2017/02/28

Getulio Apolinário Ferreira: «O novo trabalhador e o futuro das organizações»



Blog Gestão & Resultados da Folha Vitória (@folha_vitoria)



«De repente o mundo ficou complicado ou nós não evoluímos o suficiente? No contexto da velha comparação entre Chefe x Líder a briga é antiga. Já no modelo antigo as falhas eram tremendamente explicitadas mas pensava-se que somente o “manda quem pode, obedece quem tem juízo” era o que ditava as regras do sucesso até pelo motivo pelo qual muito progresso foi obtido na base do forte controle contrastando com equipes de baixo conhecimento e baixa formação técnica.

»Nesse modelo dito antigo, há ainda a segmentação do trabalho como estratégia de obtenção de maior precisão na tarefa executada e a visão sistêmica ficava apenas em propriedade do chefe ou capataz. Muitos estudiosos cuidaram deste tema, o tempo todo, e por incrível que pareça o que era prática do século passado ainda está firmemente presente nos dias atuais da chamada revolução digital, indústria 4.0 entre outras denominações futurísticas.

»Lembrando Luiz Carlos Queiroz Cabrera, consultor, especialista na arquitetura organizacional, quais são as principais questões ou desafios a serem enfrentados na era da Inovação?

»Na primeira questão, teríamos uma afirmativa: A visão segmentada do trabalho é privilégio dos operários! Ok, será mesmo? Não temos chefes segmentados? Não temos áreas inteiras isoladas como se fossem ilhas com pouca ou nenhuma comunicação com outras importantes áreas do processo global? Devido a esta visão segmentada continuamos a ter perdas significativas por falta de sinergia e qualidade “in process”? Acho portanto que devemos colocar uma grande interrogação no item 1, concordam?

»A questão 2 nos remete ao grande avanço das tecnologias que permitiram o surgimento de um novo trabalhador mais informado, politizado e conectado com o mundo. Não há como negar que estamos vivendo um novo tempo onde estão as redes sociais, pesquisas instantâneas, fontes inesgotáveis de informações, comunicações super rápidas e portanto uma completa mudança de paradigmas da gestão onde eu e você estamos navegando nas mesmas águas com recursos idênticos.

»Como conviver com este novo trabalhador e suas amplas possibilidades de exercer criatividade e inovação dentro e fora da empresa? Infelizmente podemos dizer que a resposta não é tão positiva como deveria ser – a maior parte dos nossos chefes (não líderes) ainda estão no passado remoto. Não temos boas notícias.

»Numa visão mais simples das questões levantadas podemos dizer, concluindo, que o pior resultado para a organização ou empresa privada seria a conjugação de chefes segmentados com equipe obediente, concorda? Nesse m20161228_172815odelo do “manda quem pode…” todos os obedientes vão obedecer aquele chefe que sempre está com a razão (sic!) e a empresa vai para o buraco, como dizem por aí.

»Temos outras comparações na matriz sugerida das duas questões, mas vamos direto ao modelo otimizado: Chefes (líderes) com visão ampliada dos processos e do futuro da empresa com equipes de alta capacidade técnica e com alto poder de inovação dentro e fora dos limites organizacionais (empreendedores internos). Liderando talentos – esse é o verdadeiro caminho para o sucesso através da criatividade e inovação. Para pensar e agir!


»Em tempo: A ilustração acima foi feita por este blogueiro a partir de uma palestra do Cabrera na então Cia Siderúrgica de Tubarão no final dos anos 80. Ainda não havia internet e nem celular, mas as tecnologias já prometiam grandes “estragos”.» [Nota L&I BR: Clique na imagem para ampliar.]





Inovação e discursos

2017/02/27

Newsletter L&I, n.º 137 (2017-02-27)




n.º 137 (2017-02-27)

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Liderar Inovando BR
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Plataforma brasileira permitirá diagnóstico sobre biodiversidade» [link]

«“Provamos que a tecnologia para o Hyperloop já existe”» [link]

«Chile é destaque em maior feira de alimentos da Rússia» [link]

«Energizer [@Energizer] apresenta a primeira pilha alcalina fabricada com reciclados» [link]



Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Inventor do cimento ecológico vira-se para as aplicações automóveis» [link]

«Cinco alunos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) venceram um concurso nacional de veículo de venda ambulante inovador» [link]

«Sugo Cork Rugs, start-up da Amorim Cork Ventures» [link]

«Horizonte 2020 [@H2020SME]: Portuguesa Consulpav selecionada para última ronda de apoio» [link]



Liderar Innovando ES
Discursos e innovación | Ideas e innovación | Inventos e innovación | Recursos e innovación

Hermógenes Gil: «Panasonic también acelera el desarrollo del hidrógeno en producción, almacenamiento y uso» [link]

«La Confederación Hidrográfica del Duero lidera el proyecto europeo de innovación NAIAD (NAture Insurance value: Assessment and Demonstration) sobre economía verde y cambio climático» [link]

«Nuevo Plan Aragonés de Estrategia Turística 2016-2020: Ciudadanos pide promocionar la Etiqueta Ecológica Europea entre agentes turísticos» [link]

«Hifas da Terra [@hifasdaterra], premio Alimentos de España por su producción ecológica» [link]



Mener avec Innovation FR
Discourses et innovation | Idées et innovation | Inventions et innovation | Ressources et innovation

Christophe Koessler: «L’innovation verte au service du Sud» [link]

«Les Shetland, réservoir d'énergies renouvelables après le pétrole» [link]

«Togo: EcotecLab, le makerspace qui favorise le partage et l’innovation pour l’écologie» [link]

«Le Grand Éléphant des Machines se met au vert pour rouler écologique» [link]



Leadership & Innovation EN
Discourses and innovation | Ideas and innovation | Inventions and innovation | Resources and innovation

«Fiscal incentives may help reduce carbon emissions in developing countries» [link]

«Low-cost solar-powered ambulance to save lives in Bangladesh» [link]

«Leading the way for the future of farming in New Zealand» [link]

«The 6 startups to represent Africa at AFIF [@_EMRC_ #AFIF2017] Entrepreneurship Awards» [link]




Liderar Inovando BR Liderar Inovando PT Liderar Innovando ES
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L&I Media


