2015/02/24

Alessandra Assad: Você sabia que mais de um terço das inovações das empresas vêm dos clientes?



Você sabia que mais de um terço das inovações das empresas vêm dos clientes?



Revista Pellegrino
Alessandra Assad

BRASIL

«Você sabia que mais de um terço das inovações das empresas vêm dos clientes? É engraçado como as inovações estão diretamente relacionadas com as mudanças do mundo e com a capacidade ou falta de capacidade que nós temos de nos reinventar. Se pararmos para pensar, a máquina de escrever já está obsoleta há um tempão, mas na época do auge das máquinas, muitas empresas caíram na zona de conforto, imaginando que poderiam ser líderes de mercado a vida inteira vendendo máquinas de escrever. O mesmo aconteceu com os filmes para as máquinas fotográficas. Quantas empresas tinham a venda de filmes como produtos carro-chefe? O que aconteceu com elas?

»Você pode observar que só sobreviveram as empresas que tiveram a capacidade de se adaptar aos novos tempos. A capacidade de se reinventar como negócio, e de acreditar que muito daquilo que hoje parece absurdo, pode ter um fundamento amanhã. Elas inovaram com seus produtos e serviços, mas acima de tudo inovaram a sua visão, o seu olhar em relação ao mundo e à concorrência. Não faltou gente para dizer que o consumidor normal que não sabia nem mesmo trocar um filme de uma câmera fotográfica jamais saberia operar uma câmera digital, e hoje vemos as câmeras digitais sendo operadas por pessoas de todas as idades e classes sociais. Ou você acha que as enciclopédias Barsa poderiam imaginar que um dia teria um Google como concorrente?

»O maior inimigo das nossas realizações, sem sombra de dúvidas, é a nossa zona de conforto. É ela quem nos impede de assumir mais riscos, de aprender novas habilidades e de apresentar novas ideias. Eu vejo que muitos empresários têm a idéia errada de que para implantarem uma inovação na sua empresa, por menor que ela seja, vão precisar investir muito dinheiro. Isso é um mito. É mentira! Há inovações e inovações, é verdade, mas isso não pode servir de desculpa para você não fazer. Conheço empresas pequenas que resolveram grandes problemas com uma inovação de baixo custo.

»Não é verdade que você precisa ser líder de um mercado específico para ser inovador dele. Temos aí o exemplo do Iphone e do Ipod, telefonia e música, territórios nos quais a Apple não era líder quando lançou as novidades, inovou conceitos e apresentou novas experiências para os consumidores.

»Você pode inovar no seu jeito de atender o cliente, ou ainda no seu programa de fidelidade. Você pode fazer isso com velocidade, antes do seu concorrente. E se não tiver as pessoas certas para isso dentro da sua empresa, você pode implantar o que alguns teóricos chamam de inovação aberta, que é a inovação que vem de fora da empresa. Pode até mesmo ser terceirizada. Afinal, hoje, estamos na era da descontinuidade, onde as habilidades, os conhecimentos e a paixão das pessoas são a maior fonte de vantagem competitiva. Não é a toa que 35% das idéias do mundo se originam em pequenas empresas.

»Tão importante quanto você querer inovar hoje, é saber que precisa criar uma cultura de inovação dentro da empresa. Isso pode ser altamente lucrativo. É uma pena que ainda existam empresas duras, ortodoxas no quesito experimentação. Não deixam os funcionários voar, testar coisas novas e criar. Quem não erra, não faz. E é engraçado que, de outro lado, há empresas que bonificam seus funcionários por isso, que gratificam seus clientes por sugestões, e ainda terceirizam parceiros na área de pesquisa para acelerar os seus processos. Em qual delas você gostaria de trabalhar? Qual você acha que tem mais lucratividade a médio e longo prazos? Então, o que está faltando para você e sua equipe reinventarem a empresa?»





