2016/11/30

«Marconi toma posse no MBC e abre debate sobre governo digital»



Governadoria do Goiás. Gabinete de Imprensa.



«Nas comemorações dos 15 anos de fundação do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o governador Marconi Perillo tomou posse nesta quarta-feira, dia 24, em São Paulo, durante encontro anual da entidade, na função de conselheiro nacional, representando o Consórcio Brasil Central, fórum que reúne governadores do Centro-Oeste e Norte do País, presidido pelo governador goiano. Ele recebeu do presidente de honra do MBC, Jorge Gerdau, o tradicional boton que identifica os conselheiros da entidade. Foi saudado como um dos principais apoiadores do MBC no País.

»Ao falar em nome dos empossados, Marconi parabenizou a entidade pelos 15 anos de existência. Observou que sem a consultoria do MBC Goiás não teria conseguido avançar significativamente no Ideb e também atingido uma economia de R$ 1,5 bilhão com a implantação de modelos de gestão e reformas estruturais do Estado, por meio do Pacto de Reforma do Estado.

»Marconi avaliou como uma “discussão premente” o debate sobre os governos digitais. Citou os avanços ocorridos em Goiás por causa da implantação do Sistema OS na Saúde estadual. Lembrou que, na experiência de Goiás com a informatização da Saúde, o cidadão goiano está sendo atendido com maior eficiência e de forma mais rápida.

»Aos integrantes do MBC, relatou a proposta que fez, na reunião dos governadores em Brasília com o presidente Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de aprofundamento dos cortes de gastos. “Para nós é uma honra”, disse Marconi, ao anunciar a indicação do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, como suplente dele no conselho do MBC.


Marconi parabenizou a MBC pelos 15 anos de existência. Observou que sem a consultoria da entidade Goiás não teria conseguido avançar significativamente no Ideb e também atingido uma economia de R$ 1,5 bilhão com a implantação de modelos de gestão e reformas estruturais, por meio do Pacto de Reforma do Estado.

»Consórcio Brasil Central

»Marconi falou ainda da experiência do Consórcio Brasil Central, que reúne os governadores de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins e Rondônia e que tem apresentado ao País alternativas de cooperação federativa e desenvolvimento sustentável. “Do Brasil Central saiu o embrião para Pacto da Reforma do Estado”, disse, ao relatar também que as Assembleias Legislativas dos estados-membros devem votar em breve projetos de lei que criam um mercado comum entre eles.

»Marconi também falou do desafio de implantar o sistema OS da Educação. “Eu não tenho dúvida de que será um sucesso a experiência que está sendo implantada em Goiás”. Segundo ele, a medida provocará avanços que vão marcar as biografias dos gestores. “É preciso ter coragem para promover as mudanças que a Educação necessita”, assinalou.


»Adesão ao MBC

»Espelhado na parceria de Goiás com o MBC, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou termo de adesão do governo de São Paulo à entidade. Ao discursar, Alckmin defendeu uma mudança cultural em relação aos gastos públicos. “Os governos não cabem no PIB”, ao apontar que o Brasil ficou “caro demais” antes de ficar rico.

»Durante o encontro do MBC foi entregue ao ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, um documento chamado Brasil Digital, com propostas dos setores produtivos para digitalização da economia brasileira. A ideia é avançar no campo das ferramentas digitais, de forma a criar no País um ambiente satisfatório para a articulação de políticas de desenvolvimento tecnológico, inovação e competitividade.

»O encontro anual do MBC contou com a presença de diversas autoridades. O presidente de honra da entidade, Jorge Gerdau, o secretário-executivo Cláudio Gastal, Patrícia Audi, secretária executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Casa Civil da Presidência da República, o ex-ministro Luiz Fernando Furlan, os prefeitos Rodrigo Neves (Niterói), Geraldo Júlio (Recife) e Jonas Donizete (Campinas-SP), além de representantes de grandes empresas.»





Inovação e ideias

2016/11/29

Juliano Fiori: «Brasil muda rota»



Juliano Fiori (democracia Abierta @demoAbierta, da opendemocracy.net @openDemocracy). Carta Maior



«O fechamento da CGFOME (Coordenação-Geral de Cooperação Humanitária e Combate à Fome) sinaliza que a cooperação Sul-Sul já não é mais uma prioridade.

»Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro de 2003, o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva descreveu a erradicação da fome como uma “mudança civilizadora”, deixando claro para seus pares que, enquanto deveria ser uma prioridade doméstica para o Partido dos Trabalhadores (PT), seria também um “imperativo moral e político”. Agora objeto de denúncias controversas de corrupção, Lula deixou o cargo no final de 2010 com um índice de aprovação, inédito, de 83 por cento. Entre as principais razões da satisfação popular estavam o êxito em reduzir a fome dos brasileiros pobres e a expansão da influência brasileira no exterior.

»A Coordenação-Geral de Cooperação Humanitária e Combate à Fome (CGFOME), do Itamaraty, foi estabelecida em 2004 para coordenar esses dois de políticas públicas. Com base na experiência brasileira, a CGFOME exportou metodologias testadas e expertise de tecnologias sociais em erradicação da fome, posicionando o Brasil como líder mundial em segurança alimentar e nutricional. Nos últimos 12 anos, o Brasil jogou um papel importante, do ponto de vista substantivo e simbólico, no desenvolvimento de uma política externa baseada na projeção da capacidade brasileira, ao mesmo tempo em que promovia a soberania, o multilateralismo e a solidariedade. Em 13 de setembro do corrente ano, o novo governo brasileiro fechou a CGFOME – um movimento indicativo da alteração das novas prioridades estratégicas, que terá consequências no papel do Brasil no mundo, assim como para o desenvolvimento da cooperação internacional e das relações Sul-Sul. A imprensa ocidental não publicou uma palavra sequer sobre o assunto.

»Em 2013, sentado em um enorme salão de conferências, em um hotel funcional no deserto distrito de negócios de Istambul, eu ouvi, com calorosa admiração, Milton Rondó Filho, o ministro que dirigiu a CGFOME desde a criação, dirigir-se a um pequeno grupo internacional de formuladores de política e diplomatas humanitários. Com autoridade didática, adoçada por humildade de quem vê o mundo não a partir do centro, ele colocou questões sobre o papel da ação humanitária e discutiu “a visão brasileira”. Deixando de lado o discurso gerencial e paternalista sobre o desenvolvimento, falou de “cooperação, não assistência” e “parceiros, não doadores”, locuções que, embora refrescantes, devem ter transmitido interessante idealismo libertário ou, mais, dúplice mudança, não fosse pelo fiar de que o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) seguira na década anterior estratégia que enfatizara precisamente a cooperação horizontal, principalmente regional e Sul-Sul, buscando democratizar as instituições multilaterais.

