2017/04/28

«Aplicativo do Senai integra consultores de todo o Brasil»



Paraíba Online @paraiba_online, com Ascom



«A Equipe de Simuladores do Instituto Senai de Tecnologia em Automação Industrial na Paraíba desenvolveu um aplicativo inovador que já está sendo utilizado nacionalmente por outros Departamentos Regionais do Senai.

»Trata-se do IRON app, que tem a funcionalidade de integrar e estimular os consultores Senai de todo o Brasil e as empresas que estão participando do programa Brasil Mais Produtivo. O “IRON” é gratuito e já está disponível para os sistemas Android e iOS, podendo ser baixado tranquilamente pelo Play Store.

»O objetivo da nova ferramenta é auxiliar no acompanhamento da Maratona Brasil Mais Produtivo, que busca alcançar a meta de atendimento de 3 mil empresas industriais de pequeno e médio porte em todo o Brasil, e aumentar em pelo menos 20% a produtividade no setor da aplicação das ferramentas Lean para pequenas e médias indústrias participantes.

O objetivo da nova ferramenta é auxiliar no acompanhamento da Maratona Brasil Mais Produtivo, que busca alcançar a meta de atendimento de 3 mil empresas industriais de pequeno e médio porte em todo o Brasil, e aumentar em pelo menos 20% a produtividade no setor da aplicação das ferramentas Lean para pequenas e médias indústrias participantes.

»O processo do aplicativo é simples e incentiva de forma lúdica a oferta de serviços e a adesão junto ao programa.

»A cada serviço inserido na base de dados pelos Departamentos Regionais, com aceite concluído, a posição na Maratona muda, criando assim, um clima de expectativa entre os regionais quanto ao posicionamento no ranking.

»A versão 2017 está dividida em competição no formato de um Triatlo e terá três etapas durante este ano.

»Segundo o Gerente Executivo de Tecnologia e Inovação do Senai/PB, Wesley Régis, esta é mais uma ferramenta de criatividade aderida às novas tecnologias.

»A vontade de estar nas primeiras colocações é fator de grande motivação para buscarmos mais adesões ao Programa B+P.

»Para conhecer mais sobre o portfólio de serviços na área de tecnologia e inovação do Senai, sobre o aplicativo e outras informações, os interessados devem ligar para o telefone 2101-5468.

»Já para obter informações sobre o Instituto Senai de Tecnologia em Automação Industrial, em Campina Grande, o telefone para contato é (83) 3182.3700.

»Detalhes sobre o Programa Brasil Mais Produtivo, basta acessar o link
http://www.brasilmaisprodutivo.gov.br/»





Inovação e recursos

2017/04/27

«Com inovação e acessibilidade digital, Hand Talk usa tecnologia para transpor barreiras entre surdos e ouvintes»



Portal Novidade @portalnovidade





«Liderada por Hugo, um simpático intérprete 3D, a Hand Talk possui um aplicativo que faz a tradução automática de texto e voz para Língua Brasileira de Sinais (Libras). O negócio de impacto social acelerado pela Artemisia oferece soluções empresariais de acessibilidade para surdos em sites.

»No Dia Nacional da Educação dos Surdos (23 de abril), cabe uma reflexão. De acordo com dados do Censo 2010, o Brasil possui quase 10 milhões de pessoas que declararam ter alguma deficiência auditiva, ou seja, 5% da população. A deficiência auditiva severa foi declarada por mais de 2,1 milhões de brasileiros – desses, 344, 2 mil são surdos e 1,7 milhão tem grande dificuldade de ouvir. Na análise educacional, vemos que cerca de 70% dos surdos brasileiros enfrentam limitações para compreender a Língua Portuguesa. Na prática, por serem alfabetizados na Língua Brasileira de Sinais (Libras) – e pelo português ser uma língua basicamente fonética – o aprendizado se torna mais difícil, demandando escolas bilíngues, ainda escassas no país. É como se um brasileiro fosse viver na China, sem entender ou ler chinês. Para mudar essa situação, três jovens empreendedores criaram a Hand Talk – negócio de impacto social que possui um aplicativo responsável pela tradução automática de texto e voz para Libras.

»Acelerado pela Artemisia, o aplicativo é uma das grandes inovações nacionais do segmento de tecnologia assistiva. O termo, originado do inglês assistive technology, é utilizado para identificar recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais de pessoas com deficiência, resultando em inclusão e melhor qualidade de vida.

»“Nesse setor, potencializamos negócios que por meio da tecnologia oferecem produtos e serviços inovadores, que ampliam as habilidades das pessoas com deficiência. Na prática, gerando inclusão e promovendo autonomia – sobretudo da população menos favorecida, de baixa renda. Identificamos e apoiamos a Hand Talk por termos percebido a genuína intenção dos empreendedores e o grande potencial do impacto do negócio, que oferece uma solução inovadora e escalável, e que hoje já influencia a vida de milhares de brasileiros”, avalia Priscila Martins, gerente de Relações Institucionais da Artemisia.

»A história do aplicativo começou em 2008, quando o publicitário Ronaldo Tenório, CEO da Hand Talk, teve uma ideia que mudaria não só a própria vida, mas a realidade de milhões de surdos nos quatro cantos do país – um projeto de faculdade, idealizado quando o empreendedor percebeu que poderia unir duas paixões: tecnologia e comunicação, para resolver um problema global e ajudar milhões de pessoas. A ideia ficou guardada por quatro anos. Em 2012, Tenório, em parceria com dois amigos e sócios – Carlos Wanderlan (analista de sistemas) e Thadeu Luz (arquiteto especialista em 3D) – se uniram para criar a Hand Talk e o simpático intérprete virtual, Hugo.

»Dentro da empresa foi criado o aplicativo Hand Talk, um tradutor de bolso que é usado como um recurso de tradução para Libras, estreitando laços entre surdos e ouvintes. O app conta com a ajuda do Hugo, um intérprete virtual 3D, que traduz texto e voz para a Língua Brasileira de Sinais – que também está presente em uma sessão educativa chamada Hugo Ensina, com uma série de vídeos que ensinam expressões e sinais em Libras a crianças e adultos.

»Segundo Ronaldo Tenório, devido à percepção das pessoas e empresas sobre a importância de tornar os canais acessíveis à comunidade surda, a solução já está presente em milhares de websites brasileiros. “O número de usuários tem aumentado exponencialmente. Existem planos para todos os tipos e portes de sites, de forma que a ferramenta pode ser adquirida por um pequeno blog até um grande portal. Quase 70% dos surdos têm dificuldade de compreender o português e, até então, a internet era inacessível para eles”, afirma, acrescentando que tem entre os clientes marcas como Magazine Luiza, Avon, Natura, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Catraca Livre.

O número de usuários tem aumentado exponencialmente. Existem planos para todos os tipos e portes de sites, de forma que a ferramenta pode ser adquirida por um pequeno blog até um grande portal. Quase 70% dos surdos têm dificuldade de compreender o português e, até então, a internet era inacessível para eles.

»Desde a criação, a empresa vem recebendo prêmios no Brasil e exterior; foi eleito o melhor aplicativo de inclusão social do mundo no World Summit Award Mobile – prêmio criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), realizado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. No ano passado, Ronaldo Tenório foi eleito pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) como um dos 35 jovens mais inovadores do mundo (Innovators Under 35).