2015/02/23

«Newsletter L&I» (n.º 42, 2015-02-23)



Inovação social (Brasil)

Krishna Aum de Faria e André Spínola: Inovação com causa, um novo jeito de empreender e fazer o bem [web] [intro]

Versões Brasileiras da Inovação Social nas periferias e favelas do Brasil [web] [intro]

Inovações Sociais na Finlândia [web] [intro]

Organizações sociais inovadoras: o terceiro setor se reinventando [web] [intro]



Inovação social (Portugal, África lusófona)

Empreendedorismo Social [web] [intro]

Bootcamp Empreendedorismo Social IES powered by INSEAD [web] [intro]

Cooperativa de Consumo Fruta Feia [web] [intro]

Participação e Inovação: a Construção de Cidadanias Insurgentes (BIS - Banco de Inovação Social, na Universidade de Verão 2014) [web] [intro]



Innovación social

¿Qué es Innovación Social? [web] [intro]

Iniciativas de Innovación Social [web] [intro]

Innovación social y negocio [web] [intro]

¿Por qué somos innovadoras? Servicios innovadores de las cooperativas andaluzas [web] [intro]



Innovation sociale

Joeri van den Steenhoven: L’innovation sociale, un enjeu mondial [web] [intro]

Agir pour l'innovation sociale [web] [intro]

L'innovation sociale, c'est quoi? [web] [intro]

Semaine Technologie et Innovation Sociale de Montréal [web] [intro]



Social innovation

Roberto Magabeira Unger: The Task of the Social Innovation Movement [web] [intro]

Aaron Hurst: A New Emerging Purpose Economy [web] [intro]

Collective Awareness Platforms for Sustainability and Social Innovation Discussion [web] [intro]

What is social innovation and why is it good for business? [web] [intro]





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2015/02/20

Organizações sociais inovadoras: o terceiro setor se reinventando




Painel IX
Seminário Social Good Brasil 2014


«O movimento de inovação chega também no terceiro setor, que está incorporando novos princípios, metodologias, ferramentas, novas mídias e tecnologias para ampliar o impacto social positivo que já realiza. Quais princípios e metodologias já estão sendo aplicadas no terceiro setor? E como as organizações sociais estão aproveitando a tecnologia, uma tendência sem volta, para maximizar seu impacto social?

»Painelistas: Patricia Santim (Fundação Telefônica), Pedro Oliveira (Teto), Marcelle Medeiros (Fundação Laço Rosa) e Fernando Conte (Instituto Elos).»





2015/02/19

Inovações Sociais na Finlândia




TV Senado
Brasil


«A Finlândia é praticamente desconhecida dos brasileiros. Mas esse pequeno país é responsável por muitas inovações que podem tornar melhor a vida das pessoas. Vappu Taipale, ex-Ministra do Bem Estar Social, e Ilkka Taipale, médico e ex-congressista, contam um pouco dos hábitos e das conquistas finlandesas.»





2015/02/18

Versões Brasileiras da Inovação Social nas periferias e favelas do Brasil




Painel
Seminário Social Good Brasil 2013
Programa Social Good Brasil do Portal Voluntários Online (VOL) e do Instituto Comunitário Grande Florianópolis (ICom)


«Anfitrião: Anderson França (Dharma Agencia, FunkYou e Universidade da Correria).

»Painelistas: Aline Rodrigues (Periferia em Movimento), Luis Henrique Nascimento (ESPOCC/Observatório de Favelas), Joaquim Melo (Palmas Lab/Banco Palmas), Alexandre de Maio (Catraca Livre).»





2015/02/16

«Newsletter L&I» (n.º 41, 2015-02-16)



Cultura da inovação (Brasil)

Inovação corporativa: ouça os seus colaboradores. Não é preciso investir em tecnologia para inovar [web] [intro]

Gustavo Travassos: O dilema da inovação e por que precisamos mudar nosso negócio [web] [intro]

Cultivando uma cultura de inovação [web] [intro]

Felipe Scherer: Como criar uma cultura voltada para inovação? [web] [intro]



Cultura da inovação (Portugal, África lusófona)

Design Thinking: Ver acontecer papéis... para uma cultura da inovação [web] [intro]

CRIA Cascais [web] [intro]

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa: Programa de Promoção de uma Cultura de Inovação Social [web] [intro]

5 Lições de Liderança de Jack Ma, Presidente do Conselho de Administração da chinesa Alibaba [web] [intro]



Cultura de innovación

Kenneth P. Morse: «Las empresas innovan o se mueren» [web] [intro]

Asociación Española para la Calidad (AEC): Cultura de la Innovación - Manifiesto [web] [intro]

«La Fiscalía puede estar próxima a la sociedad e integrada en una cultura de innovación». Carlos Varela: Plan de Actuación de la Fiscalía de Galicia (Presentación. Introducción) [web] [intro]

10 prácticas para tener una cultura innovadora [web] [intro]