«Frost & Sullivan reconhece a Level 3 (@Level3) com o Prêmio de Empresa do Ano Fornecedora de Serviços Corporativos na América Latina em 2016» [link]

«Paulo Neves assume liderança do Conselho de Administração da @PortugalTelecom» [link]

«El liderazgo como "atractor extraño" en una sociedad caótica» [link]

«EY annonce l’acquisition de @CogniStreamer, start-up d’origine belge proposant des solutions de gestion des projets d’innovation collaborative» [link]

«McGill study (@JuniperAdvisers) reveals the ‘illusion’ of innovation at Canadian law firms» [link]



L&I Scholar


«Inovações do empreendedorismo que você precisa conhecer» [link]

«Um exemplo de liderança» [link]

«Los Andes presenta un curso de liderazgo con espíritu sanmartiniano» [link]

«Le leadership des médecins, essentiel à la transformation des soins de santé» [link]

«Innovative leadership and Lagos’ resilience city status» [link]



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«Como é construir um ambiente de inovação, do zero, dentro de um grande banco – o Bradesco» [link]

«O desafio de crescer sem perder o espírito de startup» [link]

«Cinco comportamientos de liderazgo para pymes globales» [link]

«Le leadership est fondamental pour entraîner la communauté vers un nouveau consensus» [link]

Ky Arts Council (@KYArtsCouncil): «How the arts community can team with business to drive innovation» [link]





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«Outra grande processadora de carne investe em proteínas vegetais», @beefpoint








2017/02/24

«Energizer [@Energizer] apresenta a primeira pilha alcalina fabricada com reciclados»



Promoview @Promoview. Redação.



«A Energizer lançou no Brasil Energizer EcoAdvanced, sua pilha alcalina de maior duração. Desafiando a indústria de baterias, Energizer desenvolveu uma tecnologia revolucionária para lançar a primeira pilha do mundo fabricada em parte com pilhas recicladas, fornecendo alto rendimento e energia para o funcionamento dos dispositivos de seus consumidores, ao mesmo tempo em que gera um impacto menor para o planeta, pois requer uma menor extração de recursos naturais no seu processo de fabricação e também reduz a quantidade de pilhas que os usuários necessitam para seus aparelhos.

»Energizer EcoAdvanced está disponível no país nos tamanhos AA e AAA.

»“Durante muito tempo os especialistas da indústria pensaram que era impossível criar uma pilha de longa duração feita com pilhas recicladas” disse Michelle Atkinson, Diretora Geral para o Consumidor da Energizer. “Nossos cientistas aceitaram este importante desafio e trabalharam durante 7 anos para criar uma tecnologia que permitisse aperfeiçoar e transformar o material das pilhas recicladas em um ingrediente de alto rendimento e que hoje é utilizado na fabricação das pilhas Energizer EcoAdvanced”.

»Energizer EcoAdvanced é o mais recente exemplo de como a Energizer utiliza a pesquisa e o desenvolvimento de produtos como aliados para entender e atender os desejos e exigências dos consumidores. Atualmente, grande parte dos consumidores dá preferência por produtos e serviços contenham algum elemento de consciência ecológica. As pilhas Energizer EcoAdvanced cumprem esta exigência ao oferecer a maior duração entre as pilhas alcalinas da linha Energizer e ao mesmo tempo possuir 4% de pilhas recicladas em sua composição.

Atualmente, grande parte dos consumidores dá preferência por produtos e serviços contenham algum elemento de consciência ecológica. As pilhas Energizer EcoAdvanced cumprem esta exigência ao oferecer a maior duração entre as pilhas alcalinas da linha Energizer e ao mesmo tempo possuir 4% de pilhas recicladas em sua composição.

»“Estamos muito felizes na Energizer por introduzir no mercado brasileiro mais esta grande inovação que é Energizer EcoAdvanced, a nossa pilha alcalina de maior duração” disse Guido DeVito, Diretor de Mercado de Energizer para América Latina.

»Energizer EcoAdvanced é a primeira pilha AA e AAA que utiliza material reciclado de pilhas descartadas para transformá-las em novas pilhas. Não há em todo mundo outras pilhas AA e AAA que são fabricadas com material de pilhas recicladas.

»Energizer EcoAdvanced é fabricada nos Estados Unidos e estará disponível em embalagens de 4 pilhas a partir de 6 de fevereiro nos principais mercados do país.

»A Energizer é conhecida por seu pioneirismo na tecnologia e desenvolvimento de pilhas, incluindo: a primeira pilha do mundo feito com célula seca; a primeira bateria de relógio do mundo; as primeiras pilhas AA alcalinas sem mercúrio disponíveis no mercado; e também as primeiras pilhas de lítio AA e AAA (1.5V), que são as pilhas com a maior duração para dispositivos de alta tecnologia e resistente a vazamentos. A Energizer foi também a primeira empresa a eliminar o mercúrio das pilhas alcalinas e das pilhas de aparelhos auditivos.

»Além disso, foi a primeira empresa a desenvolver embalagens especiais para crianças e realizar campanhas de conscientização que visavam a diminuição da ingestão de pilhas por elas.»





Inovação e recursos

2017/02/23

«Chile é destaque em maior feira de alimentos da Rússia»



Ígor Rôzin. Gazeta Russa @GazetaRussa. Foto: Daria Ksenofóntova.



«A recente edição da Prodexpo, a feira internacional de alimentos mais importante da Rússia, esteve amplamente representado por países latino-americanos, como Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai.

»O destaque do evento, que chegou ao fim na sexta-feira (10), ficou, porém, com as novas empresas chilenas de vinho, carne, produtos do mar e massas de tomate.

»Segundo José Campusano, comissário de comércio do Chile na Rússia, o peixe, sobretudo salmão e truta, ainda é o principal produto de exportação chileno ao país eslavo. Estima-se que 96% de salmão vendido na Rússia seja oriundo do Chile.

»“Os russos são grandes consumidores de salmão, e, de certo modo, o Chile se beneficiou das sanções. A oferta do que oferecemos corresponde exatamente ao que a Rússia precisa. Boa qualidade e preço justo”, diz Campusano.

