2013/10/30

Projeto Rota da Inovação de Florianópolis


«O Projeto Rota da Inovação será desenvolvido ao longo do ano de 2013 e, para isso, contamos com a sua participação e de toda a comunidade de Florianópolis!

»Será criada uma marca (e toda a sua estratégia) para realçar o perfil tecnológico da cidade, além da sua aplicação em ações urbanísticas e sociais, visando a sustentabilidade. Queremos evidenciar nossa cidade como pólo de inovação e, assim, promover o turismo de inovação e tecnologia na ilha.

»Conheça o trajeto e as instituições de referência por onde ele passa! [...]

»O Projeto Rota da Inovação será realizado pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (SMCTDES) em parceria com o Laboratório de Orientação da Gênese Organizacional (LOGO).O LOGO atua em atividades de pesquisa, ensino e extensão relativas à gestão de marcas (branding). Está sediado no Campus Trindade da UFSC.»



Venha Inovar com Floripa







2013/10/24

«Palestrantes destacam métodos de inovação em fórum da Fiergs»


«“Aceitar o fracasso é um dos primeiros passos para quem deseja ter sucesso na hora de inovar. A diferença entre o vencedor e o perdedor é que o vencedor não desistiu”. Essa foi uma das mensagens deixadas pela economista chinesa Ann Lee, em sua passagem pelo 1º Fórum de Inovação, realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), nesta quarta-feira, no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo.

»Autora do livro “O que os Estados Unidos têm a aprender com a China”, ela citou o exemplo de alguns bancos onde um dos pré-requisitos para a concessão de empréstimos a empreendedores é que eles já tenham falhado.

»Para a economista, a riqueza de uma nação não pode ser medida apenas pelo PIB, pois não leva em conta o lucro, a distribuição de renda, os níveis de felicidade e de educação. Ressaltou que inovar é uma questão de sobrevivência no mercado atual e lembrou que a América Latina, especialmente o Brasil, tem alto potencial para inovar, com sua população numerosa e elevado índice de biodiversidade.

»Segundo Ann, a China está abrindo as portas para que pessoas de outros países se instalem em seu território, com o objetivo de estimular a troca de conhecimentos e ideias diferentes. Em 2012, pela primeira vez, o país asiático ultrapassou os Estados Unidos em número de imigrantes.

»— A China está recrutando ativamente estrangeiros para seus centros de inovação e universidades. Professores qualificados são estimulados a trabalhar por lá, com salários elevados, por exemplo, algo que não ocorre na América Latina — lamentou.

»A burocracia foi apontada por ela como um dos grandes vilões contra a inovação:

»— A maioria das normas limitam a concorrência e bloqueiam o processo criativo.

»A palestra Conexões Improváveis gerando Inovação, do espanhol Roberto Gomes de La Iglesia, defendeu a participação de artistas nas empresas como forma de gerar inovação.

»— Os artistas são criativos e catalisadores de criatividade entre os colegas — disse ele.

»Iglesias explicou que o contexto atual ainda é confuso e ninguém sabe para onde vai e que o momento é de mudanças.

»— Primeiro era preciso independência, competitividade e competência para inovar. Mas o cenário mudou com a cooperação e a multidisciplinariedade. Temos que ser competentes competidores e cooperativos, sem barreiras entre setores como economia e arte — destacou.


»Decisão deve evitar “truques” da mente, diz especialista

»Decisões econômicas e empresariais, capazes de definir o rumo de milhares pessoas, devem ser tomadas com o cuidado de evitar “armadilhas” da mente. A sugestão é do físico Leonard Mlodinow, especialista em estudos sobre a influência do inconsciente em decisões.

»— Nossa percepção, nossos instintos, consideram uma imagem ou um símbolo da realidade, e sobre esse símbolo tomamos decisões. Mas essa associação pode nos enganar — afirmou Mlodinow.

»Isso ocorre porque a mente “atalha” informações, julga rapidamente algum fato e, inconscientemente, associa-o a uma imagem já familiar ao cérebro. Evidentemente, essas associações podem estar erradas, como mostrou o especialista ao testar a plateia com a identificação de imagens e sons.