Culture de l'innovation

L’entreprise innovante [web] [intro]

Denis Brière: Pour une culture de l’innovation pédagogique [web] [intro]

Sébastien Tran: La culture de l’innovation, un enjeu majeur pour les entreprises [web] [intro]

Beth Noveck: Créer une culture de l'innovation au sein de l'État [web] [intro]



Innovation culture

Governments must innovate or become irrelevant [web] [intro]

Duncan Brown: How creative reward can drive innovation [web] [intro]

J.T. Ripton: How to Create a Culture of Innovation [web] [intro]

China to promote plans to encourage innovation, drive economy [web] [intro]





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2015/02/13

Felipe Scherer: Como criar uma cultura voltada para inovação?



Como criar uma cultura voltada para inovação?



SETEC
Felipe Scherer

BRASIL

«As inovações não são fruto de geração espontânea, nem criadas no vácuo: são, antes de tudo, resultado de intenções deliberadas e geradas num ambiente propício, num terreno fértil onde as ideias prosperam.

»Uma empresa inovadora encoraja seus membros a operar com autonomia, recompensa as pessoas por suas ideias, valoriza talentos individuais, demonstra resiliência face aos obstáculos, prospera em ambientes turbulentos e em situações ambíguas e reforça um ambiente de valorização das pessoas.

»Como consequência, essas empresas respondem rapidamente às demandas externas, desenvolvem novas ideias, aumentam a eficiência, melhoram o atendimento ao cliente e geram maiores lucros. O grande desafio está em configurar um ambiente organizacional que possibilite a repetição da inovação a partir de um processo contínuo, estruturado e gerenciável.

»Embora existam diferentes tipos de inovações, que demandam diferentes processos de transformação de ideias em resultados, o que há de comum é o universo que cerca a inovação.

»Esse universo é composto dos elementos que precisam ser administrados para que a empresa seja mais eficaz como inovadora.

»O contexto da inovação apresenta um conjunto de dimensões que devem ser configuradas para melhorar o potencial inovador. Essas dimensões precisam ser configuradas segundo a estratégia e a cultura da empresa, bem como sua intenção com a inovação.

»Independente da forma, o importante é que a empresa saiba que a cultura da organização impacta diretamente no potencial inovador. A cultura trata do modo como a empresa comunica e estimula as pessoas a correrem riscos e questionarem paradigmas existentes.

»Uma organização que priorize a disciplina, a autoridade e o trabalho individual tende a ter maiores dificuldades em se transformar numa inovadora-serial que uma empresa em que a cultura é caracterizada por comunicação aberta, trabalho em equipe e redes informais de relacionamento.

»Uma cultura de inovação bem desenvolvida demanda lideranças comprometidas com inovação. Quando se fala em liderança, em geral se está referindo à alta administração.

»Evidentemente, é ela a responsável pela estratégia da empresa, por estipular a distribuição dos recursos e por estabelecer regras competitivas e de crescimento. Se a alta administração não estiver comprometida com a inovação, ou se o discurso do novo não se consubstanciar na prática, a inovação não será prioridade.

»O desafio da inovação é fazer com que todos os líderes sejam facilitadores do fluxo de ideias e de conhecimento e transformadores da realidade da empresa. Se não houver envolvimento das lideranças com a estratégia de inovação da empresa, obstáculos serão antepostos, dificuldades serão trazidas e o staus quo será mantido.

»Os líderes de uma organização inovadora devem ser pessoas desafiadoras, que sejam capazes de assumir riscos, respaldados pela alta gestão. Este talvez seja o maior paradoxo nas empresas de hoje.

»Como o recurso mais escasso de executivos e lideranças em qualquer organização é o tempo, o maior indicativo do entendimento que os mesmos têm da inovação e da relevância que dão ao tema é o tempo que dedicam para evangelizar e apoiar sua equipe para a inovação.»





2015/02/12

Cultivando uma cultura de inovação



Cultivando uma cultura de inovação



O Melhor do Marketing
Cheryl Ethier

BRASIL

«Antigamente, explorar novas ideias e novos mercados era uma tarefa para aqueles muito corajosos ou muito tolos. Felizmente, hoje esse não é o caso.

»Nossa realidade requer que as pessoas e organizações sejam inovadoras e criativas. Devemos buscar novas soluções para assegurar nosso sucesso. Para inovar é preciso cultivar uma cultura de inovação, de focar em valor e estar sempre alinhado com o seu cliente e suas necessidades.