Nosso país é uma ‘ilha ecológica’, pois tem fortes barreiras que impedem a passagem de doenças: o deserto de Atacama no norte, a Antártida no sul, uma imensa cadeia de montanhas no leste, e o Pacífico a oeste.

»Outro produto de destaque entre os chilenos é o vinho. No ano passado, as exportações da bebida para a Rússia cresceram em quase 6%. “Temos terras extraordinárias para a produção de vinho. Além disso, o Chile é inovador em tecnologia e ciência de produção de alimentos. Portanto, nossos produtos são de alta qualidade”, afirma o comissário, acrescentando que os vinhos chilenos são capazes de competir com grandes produtores como França, Itália e Espanha. “Também vale a pena mencionar que nosso país é uma ‘ilha ecológica’, pois tem fortes barreiras que impedem a passagem de doenças: o gigantesco e árido Deserto de Atacama no norte; a Antártida no sul; uma imensa cadeia de montanhas no leste, e o Pacífico a oeste. Como resultado, os produtos chilenos são ecologicamente limpos.”

»As relações econômicas Santiago-Moscou sofreram uma queda em 2015, mas foram recuperadas no ano passado.

»“Acreditamos que 2017 será um bom ano. Além disso, a Rússia está crescendo na Ásia e queremos acompanhá-la nesse processo”, conclui Campusano.

»Quase 2.200 empresas de 57 países participaram da Prodexpo-2017. A feira aconteceu em uma área de 100 mil metros quadrados na capital russa.»





Inovação e invenções

2017/02/22

«“Provamos que a tecnologia para o Hyperloop já existe”»



Deutsche Welle Brasil @dw_brasil



«Uma brasileira, à frente de uma equipe de estudantes de Munique, venceu o concurso de protótipos de Hyperloop da Space X – empresa americana privada de transporte espacial de Elon Musk, um dos principais idealizadores deste novo modelo de trem-bala .

»O Hyperloop promete ser um sistema de transporte de passageiros e cargas através de cápsulas, que se movem dentro de tubos metálicos com ar de baixa pressão. A velocidade chega a 1,2 mil km/h, o que permitiria fazer o transporte entre Rio e São Paulo, por exemplo, em menos de meia hora.

»O protótipo criado pela mestranda em informática Mariana Avezum, de 27 anos, e a equipe de estudantes da Universidade Técnica de Munique (TUM), mostrou que a tecnologia necessária para o sistema de transporte já existe e precisa apenas de alguns aperfeiçoamentos para a implementação.

»Em entrevista à DW Brasil, Avezum, que mora na Alemanha desde que começou o bacharelado na TUM, há sete anos, destaca as vantagens do Hyperloop como meio transporte e as perspectivas futuras deste sistema.


»DW Brasil: Quais são as vantagens do Hyperloop como meio de transporte?

»Mariana Avezum: O Hyperloop promete muita coisa: ser mais barato, mais econômico e também mais ecológico, por ser movido a energia elétrica. Há inclusive conceitos interessantes de como gerar energia no próprio tubo, por exemplo, por meio de painéis solares ou com o vento.


Em que pé está o desenvolvimento da tecnologia para que o modelo saia do papel?

»Com o nosso protótipo, nós provamos que a tecnologia para a construção do Hyperloop já existe. Agora é uma questão de investimento. Várias empresas têm interesse em construir trechos de Hyperloop em vários locais do mundo, resta saber qual delas terá o melhor plano de negócios. A tecnologia funciona, mas é preciso ver como ganhar dinheiro com esse modelo, porque ele tem um custo de construção inicial muito alto.


Agora é uma questão de investimento. Várias empresas têm interesse em construir trechos de Hyperloop em vários locais do mundo, resta saber qual delas terá o melhor plano de negócios. A tecnologia funciona, mas é preciso ver como ganhar dinheiro com esse modelo, porque ele tem um custo de construção inicial muito alto.

Onde você acha que será construído o primeiro Hyperloop do mundo?

»Inicialmente, o Hyperloop será usado para o transporte de carga, devido à regulamentação que é mais fácil nesta área. Para a carga, não tem problema se está freando rápido demais, agora uma pessoa passa mal se frear muito rápido. Onde vai ser construído o primeiro Hyperloop é difícil dizer, mas tenho quase certeza que não será nem no Brasil e nem na Alemanha.


Por quê?

»No Brasil, não há recursos para esse tipo de investimento e quase não é investido muito em infraestrutura. Já em relação à Alemanha, há um risco de inovação muito grande. Acho que os alemães esperarão para ver se funciona em outro lugar e, somente então, construirão aqui. Um bom lugar para a primeira versão do Hyperloop seria Dubai, Abu Dhabi, até mesmo na Austrália, ou seja, lugares onde há cidades importantes e longe uma da outra.


No atual estágio de desenvolvimento, ele já é um meio de transporte seguro?

»Depende muito da definição de seguro. Ele é seguro porque não explode, mas não é confortável. Há alguns detalhes precisam ser mais aprimorados, por exemplo, como criar o vácuo dentro do tubo.


Como funciona o Hyperloop?

»São cápsulas que levitam dentro de um tubo sem pressão. A propulsão é elétrica. A ideia do sistema é que, quando não há nada para diminuir a velocidade, a única coisa que precisa ser feita é acelerar por tempo suficiente para alcançar os 1,2 mil quilômetros por hora prometidos. Quando a velocidade desejada é atingida, não é preciso mais acelerar, e ele a mantém durante o percurso. Ao chegar ao destino, ele freia.


Apesar de você e sua equipe terem trabalhado voluntariamente, há custos envolvidos no projeto. Quem financiou os custos para a montagem do protótipo?

»Nosso principal patrocinador foi o Grupo Airbus, mas eles não foram os únicos. Alguns, em vez de recursos financeiros, nos apoiaram oferecendo ferramentas ou auxílio técnico. Acho que essa é a grande diferença de como esse projeto seria recebido no Brasil ou aqui. Nunca fiz um projeto destes no Brasil, mas tenho a impressão de que lá não teríamos um suporte tão grande da indústria, como tivemos aqui.


Na sua opinião, o que levou as empresas a patrocinarem o protótipo?