»Em suas firmes posições nas negociações na OMC e na liderança do bloco comercial do G 20, na busca de novos mercados no mundo em desenvolvimento (durante os Lito anos do governo Lula apenas, a proporção de exportações brasileiras para os países não pertencentes à OCDE aumentou de 38,5 para 57 por cento); em sua ativa participação no G 20 das maiores economias; na sua campanha para a reforma do Conselho de Segurança da ONU; nas negociações sobre o programa nuclear do Irã, levando à Declaração de Teerã, com a Turquia e o Irã, em 2010; e no fortalecimento da associação com o grupo de países dos BRICS, inclusive por meio do Novo Banco de Desenvolvimento, o Brasil, com mais de 13 anos de Governo do PT, tornou-se um ator central nas relações internacionais, engajando-se e protegendo os interesses dos países em desenvolvimento. Fortaleceu maciçamente os laços diplomáticos e econômicos com a África e tem desenvolvido amplo portfólio de cooperação técnica com os países da África Lusófona. Priorizou a integração com os países da América Latina, particularmente por meio do engajamento com o bloco sub-regional do MERCOSUL Aumentou sua participação em missões de paz da ONU em países em desenvolvimento. E, por meio do trabalho da CGFOME, crescentemente aumentou o protagonismo na promoção da segurança alimentar em países em desenvolvimento, provendo cooperação humanitária, apoiando o desenvolvimento rural e fortalecendo sistemas de proteção social (esferas de atividade cujos vínculos buscou estreitar).

»“Somos o país de Paulo Freire”, disse o ministro Rondó, fazendo referência ao influente pedagogo brasileiro, “e acreditamos que o desenvolvimento começa prioritariamente de dentro”. Ele explicou que, para o Brasil, as respostas humanitárias emergenciais devem sempre ser concebidas para contribuírem com os processos de mudanças estruturais, sob as bandeiras da sustentabilidade e dos direitos humanos. Esta perspectiva estruturante, baseada na experiência da teoria e da prática, com a participação produtiva da sociedade civil, seria, ele sugeriu, uma das contribuições mais importantes da CGFOME para o discurso e a prática humanitária.

»Com efeito, ao lado das contribuições teóricas, a CGFOME também fez notáveis contribuições práticas. Entre 2006 e 2015, operou 682 ações (emergenciais e de longo prazo), em mais de 100 países. Coordenou as crescentes contribuições brasileiras aos vários organismos internacionais, primeiramente para programas de segurança alimentar: em 2010, o Brasil foi o décimo maior contribuinte para o Programa Mundial de Alimentos (PMA), o sexto maior para o Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres; ficou entre os maiores contribuintes de países em desenvolvimento para a Plataforma Global para a Redução do Risco de Desastres, do Banco Mundial; do Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados e do Fundo Central de Resposta a Emergências das Nações Unidas. A CGFOME liderou os esforços brasileiros na difusão de tecnologias sociais como o Programa de Aquisição de Alimentos para a África (PAA África), o qual promove, em cinco países da África, a produção da agricultura familiar para programas de alimentação escolar local, inspirado na aliança exitosa do PAA-PNAE no Brasil. Ao lado disso, a CGFOME foi responsável pela liderança brasileira na amplamente elogiada reforma do Comitê Mundial de Segurança Alimentar, da FAO, em 2009. Teve papel fundamental na adoção pela FAO das Diretrizes Voluntárias para o Direito à Alimentação, em 2004, e das Diretrizes Voluntárias para a Governança da Terra e dos Recursos Pesqueiros e Florestais, no Combate da Segurança Alimentar Nacional, em 2012. Participou ativamente das negociações do Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres. Juntamente com o Reino Unido, conduziu a “Iniciativa Nutrição para o Crescimento”.

Para o Brasil, as respostas humanitárias emergenciais devem sempre ser concebidas para contribuírem com os processos de mudanças estruturais, sob as bandeiras da sustentabilidade e dos direitos humanos.

»Na medida em que o governo brasileiro tem exercido influência crescente sobre a cooperação internacional para o desenvolvimento, nos anos recentes, tem sido objeto de críticas ocasionais também: por prover grande quantidade de ajuda alimentar em espécie, embora as compras locais estejam em primeiro lugar entre os 4 princípios da cooperação humanitária brasileira; pela contínua defesa dos biocombustíveis, apesar do potencial inflacionário do impacto sobre os preços dos alimentos (embora a ideia de que a produção brasileira de etanol com base na cana-de-açúcar tenha sido derrotada); por priorizar a cooperação humanitária com países de importância estratégica (o Brasil não seria a ovelha negra no grupo de doadores, se considerado esse critério). Mas as críticas têm sido amplamente superadas pelas inovações e liderança trazidas pelo Brasil na promoção da segurança alimentar. Com o êxito do Brasil na redução da fome internamente (em 2009, a ONG Action Aid colocou o país em primeiro lugar entre os países em desenvolvimento; em 2011, o PMA qualificou-o como “campeão mundial na luta contra a fome”; em 2014, a FAO também trouxe seu reconhecimento, juntamente com outros 12 países, pelos notórios êxitos brasileiros na luta contra a fome); a CGFOME foi um parceiro e advogado legítimo no exterior.

»Em 31 de agosto, Dilma Rousseff, sucessora de Lula, foi “impedida” pelo Senado Federal, finalizando a trajetória dos governos do PT e entregando a presidência a Michel Temer, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Temer fora vice-presidente de Dilma. Embora a luta contra a fome tenha estado no centro da cena diplomática durante os anos de governos do PT, o fechamento da CGFOME nas 2 primeiras semanas da nova administração torna-se um ato simbólico de partidarismo político. José Serra, ministro das relações exteriores, desde a suspensão de Dilma, em abril, acusou o PT de ter adotado uma política externa ideológica, baseada no “ populismo global”. A política alternativa de Serra parece ter por objetivo transformar a política externa brasileira em veículo para a expansão das empresas privadas.

»Uma das tiradas preferidas de Lula foi de que transformou o Brasil de devedor líquido em credor líquido, com políticas macroeconômicas que satisfaziam os grandes negócios e o capital financeiro, enquanto aumentava os investimentos sociais para reduzir a extrema pobreza. De fato, uma economia em constante crescimento foi fundamental para o êxito brasileiro na luta contra a fome interna e externamente. Mas tendo encolhido pelo sexto quadrimestre consecutivo, o Brasil enfrenta sua pior recessão. Uma contração fiscal, iniciada por Dilma em 2013 e agora orgulhosamente acelerada por Temer, já afetou programas sociais (apenas em setembro, 600.000 famílias foram excluídas do Bolsa Família, o programa de transferências condicionadas mais importante do PT). No plano externo, a cooperação humanitária brasileira caiu mais de 90 por cento desde 2012, quando foi de 83 milhões de dólares. Entretanto, o fechamento da CGFOME mostra que, mais do que, mais do que a prescrição de uma dose de austeridade temporária, o novo governo está impetrando uma reorganização permanente do estado, como fora delineado no plano de governo de Temer: “Uma ponte para o futuro”. Sob a responsabilidade do recém-criado Programa para Parcerias de Investimentos, Temer planeja privatizações em grande escala, indicando que, em termos de infraestrutura, ele entregará “tudo o que for possível” para o setor privado. Com a liberalização planejada do comércio e dos fluxos de capital, Serra prometeu então que a prioridade do Itamaraty serão as relações comerciais com os parceiros tradicionais, como EUA, Europa e Japão, a fim de atrair investimento estrangeiro.