»A história da Hand Talk começou a mudar em 2013, quando os empreendedores foram selecionados pela Artemisia para passar por um processo de aceleração. “Esse processo foi muito rico para nós. Tivemos muitos mentores, empreendedores e pessoas trabalhando com a gente. Saímos de Alagoas e participamos de vários eventos ao redor do país. Foi um processo esclarecedor em vários pontos de vista, principalmente para entendermos que um negócio de impacto social não é uma ONG: ele tem que ser sustentável, ter escala e receita para crescer e aumentar seu impacto”, conta Carlos, que hoje atende como CTO da empresa.

»Hoje, o aplicativo ultrapassou a marca de 1 milhão de downloads e tem 150 mil usuários ativos por mês. Desde a criação, já impactou mais de 6 milhões de pessoas. Em 2017, o app se tornará uma ferramenta global ao incluir a Língua Americana de Sinais. Estima-se que 5% da população de um país seja de surdos, o que representa 15,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos. “A expectativa é que até o final deste ano o aplicativo seja lançado nos Estados Unidos e, a partir daí, será mais fácil escalonar para outras línguas e países. Pretendemos, também, abrir uma nova e mais robusta rodada de investimento”, afirma.


»Salto na educação

»Como a maioria dos surdos tem dificuldade em compreender o português, a internet está praticamente offline para uma boa parcela da população. Diante dessa problemática, adotar o Hugo como tradutor em um website é inovador, estratégico e responsável socialmente. Para tornar isso possível, a Hand Talk também disponibiliza o Hugo para websites, levando acessibilidade a milhares de páginas de internet ao mesmo tempo, de forma simples e prática. O Tradutor de Sites é representado por um botão de acessibilidade que fica do lado direito da tela. Quando ativado, o Hugo traduz os textos selecionados pelos visitantes para Libras, automaticamente. Esses sites acessíveis passam a abrir portas para milhões de pessoas, que até então não eram alcançadas por aquele conteúdo, com isso, o surdo ganha autonomia para obter informação e conhecimento na web.

»Desde 2002, a Libras é tida como segunda língua oficial do Brasil; em janeiro de 2016, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), entrou em vigor, sancionando diversas ações para a acessibilidade de todos os tipos de deficiência. Com o intuito de estabelecer uma aproximação ainda maior entre a comunidade surda e as organizações, nasceu o Movimento “Site Amigo do Surdo” – iniciativa da Hand Talk em prol da acessibilidade na internet, agrupando e categorizando todos os sites acessíveis em Libras com o Hugo em um único buscador, o “Google do surdo”. Acessando www.amigodosurdo.com, você encontra diversas categorias entre páginas de serviços, shoppings, restaurantes, e-commerces – todos acessíveis em Libras. O Site Amigo do Surdo oferece mais facilidade para a comunidade surda e uma vitrine segmentada para as organizações acessíveis.



»Artemisia

»A Artemisia é uma organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A missão da organização é inspirar, capacitar e potencializar talentos e empreendedores para criar uma nova geração de negócios que rompam com os padrões precedentes e (re)signifiquem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um país com iguais oportunidades para todos. Fundada em 2004 pela Potencia Ventures, a Artemisia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas; possui atuação nacional e escritório em São Paulo.

»A Artemisia foi a primeira organização do Brasil a fazer parte da Omidyar Foundation, a mais respeitada organização no setor de investimento de impacto, fundada por Pierre Omidyar, empreendedor do Ebay. Recentemente, a ARTEMISIA também foi anunciada como uma das cinco organizações selecionadas, entre 115 de toda a América Latina, pelo edital da Rockefeller Foundation, Avina, Avina Americas e Omidyar. www.artemisia.org.br»





Inovação e invenções

2017/04/26

«Huawei e GE lançam solução de manutenção industrial preditiva baseada em nuvem»



Bonde @portalbonde



«Na Feira de Hannover de 2017 (Hannover Messe 2017), a principal exposição industrial do mundo, a Huawei, grande provedora global de soluções de tecnologia da informação e das comunicações (TIC), e a GE Digital, principal empresa de software para a Internet Industrial, lançaram em conjunto a solução de manutenção industrial preditiva baseada em nuvem (Industrial Cloud-based Predictive Maintenance Solution).

»A nova solução integra, com perfeição, o Edge Computing IoT (EC-IoT) da Huawei com a plataforma em nuvem da Internet Industrial Predix da GE, para habilitar conectividade rápida, ponta a ponta, entre ativos industriais e aplicativos na nuvem, possibilitando o monitoramento em tempo real da saúde da máquina, análise de dados e percepção, bem como a tomada de decisões inteligentes de manutenção. Na era da indústria digital, a solução ajuda as fabricantes a reduzir custos de manutenção e prevenir tempo de paralização não planejada de ativos, além de impulsionar inovações em produtos e serviços.

»Ao comentar sobre a colaboração, a presidente do Departamento de Marketing e Vendas de Soluções da Huawei Enterprise Business Group, Diana Yuan, disse: "A era da indústria digital não traz apenas oportunidades de desenvolvimento para indústrias tradicionais, mas também cria desafios relativos à interconectividade entre diversos dispositivos, computação de Big Data e aplicativos inteligentes.

»A Huawei colabora com suas parceiras para explorar o campo da Internet industrial e lida com esses desafios com base em suas experiências em transformação digital e tecnologia de TIC de vanguarda. Como corporações listadas na Fortune Global 500, a Huawei e a GE aproveitam seus vastos recursos de pesquisa e inovação para desenvolver uma solução poderosa, que ajuda seus clientes industriais a alcançar novos níveis de desempenho de seus ativos, otimizar as operações de serviço e se tornar mais competitivos. No futuro, a Huawei e a GE irão acelerar, em conjunto, a implementação de aplicativos digitalizados industriais baseados em nuvem, para possibilitar a transformação digital das indústrias".

Na era da indústria digital, a solução ajuda as fabricantes a reduzir custos de manutenção e prevenir tempo de paralização não planejada de ativos, além de impulsionar inovações em produtos e serviços.

»O CTO da GE Digital, Harel Kodesh, disse: "O crescimento da Internet Industrial depende do cultivo de um ecossistema e do compromisso de se desenvolver, em conjunto, soluções para acelerar a transformação digital para a indústria. Essa nova solução reúne as forças de duas grandes empresas, a Huawei e a GE, e já está propulsionando resultados positivos para os clientes voltados para a inovação, como a Schindler. Essas parcerias irão ajudar as indústrias a aproveitar a Internet Industrial e obter ganhos sem precedentes em produtividade".

»A Huawei e a GE anunciaram sua parceria estratégica em julho de 2016 e essa solução conjunta é a última realização em seu trabalho de cooperação no campo da Internet das Coisas (IoT ? Internet of Things) industrial. A solução integra gateways de EC-IoT e Agile Controller da Huawei, a plataforma Predix da GE, sensores e controladores de outros parceiros e aplicativos industriais para construir canais de informação entre redes industriais e uma plataforma de interconexão.

»A solução de manutenção industrial preditiva será adotada pela Schindler, fornecedora líder de mercado mundial de elevadores e escadas rolantes. Ela irá ajudar a Schindler a conectar e gerenciar centralmente seus milhões de elevadores no mundo, reduzindo significativamente os custos de manutenção de equipamentos e melhorando a confiabilidade do serviço, beneficiando bilhões de pessoas em todo o mundo, todos os dias.