»Alguns dos nossos patrocinadores, através da parceria, tiveram acesso aos estudantes e, desta maneira, podem recrutar novos funcionários. Esse é um contato que interessa para as empresas. Além disso, acabaram fazendo contato com outras empresas, devido a essa grande rede formada por todos os envolvidos no projeto.


Qual é o futuro do projeto?

»A Space X já lançou uma segunda competição de Hyperloop e uma nova equipe foi formada na faculdade para participar. Algumas pessoas vão continuar no grupo que aprimorará o protótipo. Eu não farei mais parte do projeto, mas estou ajudando a nova equipe a conseguir patrocinadores. O projeto exige uma grande dedicação, e agora preciso dedicar meu tempo para terminar o mestrado.»





Inovação e ideias

2017/02/21

«Plataforma brasileira permitirá diagnóstico sobre biodiversidade»



Ludmilla Souza. Agência Brasil @agenciabrasil. Edição Kleber Sampaio.



« A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) lançará na próxima terça-feira (21) a Plataforma Brasileira sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, na sigla em inglês). O sistema permitirá a elaboração do Diagnóstico Brasileiro sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, o primeiro do gênero voltado para subsidiar o processo de decisões ambientais no Brasil.

»A ferramenta terá como foco principal a importância dos serviços ecossistêmicos para a qualidade de vida das pessoas. A biodiversidade da Mata Atlântica, por exemplo, protege os recursos hídricos essenciais para cerca de 130 milhões de brasileiros, além de manter uma alta diversidade de polinizadores, indispensáveis para a produtividade agrícola nacional.

»O documento vai integrar o diagnóstico global sobre desenvolvimento sustentável para apoiar decisões políticas em conservação, restauração e uso de recursos naturais.

»O Diagnóstico Brasileiro vai utilizar os mesmos conceitos, metodologias e indicadores dos quatro diagnósticos regionais que estão sendo desenvolvidos pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês), entidade internacional criada em 2012 para oferecer informações científicas visando a tomada de decisões políticas.


A biodiversidade da Mata Atlântica, por exemplo, protege os recursos hídricos essenciais para cerca de 130 milhões de brasileiros, além de manter uma alta diversidade de polinizadores, indispensáveis para a produtividade agrícola nacional.

»Diagnóstico Global de Biodiversidade

»Os diagnósticos regionais envolvem as Américas, África, Ásia e Pacífico, Europa e Ásia Central e servirão de base para o Diagnóstico Global de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos a ser publicado em 2019.

»A maior parte dos responsáveis pela estruturação e coordenação da plataforma brasileira está envolvida nos diversos grupos de trabalho da similar intergovernamental.

»Para reunir esses dados, a coordenação da BPBES está fazendo reuniões com representantes do governo federal e representantes de organizações não governamentais e do setor empresarial.

»“Estamos procurando todos os diferentes setores da sociedade para que possamos chegar a um diagnóstico que sirva de base de uma forma realista, que integre realmente as políticas de tomada de decisão na área, não mais isoladamente, como são as políticas ambientais hoje, mas que elas façam parte do planejamento estratégico do país”, disse o professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carlos Joly, coordenador da BPBES e dirigente do Painel Multidisciplinar de Especialistas da IPBES.

»Composta por 28 pesquisadores de diversas instituições em todas as regiões brasileiras, em áreas como ecologia da conservação, economia ecológica, conhecimento tradicional e desenvolvimento sustentável, a BPBES é um Grupo de Trabalho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, com apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Programa Biota-Fapesp e da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável.»





Inovação e discursos

2017/02/20

Newsletter L&I, n.º 136 (2017-02-20)




n.º 136 (2017-02-20)

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Liderar Inovando BR
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«Pochet, que em 2023 festejará os 400 anos da unidade Pochet du Courval, sua fábrica de frascos de vidro, assume compromisso e investe no futuro» [link]

«Produtos sustentáveis foram destaques do Grupo ReciclaBR na Fesqua 2016» [link]

«Produção de carvão ativo a partir do bagaço da cana poderá reduzir poluição» [link]

«Epamig desenvolve 'refrigerante do bem', bebida láctea saudável» [link]



Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

Jorge Montezinho: «Quando o queijo pode fixar população» [link]

«Tecnologia no prato: Colmeias Hi-Tech e a agricultura nas cidades FUTURIS Tecnologia no prato: Colmeias Hi-Tech e a agricultura nas cidades» [link]

«Etiópia inaugura o maior parque industrial de moda na África» [link]

«Transístor de papel: a descoberta de Elvira Fortunato que já revoluciona o mundo» [link]



Liderar Innovando ES
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«La planta de Irizar en Aduna iniciará en mayo la fabricación de autobuses eléctricos» [link]

Alicia Carrasco Rozas: «La moda sostenible y de proximidad protagonistas en la tercera edición de la feria BSTIM» [link]

«El compromiso de Grohe por la protección del agua» [link]

«La planta química de Cepsa supera una auditoría de sostenibilidad» [link]



Mener avec Innovation FR
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«Vannes. Fevrier du 2016: L’usine Michelin investit 2,6 millions d’euros. Fevrier du 2017: Michelin investira 22 millions d’euros dans son usine. En contrepartie, l'effectif passera de 450 salariés à 350, d'ici à cinq ans» [link]

«Fapel-Guinée, la start-up qui a inventé la pompe à pistons alternatifs» [link]

«Le “style éthique”, tendance forte du salon Ambiente 2017 à Francfort» [link]

«L'aviation à petits pas vers les carburants alternatifs durables» [link]



Leadership & Innovation EN
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«Forest Products Industry Highlights Sustainable Manufacturing Leadership, Economic Contributions in Washington State» [link]

«Fully 3D-Printed Car Promises Sustainable Manufacturing» [link]

«Driven towards sustainability, this team of VIT students built a car that runs 200km per litre» [link]

«SURPLUS MALL kickoff, a project to improve surplus materials reuse» [link]




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L&I Media


«Develop2Change, iniciativa de desenvolvimento pessoal, interpessoal e organizacional de empreendedores(as) sociais da Ashoka @ChangemakersPT, em parceria com a Global Academy Foundation, anuncia edição para 2017» [link]

«SEAT #Espanha é Top Employer pelo terceiro ano consecutivo» [link]