»Além dos esforços para acessar novos mercados para as exportações brasileiras, a cooperação Sul-Sul e regional parece fadada a um lugar de segunda classe. Em recente entrevista televisiva. Serra lutou até mesmo para nomear os outros países que compõem os BRICS. Apesar de seu repetido bordão de fortalecimento do MERCOSUL, particularmente seu papel de promoção do livre comércio no continente sul-americano, ele tem ordenado até mesmo a remoção da bandeira do MERCOSUL de frente do prédio do Itamaraty em Brasília. Ele também está redirecionando as relações diplomáticas brasileiras na região: em junho, manifestou o interesse na criação de corredor humanitário na Venezuela, em frontal divergência com a ferrenha defesa pelo PT das soberanias nacionais na região.. Ao mesmo tempo, Temer recentemente cancelou a doação que Dilma fizera de três aeronaves T-27 Tucano para Moçambique, afirmando que, ao invés de doadas, deveriam ser vendidas.

»Ao distanciar-se da cooperação Sul-Sul e do tipo de solidariedade que caracterizou a política externa dos governos do PT, a administração Temer também está abandonando o protagonismo pelo qual o Brasil ajudou a redesenhar as relações internacionais e a governança global, em favor do mundo em desenvolvimento. Ao rejeitar a geoestratégia baseada no exercício do “soft-power” nas instituições multilaterais, o novo governo está optando por um papel passivo, sujeito às demandas do capital estrangeiro e dos estados que o subsidiam.

»Enquanto o Brasil recua de sua incipiente liderança em cooperação humanitária e segurança alimentar, aqueles vivendo na pobreza, afetados pela fome, conflitos e desastres, que têm recebido apoio da CGFOME, estão perdendo um poderoso advogado e benfeitor. Ao lado disso, a redução do engajamento com outros parceiros em desenvolvimento deverá diminuir os fluxos de cooperação Sul-Sul, da qual o Brasil tem sido um dos principais defensores. Em anos recentes, tem havido muita discussão sobre o papel dos chamados “doadores não-tradicionais” em redesenhar a governança humanitaria e as práticas. No entanto, com o possível desengajamento do Brasil, a preocupação dos governos da Rússia e da Turquia e com as atuais lutas internas nesses países, e a inflexão da economia chinesa, entusiastas de uma ordem multipolar terão de, talvez previsivelmente, adiar as comemorações.

»O fechamento da CGFOME é também, aparentemente, uma espécie de vingança pessoal. Em março, o ministro Rondó expediu, para as embaixadas e missões diplomáticas brasileiras em todo o mundo, mensagens de sindicatos, movimentos sociais e ONGs, as quais alertavam que o processo de “impeachment” de Dilma era um pretexto para um golpe parlamentar, solicitando, por isso, o engajamento das organizações da sociedade civil locais para que tivessem ciência do risco para a democracia brasileira. Em junho, quando o governo interino já se instalara, ele foi exonerado do cargo de Coordenador-Geral da CGFOME. Com o novo governo agora instalado, o diplomata de carreira responsável por guiar a decolagem do Brasil como parceiro para o desenvolvimento, aguarda lotação, espectador do desmantelamento da Coordenação que criara; a dispersão da sua equipe e o fim de mais de uma década de política externa brasileira inovadora, independente e tenaz.»





Inovação e discursos

2016/11/28

Newsletter L&I, n.º 127 (2016-11-28)




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Jacob Palis: «Ciência, Tecnologia e Inovação podem ajudar o país a sair do atual cenário de crise» [link]

Daniel Jugend: «A menor dependência do mercado interno teria mitigado os efeitos da crise?» [link]

«Ouro russo na Olimpíada das invenções» [link]

«Futuro promissor» [link]


Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

António José Araújo: «Eu sou certificado, e tu?» [link]

Rui da Rocha Ferreira: «A/C Elon Musk: Cinco razões para Portugal receber a fábrica europeia da Tesla» [link]

«UA 40 Anos, 40 inventores, 40 Empreendedores» [link]

«Discurso proferido por Pedro Pires ao receber o título de Doutor Honoris Causa» [link]


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Dulce Subirats: «La promoción interna en España es una asignatura pendiente» [link]

«José Antonio Pérez Zaballos, director general de Tommy Mel’s: “Las cadenas forman parte de nuestra sociedad”» [link]

Miguel Ángel Oeste: «¿Son tan malas las series españolas?» [link]

«Argo Tractors continúa sus inversiones en innovación y en la creación de un nuevo Centro de Investigación y Desarrollo» [link]


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Daouda Ndiaye: «De la culture dans la prison, de la prison dans notre culture» [link]

Gilles Babinet: «Pour une refonte de notre formation professionnelle» [link]

Luc Ferry: «Nous entrons dans un supercapitalisme ultra-schumpétérien» [link]

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«Dubai Land Department (DLD) (@Land_Department) Joins UAE Innovation Week by Highlighting its Outstanding Smart Initiatives» [link]

«Amanda Caples: “Innovation as the new norm. The importance of defining 'innovation' to driving economic outcomes”» [link]

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«Comment Nice se renforce dans la santé», Laurence Bottero (@l_bottero), @LaTribunePACA [link]


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«Enquanto líder, facilita a inovação? Há 6 regras com as quais não falha», Samuel B. Bacharach (@samuelbacharach), @PLideranca [link]


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«Quatro princípios para liderar na Indústria 4.0» Portal da Liderança (@PLideranca) [link]


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«La participación: tendencia empresarial en las nuevas organizaciones», Ricardo Pedroza (@redhatcolombia @redhatla @RedHatNews) [link]


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Newsletter L&I, n.º 125 (2016-10-31 / 2016-11-14)






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«Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo.» (Provérbio africano BR) (I) [link]


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«Si quieres ir rápido, camina solo. Si quieres llegar lejos, ve acompañado.» (Proverbio africano) (I) [link]


«Si vous voulez aller vite, allez-y seul. Si vous voulez aller loin, allez-y ensemble.» (Proverbe africain) (I) [link]


«Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo.» (Provérbio africano PT) (I) [link]


Montañas que reúnen (I) [link]


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2016/11/25

«Futuro promissor»



Diário Catarinense



«Com didática diferenciada, CESUSC se consolida como uma das melhores faculdades da Grande Florianópolis.

»São muitos os fatores que norteiam a decisão dos alunos na hora de escolher a Instituição de Ensino Superior. Entre as opções estão infraestrutura, qualidade de ensino, responsabilidade socioambiental e reconhecimento no mercado de trabalho. Na Faculdade Cesusc todas essas questões são levadas a sério, mas a principal delas é oportunizar a experiência real do mercado de trabalho aos estudantes desde o início da graduação.

»Isso significa que os alunos, desde a primeira fase, colocam em prática toda a teoria aprendida na sala de aula, independente do curso.