»— Não se pode confiar totalmente no inconsciente, mas muitas vezes esse inconsciente pode beneficiar a inovação e a tomada rápida de decisões, desde que se esteja bem treinado e atento aos fatos — afirmou.»


Zero Hora







2013/10/16

«Encontros Empresariais debatem cultura da inovação nos pequenos negócios»


«A expectativa é que cerca de 250 empreendedores participem dos eventos.


»De 15 a 24 de outubro, os empresários de Campina Grande participarão de mais uma ação do programa Agentes Locais de Inovação (ALI) do Sebrae Paraíba. Para consolidar o conceito de inovação, o programa realizará os Encontros Empresariais. O evento tem como objetivo fomentar e disseminar a cultura de inovação dentro dos negócios. As cinco oficinas serão realizadas no Sebrae em Campina Grande, no bairro do Catolé. Os interessados em participar devem entrar em contato pelo (83) 2018-1291.

»A expectativa é que cerca de 250 empreendedores participem do encontro. A programação oferece, a cada dia, uma oficina com tema voltado a um setor, como estoques, loja, alimentos, carnes e informação. Os Encontros querem estimular que as empresas atendidas pelo ALI adotem novas estratégias de marketing e desenvolvam novos modelos de negócios.

»Segundo o gestor estadual do ALI, Cláudio Soares, mais de 500 empresas já foram assistidas na cidade e municípios circunvizinhos e mais de mil em todo o Estado. “A participação dos empresários é fundamental para o objetivo de estimular um ambiente de inovação nas empresas paraibanas”, destacou o gestor.

»“Temos a certeza de que serão discutidos assuntos elencados como os maiores e mais difíceis gargalos dos empresários. Ou seja, problemas comuns, como o que fazer para melhorar ou mudar?”, concluiu a consultora do ALI na cidade, Maria Amélia Guimarães.

»Os Encontros Empresariais fazem parte da programação “Inovar é Empreender” do Sebrae Paraíba durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com a colaboração de entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa. O Sebrae Paraíba é realizador e parceiro de 19 eventos em quatro cidades do Estado (João Pessoa, Campina Grande, Sumé e Sousa), que irão levar capacitação e orientação para empresários e discutir temas relevantes para pesquisadores e profissionais de diversas áreas ao longo de 25 dias.


»Programação

»Encontros (gratuitos)

»Local: Sebrae em Campina Grande, no bairro do Catolé

»Horário: 19h às 22h

»Dia 15 - TEMA: GESTÃO DE ESTOQUES “Organizando a casa: otimização de resultados através da gestão de estoques” - Objetivo: Levar aos participantes a importância de aprimorar seu conhecimento através de ações como rotatividade de estoques, do fornecimento seguro e de um bom relacionamento com os fornecedores; despertar a importância das empresas terem controle dos estoques e de trabalhar dentro de um ambiente integrado. Público-alvo: Materiais de construção, autopeças, supermercados, móveis e eletrodomésticos, óticas, papelarias, pet shop, loja de confecção, calçados e acessórios e o trade turístico.

»Dia 16 - TEMA: VISUAL DE LOJA “Sua loja planejada para vender melhor” - Objetivo: Despertar para importância de melhorar a exposição dos produtos com base em conceitos técnicos, aumentando as vendas com ações de vitrinismo. Público-alvo: Materiais de construção, autopeças, supermercados, móveis e eletrodomésticos, óticas, papelarias, pet shop, loja de confecção, calçados e acessórios.

»Dia 22 - TEMA: BOAS PRÁTICAS NA FABRICAÇÃO E MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS “A qualidade ao alcance da sua mão” - Objetivo: Aperfeiçoar as práticas de manipulação de alimentos, melhorando a qualidade do produto final e reduzindo custos. Público-alvo: Supermercados, restaurantes, bares e similares.