«Intraemprendedurismo, la ruta de las mujeres para romper barreras». Entrevista con Ryan Schill @INCAE [link]

«La Fromagerie L'Ancêtre @fromagesdici: la tradition au cœur de la technologie» [link]

«Why the Best Innovators Ask the Most Beautiful Questions?» Interview to the questionologist Warren Berger (author of the book A More Beautiful Question), by @lisakaysolomon, @singularityhub [link]



L&I Scholar


«A #Africa.com.br, agência mais admirada do Brasil e líder em 7 categorias na pesquisa Agency Scope 2016, investe em nova liderança para atender às demandas dos clientes no atual cenário competitivo» [link]

Rios Amorim @100PercentCork: «EUA são o nosso mercado com maior potencial de crescimento» [link]

Raúl Colorado (@RaulColoradoM, Psicosoft @PsicosoftRedes): «Leadership Training Program: Una arquitectura global de Liderazgo» [link]

«Depuis plus de 15 ans, le Dorothy Wylie Health Leaders Institute (DWHLI) réunit des leaders des soins de santé de tout le pays pour une étude concentrée des principes, modèles, compétences et instruments de leadership» [link]

«Leadership Insights from Published Studies on Chinese Top Executives» [link]



L&I Blog


«São José recebe o programa inovador Awesome Business Life, da Awee4LIFE, para a melhoria de performance de pequenas e medias empresas» [link]

«Os novos desafios da liderança», Luís Sítima, Porto BS, via @ojeconomico [link]

Francisco González Bree (@PacoBree): «Innovación, liderazgo y talento» [link]

«Nest @NestFrance, marque leader de la maison connectée, étend sa présence en Allemagne, en Autriche, en Italie et en Espagne» [link]

«Women’s initiative at University of Georgia @universityofga's @TerryCollege recognized as an innovator in business education» [link]





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«Frost & Sullivan reconhece a Level 3 (@Level3) com o Prêmio de Empresa do Ano Fornecedora de Serviços Corporativos na América Latina em 2016»








2017/02/17

«Epamig desenvolve 'refrigerante do bem', bebida láctea saudável»



SEGOV - Secretaria de Estado de Governo de Minas Gerais



«Um 'refrigerante do bem' é a grande novidade que poderá beneficiar quem não abre mão de se refrescar com este tipo de bebida, mas quer manter a saúde. A Empresa de Pesquisa e Agropecuária de Minas Gerais Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT) está desenvolvendo um produto lácteo carbonatado acidificado, inédito no mercado.

»A bebida é fabricada à base de soro de leite e leite, enriquecido com luteína, que confere mais valor nutricional em relação a outros e não existe nenhum produto similar nas lojas.

»“Além de ser muito refrescante, se comparada às bebidas tradicionais, apresenta maior valor nutricional por veicular não apenas 'calorias vazias', mas proteínas, vitaminas e minerais, além de ser uma alternativa para aproveitamento racional e sustentável do soro de leite, considerado um produto nutritivo, altamente aceitável e com custo reduzido”

»Junio de Paula, pesquisador e coordenador desta pesquisa na Epamig De acordo com o pesquisador, o soro do leite é muito rico nutricionalmente. O alimento possui cerca de 0,8 % de proteínas de alto valor biológico, em razão de sua composição e tem alta concentração de aminoácidos essenciais com biodisponibilidade (facilmente absorvido pelo trato intestinal).

»“O soro constitui fonte de cálcio, sódio, magnésio, potássio e fósforo, além de conter a maior parte das vitaminas hidrossolúveis presentes no leite, sendo particularmente rico em vitaminas do complexo B”, destaca.

Elaborada à base de soro de leite proveniente da fabricação de diversos tipos de queijos, o produto ajuda a eliminar um problema ambiental em relação ao soro que, muitas vezes, é dispensado na natureza sem qualquer tratamento ou utilizado para alimentação animal.

»O prazo de validade estendido da bebida láctea é outro diferencial. "O produto pode durar até 90 dias sob temperatura ambiente ou refrigeração sem alteração das proteínas do leite", completa.

»A bebida láctea acidificada desenvolvida na Epamig ILCT pode ser considerada um alimento funcional.

»Além de nutrir, traz benefícios à saúde porque é adicionada de luteína, um dos principais pigmentos maculares contidos na retina humana, sendo responsável por duas funções fundamentais: proteger a mácula (área da retina responsável pela visão de detalhes) contra o estresse oxidativo (função antioxidante) e filtrar a luz azul de alta energia, melhorando a acuidade visual.

»Por meio desses mecanismos, se acredita que a luteína possa contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de catarata e de degeneração macular relacionada à idade.

»O produto é resultado de projeto de pesquisa da Epamig ILCT, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapemig), e ainda está em fase de estudos e planejamento para avaliar a produção em larga escala e sua colocação no mercado por meio de parcerias com instituições de pesquisa e empresas.


»Sem problemas ambientais

»Elaborada à base de soro de leite proveniente da fabricação de diversos tipos de queijos, o produto ajuda a eliminar um problema ambiental em relação ao soro que, muitas vezes, é dispensado na natureza sem qualquer tratamento ou utilizado para alimentação animal.

»“O processo de fabricação da bebida tem custo reduzido e não demanda grandes investimentos, podendo ser facilmente produzida e comercializada pelas pequenas indústrias de laticínios”, observa Junio de Paula.»





Inovação e recursos

2017/02/16

«Produção de carvão ativo a partir do bagaço da cana poderá reduzir poluição»



Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) @snagricultura. Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) @CNPEM



«A cana-de-açúcar, importante fonte de energia renovável, além ser uma boa alternativa na substituição de combustíveis fósseis, traz em seu bagaço componentes que podem contribuir para o desenvolvimento sustentável do meio ambiente, reduzindo índices de poluição.

»Pesquisadores do Laboratório Nacional de Tecnologia, do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (LNNano/CNPEM) estão desenvolvendo uma técnica de produção de carvão ativo, a partir do bagaço da cana, uma iniciativa que deve revolucionar a fabricação de filtros (de água e de ar) no Brasil e no mundo, principalmente porque ele é o principal ingrediente para a produção desses itens.