»Os Projetos de Extensão conferem aos alunos mais experiência, qualificação e preparo para o exigente e competitivo mercado de trabalho. As atividades desenvolvidas são orientadas pelos professores, mas desempenhadas pelos alunos de forma coerente, e reconhecidas pela comunidade - explica o Coordenador de Pesquisa e Extensão, Fernando Lengler.


»Formação continuada e responsabilidade social

»Com um Centro de Produção de Saberes e Práticas em Psicologia (CEPSI), a Faculdade Cesusc, por meio do Curso de Psicologia, oferece atendimento gratuito à comunidade. O programa foi desenvolvido com a finalidade de investir na qualificação da formação continuada do Psicólogo, além de contribuir com o desenvolvimento dos pacientes atendidos. A comunidade também pode contar com o Posto de Atendimento e Conciliação (PAC) e o Escritório de Atendimento Jurídico (ESAJ), um projeto de responsabilidade do Curso de Direito, e destina-se à prestação de assistência jurídica gratuita à população carente. A atuação do ESAJ atende conflitos envolvendo o direito civil, direito penal, trabalhista, previdenciário, administrativo e interesses difusos e coletivos. Além de desempenhar relevante papel social, o projeto proporciona aos acadêmicos a possibilidade de vivenciar a prática jurídica em situações reais e visando à solução de conflitos, nos moldes de um verdadeiro escritório de advocacia.

»A Faculdade ainda mantém um Núcleo de Assessoria Jurídica Emancipatória que desenvolve atividades nas comunidades com o objetivo de reunir a população local em rodas de conversas com estudantes e professores da Faculdade, para discutir e esclarecer temas jurídicos presentes no dia a dia. Esse importante projeto tem como finalidade propiciar uma maior conscientização da comunidade sobre seus direitos.


Com um Centro de Produção de Saberes e Práticas em Psicologia (CEPSI), a Faculdade Cesusc, por meio do Curso de Psicologia, oferece atendimento gratuito à comunidade. O programa foi desenvolvido com a finalidade de investir na qualificação da formação continuada do Psicólogo, além de contribuir com o desenvolvimento dos pacientes atendidos.

»Consultoria especializada e personalizada

»A Empresa Júnior da Faculdade Cesusc tem por objetivo auxiliar pequenos e médios empresários a fazer a gestão do negócio e implantar os processos adequados para que a empresa tenha mais lucro e consistência. Alunos de todos os Cursos, juntamente com os professores, desenvolvem estratégias personalizadas para alavancar as empresas que procuram o escritório.

»Todos os projetos de extensão e demais eventos realizados na Faculdade Cesusc são acompanhados por professores protagonistas no mercado.

»Os docentes são responsáveis pela inovação, pelas mudanças de paradigmas na educação e por uma visão mais humanizada dentro das organizações. A formação crítica e ética para a sociedade é um dos pilares de sustentação da didática que usamos na Faculdade. Os Direitos Humanos são discutidos em todos os cursos - ressalta Lengler.


»Incentivo constante e projeção de carreiras

»Preocupada com a formação e a qualificação do aluno, a Cesusc, por meio do seu Núcleo de Assessoria de Carreiras e Estágios realiza a captação e divulgação das oportunidades de vagas de estágio e emprego, além de promover palestras de formação acadêmica e uma Feira de Estágios e Empregos anual, que conta com a participação das principais agências de empregos e estágio do Estado, como Instituto Euvaldo Lodi (IEL/Fiesc), a Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese/UFSC), o Centro e Integração Empresa-Escola (CIEE), o Instituto Catarinense de Estágio e Assessoria (ICEA) e a Agência Integradora EstagioBras, bem como a Agência de Intercâmbios Internacionais Aiesec e as agências de emprego BDR Talentos Corporativos e Neo Labor Gestão de Recursos.

»O intercâmbio também é uma ferramenta eficiente de vivência e de crescimento pessoal e profissional. A Faculdade Cesusc tem parceria com grandes universidades do mundo. São instituições de renome que oferecem um ensino de qualidade e experiências únicas.


»Reconhecimento pelo MEC

»A Cesusc conta com conceito 4 (máximo de 5) nos cursos de Administração, Direito e Psicologia, segundo avaliação do MEC. Já o curso de Design de Interiores, tem conceito 5, nota máxima, que chancela o status de ser o melhor de Santa Catarina, e entre os 3 melhores do País. Em janeiro de 2016, o Curso de Direito entrou para a lista dos 139 melhores cursos do país com o selo de qualidade OAB Recomenda. A faculdade foi a única instituição privada da Grande Florianópolis a receber a honraria.

»Atualmente a Faculdade oferta os Cursos de Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Design de Interiores, Direito, Marketing, Gestão da Tecnologia da Informação, Produção Multimídia e Psicologia.

»Os alunos da CESUSC dispõem de internet wi-fi gratuita, estacionamento gratuito e vigiado, salas climatizadas e com telão multimídia, auditório com projetor full hd e telão de cinema com sonorização de alta qualidade, além de uma biblioteca e laboratórios de informática.»





Inovação e recursos

2016/11/24

«Ouro russo na Olimpíada das invenções»



Anna Tretiak. Gazeta Russa



«Um estudo realizado por pesquisadores da Escola Superior de Economia, em Moscou, constatou que, em média, um em cada dez russos possui várias invenções próprias ou já modificou tecnologias existentes. Exemplos dessas invenções vão desde bicicleta-espremedor a um ‘cavalomóvel’, uma espécie híbrida de carro e cavalo.

»Ainda durante a experiência, os acadêmicos Konstantin Fursov e Thomas Turner recorreram a estudos internacionais. Após um levantamento feito com 1670 cidadãos de diferentes regiões da Rússia, os pesquisadores concluíram que a inovação caseira no país é um fenômeno muito mais comum do que em outros países.

»Na Rússia, a porcentagem de inventores amadores chega atualmente a 9,6% da população, enquanto que, em outros países, esse valor é consideravelmente inferior.


A internet é muito presente na vida da Rússia moderna. Em fóruns, sites e redes sociais, é muito fácil encontrar as informações necessárias. Há também a possibilidade de comprar materiais e ferramentas on-line mais barato.

»Hábito adquirido

»Entre várias hipóteses para explicar o porquê do interesse dos russos por invenções, os pesquisadores identificaram casos de dificuldade econômica, ausência de produtos de boa qualidade e pouca variedade (sobretudo fora das grandes cidades).

»“Às vezes é mais fácil melhorar algo por conta própria do que comprar um novo”, explica Fursov, acrescentando que o hábito foi adquirido ao longo dos anos.

»“A inovação foi bastante estimulada na URSS, que possuía centros e institutos de desenvolvimento com sólida base tecnológica, além das várias publicações científicas.

»Em uma economia planificada, em que não havia praticamente nenhuma oferta no mercado, as pessoas optavam por suas próprias invenções”, continua o pesquisador.

»Hoje, a internet compensa as revistas e clubes de ciência, segundo Fursov. “A internet é muito presente na vida da Rússia moderna. Em fóruns, sites e redes sociais, é muito fácil encontrar as informações necessárias. Há também a possibilidade de comprar materiais e ferramentas on-line mais barato”, diz.»