»"Com o uso de tecnologias inovadoras e de nossa expertise no setor, desenvolvemos o Schindler Ahead, a plataforma digital industrial para mobilidade urbana inteligente. A parceria com a Huawei e suas soluções de conectividade de vanguarda nos permitem escalonar rapidamente e inovar de forma muito ágil em favor de nossos clientes e dos usuários de elevadores", disse o membro do Comitê Executivo do Grupo e CDO (chief digital officer) da Schindler, Michael Nilles.

»A Feira de Hannover (Hannover MESSE) de 2017 será realizada de 24 a 28 de abril, no Centro de Exposições de Hannover, na Alemanha. O estande da Huawei é o A26, no Hall 7. Para mais informações sobre a exposição dos produtos e soluções da Huawei na feira, visite
http://e.huawei.com/topic/hannovemesse2017-en/index.html.



»Sobre a Huawei

»A Huawei é uma grande provedora global de soluções de tecnologia da informação e das comunicações (TIC). Nosso objetivo é melhorar a vida e aumentar a eficiência através de um mundo melhor conectado, atuando como uma cidadã corporativa responsável, habilitadora da inovação para a sociedade da informação e contribuinte colaborativa do setor. Impulsionada por inovações voltadas para o consumidor e parcerias abertas, a Huawei estabeleceu um portfólio completo de soluções de TIC que proporciona aos clientes vantagens competitivas em telecomunicações e redes empresariais, dispositivos e computação em nuvem. Nossas soluções e nossos produtos e serviços inovadores de TIC são usados em mais de 170 países e regiões, servindo mais de um terço da população do mundo. Fundada em 1987, a Huawei é uma empresa privada, totalmente controlada por seus empregados. Para mais informações, por favor, visite a Huawei online em www.huawei.com.»





Inovação e ideias

2017/04/25

«Belgo lança cerca 3D. App de smartphones apresenta projeções de simulações de cercas com os produtores da empresa»



Portal DBO @PortalDBO



«Visando levar a gestão de uma fazenda à palma da mão do pecuarista, a Belgo Bekaert Arames [@belgobekaert] irá lançar o Belgo 3D, um aplicativo de smartphones disponível nos sistemas Android e iOS.

»O produto será apresentado na Agrishow, que acontece entre 1º e 5 de maio, em Ribeirão Preto, SP.

»Utilizando uma tecnologia inovadora de Realidade Aumentada, o usuário terá acesso instantâneo a projeções 3D de simulações de cercas com os produtos da empresa, como o Belgo Cordaço, Belgo Campestre, Belgo Z-700 e Motto, além de vídeos instrutivos com dicas de instalação desses três últimos, em especial. Após baixar e abrir o aplicativo (app), basta apontar a câmera do celular para a imagem no catálogo de produtos da empresa para que ocorra a experiência em três dimensões.

»Os visitantes da Agrishow poderão conferir o lançamento no estande da empresa.

Utilizando uma tecnologia inovadora de Realidade Aumentada, o usuário terá acesso instantâneo a projeções 3D de simulações de cercas com os produtos da empresa, além de vídeos instrutivos com dicas de instalação.

»“Desenvolvemos o app para mostrar os produtos aplicados de forma rápida e simples, sendo possível visualizar a cerca instalada com seus fios e mourões.

»Sempre investindo em inovações tecnológicas como essa, a empresa elevou a comunicação com o pecuarista a um novo patamar”, explica Gustavo Nogueira, gerente de Negócios da Belgo Bekaert Arames.

»A cerca é o primeiro passo para tornar a pecuária mais produtiva e lucrativa. A estrutura garante controle sobre a pressão de pastejo exercida pelo gado, organiza a entrada no curral, ajuda a economizar em adubos e fertilizantes e possibilita gerir os nascimentos da bezerrada na estação reprodutiva, um dos mais importantes manejos de uma fazenda pecuária.»





Inovação e discursos

2017/04/24

Newsletter L&I, n.º 145 (2017-04-24)




n.º 145 (2017-04-24)

TAG: # aplicativos # aplicaciones # applications # applis # apps
L&I Media
L&I Scholar
L&I Blog



Index


TAG: # aplicativos # aplicaciones # applications # applis # apps


Liderar Inovando BR
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Roça hi-tech: conheça as inovações que estão revolucionando a agricultura» [link]

«Aplicativo de música alerta para velocidade no trânsito: O Speed-o-Track» [link]

«Como funciona uma fábrica de apps» [link]

W. Gabriel: «Sindicatos e empresas tradicionais fazem o sucesso dos apps inovadores» [link]



Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Big Smart Cities. Cascais é a primeira “cidade experimental” para startups» [link]

«Portugueses criam a "app mais segura" para guardar fotos» [link]

«Android mostrou todo o seu potencial de inovação em Lisboa» [link]

«Android. As 10 apps que marcaram o ano 2016» [link]



Liderar Innovando ES
Discursos e innovación | Ideas e innovación | Inventos e innovación | Recursos e innovación

«'Apps' versus negocios tradicionales, un debate que apenas está por empezar» [link]

«Innovador sistema que captura el dióxido de carbono mediante grafeno» [link]

Smartfuel, una nueva forma de pagar el repostaje [link]

«Una aplicación para detectar el bullying, la innovación más social. El proyecto "I-Sen" gana el "Gijón Socialweekend", evento que desarrolla ideas con la premisa del beneficio común» [link]



Mener avec Innovation FR
Discourses et innovation | Idées et innovation | Inventions et innovation | Ressources et innovation

«Innovation: une application pour aider les personnes atteintes de troubles auditifs» [link]

«RTE mise sur l’innovation avec l’application éCO2mix» [link]

«Près de Toulouse, une entreprise vient de créer le premier vélo hybride de France» [link]

«L'appli conçue à Limoges CaraMaps part à la conquête de l’Europe» [link]



Leadership & Innovation EN
Discourses and innovation | Ideas and innovation | Inventions and innovation | Resources and innovation

«Amazon Web Services (AWS) is looking for Canadian applications for its Cloud Innovation Challenge» [link]

«Sapho raises $14M to turn old enterprise software into modern apps» [link]

«New app Perspecs News challenges readers' belief systems - by offering THREE sides to every story» [link]

«Kony Promotes Digital Innovation With the Launch of Its New App Playground Event Series» [link]




Liderar Inovando BR Liderar Inovando PT Liderar Innovando ES
Mener avec Innovation FR Leadership & Innovation EN


L&I Media


ABB adquire B&R e consolida sua liderança em automação industrial [link]

FC Porto transforma experiência do público na área empresarial do Estádio do Dragão [link]

Agencia Judía lanza el Programa de Liderazgo Adaptable [link]

La société bordelaise eDevice remporte le Frost & Sullivan Award 2017 [link]

AARP, in collaboration with MedCity News, presents the inaugural 50+ Innovation Leaders [link]



L&I Scholar


Fundação Clinton lança concurso para desenvolvimento de soluções frente aos desafios globais [link]

José Leitão e Tiago Fernandes: Partido Socialista: o que falta fazer [link]

Las empresas buscan cursos cortos, a medida y aplicables [link]

L’AUB partenaire du gouvernement [link]

As enrollment falls, Innovative Arts Academy restructures leadership [link]



L&I Blog


Venâncio Velloso: Que líder você precisa para comandar a transformação digital do seu negócio? [link]

Um em cada dois adultos utiliza a banca digital [link]

Seis claves para que las pymes no dejen escapar el talento digital [link]

Espace audiovisuel: ‘Business Day’, l’opération de charme de la Rti [link]

Rajesh Aggarwal: The spirit of Innovation [link]





Licencia Creative CommonsLicencia Creative Commons
Atribución-NoComercial 4.0 Internacional





Rota da Inovação na TV Cultura | Juliana Ortega de Moraes @FarolCom








Jovens Aline Regina Palhares e Alexsandro Faleiro empreendem e trilham o caminho da sucessão familiar | Ana Carolina Becker e Juliana Bencke @folhadomate_com








2017/04/21

«Como funciona uma fábrica de apps»



Canaltech @canaltech, Igor Lopes





«Tecnologia e inovação são características de qualquer empresa no mundo atual. Por isso mesmo, a criação de um app tornou-se uma ferramenta importante para que a empresa possa escalar e ganhar mercado.