»“A pesquisa sobre a obtenção de materiais de maior valor agregado, a partir de resíduos da indústria sucroenergética, surgiu de uma demanda feita por uma usina nacional, que utiliza o bagaço da cana para a geração de energia elétrica”, conta o pesquisador Mathias Strauss, do LNNano/CNPEM.

»Conforme ressalta, este tem sido o objetivo do grupo de pesquisadores do Laboratório Nacional, que tem estudado não somente a obtenção de carvões ativos, mas de outros materiais – como negros de fumo, fibras de reforço, fertilizantes, etc. –, com foco no aproveitamento de resíduos e recursos abundantes e renováveis, para a fabricação de produtos de maior valor agregado.

»“A meta é reduzir o consumo de materiais de fontes de origens fósseis (petróleo), aumentar e diversificar a produção do setor agroindustrial do Brasil e diminuir a dependência de matérias-primas do exterior (via importação)”, pontua Strauss.

»O especialista ainda destaca que o carvão ativo, originário do bagaço da cana-de-açúcar, tem a mesma eficiência do tradicional, mas seu custo é até 20% mais baixo, em comparação ao carvão disponível no Brasil, hoje, e que geralmente é importado de outros países.


»A TÉCNICA

»Segundo o pesquisador, a técnica de produção de carvão ativo, a partir do bagaço da cana, começa pela secagem do bagaço, passando pela carbonização (tratamento térmico em altas temperaturas e baixo teor de oxigênio), que converte o bagaço em um material de carbono tal qual um carvão (não ativado ainda). Na sequência, ocorre a ativação termoquímica do carvão. Depois, ele é misturado a reagentes químicos (agentes de ativação) e submetido a novo tratamento térmico na ausência de oxigênio.

»“Este processo resulta na formação de uma imensa quantidade de pequenos poros (torna o material como se fosse uma esponja). São nesses poros que os poluentes ficam retidos durante o tratamento da água”, explica Strauss.

»Devido à formação dos poros, continua o pesquisador, o produto adquire uma imensa área superficial: “Uma colher de sopa do material possui uma área ativa de um campo de futebol. Com isso, ele é capaz de reter uma grande quantidade de poluentes como se fosse uma enorme esponja”.

»Ele também relata que os poros formados são da ordem de dez nanômetros (um nanômetro é igual a um bilionésimo de metro) e, por isso, são chamados de nanoestruturados.


Entre as vantagens podemos citar também o custo da matéria-prima inferior; redução de custo estimada em escala de laboratório e bancada em até 20%; desempenho até 2,5 vezes melhor, além da diminuição da dependência da importação e fragilidade das flutuações cambiais.

»VANTAGENS

»Além do uso de uma matéria-prima abundante e 100% nacional, Strauss cita outras vantagens do carvão ativado da cana-de-açúcar em relação ao carvão importado, proveniente de madeira, ossos de animais e/ou casca de coco.

»“Entre as vantagens podemos citar também o custo da matéria-prima inferior; redução de custo estimada em escala de laboratório e bancada em até 20%; desempenho até 2,5 vezes melhor, além da diminuição da dependência da importação e fragilidade das flutuações cambiais.”

»Apesar das vantagens e benefícios enumerados pelo pesquisador, ainda não há usinas nem empresas utilizando o processo. “O projeto agora passa por uma etapa de escalonamento e engenharia de produção e, necessariamente, precisa de um parceiro empresarial para ser realizada”, anuncia Strauss.


»AJUSTES

»De acordo com o especialista, o carvão ativo pode ser feito basicamente de qualquer tipo de biomassa, até porque não há limitações neste sentido. No entanto, sempre é necessário um estudo detalhado sobre a matéria-prima e o ajuste das condições de preparo do carvão ativo.

»“Algumas possibilidades são resíduos da indústria de papel e celulose (cavacos e cascas de árvores), casca e palha de arroz, resíduos de soja, etc.”, pontua.

»No Brasil, assim como em outros países, os carvões ativos são utilizados para a remoção das impurezas da água. Conforme Strauss, em um município brasileiro com um milhão de habitantes, estima-se que seja utilizada uma tonelada de carvão ativo por dia para o tratamento de água.

»“O problema é a dependência de importação do produto”, diz o pesquisador, que destaca a contribuição do carvão produzido no país, a partir da cana, “na economia de divisas e no aproveitamento de recurso renovável”.

»Segundo estimativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a produção brasileira de cana-de-açúcar na safra 2015/16 ultrapassou as 666 mil toneladas, sendo que, deste total, cerca de um terço vira bagaço, obtido após o processo de moagem da cana nas usinas.»





Inovação e invenções

2017/02/15

«Produtos sustentáveis foram destaques do Grupo ReciclaBR na Fesqua 2016»



Mayra Reis. Segs - Portal Nacional



«Grandes marcas estiveram presentes no maior evento de Esquadrias, Ferragens e Componentes da América Latina, a Fesqua 2016, que aconteceu de 21 a 24 de setembro [de 2016], em São Paulo. E, em sua primeira participação no evento, o Grupo ReciclaBR apresentou as novas empresas que o compõem, Latasa Distribuidora e Latasa Extrudados, e os perfis de alumínio para uso nas indústrias de construção civil, bens de consumo, transporte e eletroeletrônicos. Os visitantes poderam conhecer produtos em exposição no estande como o kit box, kit pia e perfis para janelas e indústria moveleira.

»Com um diferencial sustentável, o perfil de alumínio da Latasa Extrudados se beneficia da matéria prima advinda do processo de reciclagem, o que faz com que tenha uma pegada de carbono reduzida. Utilizar um lingote de alumínio reciclado na fabricação dos produtos, faz com que seja emitido menos CO2, se comparado ao padrão de emissão de um lingote fabricado com alumínio primário. Além disso, são lançados menos gases de efeito estufa na atmosfera e há uma significativa economia de energia elétrica. Sem perder suas propriedades mais marcantes como a leveza e a resistência, os perfis mais “verdes” são uma excelente escolha para os clientes do segmento de construção civil que podem participar e pontuar nos sistemas de certificações ambientais, como o LEED (Leadership in Energy and Environmental) e AQUA (Alta Qualidade Ambiental).