»Se o meu cliente não sabe o que quer, como podemos entender suas necessidades? O segredo está em vender sempre soluções lembrando do problema que estamos resolvendo. Sua inovação pode ser um produto ou um processo – o foco é o mesmo; focar em resolver problemas.

»Imaginemos buscar novas soluções, ou inovar, para uma empresa que vende máquinas de lavar roupa. Posso focar em reduzir consumo de agua ou eletricidade, uma máquina com melhor desempenho na remoção de manchas por exemplo. Tudo isso pode resultar em um produto melhorado. Mas e se eu focar no problema? Se eu lembrar que o que meu cliente quer é roupa limpa, imaginemos que minha empresa passa-se a focar em fabricação de roupas que não sujam, e assim torna-se desnecessário lavar.

»Qual das duas soluções teriam o maior impacto no mercado?

»Uma máquina com ótimo desempenho e uma serie de features inovadoras, ou uma linha de tecidos onde a máquina não é mais necessária, uma roupa que ao sacudir estará limpa novamente? A diferença entre as duas soluções é que a segunda procura solucionar o problema real e foca no cliente.

»Ao aprender a cultivar uma cultura de inovação e de vender valor, levamos á nossas organizações e projetos uma visão de vender valor e focar em soluções. No curso Aprenda a criar uma cultura de inovação e comece já trabalhamos justamente isso, técnicas e metodologias para aprender a inovar.»





2015/02/11

Gustavo Travassos: O dilema da inovação e por que precisamos mudar nosso negócio



O dilema da inovação e por que precisamos mudar nosso negócio



Startupi
Gustavo Travassos

BRASIL

«Não é à toa que uma das principais obras de referências em inovação no mundo se chama “O Dilema da Inovação”, livro do professor de Harvard e especialista no tema, Clayton Christensen. Tive o prazer de conhecer sua teoria exatamente num estudo nesta universidade americana, quando discutimos os princípios do professor: ele mostrou o que é e como surge a inovação de ruptura, aquela em que o empreendedor, em vez de vencer os demais concorrentes no jogo, muda as regras da competição. A inovação, mais do que nunca, transformou-se numa condição para que um negócio sobreviva. Persegui-la, portanto, não é uma opção.

»Quando, através da Maxtrack, tornei-me empreendedor Endeavor, órgão que apoia empreendedores de alto impacto, defrontei-me com este dilema da inovação: era preciso criar algo escalável, o que é muito difícil quando se trata de empresas de hardware. Percebendo a necessidade de criar um modelo de negócios novo – com uma cultura originalmente voltada à inovação, com processos de gestão modernos, ágeis e criativos (Design Thinking, Scrum, Canvas), com menos níveis hierárquicos, delegação de poderes de decisão e com a conjunção de interesses pessoais e profissionais (empowerment, intrapreneur) -, vi que era o momento de criar uma empresa disruptiva. Então, partindo para um novo projeto (sem deixar o anterior à deriva, claro), abri uma startup, a Denox. A empresa chegou ao mercado com a proposta de prover paz de espírito às pessoas por meio da segurança e da automação.

»Hoje, após um ano e meio no mercado, a Denox já criou novas ferramentas para o uso da tecnologia de internet das coisas, como uma central de alerta entre moradores e vizinhos, mecanismos para empresas terceirizadoras de mão de obra monitorarem a entrada e saída de funcionários, e agora se prepara para lançar seu e-commerce.

»Muitos me perguntam o que me fez, de certa forma, deixar uma empresa bem-sucedida para iniciar um novo negócio. Como todo empreendedor, tenho perseguido um modelo que tenha perenidade. Esse olhar para o futuro me fez ver a necessidade de investir em uma empresa que já nasce com a cultura da inovação: a Denox tem no seu DNA a urgência de mudar paradigmas, tornar viável um novo modelo de relação das pessoas com a automação e a segurança, com qualidade, baixo custo e escalabilidade. Além disso, com uma equipe formada por empreendedores internos capazes de testar rápido novos produtos (e falhar rápido, se for o caso), com remunerações e premiações atreladas a resultados. O que nos move é o desejo de criar uma experiência inovadora para os clientes. E todos saem ganhando com isso. Na prática, cada um assume a missão de inovar, fazer o melhor e não desistir.