»Dia 23 - TEMA: CORTE DE CARNES “Vantagens e benefícios do bom corte de carne” Objetivo: Apresentar como as técnicas de cortes podem gerar rentabilidade, aumento do ticket médio, fidelização de clientes, maior competitividade, adequação às exigências dos órgãos fiscalizadores e excelência em serviços. Público-alvo: Supermercados, frigoríficos, restaurantes, bares e similares.

»Dia 24 - TEMA: SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GERENCIAMENTO “Sistema de informação e gerenciamento: conhecendo seu melhor aliado” - Objetivo: Utilizar os benefícios do sistema de informação para tornar mais eficiente o gerenciamento da empresa através de ações como o controle de estoque, o conhecimento do perfil dos clientes, a agilidade na decisão, a gestão de controles financeiros. Público-alvo: Materiais de construção, autopeças, supermercados, móveis e eletrodomésticos, óticas, papelarias, pet shop, loja de confecção, calçados e acessórios, bares, restaurantes e similares e meios de hospedagem.»



Paraíba Total








«Por um espaço de coworking em Santos»






«Há um ano iniciamos o movimento “por um espaço de coworking em Santos” impulsionados por nossa própria necessidade de um espaço para colaborar e colocar nossas idéias pra brincar umas com as outras.

»Coworking é um espaço de trabalho compartilhado. Mas além disso, é um ambiente de colaboração onde uma comunidade de empreendedores se encontra, trabalha, aprende e vive em uma nova cultura: a cultura da colaboração.



»Uma história de cocriação

»Durante um ano realizamos encontros abertos de cocriação, descobrindo porquê cada um de nós gostaria de estar em um espaço de coworking e como adaptar os modelos que conhecemos à realidade de nossa região.

»O incrível aconteceu!

»Durante o processo de cocriação um grupo de empreendedores se formou e conseguimos iniciar o projeto. Alugamos um imóvel especial, uma antiga escola, em frente a uma linda praça, na melhor região da cidade. E ainda conseguimos levantar recursos para realizar a reforma que o espaço precisava. Conseguimos preparar o espaço de trabalho compartilhado, as salas de evento e reunimos uma porção de idéias bacanas sobre o tipo de atividade de integração, aprendizado e aceleração de empreendimentos que queremos realizar lá.

»Agora chegou a hora de ocupar esse espaço e transformá-lo no coworking que a gente sonha.



»OCUPA Coworking Santos

»Hoje o Coworking Santos abre as portas para receber a comunidade que é sua razão de existir. Vamos ocupar o espaço, ainda em branco, com a nossa cultura de colaboração. A ocupação começa em 9 de Agosto, dia mundial do coworking, e durante todo o mês realizaremos atividades para marcar o início dessa história.

»O espaço começa a operar com estrutura mínima e damos a largada para dois processos de realização coletiva: um Oasis e um projeto de financiamento coletivo.

»No Oasis, nós vamos sonhar e realizar juntos o que queremos para o coworking, e aqui no Catarse vamos financiar coletivamente a construção de uma nova fachada e algumas peças de mobiliário.



»Projeto de financiamento coletivo

»Este projeto no Catarse está arrecadando a quantia de R$23.000,00 para fabricar mesas, cadeiras e a fachada do Coworking. Essas peças serão desenvolvidas de um modo muito especial: Tudo isso será construído artesanalmente pelo artesão Pedro Catapau, em uma oficina instalada dentro do próprio espaço, usando madeira reaproveitada da demolição de um antigo auditório, dando ao imóvel uma nova vida sem apagar sua história.

»As mesas e cadeiras estão sendo desenhadas para permitir mobilidade, assim o espaço pode se adequar às idéias que surgem nele, incentivando a criatividade e colaboração.

»A fachada, além de sua função de proteção, também cumpre uma função de comunicar nossa intenção de criar o novo sem apagar nossa história e ainda teremos os nomes de todos os que participaram do projeto escrito na fachada, deixando marcada nossa história de colaboração.



»Recompensas

»Além do simples fato de contribuir para o projeto, você ainda pode escolher levar uma das recompensas que preparamos:


»Seu nome na fachada

»Todos que participarem do projeto com alguma contribuição terão seu nome escritos na fachada do coworking.