Inovação e invenções

2016/11/23

Daniel Jugend: «A menor dependência do mercado interno teria mitigado os efeitos da crise?»



Daniel Jugend, UNESP (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), @Unesp_Oficial. SEGS (Portal Nacional de Seguros)



«É inegável que há muito tempo problemas econômicos e políticos veem minando a capacidade competitiva das empresas no país, situação significativamente agravada em período recente. Esses fatos têm sido amplamente noticiados e analisados pela imprensa. Assim, não vou focar nas questões já demasiadamente tratadas sobre este assunto, mas aproveitar o espaço deste artigo para abordar tema que também considero relevante, e que me parece, tem sido pouco explorado nas colunas econômicas: a pouca propensão das empresas brasileiras em exportar.

»Talvez devido ao nosso imenso mercado consumidor, muitas das nossas organizações não se sintam atraídas, ou até mesmo, estimuladas em se inserirem em mercados internacionais — o que exige maior competitividade de produtos, de processos, de serviços e do composto produtos/serviços. Para atingir este tipo de competitividade além de recursos humanos qualificados, faz-se necessária também adequada infraestrutura das empresas e dos locais onde elas operam para o desenvolvimento, produção e distribuição de bens e serviços. Esses aspectos não são fáceis de serem alcançados, especialmente, se considerarmos os profundos problemas que nos defrontamos (caso da educação, por exemplo).

»Além disso, a inserção de produtos e serviços em mercados externos impõem desafios adicionais às empresas, tais como: dificuldade de acesso a novos mercados, redes de relacionamento em outros países, diferenças de câmbio, “burocracia”, culturas diferentes, custo de transporte e de logística, dentre outros. Enfrentar estes desafios podem retirar muitas empresas de sua zona de conforto e, até mesmo, desestimular gestores que optam por atender nosso amplo território e imenso mercado consumidor interno já mencionado neste artigo. Por outro lado, são claros os benefícios às empresas que conseguem superar os desafios da exportação. Dentre estes, pode-se destacar o acesso a novos e diferentes mercados e consequente maior escala de produção, melhoria da qualidade de produtos e processos (tendo como requisito de atender a exigências de novos consumidores e de certificações do país ou bloco comercial que o produto se destina), melhoria da capacidade de inovação, maior acesso ao crédito internacional, menor dependência do mercado interno, e o fortalecimento da marca.

Talvez seja o momento de também iniciarmos uma agenda que estimule uma economia mais voltada para a exportação e que, ao mesmo tempo, não seja baseada, sobretudo, em commodities. Para isso, é importante que haja apoio para que gestores e empreendedores se sintam estimulados em atuarem em mercados internacionais. O papel de universidade e de diferentes instituições educacionais e empresariais na contínua formação destes gestores e empreendedores pode desempenhar um papel decisivo neste esforço.

»Sabe-se também que no atual momento econômico do país, muitas empresas têm enfrentado enormes dificuldades, e como consequências temos verificado altos níveis de desemprego e a queda no consumo. Diante deste contexto, dentre os benefícios listados acima, a menor dependência do mercado interno chama à atenção. Afinal, se tivéssemos uma maior quantidade de empresas orientadas à exportação, o país sentiria de forma menos intensa os problemas políticos e econômicos que atualmente atravessamos?

»Se a resposta for sim, talvez seja o momento de também iniciarmos uma agenda que estimule uma economia mais voltada para a exportação e que, ao mesmo tempo, não seja baseada, sobretudo, em commodities. Para isso, é importante que haja apoio para que gestores e empreendedores se sintam estimulados em atuarem em mercados internacionais. Uma agenda deste tipo, além de focar em aspectos já bem conhecidos como a articulação entre as políticas de comércio exterior, de inovação e tributária, por exemplo, deve abranger também o fortalecimento de culturas organizacionais para a internacionalização. O papel de universidade e de diferentes instituições educacionais e empresariais na contínua formação destes gestores e empreendedores pode desempenhar um papel decisivo neste esforço.

»Se bem realizado, os resultados deste tipo de agenda provavelmente aparecerão apenas no longo prazo. No entanto, em algum momento este debate deve ser iniciado. Se no passado já tivéssemos nos preocupados em aumentar a capacidade exportadora das empresas brasileiras, talvez muitas delas hoje sofreriam menos os impactos da recessão econômica que o país atravessa. Fica a ideia para o futuro.»





Inovação e ideias

2016/11/22

Jacob Palis: «Ciência, Tecnologia e Inovação podem ajudar o país a sair do atual cenário de crise»



Entrevista de Alexandro Mota. Correio 24 horas



«Jacob Palis é um dos principais nomes da Matemática no Brasil e defende ampliação da parcela do PIB direcionada para Ciência, Tecnologia e Inovação para que país volte a crescer.

»Aos 76 anos, Jacob Palis se orgulha de ter sido “irresponsável no bom sentido” e ter conseguido flexibilidade quando se doutorou em Matemática, nos Estados Unidos. Outro orgulho de um dos nomes referência da matéria no país é o que ele chama de árvore genealógica de doutores, que inclui os premiados pesquisadores Marcelo Viana, atual diretor do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), do qual é pesquisador emérito, e o matemático Artur Ávila.

»Os três trouxeram para o país importantes reconhecimentos na área. Arthur levou a Medalha Fields, Viana ganhou o Prêmio Científico Louis D. e o próprio Jacob, em 2010, ganhou o prêmio Balzan. Nessa entrevista, que integra as discussões do Fórum Agenda Bahia, o matemático defende que o Brasil precisa cuidar do motor da economia, sustentado pelo tripé Ciência, Tecnologia e Inovação. O Fórum Agenda Bahia é uma realização do jornal CORREIO e da rádio CBN, em parceria com Braskem, Coelba, Fieb e prefeitura de Salvador.



»Pequenas alterações em um sistema podem gerar grandes transformações. Como a sua área de estudo, os Sistemas Dinâmicos, pode contribuir para antecipar crises e soluções?

»Sistemas Dinâmicos correspondem, para simplificar, a você ter uma série de equações na qual é possível você seguir trajetórias. É algo que você pode, sim, aplicar para fenômenos da natureza ou também, por exemplo, pensar o crescimento econômico ou da população. Dá sim para pensar no futuro com equações, pensar a economia de um país e como determinados fatores evoluem e influenciam na economia.


»Na prática, esses conhecimentos são subestimados em relação à possibilidade de pensar questões como a crise que o país vive?

»Não são subestimados, o que ocorre é que o nosso conhecimento, mesmo teórico, ele vai crescendo com o tempo. Ainda há muita coisa para a gente descobrir. A princípio é um assunto que parece difícil e é difícil mesmo. Primeiro tem que formular bem as equações que estão espelhando o crescimento ou decrescimento ou, por exemplo, ver como a economia está avaliando os lucros que estão sendo obtidos na Bolsa e qual variação desses lucros.


ȃ algo de longo prazo...