»Este novo modelo de negócios não nasceu num estalar de dedos, assim como a inovação é um processo contínuo, incansável, e não uma mágica. Tive apoio da Endeavor, Fundação Dom Cabral e uma rede de centros de pesquisa (Harvard, MIT, Cornell-Queens, Maryland, Stanford) com os quais foram feitos trabalhos de curta duração para investigar novas possibilidades para produtos e mercados, de forma a promover a inovação. Como processo interno e de criação, estabelecemos na Denox uma série de ritos que nos fazem repensar nossos modelos e ações. Convidamos especialistas e discutimos nossas estratégias à luz de temas como gamification e big data.

»Para se criar uma empresa que tenha, realmente, a cultura da inovação, é preciso envolver as pessoas. Elas devem estar focadas, revendo e reinventando seus processos, produtos ou serviços, buscando melhorias para o cliente e a organização. Esta busca incessante e contagiante é um motor para alcançar maior eficiência e melhores resultados. Para que o ambiente da empresa seja inovador, é preciso apoio da alta gestão e investimento, para que as pessoas tenham tempo para pensar e criar. Isso não compromete a produtividade, ao contrário, é o caminho para que a empresa se diferencie e saiba extrair do seu meio informações essenciais para sua competitividade. A inovação não é um ato genial. É uma forma de aceitar que sempre existe algo melhor; é uma posição humilde diante do conhecimento.»





2015/02/10

Inovação corporativa: ouça os seus colaboradores. Não é preciso investir em tecnologia para inovar



Inovação corporativa: ouça os seus colaboradores. Não é preciso investir em tecnologia para inovar



meuSucesso.com
Maria Angélica Garcia

BRASIL

«A inovação é premissa para a longevidade de qualquer empresa. E para inovar, é necessário que as empresas continuem construindo soluções novas ou significativamente melhores do que as opções dos seus concorrentes, entregando maior valor aos seus clientes e gerando maiores ganhos. Quando falamos em inovar, na maioria das vezes, nos vem à cabeça gastar muito dinheiro e tempo investindo no desenvolvimento de novas tecnologias. Mas, e a empresa com pouco capital, como se encaixa nessa premissa? Quem não tem recursos financeiros não inova e está condenado a fechar suas portas?

»De forma alguma. A inovação, além de fazer algo novo visando resultados inéditos, é também fazer diferente algo que já fazemos no dia-a-dia, visando maior eficiência, produtividade e redução de custos. As atividades corriqueiras e tradicionais também são passíveis de inovação. Como diz o professor Marcos Hashimoto em seu livro Espírio Empreendedor nas Organizações, III edição: “Inova-se quando se otimiza um processo, cria-se uma forma de reduzir custos e desperdício, contrata-se uma pessoa para fazer mais eficazmente o trabalho de duas pessoas e se renegocia um contrato com um fornecedor de forma que ambas as partes saiam ganhando. O campo da inovação é vasto demais para ficar limitado apenas aos departamentos de pesquisa de produtos; ele deve ser estimulado em todos os níveis da organização.”

»A inovação pode começar, por exemplo, motivando seus colaboradores – que na maioria das vezes conhecem a sua empresa e seus problemas melhor do que ninguém – a participarem de um programa de inovação corporativa, que vai muito além da famosa “caixinha de sugestões”.

»Muitas vezes os colaboradores anseiam por ter uma voz mais ativa na organização, mas não encontram espaço para isto. E depois de tentativas fracassadas, acabam se acomodando a fazerem somente o que é esperado deles, de acordo com a sua função. Engajar o seu colaborador a participar das decisões do dia-a-dia da empresa requer um bom planejamento e o interesse em ouvir o colaborador precisa ser genuíno. De nada adianta pedir sugestões, se as mesmas não forem devidamente analisadas.


»COMEÇANDO AÇÕES INOVADORAS

»Há diversas maneiras de se engajar os colaboradores a participarem de um programa de inovação corporativa. Uma maneira é começar com pequenas ações para introduzir a cultura de inovação na empresa (tenha sempre em mente que mudanças podem gerar resistência!). Você pode, por exemplo, lançar um “desafio de inovação”, dividindo seus colaboradores em times, misturando pessoas de todos os departamentos, para que eles resolvam um determinado problema da empresa, por exemplo: como reduzir custos com o número de impressões? Você pode começar com um problema simples, e conforme os colaboradores se sentirem mais engajados e familiarizados com os desafios, a complexidade pode aumentar. O prêmio pode ser dar ao ganhador um dia livre perto de uma ponte de feriado, por exemplo. Ou não ter que ir trabalhar no seu aniversário. Mas antes de começar ações de inovação na sua empresa, é importante se perguntar:


»A MINHA EMPRESA É INOVADORA?

