2017/06/30

«Não é necessário ser uma startup para ser inovador»



ITFORUM365 @ITFORUM365, Déborah Oliveira @de_apo



«Sócio da ISG reforça que quebra de paradigma não vem só de empresas como Facebook.


»Facebook, Uber, Airbnb. Esses são exemplos clássicos de empresas que quebraram paradigmas em seus mercados, aproveitando o máximo potencial do digital. Mas e quando falamos de organizações centenárias, é possível inovar? Para Esteban Herrera, sócio e líder de negócio da ISG América Latina, a resposta é sim.

»“Não é necessário ser novo para ser inovador”, sentenciou em apresentação no IT Forum Latam, que acontece nesta semana em Miami (EUA). Herrera comentou alguns casos de sucesso. Um deles é a Western Union, multinacional que oferece serviços financeiros e de comunicação. Nascida em 1851, a empresa, com sede em Denver, no Colorado, fechou 2016 com receita de quase US$ 6 bilhões, consagrando-se como líder do mercado de pagamentos de pessoas para pessoas.

»Outro é a Pitney Bowes. Fundada em 1920, atua no segmento de e-commerce. Com receita em 2016 de US$ 3,4 bilhões, a companhia registra crescimento acelerado de sua estratégia digital e para comandar a unidade contratou recentemente experiente profissional do mercado de consultoria.

Para que possam inovam, executivos de TI e suas equipes precisam ser mais estratégicos, não só se conectando mais aos negócios, como também demandando o uso agressivo de terceiros.

»Contudo, embora a inovação esteja na agenda das empresas, na América Latina, segundo o estudo Antes da TI, a Estratégia, conduzido pela IT Mídia e apresentado pela ISG no evento, a maioria das empresas se vê como seguidora no quesito. Para chegar a essa conclusão, o levantamento ouviu 82 CIOs de cinco países (Colômbia, México, Argentina, Chile e Peru). “Por outro lado, há um aumento na participação da TI em inovação. Hoje, 36,2% dos executivos relatam participar ativamente do processo”, observou o especialista.

»Para que possam inovam, alertou Herrera, executivos de TI e suas equipes precisam ser mais estratégicos, não só se conectando mais aos negócios, como também demandando o uso agressivo de terceiros. O sócio e líder de negócio da ISG América Latina indiciou que 42% dos CIOs respondentes do Antes da TI, a Estratégia estão de olho nisso e pensam em aumentar o uso da terceirização e 15,9% querem renegociar o contrato atual.

»Esse quadro, segundo Herrera, está em linha com o desejo de os líderes de TI de desenvolver com êxito projetos complexos que tenham impacto aos negócios (61,8%) e posicionar a TI como estratégica para os negócios, indicado por 52,9% dos respondentes do estudo.

»Atualmente, de acordo com o Antes da TI, a Estratégia, 42,4% do orçamento de TI na América Latina é direcionado para infraestrutura. Enquanto que 31,4% vai para pessoal e 26,3% para inovação. “Se os executivos querem investir em inovação, não se pode voltar quase metade do budget para manter as luzes acessas”, alertou ele.»





Inovação e recursos

2017/06/29

Erico Fileno: «O Brasil é muito importante no contexto global de inovação e não damos tanto valor para isso»



Erico Fileno (Visa Brasil @VisaBR). Projeto Draft @ProjetoDraft, Giovanna Riato



«“No futuro os pagamentos serão feitos com prótons e elétrons.” Esta projeção, feita nos anos 1960 por Dee Hock, fundador da Visa, de certa forma se concretizou: hoje os meios de pagamento passam por revolução tão rápida que tornaram o tradicional cartão de plástico algo quase démodé. O mundo agora é tomado pelo e-commerce, pelos pagamentos feitos dentro dos aplicativos e pela Internet das Coisas, que permite aproximar o celular de uma máquina de cartão e ter o valor debitado imediatamente. Sem falar no crescimento das fintechs, que já nascem inovadoras e representam um desafio aos grandes players. A Visa está, portanto, empenhada em se reinventar.

»No Brasil, grande parte deste esforço está nas mãos de Erico Fileno, 39, diretor de inovação da companhia para o país desde março do ano passado. Para assumir o desafio, o designer colocou em stand by um efervescente período como consultor de inovação e design para empresas de tecnologia, da área industrial e até mesmo do setor financeiro. Na Visa, ele é o responsável por guiar a busca por processos que ajudem as equipes a encontrar novas soluções e respostas.