»Confira a entrevista com Mikael Malanski, da X-Apps, uma empresa especializada na fabricação de apps, que fala mais como funciona este tipo de demanda e mercado.»





Inovação e invenções

2017/04/20

W. Gabriel: «Sindicatos e empresas tradicionais fazem o sucesso dos apps inovadores»



O POVO Online, @wgabriel1 via @opovoonline



«Aplicativos polêmicos como Uber e AirBnb continuam grandes muito devido à estagnação dos mercados em que atuam. Tais apps não são perfeitos, muito menos hoje há unanimidade entre seus usuários. Mas a fraca concorrência dos mercados tradicionais, imobilizada e insuficientemente criativa, gera a força cada vez maior dessas empresas revolucionárias de tecnologia.

»Não é de hoje que as reclamações contra o Uber aparecem. Os valores das corridas já não são mais tão baixos como antes; os motoristas, aos poucos, estão mais insatisfeitos; até os carros hoje recebem críticas. Aparentemente é o começo do cenário ideal para a retomada do mercado de táxis comuns. Isso se os táxis soubessem aproveitar.

»Se há hoje alguns que reclamam do Uber, há uma multidão que rejeita os aplicativos dos sindicatos de taxistas pelo País. Pesados, com problemas de travamento e, pior ainda, com diversos taxistas ainda sem sabê-los usar conforme as regras. Diante da concorrência confusa e desalinhada das regras básicas de precificação e atendimento, as pessoas passam a confiar ainda mais no Uber e se acostumam com ele, apesar dos percalços. Cenário ótimo para apps como 99Taxi e EasyTaxi, que definem e sustentam suas regras tal qual o modelo de administração do Uber - algo que os sindicatos tradicionais de táxi ainda não compreenderam. Faltam treinamento, investimento correto e concentrado e humildade para aceitar a necessidade de evoluir.

As pessoas passam a confiar ainda mais no Uber e se acostumam com ele, apesar dos percalços. Cenário ótimo para apps como 99Taxi e EasyTaxi, que definem e sustentam suas regras tal qual o modelo de administração do Uber - algo que os sindicatos tradicionais de táxi ainda não compreenderam.

»O mesmo ocorre com o AirBnb, aplicativo de locação de imóveis diretamente com os proprietários. Sua dinâmica de precificação, autonomia e divulgação online parece extrapolar o raciocínio tradicional do mercado hoteleiro. Apesar das reclamações contra o app, a imobilidade dos seus concorrentes tradicionais no mundo online e a inflexibilidade para diversos outros fatores só reforçam o costume da população a favor do AirBnb. Bom também para outros serviços como o Booking, que se valem do costume online das pessoas para ganhar ainda mais público, enquanto os hotéis com modelo inóspito apenas reclamam.

»Os mercados tradicionais precisam entender que serviços revolucionários sempre aparecerão. A diferença está em como se posicionar também de forma inovadora diante desse cenário. Para isso, é necessário que os mercados tradicionais percam a cegueira das vaidades e busquem ajuda, contratem consultorias de inovação e marketing, realizem investimentos massivos em inovação e outros modelos de negócio e busquem a todo custo avançar. Isso se não quiserem obviamente desaparecer, inclusive em poucos anos. Afinal, o crescimento do concorrente nesse mercado inovador é feito muito em cima da imobilidade, sisudez e incompetência das próprias empresas que hoje só reclamam.»





Inovação e recursos

2017/04/19

«Aplicativo de música alerta para velocidade no trânsito: O Speed-o-Track»



Portal Inteligemcia @inteligemcia



«De acordo com a Organização Mundial da Saúde/ONU, em todo o mundo, cerca de 1,3 milhão de pessoas morrem vítimas de acidentes a cada ano, enquanto a quantidade de feridos chega a 50 milhões. No panorama mundial, o Brasil ocupa o quinto lugar entre os recordistas em mortes no trânsito, atrás apenas da Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Ainda segundo a OMS, um dos maiores fatores de risco para essa realidade é o excesso de velocidade pelos motoristas. Dentro deste cenário, foi lançado o aplicativo para smartphones Speed-O-Track. Fruto de uma parceria da Arteris, uma das maiores empresas de concessões de rodovias do Brasil, com o Spotify e o Google Maps, o app desenvolvido pela Dentsu Brasil tem como objetivo ajudar o motorista a respeitar os limites de velocidade das ruas e rodovias, de forma bastante inusitada. Em vez de avisos sonoros, a própria música ouvida pelo condutor irá ajudá-lo a adotar um comportamento seguro, que pode salvar vidas.

»Ao fazer o login no Spotify, o app acessa todas as playlists da conta conectada e usa os dados do Google Maps para identificar a velocidade máxima permitida no local transitado. Quando o limite é ultrapassado, a música que está tocando no momento acelera e só volta ao ritmo normal quando o veículo estiver dentro da velocidade permitida. Desta forma, o Speed-O-Track une tecnologia, inovação e diversão, por meio de duas das maiores plataformas digitais do planeta, o Google e o Spotify, para oferecer um novo serviço para as pessoas.

Fruto de uma parceria da Arteris, uma das maiores empresas de concessões de rodovias do Brasil, com o Spotify e o Google Maps, o app desenvolvido pela Dentsu Brasil tem como objetivo ajudar o motorista a respeitar os limites de velocidade das ruas e rodovias, de forma bastante inusitada

»A iniciativa está alinhada com a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” (2011-2020), instituída pela ONU, que prevê reduzir em 50% os acidentes fatais nas rodovias brasileiras neste período. O app, disponível gratuitamente para Android e iOS, funcionará apenas para assinantes Premium do Spotify. As 500 primeiras pessoas que fizerem download ganharão um mês grátis de assinatura do Spotify Premium.

»“A inovação é um dos pilares da estratégia de segurança viária da nossa empresa, que trabalha para cumprir a meta de 50% de redução dos acidentes nas rodovias que administramos”, afirma a diretora de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade da Arteris, Alessandra Vasconcelos. “Os aplicativos de navegação estão cada vez mais presentes nas vidas das pessoas, o que abre uma enorme oportunidade para o desenvolvimento de funcionalidades que podem tornar o trânsito mais seguro”.

»A tecnologia inédita envolve um mashup entre Geolocalização, Reverse Geocoding, Streaming e Processamento de Áudio. Esse cruzamento de dados do API (Application Programming Interface) do Google Maps com a playlist do usuário no Spotfy aproveita um hábito frequente das pessoas – ouvir música enquanto dirigem –, possibilitando, assim, a criação de um alerta diferenciado e melhor percebido pelo condutor.

»“O Speed-o-Track chama rapidamente a atenção do motorista e o alerta sobre o excesso de velocidade por meio da própria música em ritmo acelerado, ao contrário de mensagens sérias e pouco interessantes que normalmente são utilizadas quando o assunto é Segurança no Trânsito”, conta Filipe Cuvero, diretor de Criação da Dentsu Brasil.