»Membership


»Membership

»Receba o título de membro do Coworking Santos por um ano. Os membros integram a rede de empreendedores ligados ao coworking, tem acesso a atividades exclusivas e desconto na contratação de serviços.

»Espaço de trabalho

»Aproveite o melhor do coworking: um ambiente de trabalho marcado pela cultura da colaboração. Desfrute de um espaço de trabalho com flexibilidade e conviva com uma comunidade de empreendedores. Acesso livre ao espaço do coworking, prioridade e preços especiais para serviços e salas reservadas.



»Oficinas


»Oficina de Origami com Eduardo Hosokawa e Li Kimoto Hosokawa

»Marque, dobre, vale, montanha... venha praticar esta arte ancestral. Oficina de 6 horas


»Oficina de Ferramentas de Inovação com Niva Silva

»A oficina de 6 horas proporciona vivenciar algumas ferramentas de criatividade e inovação. Nenhum conhecimento específico exigido


»Oficina StartUp Studio com Ricardo Caspirro

»A oficina de 6 horas apresenta e exercita estratégias design de modelo de negócios e validação de mercado com agilidade. Indicada para aqueles que empreendem ou desejam empreender na área de inovação tecnológica.


»Oficina Redes de cooperação – Fazer junto é mais legal com Clarissa Müller

»Uma oficina para debatermos como criar e manter uma rede de cooperação que ajude grupos a aprenderem e crescerem juntos.

»Oficina de 6h, totalmente prática, apoiada na pedagogia da cooperação.


»Oficina Facebook de Guerrilha com Rodrigo Prior

»Oficina de 6 horas para aprender na prática o processo de pesquisa, planejamento, produção de conteúdo e campanhas de anúncios em Fanpages.


»Curso de Fotografia com Silvio Bergamini

»Do olhar à pós produção, tudo o que você precisa saber para tirar o máximo proveito de sua câmera digital. O curso de 12 horas é indicado para entusiastas da fotografia com qualquer tipo de equipamento.

»Todos os cursos e oficinas serão realizados aos sábados, com data a ser conciliada entre a turma formada, à partir da confirmação do financiamento completo do projeto.



»Cadeiras

»Peças criadas pelo Pedro Catapau

»A cereja do bolo de nossas recompensas e um jogo de cadeiras de cinema da móveis Cimo dos anos 60. As cadeiras pertenceram ao Curso Cidade de Santos, primeiro cursinho pré-vestibular da cidade. Os jogos com 4 cadeiras serão adaptados e restaurados artesanalmente.



»Acompanhe o projeto

»Acompanhe o processo de realização coletiva do Coworking Santos pelo facebook: http://fb.com/CoworkingSantos»



Catarse (A comunidade de financiamento coletivo mais charmosa do Brasil!)









2013/10/08

«ONG Parceiros Voluntários conquista o Prêmio Inovação FINEP»


«A tecnologia social da ONG Parceiros Voluntários Qualificação da Teia Social: Programa de Desenvolvimento Gerencial para o Terceiro Setor conquistou o 1º lugar no Rio Grande do Sul e a 3ª colocação da Região Sul no Prêmio de Inovação Finep 2013, o mais importante instrumento de estímulo e reconhecimento à inovação no País. As propostas pré-qualificadas foram avaliadas por comitês de jurados compostos por especialistas, representantes de instituições inovadoras, do setor empresarial e da FINEP.

»A Organização tornou-se especialista em desenvolver metodologias para levar gestão, transparência e prestação de contas a instituições do Terceiro Setor. Suas tecnologias sociais já foram “exportadas” para cinco das 32 comunidades pacificadas do Rio de Janeiro e recentemente aplicadas em ONGs da Bahia. Entre seus parceiros na disseminação das tecnologias testadas e certificadas estão o BID/FUMIN, a Petrobras, o SEBRAE Nacional e a Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do Estado do Rio Grande do Sul, para quem coordena o projeto Rede Parceria Social.