»Sim, quase sempre. Por exemplo, um fenômeno que nós gostaríamos de demonstrar está relacionado com um subconjunto dessas equações. Eu formulei uma conjuntura em 1995, imagina. E até agora o que temos são resultados parciais. Lembro que apresentei em um aniversário de 60 anos de um matemático importante e tiveram muitos contraexemplos naquela época, pessoas que diziam ‘nesse caso não funciona’ ou ‘naquele outro’... Mas mais da metade ficou do meu lado (risos). Eu estava muito confiante...


»Importante citar isso dos contraexemplos e da sua confiança, já que soube que o senhor atribui, de alguma forma, o recebimento do importante prêmio Balzan a sua crença na incerteza. Explica isso.

»(Risos) Eu acredito que o prêmio Balzan veio em parte pelas conjecturas, mas não só as conjecturas. Eu provei, às vezes, junto com outros colegas, um número relevante de resultados, tentando esclarecer como é que a longo prazo essas equações (dos sistemas dinâmicos) funcionam. Mesmo que eu não tenha obtido, junto com meus colegas, a meta maior, final, muitos casos particulares foram coerentes com a conjectura. Ela continua em aberto quase 20 anos, mas em muitos casos ela funcionou. É assim que um cientista se comporta, ele formula perguntas ou ele responde perguntas importantes de outros colegas para o entendimento daquele assunto e quanto maior for a proximidade com aplicações, mais relevante isso fica.


»Como pesquisador, como lida com essa distinção de teoria e prática tão exigida pelo mercado?

»Eu mencionei essa importância da aplicação, mas isso não quer dizer que o matemático ou o físico está preso a aplicações. Elas são importantes, o objetivo de dar respostas ao comportamento futuro do planeta Terra em termos ambientais, por exemplo, isso é de primeira prioridade. Então, claro que o problema que você coloca, se tem a ver com o meio ambiente, ele cresce de importância, a mesma coisa a economia. O cientista não só trabalha por motivação de aplicações, mas também ele tem que abstrair e tentar resolver problemas que posteriormente vão tentar resolver aplicações. É um jogo fascinante para o cientista e nem sempre é fácil explicar para o público. Outra coisa é que quanto mais aplicações mais chances de você conquistar o governo e a população em geral.


»Falando em governo, especialmente em um momento de enxugamento da máquina, como apostar em ciência pode ajudar a driblar a crise?

»A comunidade científica particularmente, que é o mundo que eu vivo, o mundo do Impa, dos institutos de Física e de Biologia… Os cientistas em geral são primeiro muito apaixonados, gostam de fazer descobertas e sobretudo que essas descobertas possam melhorar a vida humana ou a vida de um país. Nós acreditamos convictamente – na verdade essa é uma frase que não é minha, é do Barack Obama – que é como se estivéssemos em um avião pilotado e o motor dele é a ciência, a tecnologia e a inovação. A gente constata que os países evoluem positivamente em benefício para sua população do ponto de vista econômico, ambiental e na área da saúde, onde se investe mais nesses três campos.


Se você olhar as estatísticas, você vai ver que os países que mais investem na formação de bons pesquisadores, eles são economicamente melhores. Crise todo mundo tem, mas são esses os países que evoluem mais depressa.

»Qual seria um bom exemplo disso, de bons resultados nos investimentos nessa área?

»Se olharmos a Coreia (do Sul). Eu terminei meu doutorado nos Estados Unidos em 1968. Havia vários alunos da Coreia e tanto o pessoal local, os americanos, como os estrangeiros, procuravam ajudá-los por conta do nível de desenvolvimento da Coreia, que não era muito bom. O Brasil certamente estava à frente. Hoje se inverteu. Eles apostaram em estimular os jovens e investem mais de 4% do seu Produto Interno Bruto em ciência e tecnologia. Se comparar com Brasil é 1,4%. A comunidade europeia está planejando atingir 4 nos próximos dez anos, a China passou de 2. Então, estamos batalhando para que se atinja 2% nos próximos 4, 5 anos. O atual ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, o ministro (Gilberto) Kassab, ele afirma que adotou a tese dos 2% e isso é muito importante. Isso realmente se confirma como o motor de uma nação rumo ao progresso.


»O senhor foi um aluno questionador, começou na Engenharia, mas depois migrou para Matemática. Por que essa mudança?

»Durante o meu curso, eu me interessei por Matemática e um pouco por Física também. O Impa era muito pequeno, mas dava uns cursos. Nasceu pequeno, mas com ótimos pesquisadores. Mauricio Peixoto, Elon Lima… Eram poucos, mas muito bons. Aí eu fui fazer cursos e gostei. Eu sei que depois que me formei em Engenharia, em 1962, eu fui o aluno com o melhor grau na soma das disciplinas formando naquele ano. Mas eu já estava pensando meio ousadamente, talvez meio irresponsavelmente, em fazer um doutorado no exterior, talvez nos Estados Unidos. Era uma espécie de sonho que não era muito distante já que eles davam bolsas para bons alunos daqui. Eu saí do país em 1963, foi um ano complicado por causa do golpe militar. O CNPq parou de funcionar e eu ganhei uma bolsa americana. A minha família achou que eu estivesse... – louco é exagero – fora da realidade. Eu tinha estudado tanto, tinha me dado superbem, iria estudar mais para que, né? Eu fui então estudar em Berkeley. Sempre meio ousado e irresponsável, no bom sentido, eu terminei tudo em três anos e recebi o convite de ficar lá como professor assistente. Fique, mas antes do final do contrato, renunciei e voltei, queria contribuir com o desenvolvimento do Brasil e logo lembrei do Impa.


»Voltou direto para o Impa?

»Não, antes tive uma passagem pela universidade. Dependia de ser convidado. Mas sempre foi o que eu queria, avançar com mais rapidez com alunos, a universidade me dava impressão de ser tudo muito grande, muito burocrática e que queria andar de pressa. Não era uma crítica em relação à universidade, era um sentimento. Lembro que quando voltei para o Impa, a minha família, outra vez, disse: ‘mas você vai viver de bolsas o resto da vida?’. A minha família ficou assustada (risos). Recebi o convite e fiquei no Impa.


»Como foi o primeiro contato com os alunos no Impa, vindo de outra realidade?

»Eu comecei aqui por volta de 1975 e fazia uns seminários sobre Sistemas Dinâmicos e eu me lembro que o Wellington de Melo, que foi meu primeiro aluno de doutorado, bateu a minha porta e disse que queria fazer parte dos seminários. Eu olhei a ficha dele e ele estava inscrito para o mestrado, mas aí ele disse que iria estudar muito e aí eu lembrei de minha própria ousadia em Berkeley e concordei. Olha, foi um sucesso, ele terminou em dois anos e teve a tese publicada em uma das melhores revistas internacionais. Ele tinha concluído a graduação em uma federal em Minas Gerais, mas muitos como ele foram ajudados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que aceitava o aluno no vestibular e quando mostrava muita competência, conseguia bolsa junto ao CNPq e à Capes. Vários terminaram o doutorado até antes da graduação, tudo dentro da lei. O Wellington, vinte anos depois, foi quem orientou o Artur Ávila (ganhador da Medalha Fields). O Impa é um símbolo de criar novos líderes da Matemática. A minha árvore genealógica em Matemática deve ter 220 doutores que orientaram outros tantos. Não posso deixar de mencionar um trabalho local, aí na Bahia, de excelência que estão fazendo que é do professor Vilton Pinheiro, da Universidade da Bahia, que também estuda Sistemas Dinâmicos e tem um trabalho que a gente sempre valoriza que é de cooperação. No caso dele com a Universidade de Alagoas.