»Não é porque na homepage do site está escrito que a sua empresa é inovadora, que os seus colaboradores, fornecedores, clientes e também competidores a percebam dessa maneira. Faça um exercício, respondendo as seguintes perguntas:

»- Qual é o DNA da minha empresa e a percepção do mercado e dos colaboradores em relação a ela? (para isso é interessante fazer um trabalho de exploração, entrevistando o público-alvo);

»- Qual o meu diferencial frente aos meus competidores?

»- Como a inovação é aplicada na empresa hoje?

»- Como é feita a inclusão e engajamento dos funcionários nas decisões da empresa?

»- A minha empresa realmente tem interesse em dar voz aos funcionários para darem sugestões de melhorias de processos e resoluções de problemas, ou no fundo eu sou adepto do ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo”?


»Caso a sua empresa seja inovadora, ótimo! Os seus colaboradores já estarão familiarizados com a cultura de inovação e as ações podem ser mais robustas.

»Caso a empresa seja vista como uma empresa tradicional, comece a introduzir a cultura de inovação aos poucos, com um planejamento estratégico bem estruturado e ações-teste, para avaliar os resultados. Lembre-se: a introdução de uma nova cultura leva tempo e deve ser contínua e genuína!

»Não subestime o valor que os seus funcionários podem ter no processo de inovação na sua empresa. Afinal, boas ideias saem de todos os lugares, mas você precisa estar aberto a ouví-las!»





2015/02/09

«Newsletter L&I» (n.º 40, 2015-02-09)



Publicações periódicas dedicadas à inovação (III) (Brasil)

Revista de Gestão em Sistemas de Saúde (RGSS) [web] [intro]

NAU Social [web] [intro]

Inovcom - Revista Brasileira de Inovação Científica em Comunicação [web] [intro]

E-Tech: Tecnologias para Competitividade Industrial [web] [intro]



Publicações periódicas dedicadas à inovação (III) (Portugal, África lusófona)

Frutas e Legumes [web] [intro]

VIVER. Vidas e Veredas da Raia [web] [intro]

Altitude [web] [intro]

Sensos-e [web] [intro]



Publicaciones periódicas dedicadas a innovación (III)

Innovación Educativa [web] [intro]

i+Diseño. Revista internacional de investigación, innovación y desarrollo en Diseño [web] [intro]

Perspectiva CDTI [web] [intro]

Revista I+i – Investigación Aplicada e Innovación [web] [intro]



Publications périodiques dédiées a l'innovation (III)

Innovations. Revue d’Économie et de Management de l’Innovation (I-REMI) [web] [intro]

Revue de l’innovation (La Revue de l’innovation dans le secteur public) [web] [intro]

Innovations Agronomiques [web] [intro]

Connect [finie] [web] [intro]



Periodical publications dedicated to innovation (III)

Adoption Quarterly: Innovations in Community & Clinical Practice, Theory & Research [web] [intro]

Strategy & Innovation [web] [intro]

Big Think [web] [intro]

Innovation Quarterly [finished] [web] [intro]





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2015/02/06

E-Tech: Tecnologias para Competitividade Industrial



E-Tech: Tecnologias para Competitividade Industrial



SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) / Santa Catarina - Florianópolis
Faculdade de Tecnologia

BRASIL

«A E-Tech: Tecnologias para Competitividade Industrial tem o objetivo de divulgar estudos e pesquisas multidisciplinares em Educação Profissional e Tecnológica, Tecnologias industriais e Gestão industrial.

»É uma publicação trimestral do SENAI/SC, editada pela Faculdade de Tecnologia do SENAI/SC - Florianópolis, integra o Programa SENAI/SC Inovação.

»A Revista recebe artigos inéditos de pesquisadores e estudiosos das áreas temáticas de interesse da Revista. Aceita para publicação artigos considerados originais no idioma português como: revisão de literatura, relatos de pesquisa ou case (experiência) de caráter científico, bem como resenhas.