»Criado há 15 anos, nesta edição, o Prêmio FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) totalizou 570 candidatos em nove categorias: Micro e Pequena Empresa, Média Empresa, Grande Empresa (apenas na etapa nacional), Instituição de Ciência e Tecnologia, Tecnologia Social, Inventor Inovador, Tecnologia Assistiva, Inovação Sustentável e Inovar Fundos (também restrita à etapa nacional e dividida em três subcategorias), Governança, Equipe e Operação. Os vencedores regionais serão homenageados no dia 13 de outubro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e os nacionais em novembro, no Palácio do Planalto, com a presença da Presidente Dilma Roussef.


»Mais sobre a ONG Parceiros Voluntários

»O lema Idealismo com Profissionalismo - desde 2003 utiliza a ferramenta BSC (Balance Scorecard) - trouxe certificação e reconhecimento ao trabalho da Parceiros Voluntários e convites para participar de parcerias estratégicas em âmbito nacional e internacional. Entre os parceiros estão o SEBRAE Nacional, patrocinador do curso Gestão para a Sustentabilidade: Desenvolvimento de Liderança nos estados do Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso, e a Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social do Estado do Rio Grande do Sul, para quem coordena o projeto Rede Parceria Social, dentro da Lei de Solidariedade do RS.

»Com o patrocínio do BID/FUMIN e Petrobras, criou, testou e sistematizou, junto às Organizações Sociais no Rio Grande do Sul, a metodologia Educando para Transparência, cujos resultados estão registrados no livro ONG – Transparência como Fator Crítico de Sucesso, obra lançada em 2012 por Maria Elena Johannpeter e pela historiadora Naida Menezes. A eficácia da metodologia estimulou o lançamento de uma segunda edição do Curso na Bahia.

»Ainda dentro de sua especialização de capacitadora, a ONG Parceiros Voluntários assinou em 2013, o Acordo de Cooperação com a ONU Habitat e o Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), do Rio de Janeiro, para levar a sua experiência e suas metodologias a cinco das 32 UPPs, comunidades pacificadas do Rio de Janeiro. A instituição formou consultores e treinou lideranças de organizações da sociedade civil das comunidades do Borel, Formiga, Andaraí, Pavão – Pavãozinho e Cantagalo.

»O maior movimento de voluntariado jovem do Brasil também é uma tecnologia social desenvolvida pela ONG Parceiros Voluntários. Trata-se da ação Tribos nas Trilhas da Cidadania, criado há mais de 10 anos, com patrocínio das empresas Gerdau e Refap. Atualmente são milhares de estudantes que se dedicam a buscar soluções para problemas de suas comunidades em três temas: Educação para a Paz, Meio Ambiente e Cultura. Neste ano, foi lançado o livro Tribos nas Trilhas da Cidadania: 10 anos de Voluntariado Juvenil e Ações Transformadoras.

»O consistente trabalho de capacitação é uma resposta para as demandas de empresas, fundações e patrocinadores, que precisam saber o destino e o resultado do capital investido no Terceiro Setor e o quanto a comunidade beneficiada está evoluindo.»



Revista Voto








Daniel Domeghetti: «Modelo Oceano Azul - Inovação de valor: quebrando paradigmas e conquistando diferenciação»


«Encontrar formas de diferenciação em mercados cada vez mais complexos, globalizados, dinâmicos e competitivos é um desafio que envolve um amplo espectro de análises e, principalmente, decisões que afetarão toda uma cadeia de processos criada para suportar o posicionamento que a empresa definiu frente a cenários cada vez mais voláteis.

»O posicionamento adotado, que compreende desde a mensagem a ser passada a seus diferentes stakeholders, até o modelo de negócios e definição de seu público-alvo, por exemplo, se constitui no conceito principal a partir do qual todas as demais áreas corporativas deverão desenvolver suas atividades, a fim de atingirem os resultados projetados no planejamento estratégico.

»Posicionamentos similares entre empresas do mesmo setor acabam por definir um modelo de competição pautado, basicamente, em atributos como preço, tendo a busca pela eficiência produtiva cerceada, mais cedo ou mais tarde, por limites internos ou externos e, então, como derivada imediata, as margens de lucratividade são reduzidas para que a empresa consiga permanecer viva e, preferencialmente competitiva, dentro da lógica e status quo vigente.

