, na geração de um modelo de gestão ou na reorganização social de uma comunidade. Todos têm em comum o envolvimento de outros atores no processo, como empresas, instituições de financiamento, de universidades e clientes. A CNI concluiu que inovação se faz com parcerias. “Um padrão é comum a todos. Inovação se faz com conexão. Ninguém inova sozinho”, afirma o diretor de Inovação da CNI, Paulo Mól.

»As empresas que contam seus processos inovadores no projeto da CNI são: 3M, Altus, Basf, Bosch, Braskem, Camargo Corrêa, CPFL, Cristalia, Embraer, Fiat, Ford, GE, IBM, Johnson & Johnson, Klabin, Marcopolo, Microsoft, Natura, Oxiteno, Petrobras, Siemens e ThyssenKrupp.

»Conheça cada uma das 22 experiências inovadoras avaliadas pela CNI.

»Você também pode assistir aos vídeos de cada um dos cases:»




Portal da Indústria, Mariana Flores




Mais info:

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria


«A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realiza, a cada dois anos, o Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria. A 5ª edição será co-realizada com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). O evento visa promover o diálogo entre os setores público e privado sobre a Agenda Empresarial da Inovação para o Brasil.

»Trata-se de uma iniciativa dos líderes empresariais que participam da “ Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI)”, movimento que propõe incorporar a inovação na estratégia das empresas brasileiras e promover sua efetividade nas políticas governamentais.

»O 5º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria reunirá lideranças empresariais e autoridades para discussão da Agenda Empresarial de Inovação, com o objetivo de contribuir para elevar o patamar de competitividade das empresas brasileiras ao nível mundial.


»Público alvo

»O Congresso conta com um público específico, cujo perfil predominante é a alta direção das empresas brasileiras, instituições parceiras, associações setoriais industriais, federações estaduais da indústria, além de autoridades do governo.


»Objetivos

»• Fomentar a inovação como processo de gestão empresarial, na busca de resultados efetivos, enquanto papel da empresa frente aos desafios do país;

»• Apresentar projetos inovadores de grandes empresas que estimulam sua cadeia produtiva;

»• Discutir caminhos para o aprimoramento da política pública nacional de estímulo à inovação;

»• Disseminar as ações do Sistema Indústria e os resultados da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).»



CNI







2013/09/03

Coleção de postagens sobre inovação do 27 ao 30 de Agosto



Nesta crise global, um efeito também global é o desemprego dos maiores de 45, de forma que é muito difícil que estas pessoas possam conseguir um novo emprego no mundo laboral atual, tal e qual este é; eles são trabalhadores caros o consideram-se “maiores”, no sentido de “esgotados”, “improdutivos”.


Bem, em tanto a teoria sobre o mundo trabalhista resolve o problema criado com essas ideias, Cáritas em Portugal criou uma ferramenta para que os maiores de 45 busquem emprego. Chama-se “Rede de Competências Cáritas”.


Em Brasil, os especialistas que intervieram no debate virtual Rumos da Indústria pediram mais apoio público para a inovação, sobre tudo financeiro, e com celeridade, e partilharam ideias sobre o que é necessário para inovar, como conexões, riscos, formação, tolerância ao erro e também se mostraram preocupados pela propriedade intelectual.


Desde Austrália, Chris Behrenbruch é severo: os economistas dirigem no mundo o debate da inovação e eles não têm nada útil que dizer. Ainda mais: o maior desafio da inovação em Austrália é cultural, e no baseado na economia, senão no risco e na educação. Sentimos-nos entediados da inovação na submissão, diz Behrenbruch. A nova geração de empreendedores necessita uns óculos de visão completa para ver tudo o que Austrália oferece.


Nos Estados Unidos a inovação é a no inovação de Steve Ballmer, o fracasso do método de avaliação dos trabalhadores de Microsoft. Isso se diz no artigo de Caitlin Fitzsimmons e é uma opinião amplamente compartilhada.


Também desde Estados Unidos, é notícia a no inovação, que é na raiz da atual crise economica, como o Nobel Edmund Phelps argumenta no seu livro Mass Flourishing: How Grassroots Innovation Created Jobs, Challenge, and Change e diz numa entrevista a Le Monde. Phelps afirma que o inovador precisa ter a capacidade de inovar e também sorte, pois as tentativas podem fracassar. Mais ideias: a produtividade como bom indicador da inovação; a necessidade do apoio do financiamento público; não gerir com visão curtoprazismo...


Em Perú, Elsa del Castillo é da mesma opinião que os participantes no debate Rumos da Industria: a inovação necessita apoio público e educação. E, no caso específico da América Latina, Del Castillo diz que a inovação deve ser inclusiva e social. O suo artigo faz amplas referências ao Manual de Oslo, aos prêmios do concurso de inovação de Social Venture Network e a Rede SKN, da qual Elsa del Castillo é a diretora.


A feria Media Party, organizada pela associação Hacks/Hackers, atraíra a Argentina novidades 2.0, notamente baseadas nos conteúdos de tudo tipo, imagens, textos, arquivos de áudio e vídeo, para arquivá-los no site web e compartilhá-los com o público.











Coleção de postagens sobre inovação



Coleção de postagens sobre inovação do 27 ao 30 de Agosto


Posts Collection on Innovation, August 21-23


Coleção de mensagens sobre inovação do 13 ao 16 de Agosto


Colección de post sobre innovación del 6 al 11 de agosto


Colección de post sobre innovación del 29 de julio al 1 de agosto


Colección de post sobre innovación del 23 al 26 de julio


Colección de post sobre innovación del 15 al 18 de julio


Posts Collection on Innovation, July 8-11


Colección de post sobre innovación del 1 al 4 de julio