»O senhor tem acompanhado a discussão sobre a reformulação do ensino médio?

»Eu não estou muito envolvido nessa linha, o Marcelo Viana (atual diretor do Impa) é quem é mais referência, é quem se dedica a isso. Ele, inclusive, com outros pesquisadores, criaram o tal do Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional), que é um programa muito bem feito para estimular os professores de ensino médio a obter uma pós-graduação. É um sucesso que deveria ser visto por outras áreas. É importante pensar a melhoria do ensino, o país precisa melhorar a qualidade desse ensino, de onde vai surgir o novo pesquisador, que vai constituir um motor do futuro do Brasil, segundo o Obama (risos).


»O senhor, notadamente, mostra o quanto é apaixonado por Matemática, por ciência. Quando tem oportunidade de conversar com jovens, que acham a Matemática algo difícil e que a evita, qual o argumento que o senhor usa para transmitir essa paixão que o senhor tem?

»Acho que tem um bom argumento, que é, mesmo, os resultados. Se você olhar as estatísticas, você vai ver que os países que mais investem na formação de bons pesquisadores, eles são economicamente melhores. Crise todo mundo tem, mas são esses os países que evoluem mais depressa.»





Inovação e discursos

2016/11/21

Newsletter L&I, n.º 126 (2016-11-21)




n.º 126 (2016-11-21)

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Liderar Inovando BR
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Aliança para Inovação Agropecuária no Semiárido realiza workshop em Oeiras» [link]

«Competição seleciona startups e ideias inovadoras no Turismo» [link]

«Invenção de alunos da Escola do Sesi de Campo Grande vence desafio nacional de inovação» [link]

«Suspensão de recursos para ciência e tecnologia põe em risco futuro do país, dizem gestores universitários» [link]


Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Proposta de Programa do Governo Regional dos Açores começa a ser debatida hoje» [link]

«Web Summit: Cinco ideias inovadoras para estar atento» [link]

«Presidente José Eduardo dos Santos recebe talentos» [link]

«IBM inaugura Centro de Inovação Tecnológica em Viseu» [link]


Liderar Innovando ES
Discursos e innovación | Ideas e innovación | Inventos e innovación | Recursos e innovación

«Innovar o Morir» [link]

«Inacap invita a participar en desafío de innovación “50 ideas para mi región”» [link]

«Inspiratec reunirá a 237 alumnos riojanos con 42 proyectos de inventos» [link]

«Ifema pone en marcha la próxima edición de Recursos para la Educación 2017» [link]


Mener avec Innovation FR
Discourses et innovation | Idées et innovation | Inventions et innovation | Ressources et innovation

«We don't need no innovation» [link]

«Innovation. Saint-Malo accueille une méga boîte à idées» [link]

«Hand’speaker : une invention pour faire parler les sourds et les muets» [link]

«#SMARTOFFICE. La culture d’innovation en entreprise : perspectives et enjeux d’un “tiers-lieu d’activité”» [link]


Leadership & Innovation EN
Discourses and innovation | Ideas and innovation | Inventions and innovation | Resources and innovation

«Rethinking the Discourses of Higher Education Innovation» [link]

«LCBO researching new ideas in downtown Kitchener» [link]

«Invention, Innovation, and Disruption» [link]

«Experts urge Africa to put more resources in Science, Technology and Innovation» [link]



L&I Media

Liderar Inovando BR – Media

«Medicamento inovador para o tratamento da obesidade marca entrada da Novo Nordisk (@novonordisk) em nova área terapêutica» [link]

«FCA (Fiat Chrysler Automobiles) vence mais uma vez ranking de tecnologias sustentáveis», Mecânica Online [link]

«Nova Zelândia lidera lista de países com clima empresarial mais favorável», Alfonso Fernández, @UOLEconomia [link]

«A cientista tcheca naturalizada brasileira Johanna Döbereiner, que liderou pesquisa sobre fixação biológica de nitrogênio, é homenageada», @RevistaCultivar [link]


Liderar Inovando PT – Media

«Outros 12 projetos selecionados para receber fundos europeus. Saúde lidera mas há surpresas» Joana Petiz, @dntwit [link]

«A BGuest, a Climber, a Infraspeak, a TeamOutLoud e a VPS são as cinco start-ups portuguesas da hotelaria que decidiram juntar-se para criar o consórcio Hotel-Up», i9 magazine [link]

«Startup portuguesa Talkdesk (@Talkdesk) distinguida como uma das empresas mais empreendedoras nos EUA» @TeKSapo [link]

Talkdesk (@Talkdesk) «Brilliant Customer Interactions. With Talkdesk, you will enjoy all the benefits of enterprise call center software, without all the complexity» [link]

«EVO, nova fibra sustentável feita 100% de semente de mamona, resultado de investigação da empresa Fulgar», @FNW_PT [link]


Liderar Innovando ES – Media

«Stephen Heppell (@stephenheppell): “El alumno debe liderar el cambio”». Entrevista. @anaayala3_0, @educacion3_0 [link]

«Juan de Vicente (@Jdevicenteabad): “Me interesa la innovación para la inclusión”», entrevista, @educacion3_0 [link]

«Los líderes de la innovación biofarmacéutica en Latinoamérica lideran el programa del encuentro Biolatam 2016», @EBDgroup vía @PRNewswire [link]

Bajo el lema “Participa e INvolúcrate en el cambio”, este año fi2 centra la atención en la transformación educativa y la economía digital creativa como motor de desarrollo de la isla de Tenerife» [link]

«La exploradora del talento ajeno. “¡El maestro es el cliente! Aprender descubriendo”. Este es uno de los lemas favoritos de la psicóloga chicharrera Rosa Elvira González (@rosaelviraglezp)» [link]

José Antonio Bastos, Presidente de Médicos sin Fronteras España: «Falta voluntad de los líderes hacia los más desesperados», entrevista, Gerardo Elorriaga, @lariojacom [link]


Mener avec Innovation FR – Media

«L’innovation, plus que l’effervescence du marché de l’habitation américain est la planche de salut à long terme de l’industrie canadienne du bois d’œuvre», Susan Smith, @EDC_Exportwise [link]

«Coopérer pour innover. Session d'exploration pour les professionnels de l'ingénierie et les élus», Cap Rural [link]

«L’Ile de France domine l’industrie du logiciel», @InformatiqNews [link]

«Comment Nice se renforce dans la santé», Laurence Bottero (@l_bottero), @LaTribunePACA [link]


Leadership & Innovation EN – Media

«Meet The #Leadership Team Driving GM’s Recovery», @tetzeli, @FastCompany [link]

«Europe’s innovation culture: which countries rank best?» Tom Wadlow (@TomWadlowBRE), Business Review Europe magazine (@BizReviewEurope) [link]