O alinhamento às novas exigências do mercado, que inclui produtos mais ‘verdes’, menos desperdício e maior preservação do meio ambiente nos faz trabalhar na evolução de nossos processos resultando em um produto final (o perfil de alumínio) realmente sustentável.

»O lingote de alumínio da Latasa Reciclagem, empresa do Grupo ReciclaBR, responsável pelo fornecimento da matéria prima reciclada utilizada pela Latasa Extrudados, recebeu a certificação de pegada de carbono após participar voluntariamente do Sistema Brasileiro de Medição e Certificação da Pegada de Carbono de Produtos, lançado no início de abril desse ano, pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e a Carbon Trust, organização sem fins lucrativos sediada em Londres que estimula a economia de baixo carbono ao redor do mundo.

»“O alinhamento às novas exigências do mercado, que inclui produtos mais ‘verdes’, menos desperdício e maior preservação do meio ambiente nos faz trabalhar na evolução de nossos processos resultando em um produto final (o perfil de alumínio) realmente sustentável. A participação na Fesqua é uma oportunidade de apresentarmos os novos produtos com este diferencial para nossos clientes e para o mercado, já que a abrangência do evento é bem significativa”, completa Mario do Canto, sócio-conselheiro do Grupo ReciclaBR.


»Mais informações sobre a Latasa Extrudados

»A planta da empresa, em Itaquaquecetuba (interior de São Paulo), tem capacidade de produção de 10.500 toneladas por ano, fabrica perfis extrudados de alumínio para aplicação na indústria de transporte, construção civil, moveleira, bens de consumo e eletroeletrônicos.


»Mais informações sobre o Grupo ReciclaBR

»Maior grupo de reciclagem de metais não ferrosos do Brasil, criado em março de 2013, processa 200 mil toneladas por ano. Composto por cinco empresas que geram sinergia e maximizam seus resultados: Latasa Reciclagem, Garimpeiro Urbano, Aluzinco, Latasa Extrudados e Latasa Distribuidora, possui 24 centros de coleta de sucata em 14 estados brasileiros e quatro plantas no interior do estado de São Paulo (Araçariguama, Itaquaquecetuba e duas em Pindamonhangaba). A Latasa Reciclagem foi destaque no Anuário Época Negócios 360° principalmente no setor Mecânica e Metalurgia, ficando em 2º lugar na categoria Melhor Governança Corporativa e em 13º lugar na categoria Responsabilidade Socioambiental.»





Inovação e ideias

2017/02/14

«Pochet, que em 2023 festejará os 400 anos da unidade Pochet du Courval, sua fábrica de frascos de vidro, assume compromisso e investe no futuro»



Vincent Gallon. Brazil Beauty News @BrBeautyNews. Tradução: Maria Marques. Branded content.



«"Por sermos uma empresa familiar desde 1623, temos naturalmente uma visão de longo prazo e a determinação de fincar sólidas raízes nas regiões em que estamos presentes. A longevidade faz parte dos genes da empresa", explica, logo no início da conversa, o diretor-geral do Grupo Pochet, Tristan Farabet. Não há como negar: poucas empresas que ocupam uma liderança duradoura em seus setores podem se gabar de ter uma história tão marcante. "O Grupo sempre fez questão de permanecer uma empresa familiar, investindo para continuar merecendo a confiança dos clientes", prossegue.

»Para permanecer na liderança, a Pochet fixou como objetivo tornar-se, até 2023, "a melhor empresa mundial de embalagens de luxo para perfumes e produtos de beleza, posicionando-se como a melhor escolha para os clientes em razão de sua criatividade, da excelência de sua expertise em multimateriais, do compromisso de suas equipes a da política de RSE ".

»Parte integrante da estratégia do Grupo, nos últimos anos a política de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) tornou-se um importante fator de competitividade para os fornecedores das grandes marcas. "A questão da sustentabilidade ganhou terreno no setor de luxo, passando a ser uma exigência dos consumidores". As marcas definem objetivos concretos – e muitas vezes ambiciosos. Consequentemente, contam com a participação ativa de todos os atores da cadeia de valor para que esse compromisso seja cumprido com seriedade. "Hoje em dia, não é impossível que certos clientes deixem de trabalhar com fornecedores que não estejam adotando medidas suficientemente sérias em matéria de RSE. Para nós, a RSE representa um diferencial, principalmente em relação aos concorrentes que atuam em países onde os custos são mais baixos", explica Tristan Farabet.


»Sustentabilidade, excelência, rentabilidade

»O Grupo Pochet desenvolveu sua estratégia RSE com base em quatro alicerces: preservação do planeta (redução da pegada ambiental das fábricas e dos produtos, economia circular); diálogo e cooperação com os participantes do processo para que todos possam avançar juntos; respeito e consideração pelo ser humano; e, por fim, defesa e transmissão do know-how. Todo esse caminho deve ser percorrido sem perder de vista que, para ser sustentável, é fundamental que o crescimento seja rentável, e sem esquecer que, no setor de luxo, é impossível fazer concessões em relação aos padrões de excelência.

»"Pode ser difícil conciliar todos os requisitos, mas é perfeitamente possível e, acima de tudo, é indispensável", ressalta Pierre Dehé, diretor de Responsabilidade Social Empresarial do Grupo. "Tudo vem evoluindo muito rápido, em todos os níveis. A título de exemplo, atualmente já fabricamos ótimos produtos usando uma quantidade menor de vidro".

»Em matéria de meio ambiente, o Grupo Pochet pretende focar em duas prioridades: os produtos e os processos. "Logicamente, a primeira etapa tem a ver com a avaliação do impacto da empresa", explica Pierre Dehé. Uma vez que os critérios tenham sido fixados, serão estabelecidas metas precisas e mensuráveis para cada fábrica, com roadmaps anuais. O objetivo do Grupo é reduzir em 70% o consumo de água, em 20% a emissão de gás carbônico e em 50% a emissão de compostos orgânicos voláteis (COV).

O Grupo Pochet desenvolveu sua estratégia RSE com base em quatro alicerces: preservação do planeta (redução da pegada ambiental das fábricas e dos produtos, economia circular); diálogo e cooperação com os participantes do processo para que todos possam avançar juntos; respeito e consideração pelo ser humano; e, por fim, defesa e transmissão do know-how.