»Ter uma melhor qualidade, um valor justo ou ainda um “serviço” melhor são as metas de todas as empresas, sendo assim fazer mais do mesmo não levará uma organização a um patamar superior, diferenciado. Na melhor das hipóteses, essa abordagem proverá sobrevida até que as possibilidades de melhorias se “esgotem”, chegando à exaustão. Da mesma forma como ocorre no nível corporativo, o posicionamento de produtos e serviços está sujeito à mesma lógica da diferenciação para evolução.

»Assim, o valor é aquilo que os compradores estão dispostos a pagar para obterem suas necessidades e desejos realizados (tangíveis ou intangíveis). Produtos e serviços de maior valor percebido são aqueles cujos diferenciais são valorizados, desejados e consumidos pelos públicos.

»Portanto, em situações onde produtos e serviços ofereçam atributos percebidos como similares, equivalentes ou iguais, a atribuição de valor pelo cliente tende a ser focada no benefício mais óbvio e imediato, como o preço. O tradicional papel da busca pela estratégia competitiva de uma empresa pode ser resumido na busca de vantagens consistentes e valorizadas sobre os concorrentes, partindo da definição do segmento do mercado a ser atendido, da avaliação dos fatores determinantes de competitividade naquele mercado e da adoção de meios mais eficazes para atendê-lo em melhores condições que os demais competidores naquela indústria ou setor de atuação.

»Dentre as mais recentes abordagens de modelagem de estratégia competitiva concebidas pelos estudiosos da gestão, podemos destacar o Modelo Oceano Azul, que se baseia em uma lógica de certa forma inversa à do pensamento tradicional de concepção estratégica Top-Down. No Oceano Azul, o foco competitivo não deve estar no mesmo ecossistema de atuação dos tradicionais concorrentes, explorando as mesmas táticas que eles.

»Os autores W. Chan Kim e Renée Mauborgne pregam que a melhor estratégia é sair desses oceanos vermelhos de sangria por preços e explorar oceanos azul de não concorrência, a partir da criação de produtos, serviços, categorias e mercados totalmente inexplorados.

»Ou seja, para os autores, a melhor forma de competir é tornar os competidores irrelevantes. Kim e Mauborgne propõem a criação de estratégias inovadoras que enxerguem a realidade de seus mercados de atuação sob uma ótica diferente, tentando achar espaços ainda inexplorados por seus competidores e valorizados por seus clientes e potenciais clientes; ou ainda quebrando os padrões atuais de modelos de negócio com propostas calcadas em um conjunto de atributos que venha de encontro às expectativas e necessidades latentes de seus clientes e potenciais clientes.

»Tal abordagem traz consigo o poder de mudar a lógica vigente de competição, colocando os produtos e/ou serviços de determinada empresa de forma única, sem mais a comparação direta com os atributos de valor que pautavam o cenário competitivo até então.

»São esses espaços inexplorados de mercado que os autores definem como “Oceanos Azuis”. A diferenciação pelo Oceano Azul parte da utilização de uma estratégia Bottom-Up, ou seja, que primeiro busca encontrar oportunidades táticas (que sejam inovadoras e eficazes) nos mercados de atuação da empresa – ou em novos mercados, para então formatar sua estratégia. Esta abordagem compreende quatro passos fundamentais para sua adoção:

»O despertar visual – analisar suas competências, suas qualidades positivas e negativas;

»A exploração visual – descobrir como está sendo percebido no mercado;

»A visualização da estratégia – montar seu plano tático estratégico e;

»A comunicação visual – comunicar este plano ao mercado.

»A aplicação desta abordagem está calcada em um princípio de visão de longo prazo, olhando sempre para oportunidades ainda inexploradas, altamente potenciais, tirando o foco de análise da competição por atributos já conhecidos e inserindo elementos e variáveis que sejam valorizados pelos clientes atuais e potenciais; porém, que sejam exclusivos ao posicionamento, oferta ou produto de determinada empresa.