»Pesquisa recente da Arteris identificou que, apesar das intensas campanhas alertando sobre os riscos do excesso de velocidade, quase metade dos motoristas brasileiros admite infringir, mesmo que ocasionalmente, a velocidade máxima permitida nas vias. No Brasil, o trânsito tira mais de 40 mil vidas por ano, o que corresponde a uma taxa superior a 22 óbitos por grupo de 100 mil habitantes, acima da média das Américas (15,9 por 100 mil habitantes), dos países de média e baixa renda (20,1 e 18,3 por 100 mil habitantes, respectivamente) e mais que o dobro dos países de alta renda (8,7 por 100 mil habitantes).»





Inovação e ideias

2017/04/18

«Roça hi-tech: conheça as inovações que estão revolucionando a agricultura»



Olhar Digital @olhardigital



«Foi só a gente pegar a estrada para começar a se surpreender. Nossa equipe rodou mais de mil quilômetros e encontrou muita tecnologia onde a gente menos esperava: longe dos centros urbanos, nas zonas rurais. A roça está cada vez mais hi-tech! Do plantio à colheita, soluções tecnológicas que vão desde um simples aplicativo a máquinas que valem quase um milhão de reais já fazem a diferença na vida de muitos produtores rurais.

»Nossa primeira parada foi na Fazenda Coxinho, em Indaiatuba, interior de São Paulo. Aqui, a responsável por trazer a tecnologia para o campo foi a Janaína. A principal cultura da fazenda é o milho - tratado com todo amor e carinho. Já um dos maiores inimigos é pequeno, mas com alto poder destrutivo: as ervas daninhas.

»Quem vê a Janaína assim, debaixo de um sol de quase 40 graus, fotografando mato, pode achar a paixão dela pelo milho é meio exagerada. Na verdade, ela usa muito um aplicativo bem interessante de reconhecimento de plantas daninhas. Com acesso à internet, cada vez que ela fotografa uma erva daninha, o app envia a imagem para a nuvem e a compara com um banco de dados de mais de 13 mil plantas malignas cadastradas. Se o 3G colaborar, tudo acontece na hora, ali mesmo, no meio do milharal.

»De Indaitauba, partimos para São Carlos. Por aqui, pesquisadores da Embrapa desenvolveram - ainda apenas em escala laboratorial - um fertilizante de liberação controlada à base de nanotecnologia. Falando, parece complexo. Na prática, o fertilizante do tamanho de um grão de arroz é uma promessa de solução para um dos maiores problemas da aplicação de nutrientes na lavoura, aperda por evaporação ou a dispersão pela água das chuvas.

»No meio do caminho para nossa próxima parada, encontramos essas simpáticas vaquinhas. E, quer saber? Descobrimos que um aplicativo para dispositivos móveis está revolucionando a produção de leite. Com o smartphone nas mãos, o produtor coleta e armazena todas as informações da ordenha. Com esses dados em nuvem, a ferramenta ajuda a monitorar melhor o rebanho com notificações e alertas automáticos. Mais do que isso, essas informações também colaboram com o trabalho do veterinário; o profissional é capaz de identificar melhor a situação do animal ao checar os registros feitospelos técnicos,evitando possíveis doenças e diagnósticos errados em todo o rebanho.

»Prestes a completar nossos mil quilômetros rodados, a nova parada foi na Fazenda Nova Esperança, em Cesário Lange.

Por falar em água, olha ela lá. O controle do clima é uma ferramenta indispensável para o produtor rural. Vai chover? Não vai chover? Eles usam alguns aplicativos para monitorar a meteorologia. Este, por exemplo, mostra em tempo real o deslocamento das chuvas na região. E o Sérgio usa tanto para saber se é hora de pular na piscina ou se é hora de colocar o pessoal para trabalhar um pouquinho mais rápido.

»São mais de 800 hectares de plantações de soja e milho e um visual de tirar o fôlego. Mas o que faz diferença por aqui não é só a estrutura e o tamanho da fazenda - é o fato de o Sérgio ser um fazendeiro aficcionado por tecnologia. Ele investiu em máquinas de última geração para, claro, aumentar sua produtividade e ter um controle muito maior do seu plantio. São equipamentos com tecnologia de ponta para garantir o máximo de produtividade.

»Essas três máquinas estão entre o que existe de mais hi-tech no campo. Desenvolvidas para a agricultura de precisão, as plantadeiras, pulverizadores e colheitadeiras dão um show. Antes de a gente explicar a tecnologia embarcada nelas, dá só uma olhada na eficiência de trabalho das três…

»Controladas milimetricamente por satélite, as máquinas têm um piloto automático capaz de reproduzir movimentos com margem de erro de apenas dois centímetros e meio. Ou seja, se o plantio for feito aqui este ano, no próximo é possível repetir a colocação das sementes exatamente no mesmo lugar.

»No cockpit das máquinas, o condutor controla e acompanha toda a atividade em tempo real na tela touch screen; é possível inclusive calcular o que está sendo, por exemplo, colhido naquela área naquele exato momento.

»Num futuro mais próximo do que você imagina, esses equipamentos estarão todos conectados, trazendo a Internet das Coisas também para a roça.

»É só dar uma espiada no smartphone do Sérgio e do Felipe, filho dele, que a gente vê quanto aplicativo contribui para o dia a dia da fazenda. Este, por exemplo, através de conexão celular, controla três pontos de irrigação. É possível ligar, desligar, controlar o fluxo, ângulo e tudo mais através do celular.

»Por falar em água, olha ela lá. O controle do clima é uma ferramenta indispensável para o produtor rural. Vai chover? Não vai chover? Eles usam alguns aplicativos para monitorar a meteorologia. Este, por exemplo, mostra em tempo real o deslocamento das chuvas na região. E o Sérgio usa tanto para saber se é hora de pular na piscina ou se é hora de colocar o pessoal para trabalhar um pouquinho mais rápido.

»Já de volta a São Paulo, antes de o sol de pôr, visitamos esta central de alerta de informações climáticas e risco de incidência de pragas e doenças na lavoura. Algoritmos avançados combinam as condições do clima com essas doenças para alertar os produtores da região onde determinada praga esteja prestes a atacar. Informação que vale ouro; ou melhor, vale o milho…a soja…o trigo... o feijão.

»A combinação entre essas diferentes tecnologias está aumentando a produtividade brasileira e mundial. A safra de 2017 promete ser recorde no país e pode ajudar a economia a dar um passinho na direção da recuperação. Esse encontro entre bits e bytes, sementes e aplicativos, satélites e solos férteis, é uma das fronteiras mais interessantes da tecnologia digital. E muita coisa ainda está por vir no segmento. E, como sempre, você confere tudo aqui, no Olhar Digital.»