»Na fábrica francesa Qualipac Aluminium, em Saint-Saturnin-du-Limet, a 40 quilômetros de Laval, o Grupo investiu 4 milhões de euros na construção de uma estação de tratamento capaz de processar todas as águas de lavagem do processo de anodização. Resultado: o nível de efluentes é dez vezes menor que o limite legal.

»Porém, é evidente que o respeito ao meio ambiente não teria sentido se não andasse lado a lado com o respeito pelo ser humano. Por isso, o Grupo fixou como meta o nível zero de acidentes em todas as unidades de produção e a eliminação de todas as substâncias CMR.

»"Nosso objetivo é também melhorar os processos", continua Pierre Dehé, visto que a proteção do meio ambiente também pode ser um fator de impulso para melhorar o desempenho da empresa. Na fábrica Qualipac Aurillac, por exemplo, graças à implementação de técnicas inovadoras de galvanoplastia, será possível eliminar o cromo hexavalente do processo de fabricação em uma nova linha de produção que estará operacional até o final de 2017, além de dividir por 20 a concentração de cromo e níquel presente nos resíduos. A recuperação da energia de aquecimento dos banhos também contribuirá para reduzir em 10% a 15% o consumo energético. "Em todos os nossos investimentos, levamos em conta a dimensão ambiental e social".


»Preservar e transmitir o know-how

»Outro elemento fundamental da estratégia RSE do Grupo é a preservação e a transmissão do know-how da empresa. Metade das fábricas do Grupo na França receberão o selo "Empresa do Patrimônio Vivo". "Estamos posicionados na fronteira entre o artesanato e a indústria. Fabricamos em quantidades industriais, mas são produtos de altíssima qualidade, destinados a marcas de grande prestígio", explica Tristan Farabet. Efetivamente, 70% das linhas de produção do Grupo necessitam pelo menos uma mudança de regulagem por dia, o que requer considerável trabalho humano.

»Na fábrica de vidro de Guimerville, na região francesa de Seine-Maritime, o Grupo identificou setores e competências em que a transmissão de know-how é essencial. Além de garantir que o know-how da empresa não se perca, o objetivo é que os colaboradores alcancem novos patamares de competências. O projeto funciona também como uma ferramenta para visualizar os elementos que podem ser melhorados, bem como para organizar planos de capacitação personalizados. A etapa seguinte é a criação da Academia Pochet, um programa interno de capacitação que será desenvolvido em todas as unidades do Grupo, com o objetivo de dar apoio aos funcionários ao longo da carreira, consolidando suas competências especializadas e, ao mesmo tempo, proporcionando novos conhecimentos.

»Uma enquete realizada de dois em dois anos revelou um forte sentimento de orgulho por parte dos funcionários da empresa, com 70% de respostas positivas. Para os dirigentes do Grupo Pochet, esse orgulho é um fator importante para motivar o compromisso dos colaboradores e o desempenho da empresa, que são reforçados pela política de RSE.


»Evolução compartilhada

»Evidentemente, os fornecedores do Grupo são parte integrante dessa estratégia. Aliás, as principais empresas fornecedoras devem aderir aos princípios de compras responsáveis definidos pelo Grupo. Globalmente, a Pochet deseja trabalhar de mãos dadas com seus parceiros, para que todos possam crescer no campo da RSE. Uma vez por ano, o Grupo pretende organizar sessões de trabalho com clientes, fornecedores e ONGs, a fim de identificar novas possibilidades de melhoria. A primeira sessão já está programada para o final de 2017.

»Empresa familiar e uma das joias da indústria francesa, o Grupo Pochet pretende usar a força de seu diferencial para desenvolver o novo projeto. Isso só será possível com a satisfação dos clientes e o compromisso dos colaboradores, "que se identificam com esses valores e percebem o sentido de nosso trabalho", conclui Tristan Farabet.»





Inovação e discursos

2017/02/13

«Develop2Change, iniciativa de desenvolvimento pessoal, interpessoal e organizacional de empreendedores(as) sociais da Ashoka @ChangemakersPT, em parceria com a Global Academy Foundation, anuncia edição para 2017»








«A #Africa.com.br, agência mais admirada do Brasil e líder em 7 categorias na pesquisa Agency Scope 2016, investe em nova liderança para atender às demandas dos clientes no atual cenário competitivo»








«São José recebe o programa inovador Awesome Business Life, da Awee4LIFE, para a melhoria de performance de pequenas e medias empresas»








Newsletter L&I, n.º 135 (2017-02-13)




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Carlos Damião: «Nem sempre a “inovação governamental” é o que parece» [link]

«Solidariedade para viver melhor: Projeto Viver Melhor – UNIMED» [link]

«Cafeicultores vivenciam experiências e ganham novos conhecimentos sobre processos na propriedade durante a 16ª FEMAGRI» [link]



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«Estratégia e investigação em análise na UBI» [link]

«Cabo Verde premiado com galardão de prestígio pelos seus progressos no combate ao paludismo» [link]

«O sonho de duas mulheres que se traduziu num selo de qualidade» [link]



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«Le Maroc apportera à l’Union africaine ses succès politiques et diplomatiques, son influence et sa crédibilité» Entretien avec @datirachida. Par Abdelwahed Rmiche, @lematinpointma [link]

«Food Vision @FoodVisionEvent #FoodVision, the leadership forum for the food & nutrition industry. Upcoming event: London 1-3 Mar 2017» [link]



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Nicholas D. Evans @unisyscorp: «Cinco previsões para os negócios digitais em 2017» [link]

Patricia Fonseca, @leakpt: «Em 2020, os Aceleradores de Inovação e 3ª plataforma vão representar 52% da despesa com TI em Portugal» [link]

Roberto Luna @RoberiLuna: «El talento en el sector textil: claves para su modernización» [link]

Marco Comastri @marcoco: « Pourquoi un management responsable et agile doit être le principal leitmotiv des dirigeants en 2017 ? » [link]

Harry Hummels @MaastrichtU @UtrechtUni: «Responsible Leadership Is Inclusive Leadership» [link]



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Stu Niebergall @ReginaRegionHBA: «Builders are imaginative, they just need the room to work» On @ReginaRegionHBA #2016MasterAwards [link]





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