»Mudar a lógica e os paradigmas existentes em um mercado é decisão que requer ousadia e competência, dois diferenciais que podem possibilitar uma existência muito mais lucrativa e perene não só para a empresa que oferta seus produtos e serviços sob este mantra, mas também para toda a sua cadeia de valor, que passa a contar com produtos e serviços inovadores e diferenciados.»



Diário da Manhã








Colección de post sobre innovación del 2 al 4 de octubre



Sumário da semana (ES): http://liderar-innovando.blogspot.com/2013/10/coleccion-de-post-sobre-innovacion-del_8.html











2013/10/04

«Inovação requer mudanças, inclusive físicas. Para inovar, é necessário mexer nas estruturas da empresa - inclusive a física»


«Empresas como Microsoft, Facebook, Google e muitas outras da área de tecnologia ensinam que a criatividade leva à inovação. E a inovação é a chave para o sucesso do empreendedorismo, concordam o diretor de gestão da NY Mellon, Aman Kohli; o fundador do IT Excellence Institute, Frank Wander; e o diretor sênior de TI da Cisco, James Robshaw. Eles analisaram o tópico durante um painel de discussão no InformationWeek CIO Sumit durante o Interop, feira de tecnologia que acontece em Nova York.

»Os executivos também concordam que não há receita barata para inspirar criatividade entre desenvolvedores e outros profissionais de TI. Um dos maiores desafios é desfazer os cubos (literalmente e metaforicamente) e criar um ambiente relaxado e flexível.

»“As pessoas precisam manter um estado invoativo ou produtivo da mente”, diz Wander. “Você precisa criar um ecossistema onde eles podem pensar, inovar, relaxar, focar, ter tempo de refletir”, explica.

»Wander afirma que um horário flexível de trabalho, permitindo à equipe trabalhar remotamente, provê liberdade para trabalhar fora do esquema tradicional de oito horas diárias. Wander também recomenda mudar o ambiente para uma estrutura de think-tank.

»A BNY Mellon está aceitando a ideia de montar um ambiente de think-thank e vai além, ao abrir um escritório no Vale do Silício no segundo trimestre do ano que vem unicamente para promover a inovação, conta Kohli. As equipes do Vale trabalharão com a sede de Nova York em diversos projetos.

»A Cisco, por sua vez, também tem desenvolvido um ambiente de trabalho aberto como uma tentativa de promover a inovação. “O segundo maior gasto do relatório da Cisco é em bens imóveis”, revela Robshaw. “Usamos o dinheiro para construir uma área 60% ocupada, com ‘cubículos’ de trabalho. Agora, com o plano open floor, construímos uma taxa de ocupação de 30%”, completa.

»Um ambiente aberto pode ser imperativo para profissionais de tecnologia terem ideias inovadoras, mas ter o orçamento para financiar a inovação é uma tarefa separada. Para gerar fundos para a inovação, a Cisco tem um programa de economia no qual clientes podem ter um retorno de 5% ao fim do ano. Se mais de 5% é economizado, a IT da Cisco podem embolsar a diferença para adicionar ao orçamento de inovação.

»Além de ter um espaço de trabalho aberto e valores em dinheiro, as companhias precisam promover a inovação por meio de projetos empolgantes e desafios. Segundo Kholi, a nova operação da BNY Mellon no Vale do Silício está sendo desenhada não apenas para abocanhar talentos, mas incluirá laboratórios de inovação direcionados a produtos.

»A Cisco promove hackathons, dias dedicados ao desenvolvimento de software para solução de problemas, duas vezes ao ano. De acordo com Robshaw, hackathons permitem funcionários pensarem sobre projetos e problemas fora de suas rotinas.

»Os três painelistas concordam que as estruturas atuais para a maioria dos ambientes de trabalho não permitem desenvolvedores ou outras equipes de TI inovarem. Em um mundo onde a inovação é a chave para o sucesso e crescimento de uma empresa, os negócios que não suportarem inovação estão em risco.»



Information Week