Inovação e discursos

2017/04/17

Newsletter L&I, n.º 144 (2017-04-17)




n.º 144 (2017-04-17)

TAG: # inovação social # innovación social # innovation sociale # social innovation
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Index


TAG: # inovação social # innovación social # innovation sociale # social innovation


Liderar Inovando BR
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Mao3D – O programa colaborativo que reúne inovação, tecnologia e inclusão» [link]

«Brasileiros podem escolher diretrizes para plano sobre internet das coisas» [link]

«MIT irá premiar os desobedientes. O Media Lab criou um prêmio de 250.000 dólares para aqueles que romperem com as normas, pois “não se pode mudar o mundo sendo obediente”» [link]

Jamila Venturini e Caroline Burle: «Do acesso à informação à proteção de dados. Um caminho para a participação e cidadania» [link]



Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Portugal vai acolher conferência europeia sobre inovação social» [link]

«Câmara Municipal de Vila Real de Santo António defende inovação social no combate ao desemprego» [link]

«Braga: Gabinete para a igualdade abre em Abril» [link]

«Implementação do Repositório de Materiais» [link]



Liderar Innovando ES
Discursos e innovación | Ideas e innovación | Inventos e innovación | Recursos e innovación

«El Ministerio de la Juventud (MJ) de la República Dominicana enviará jóvenes a España a programa de emprendimiento e innovación social» [link]

«Zaragoza Activa y la Universidad de Zaragoza reflexionan sobre creatividad e innovación social» [link]

«La innovación social como imperativo para resolver algunos de los desafíos del siglo XXI» [link]

«Ilunion destaca su singularidad en innovación social corporativa basada en “la diversidad y la inclusión”» [link]



Mener avec Innovation FR
Discourses et innovation | Idées et innovation | Inventions et innovation | Ressources et innovation

Maartje De Vries et Janneke Ronse: « Semaine de 30 heures : après la Suède, la Belgique fera-t-elle aussi preuve d'innovation sociale ? » [link]

«Impact, une nouvelle fondation au service de l'innovation sociale» [link]

«Rebondir apres une épreuve: Chacun d’entre nous peut connaître des épreuves de vie que ce soit dans le domaine de l’emploi, la famille, la santé. Nous sommes tous démunis dans ces périodes de chocs» [link]

Jacky Lesueur: «Propositions pour améliorer le financement de l’ESS» [link]



Leadership & Innovation EN
Discourses and innovation | Ideas and innovation | Inventions and innovation | Resources and innovation

«Babson Intensity Track For MBA Students educates to build economic and social value simultaneously» [link]

«Sector and Government Cooperation Key to Social Innovation Success» [link]

«Building a safer, more sustainable society through digital social innovation» [link]

«Al Smith Named Toyota's New Social Innovation Group Vice President» [link]




Liderar Inovando BR Liderar Inovando PT Liderar Innovando ES
Mener avec Innovation FR Leadership & Innovation EN


L&I Media


«Google é a marca mais influente entre os brasileiros, aponta pesquisa do Ipsos», @adnews_com_br [link]

«Ford aposta no futuro com investimento de mais de 345 milhões no Canadá», @automonitorpt [link]

«Lexmark logra numerosos premios internacionales gracias a su permanente innovación», @MadBoxpc [link]

«Kouroussa : 26 acteurs électoraux à l’école du leadership et de la prévention des conflits», @Guineenews [link]

Virginia L. Mason: «@UnitedWay: Young leaders help to strengthen organization’s work», @NorwichBulletin [link]



L&I Scholar


«Congresso de Estratégia Criativa discutirá inovação e liderança em diferentes áreas» @zerohora, Bruna Vargas [link]

«Mensagem de Mohammed VI na cerimónia de arranque do "Fim de Semana da Governação @Mo_IbrahimFdn"», @noticiaaominuto [link]

«La Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas (UPC) @UPCedu busca reconocer y potenciar el liderazgo y espíritu innovador de jóvenes», @larepublica_pe [link]

«Cérémonie officielle de clôture de la 5ème Session Du Centre Régional de Leadership YALI Afrique de L’ouest Dakar», @dakaractu [link]

Ian Powell (@ASMSNZ): «Clinical Leadership & Medical Workforce in DHBs», @ScoopNZ [link]



L&I Blog


José Aníbal: «A inspiração da liderança e os grilhões do passado», @JornalOGlobo [link]

«Audi e Porsche em paz. Menos no veículo eléctrico», @observadorpt [link]

.@GabyTeasdale: «Estimular la innovación» vía @LaNacionPy [link]

.@valtech_: «On veut que 30% de nos sources de revenus dans trois ans soient nouvelles», @Infopresse [link]

.@peteralkema: «New imperatives for leadership and innovation», @Bizcommunity [link]





Licencia Creative CommonsLicencia Creative Commons
Atribución-NoComercial 4.0 Internacional





ABB adquire B&R e consolida sua liderança em automação industrial








2017/04/14

Jamila Venturini e Caroline Burle: «Do acesso à informação à proteção de dados. Um caminho para a participação e cidadania»



JOTA @JotaInfo



«Não é raro que a ideia de privacidade seja contraposta a de transparência. A Lei de Acesso à Informação (LAI), por exemplo, (acertadamente) determina que o tratamento de informações pessoais deve respeitar a intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas e detalha uma série de limitações com relação ao acesso a esse tipo de informações. No entanto, muitas vezes, esses conceitos por vezes tratados como dicotômicos podem estar associados. No contexto brasileiro, por exemplo, o mecanismo do habeas data – replicado em diversos países da América Latina – foi idealizado como direito fundamental na Constituição de 1988 como forma de controlar as atividades de vigilância empreendidas durante a ditadura militar e minimizar, de alguma forma, o desequilíbrio de poder entre cidadãos e Estado com relação a que informações este detém sobre a população. Nesse sentido, pode-se pensar no papel da transparência como forma de garantir que o Estado preste contas, inclusive, sobre o processamento de dados coletados da população.

»Em tempos em que as novas tecnologias se proliferam no poder público em iniciativas tão diversas quanto a prestação de serviços eletrônicos, o oferecimento de informações sobre gastos públicos e a consulta da cidadania sobre temas de interesse público através de plataformas online, resgatar essa relação se faz ainda mais fundamental. Principalmente quando, ironicamente, certas iniciativas públicas terminam demandando – intencionalmente ou não – uma série de dados dos cidadãos e cidadãs em troca do acesso à informação ou para permitir a participação social reproduzindo o modelo das plataformas privadas de Internet. [1]



»Da transparência à participação: mas sob quais condições?

»O Brasil tem feito diversos esforços em migrar serviços públicos para o ambiente digital e em implementar iniciativas de Governo Aberto, que prezam não somente pela prestação de contas e acesso à informação, mas também pela transparência, participação social e inovação tecnológica.

»Embora o conceito de Governo Aberto [2] ainda esteja em construção, com o advento das novas tecnologias, ele tem sido colocado em prática por diversos governos tendo como sua base fundamental a democracia. Dessa forma, a Web – por meio, por exemplo, de plataformas online – é utilizada para permitir que cidadãos possam participar de maneira efetiva na formulação de políticas públicas, contribuir com questões governamentais que influenciam diretamente as suas vidas e fiscalizar a implementação de políticas e atividades públicas. Além de ter sido um dos fundadores da Parceria para Governo Aberto (OGP) [3], o Brasil possui diversas plataformas governamentais para a participação social, como o http://pensando.mj.gov.br, http://edemocracia.camara.gov.br/ e o http://www.participa.br/.

»Essas iniciativas no mundo digital refletem um amplo histórico de processos participativos e de consulta offline, como conselhos, conferências participativas, etc. Levadas ao ambiente online, elas democratizariam e trariam mais comodidade à participação. Mas sob qual custo?