»Trabalhos publicados em anais de eventos científicos serão considerados, desde que estejam na sua forma final para publicação. Esses trabalhos passarão também pelo processo de avaliação. Recomendamos a menção, na forma de nota de rodapé, sobre a publicação em anais de eventos científicos. .../...»





2015/02/05

Inovcom - Revista Brasileira de Inovação Científica em Comunicação



Inovcom - Revista Brasileira de Inovação Científica em Comunicação



Intercom – Brazilian Association of Interdisciplinary Studies in Communication

BRASIL

«A Inovcom - Revista Brasileira de Inovação Científica em Comunicação -foi criada para divulgar as pesquisas que contenham resultados inovadores ou apresentem alternativas comunicacionais.

»Essa publicação, editada pela Intercom exclusivamente em formato digital, visa atender à demanda dos estudantes dos cursos de especialização em Comunicação, bem como aos jovens profissionais atuantes no mercado de trabalho.

»A idéia é incentivar os que se dedicam a sistematizar o conhecimento midiático e a explorar novos gêneros e formatos, bem como a refletir criticamente sobre as profissões midiáticas, contribuindo para a melhoria da qualidade da comunicação brasileira. .../...»





2015/02/04

NAU Social



NAU Social



Universidade Federal
da Bahia
Escola de Administração

BRASIL

«A Revista NAU Social é uma revista online, de natureza tecnológica, interdisciplinar, com periodicidade semestral, e voltada à formação em gestão social e políticas públicas.

»A NAU Social busca ampliar e promover o debate sobre a formação em gestão social como um campo de práticas e conhecimentos em construção, particularmente no que concerne à natureza e as fronteiras deste novo campo, bem como no que concerne à formação em políticas públicas.

»A linha editorial da Revista NAU Social, inspirada no universo metafórico das grandes viagens de descoberta, foi desenhada para acolher contribuições de diferentes formatos relacionados à formação em gestão social e políticas públicas, com suas áreas correlacionadas, com ênfase na inovação e aprendizagem, buscando contribuir para a discussão acerca da natureza e fronteiras de ambos os campos. .../...»





2015/02/03

Revista de Gestão em Sistemas de Saúde (RGSS)



Revista de Gestão em Sistemas de Saúde



Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

BRASIL

«O foco da revista tem na temática gestão em Sistemas de Saúde seu arcabouço teórico essencial. Inclui, de forma abrangente, as abordagens que envolvem processos operacionais, de cuidados e humanização, vigilância em saúde, qualidade, gerenciamento de risco e políticas públicas em saúde, atuação e desenvolvimento da liderança e cultura em organizações de saúde, gestão competências, estratégica, financeira, econômica em saúde, tecnologia de informação, incorporação tecnológica, gestão de projetos em saúde, marketing aplicados à saúde.

»Não se restringe somente à disciplina, mas também suas interconexões. Neste sentido, busca publicar trabalhos que fazem alinhamento com áreas da administração em saúde como gestão de logística, negócios em saúde, Medidas de Avaliação em Saúde, Registro Eletrônico de Informação em Saúde; gestão sustentável em saúde, fatores críticos de sucesso e visão prospectiva da profissão e da matéria. .../...»





2015/02/02

«Newsletter L&I» (n.º 39, 2015-02-02)



Publicações periódicas dedicadas à inovação (II) (Brasil)

Sociedade, Contabilidade e Gestão [web] [intro]

Scientia cum Industria [web] [intro]

Revista Pesquisa Naval [web] [intro]

Internext [web] [intro]



Publicações periódicas dedicadas à inovação (II) (Portugal, África lusófona)

Mexxer [web] [intro]

Interacções [web] [intro]

Invest [web] [intro]

SMART CITIES [web] [intro]



Publicaciones periódicas dedicadas a innovación (II)

adComunica [web] [intro]

Infopack [web] [intro]

Innovamás [web] [intro]

Revista jurídica de investigación e innovación educativa (REJIE) [web] [intro]



Publications périodiques dédiées a l'innovation (II)

Maddyness [web] [intro]

INNOVANT [web] [intro]

Bulletin Innov [web] [intro]

Science, technologie et innovation en bref [web] [intro]



Periodical publications dedicated to innovation (II)

The Wilson Quarterly [web] [intro]

Nesta (website and press) [web] [intro]

Digital Activism Research Project (DARP) [web] [intro]

Innovation Quarter [web] [intro]





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