«New Leadership for Infectious Disease Research Center», @CSUAlanRudolph, @coloradostateu [link]

«Figures from amenity horticulture to production to share leadership insights at @CIHort conference» @hortweek [link]



L&I Scholar

Liderar Inovando BR – Scholar

«Liderança e Inovação», Hugo Ferreira Braga Tadeu, Fundação Dom Cabral (@DomCabral) [link]

«Liderança e inovação fazem a diferença», Luiz Edmundo Rosa, HUMUS-EAD (@HUMUS_EAD) [link]

«As Práticas Gerenciais Adotadas nas Empresas Líderes em Inovação para Promover o Empreendedorismo Corporativo», Viana & Santos [link]

«Liderança e inovação na administração pública», Lisete Barlach, Revista Gestão & Políticas Públicas (RGPP), @revistasusp [link]


Liderar Inovando PT – Scholar

«“Dream Teens” - adolescentes autónomos, responsáveis e participantes» [link]

«7 novas regras para a inovação na liderança», Success Magazine via Human Resources Portugal [link]

«Fórum RH 2016. Liderança do Futuro e Inovação» Isabel Freire de Andrade (Bright Concept), @RHMagazine_IIRH [link]

«Enquanto líder, facilita a inovação? Há 6 regras com as quais não falha», Samuel B. Bacharach (@samuelbacharach), @PLideranca [link]


Liderar Innovando ES – Scholar

«La #innovación de la labor docente a través del #liderazgo. ¿Es posible?», Peniche & Ramón @uady_mx @CenidOficial [link]

Estilos de toma de decisión de líderes en Perú – Gaviria, Ratti, Quiroga, Ontaneda y Galdós (@Postgrado_UPC / @UPCedu y @Korn_Ferry) [link]

«Construyendo una cultura de innovación. Una propuesta de transformación cultural», Naranjo & Calderón [link]

«Las redes sociales, la confianza y los líderes de las escuelas de distrito urbanas», Daly & Finnigan, @FaculEDUAM [link]


Mener avec Innovation FR – Scholar

«Recherche et innovation à Amadeus», Lardeux & Salch, ROADEF #36 @roadef [link]

«Les pratiques managériales les plus innovantes du monde», Francis Boyer (@DYNESENS), Le Journal du Net (@journaldunet) [link]

«L’innovation et le leadership», Jean-Philippe Deschamps [link]

«Quand les grands groupes montent leur usine à start-up», Thomas Guyon via @frenchweb [link]


Leadership & Innovation EN – Scholar

«Innovation and Change. Lessons from the Global Cities Education Network», @carussell17, @psaresearch [link]

«Toward Culturally Sustaining Leadership: Innovation beyond ‘School Improvement’ Promoting Equity in Diverse Contexts» [link]

«Transformational leadership, innovation climate, creative self-efficacy and employee creativity: A multilevel study», Jaiswal & Dhar [link]

«The impact of leadership styles on innovation - a review», Peter Kesting, John Parm Ulhøi, Lynda Jiwen Song and Hongyi Niu, Journal of Innovation Management (JIM) [link]



L&I Blog

Liderar Inovando BR – Blog

«Cuidado com as inovações de curto prazo. “O maior problema é quando o imediatismo se torna doença e compromete totalmente o planejamento”, explica Luiz Serafim, Head de Marketing Corporativo da 3M no livro “O poder da inovação”», @3MdoBrasil, @admnews [link]

«Conheça a Escola de Liderança para Meninas», Plan Brasil (@PlanBR) [link]

«Os desafios da gestão para o atual cenário brasileiro» Portogente (@portogente) [link]

«Nunca foi tão importante alinhar a TI e o Marketing» Bill Coutinho (@billcoutinho, @DextraSistemas), CIO Brasil (@CIObrasil) [link]


Liderar Inovando PT – Blog

«Lisboa lidera no Plano Juncker» Sofia Colares Alves, @observadorpt, coluna de opinião [link]

«Como a Web Summit pode alavancar a inovação em Portugal», José Serra (@OlisipoNews), @OlisipoTI [link]

«Quatro princípios para liderar na Indústria 4.0» Portal da Liderança (@PLideranca) [link]

«O cliente no centro da gestão das empresas se torna no novo centro de valor», Rui Nogueira (@RuiNogueira_pt), @sageportugal [link]


Liderar Innovando ES – Blog

«Conoce a @INITEC_UNI, innovación tecnológica mediante @waposat, control en tiempo real del agua de los ríos», Lachlan Bache, @AIESEC_PERU [link]

«Innovar: las 7 virtudes capitales», José Santomingo (@josesantomingo), FOL.cl Fondos Mutuos (@fondosonline) [link]

«La participación: tendencia empresarial en las nuevas organizaciones», Ricardo Pedroza (@redhatcolombia @redhatla @RedHatNews) [link]

Encuentro de Líderes en Innovación (ELI), vía @comunidadELI e @IPNOficial [link]


Mener avec Innovation FR – Blog

«Crisotech: L’innovation au service de la gestion de crise», Marc Jacob, @GS_Mag [link]

«Comment concrétiser et gérer l’innovation durable dans les entreprises grâce à l’Objet Emotion ?», Marion Laperrouze, @eRSE_net [link]

«Ressources humaines, innovation et transformation digitale : le cas Crédit Agricole SA» [link]

«Mener votre équipe vers l’inconnu», Jeffrey H. Dyer et Nathan Furr, @HBRFrance [link]


Leadership & Innovation EN – Blog

«Accelerating Innovation with Leadership», Bill Gates (@billgates), Gates Notes [link]

«The 4 Traits You Need to Be a Great Leader», Marillyn Hewson (@MarillynHewson, @LockheedMartin), @FortuneMagazine [link]

«The Attributes of an Effective Global Leader», @SAHewlett, @HarvardBiz [link]

«Albertans Are Ready To Be Leaders In Innovation», Kent Hehr (@kenthehr), @HuffPostAlberta [link]




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2016/11/18

«Nunca foi tão importante alinhar a TI e o Marketing» Bill Coutinho (@billcoutinho, @DextraSistemas), CIO Brasil (@CIObrasil)








«Liderança e inovação na administração pública», Lisete Barlach, Revista Gestão & Políticas Públicas (RGPP), @revistasusp








«A cientista tcheca naturalizada brasileira Johanna Döbereiner, que liderou pesquisa sobre fixação biológica de nitrogênio, é homenageada», @RevistaCultivar








«Suspensão de recursos para ciência e tecnologia põe em risco futuro do país, dizem gestores universitários»




«A Comissão de Ciência e Tecnologia avalia a efetividade da aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). Segundo os dirigentes das universidades, esses repasses são essenciais para a manutenção das universidades e dos programas de pós-graduação.

»Os recursos desses fundos foram drasticamente reduzidos a partir de 2013 e isso precisa ser revertido - disse Rui Vicente Oppermann, reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

»Sem esses recursos não haveria pesquisa e pós-graduação — acrescentou Rômulo Simões Angélica, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Pará (UFPA).»

Senado Federal do Brasil. [ler tudo]





Inovação e recursos