»Ao compartilhar dados de navegação ou acesso com terceiros ou permitir que eles os coletem de forma automatizada, os governos indiretamente contribuem com um sistema de mapeamento que agregará agora informações sobre participação política a dados de consumo e outros obtidos de outras plataformas para a criação de perfis cada vez mais acurados dos indivíduos. Mais informações permitem mais conclusões sobre a personalidade de cada um, inclusive sobre preferências políticas, opção sexual, etc. [4] Dado que o modelo de negócios predominante nesse espaço é baseado na coleta, processamento e venda de dados pessoais e que muitas das soluções disponíveis para implementação por parte do Estado são propriedade de grandes empresas de tecnologia, como garantir a autonomia dos cidadãos sobre o destino de suas informações ao interagirem nessas plataformas? Qual o impacto da troca de dados pessoais por participação para a democracia e o ideal de governo aberto?



Ao compartilhar dados de navegação ou acesso com terceiros ou permitir que eles os coletem de forma automatizada, os governos indiretamente contribuem com um sistema de mapeamento que agregará agora informações sobre participação política a dados de consumo e outros obtidos de outras plataformas para a criação de perfis cada vez mais acurados dos indivíduos.

»Termos de Uso na Internet: o que eles tem a ver com isso?

»Termos de Uso ou Termos de Serviço são uma forma de contrato padronizado que é geralmente utilizada para regular o relacionamento entre usuários e provedores de serviços no ambiente online. Esse tipo de contrato, conhecido como contrato de adesão, é caracterizado por ser definido unilateralmente por uma das partes (no caso, o provedor de serviços) e oferecido sob as mesmas condições para um número indefinido de pessoas (os consumidores) que têm apenas a opção de aceitá-los ou não – sendo que, no último caso, geralmente teriam que desistir do serviço.

»São esses contratos que definem as condições para a interação no ciberespaço, incluindo as regras e condições para a expressão em redes sociais, blogs, fóruns, etc. Isso pode incluir, por exemplo, os tipos de informações pessoais que serão coletadas ao se utilizar o serviço e como elas serão utilizadas. Dada sua abundância, linguagem técnica e formato pouco atrativo, os Termos de Uso raramente são lidos com a devida atenção.

»A preocupação nesse contexto é que o mero uso de determinadas páginas web pode implicar na aceitação de termos que podem não necessariamente refletir direitos consolidados em um determinado país ou garantir as proteções necessárias aos usuários. No que diz respeito aos dados pessoais, apesar de longos e aparentemente detalhados, esses documentos costumam ter cláusulas genéricas autorizando a coleta automatizada – inclusive por terceiros – e o compartilhamento de dados com diversos agentes [5].

»Quando aplicadas a serviços governamentais, ferramentas privadas adicionam novas camadas de regulação com seus contratos, complexificando a relação entre as partes do ponto de vista da população usuária: que termina sem saber se há coleta automatizada de seus dados, quem será o responsável por esta coleta e processamento e sob quais condições. Com isso, aumenta-se a assimetria de informações entre cidadãos e Estado-provedor-de-serviços-digitais no que se refere às regras que regem seu relacionamento.

»Do acesso à informação à proteção de dados pessoais

»É fundamental se avançar nas iniciativas de transparência e governo aberto, mas o desenvolvimento nessa área deve dar-se com respeito aos direitos humanos. O custo da participação e transparência não pode ser a autonomia dos cidadãos e são necessárias regras claras quanto à definição de dados pessoais e as regras para o compartilhamento dessas informações com terceiros. Um marco amplo de proteção de dados pessoais nos moldes do que se encontra atualmente em debate no Congresso brasileiro, que se aplique a agentes privados e estatais, é, portanto, necessário. Somente, assim, plataformas públicas serão, realmente, espaços para o pleno exercício da cidadania.




»[1] Um exemplo dessa situação foi o da plataforma de consulta pública do Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo, que exigia que, para ter acesso aos conteúdos da consulta e poder participar, o cidadão se cadastrasse aceitando Termos de Uso que incluíam o fornecimento de dados verdadeiros de nome completo, data de nascimento, CPF, distrito, gênero e e-mail, que – assim como o conteúdo dos comentários e com exceção do CPF – poderiam ser posteriormente utilizados, publicados, transmitidos, distribuídos e exibidos. O texto, que gerou reações em diversos setores, foi substituído na versão que se encontra disponível em [consultado em 11 de abril de 2017].

»[2] Sobre o conceito de Governo Aberto e seus princípios leia o artigo “Que tal definirmos princípios de Governo Aberto?” [consultado em 11 de abril de 2017].

»[3] A Parceria para Governo Aberto (OGP) foi criada em 2011, com 8 países fundadores e, atualmente, tem 76 membros. Mais informações estão disponíveis, em inglês, no site da OGP [consultado em 11 de abril de 2017].

»[4] Para saber mais sobre os impactos da coleta massiva de dados pessoais na democracia, veja a entrevista do pesquisador Martin Hilbert, da Universidade da Califórnia, em [consultado em 11 de abril de 2017].

»[5] Os dados provém de pesquisa que analisou os Termos de Uso de 50 plataformas online e identificou os tipos de cláusulas mais comum nesses contratos e como eles interagem com os direitos à liberdade de expressão, privacidade e devido processo. Para mais informações ver: Venturini et. al. (2016). Termos de Uso e Direitos Humanos: uma análise dos contratos das plataformas online. Editora Revan. Rio de Janeiro, Brasil. (no prelo) e Belli, L. & Venturini, J. (2016). Private ordering and the rise of terms of service as cyber- regulation. Internet Policy Review, 5(4) disponível em [consultado em 12 de abril de 2017].




»Jamila Venturini - Jornalista e pesquisadora com experiência em governança da Internet e direitos humanos. Mestranda na Faculdade Latinoamericana de Ciências Sociais (Flacso Argentina), é autora dos livros Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula e Termos de Uso e Direitos Humanos: uma análise dos contratos das plataformas online (no prelo). Foi Google Policy Fellow na organização internacional Access Now em 2016 e pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio (CTS/FGV) de 2014 a 2016.

»Caroline Burle - Mestre em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas Ciências (UNESP, UNICAMP, PUC/SP) com o tema Governo Aberto, membro do Núcleo de Estudos e Análises Internacionais (NEAI) e Fellow em 2016 do Programa Fellowship OEA de Governo Aberto para as Américas. É responsável pelas Relações Internacionais e Institucionais do Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br).



»Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.»





Inovação e recursos

2017/04/13

«MIT irá premiar os desobedientes. O Media Lab criou um prêmio de 250.000 dólares para aqueles que romperem com as normas, pois “não se pode mudar o mundo sendo obediente”»



El País edição Brasil @elpais_brasil, Javier Barbuzano.
Foto: Georgia Popplewell en Flickr.



«As palavras “pesquisa”, “liderança”, “ruptura” e “inovação” são ouvidas costumeiramente nos corredores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), uma das mais importantes instituições científicas do mundo, cujos laboratórios produzem, em permanência, novas ideias e invenções. Agora, os dirigentes do MIT Media Lab, um centro de pesquisa interdisciplinar interno ao MIT, querem acrescentar mais uma palavra ao léxico da instituição: desobediência. Segundo Joi Ito, diretor do MIT Media Lab, é necessário incluir esse termo porque muitas vezes só é possível avançar quando se rompem algumas normas. “Não se pode mudar o mundo sendo obediente”, afirmou Ito em seu blog pessoal.

»Para isso, Ito e Ethan Zuckerman, diretor do MIT Center for Civic Media – voltado para o uso social das novas tecnologias de comunicação--, criaram um prêmio chamado MIT Media Lab Disobedience Award, que dará 250.000 dólares (cerca de 780.000 reais) a uma pessoa ou grupo que praticar a “desobediência construtiva”, que, segundo explicam, é aquela que “se realiza de maneira ética e responsável e produz um impacto social positivo”. O prêmio, aberto a disciplinas tão díspares como a pesquisa científica, a inovação tecnológica, os direitos civis, a liberdade de expressão e os direitos humanos, será financiado por Reid Hoffman, fundador e diretor-executivo do LinkedIn.

»A ideia de premiar a desobediência surgiu durante uma conferência realizada em junho de 2016 no MIT Media Lab cujo objetivo era debater os limites éticos, legais e sociais da pesquisa científica. Durante esse evento, que recebeu o nome de Forbidden Research (“pesquisa proibida”), os organizadores do prêmio se deram conta de que “há uma grande frustração por parte daqueles que procuram entender como usar a desobediência de uma maneira ética e responsável para desafiar as normas, regras e leis em benefício da sociedade”, segundo se lê no site do novo prêmio.

»Tanto Zuckerman como Ito fizeram referência a Martin Luther King, Gandhi e Copérnico como exemplos de pessoas que tiveram que se opor às normas de seu tempo para o bem coletivo e que, se estivessem vivas, poderiam ser candidatas a receber o novo prêmio. Apesar disso, sinalizaram que, com a premiação, não desejam incentivar as pessoas a uma desobediência injustificada, mas indicaram que “há ocasiões nas quais devemos respeitar nossos princípios e avaliar se as leis e regras são justas ou devem ser questionadas”.

»Zuckerman explica, em uma entrevista ao EL PAÍS, que a verdadeira importância do prêmio não é tanto a recompensa econômica, mas sim a visibilidade e o reconhecimento que ele pode trazer a uma determinada causa, além do fato de que “o MIT Media Lab se comprometeu a assessorar e apoiar o ganhador para que ele possa tirar o máximo partido dessa oportunidade”. Segundo ele, essa visibilidade pode “ajudar os premiados a ficar mais protegidos” ao atrair a atenção da imprensa para problemas que hoje passam despercebidos. “Esperamos que isso sirva para que eles estabeleçam contatos com pessoas influentes e obtenham mais recursos a longo prazo”, disse Zuckerman, que também insiste que se evitará atrair a atenção indesejada para ativistas que poderiam ser prejudicados ou colocados em risco. “Quero acreditar que sabemos o que estamos fazendo”, afirmou.

O ganhador do prêmio será aquela pessoa que melhor nos ajudar a entender quando faz sentido ser desobediente.

»Os organizadores da premiação também reiteraram que a iniciativa não é uma reação ao resultado da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, apesar do crescente clima de mobilização social vivido no país nos últimos meses.

»O processo de nomeação de candidatos para receber o prêmio de desobediência está aberto ao público através de um site. Na página, explica-se que é possível indicar “qualquer pessoa viva ou grupo que esteja ou tenha estado envolvido em atos de desobediência responsável, honrada e ética à autoridade com o objetivo de beneficiar a sociedade”. Também lembram que não se trata de apoiar atos de violência, terrorismo ou comportamentos irresponsáveis, e que “o principal objetivo do prêmio é o impacto social positivo”. Os organizadores convidarão a primeira pessoa que indicar o ganhador à cerimônia de entrega do prêmio, que será realizada em 21 de julho no MIT, em Boston. As nomeações estão abertas até 1o de maio.

»O ganhador será eleito por um júri multidisciplinar liderado por Ito e que incluirá especialistas em direitos civis, cientistas, acadêmicos e ativistas de direitos humanos.



»Definindo a “desobediência útil”

»Segundo Zuckerman, além do reconhecimento de um indivíduo ou grupo concreto, o prêmio tem como objetivo abrir um debate público sobre a importância e o significado da “desobediência útil”. Na opinião de Zuckerman, a desobediência pode se apresentar de muitas formas e em uma quantidade de disciplinas, e é um conceito difícil de definir. “Até que se tente encontrar uma definição, é difícil perceber o quão amplo e difuso é o conceito de desobediência”, explicou.

»No caso das novas tecnologias, Zuckerman acredita que a desobediência é ainda mais difícil de definir, mas seus efeitos podem frear o ritmo da inovação, já que, em alguns casos, o simples fato de usar uma coisa para um objetivo diferente daquele para o qual ela foi projetada pode ser subversivo, em referência aos termos de licenças de usuário que não permitem transformar ou modificar produtos de consumo. “Nesses casos, o uso de um modo distinto (daquele para o qual foram idealizados) pode configurar um ato de protesto”, disse.

»No caso da ciência, os limites enfrentados por pesquisadores são, às vezes, mais sutis, pois incluem limitações sociais e éticas. Segundo Zuckerman, exemplos de cientistas que tiveram que nadar contra a corrente para avançar em seus trabalhos pelo bem comum são Rachel Carson, autora do livro Primavera Silenciosa (Gaia Editora), no qual alerta sobre os perigos dos pesticidas sintéticos apesar da oposição das indústrias químicas que os produziam, ou o bioquímico do MIT Kevin Esvelt, que desafiou convenções morais ao modificar geneticamente mosquitos e ratazanas para evitar a transmissão de doenças.

»Zuckerman, um ativista digital que participou de várias causas relativas à liberdade de expressão e a facilitar a comunicação intercultural, se atreveu a predizer que o ganhador do prêmio será “aquela pessoa que melhor nos ajudar a entender quando faz sentido ser desobediente”.»





Inovação e invenções

2017/04/12

«Brasileiros podem escolher diretrizes para plano sobre internet das coisas»



Artigo publicado pela Agência Brasil @agenciabrasil, da EBC. De Sabrina Craide, repórter da Agência Brasil. Edição: Amanda Cieglinski.



«Uma nova consulta pública sobre o Plano Nacional de Internet das Coisas recebe sugestões até a próxima sexta-feira (14). Nessa nova etapa, os participantes poderão colaborar para a elaboração de uma frase que sintetize a aspiração do Brasil com base nos principais assuntos levantados durante as discussões sobre o plano.

»Os participantes deverão elencar, em ordem de importância, as cinco principais diretrizes para a elaboração do plano: cadeia produtiva; competitividade; desafios locais; inclusão social; e sociedade conectada e empoderada. A consulta pode ser acessada neste link.

»As sugestões serão recebidas pelo consórcio que está desenvolvendo o estudo para o Plano Nacional de IoT (em inglês, Internet of Things), solicitado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

»O ministério já realizou uma consulta pública este ano para colher sugestões para o plano e também está ouvindo investidores e pesquisadores internacionais sobre o assunto. A previsão é que o plano fique pronto em setembro.



As sugestões serão recebidas pelo consórcio que está desenvolvendo o estudo para o Plano Nacional de IoT.

»IoT

»A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é a a rede de objetos que se comunicam e interagem de forma autônoma, via internet. Estima-se que já existam mais de 15 bilhões de dispositivos conectados à IoT em todo o mundo, incluindo smartphones e computadores. A previsão é que, em 2025, seja atingida a marca de 35 bilhões de dispositivos.

»As aplicações são diversas e incluem desde o monitoramento de saúde, o controle de automação industrial, até o uso de dispositivos pessoais conectados. Com a IoT é possível, por exemplo, monitorar e gerenciar operações a centenas de quilômetros de distância, rastrear bens ou detectar mudanças na pressão sanguínea de um diabético.»





Inovação e ideias