»“De certa forma, o objetivo desse espaço é exatamente dar esse impulso, tirar as pessoas do lugar, transformar toda a empresa em um centro de inovação”, diz, sobre o Co-criation Center, primeira estrutura de inovação da empresa no Brasil, lançada por Erico em 2016 e onde ele recebeu o Draft. Ali, ele conta, tem tudo o que os times precisam para debater ideias, prototipar e, enfim, romper a barreira que separa o prosaico do que é realmente novo. O esforço maior, ele diz, é mudar a cultura e ensinar ao time de 140 pessoas da Visa no Brasil que “é melhor pedir desculpas do que pedir permissão”.

»Na conversa a seguir ele conta os esforços da Visa para enfrentar esse período de transição, fala dos resultados da empresa e diz, ainda, que o ambiente joga a favor da inovação mais humanada e social, guiada por comportamento.


»Como está estruturada a área de inovação na Visa?

»As coisas são bem recentes. Em fevereiro de 2016 foi lançada a nossa plataforma de APIs (open source para desenvolvedores). Comecei aqui em seguida, em março. A Visa sempre trabalhou a inovação. A questão é que nos últimos anos mudou um pouco o direcionamento, deixou de ser puramente tecnológica para ter foco no ser humano. Internamente este movimento começou há uns quatro anos, quando foi aberto o primeiro Innovation Center, em São Francisco. Depois foram abertas unidades em Singapura, Dubai. Em 2016, em Miami e no Brasil.


»O centro de inovação da Visa no Brasil segue o padrão internacional da companhia?

»Adotamos uma particularidade. Pela relevância do mercado brasileiro, ganhamos um Innovation Center que pretende ser um espaço de cocriação.

»Até o nome aqui é diferente, somos o Co-criation Center. O nosso centro tem foco no desenvolvimento de novos produtos e serviços, mas sempre com o olhar mais humano. A base é o design centrado no ser humano.


»O Innovation Center daqui é diferente só por causa do tamanho do mercado ou a operação local tem algum tipo de aptidão específica?

»O tamanho do mercado, que é o maior da América Latina, é importante. Mas no meu entendimento, existe uma aptidão diferente sim.

»A Visa começa muita coisa pelo Brasil. Uma delas é o diálogo com startups e fintechs.

»Desde a minha chegada estamos estruturando isso. Vim de fora, sou designer e atuava como consultor de inovação para empresas de tecnologia e até para bancos. Nunca tinha trabalhado em grandes empresas de meios de pagamentos. Quando vim para cá senti disposição total da Visa para encarar esse novo olhar para o design. Prova disso é que sugeri que o centro de inovação ficasse na sala que seria inicialmente do presidente e a ideia foi aceita. Criamos um espaço com foco nas pessoas, com estrutura diferente para trabalhar, mais flexível. Temos aqui todo o equipamento para prototipação.


»Qual é o tamanho da sua equipe?

»Duas pessoas: eu e mais um (risos). A ideia não é que a inovação esteja só na nossa equipe, mas nos 140 funcionários da Visa. Todos têm a obrigação de pensar de forma inovadora, formamos grupo multifuncionais, de vários níveis hierárquicos, para debater problemas e encontrar soluções. Não existe mais aquilo de que só os diretores vão sentar em uma sala e debater uma questão.

»De certa forma, o objetivo desse espaço é exatamente dar esse impulso, tirar as pessoas do lugar, transformar toda a empresa em um centro de inovação. A ideia é que todo mundo trabalhe a abordagem do design para desenvolver novos produtos e serviços, além de atuar de forma menos hierárquica. O meu papel também é ajudar na mudança cultural da companhia ao trazer novas ferramentas e formas de trabalhar.


»Que barreiras internas você enfrenta para trilhar este caminho?

»O desafio sempre está nas pessoas. A mudança é difícil para qualquer um. Se você faz uma ação todos os dias da mesma maneira, é difícil quando alguém chega e questiona.

»O papel da inovação é justamente questionar o statu quo. É natural que as pessoas fiquem na defensiva. Meu papel é provocar.

»Alguns conseguem entender isso mais rapidamente. Outros têm um processo mais lento, mas o legal é que a companhia inteira entendeu e comprou a mudança.


»Existe um orçamento específico para a área de inovação?

»Não podemos falar de valores, mas o mais importante para nós não é exatamente a parte financeira. Nosso maior valor é o capital intelectual. Tem gente muito especialista aqui dentro, com anos de experiência. Na hora que trazemos estas pessoas para uma seção de cocriação com clientes e parceiros, adicionamos ao debate a expertise delas, que antes ficava focada apenas em processos internos da Visa.

»Antes a nossa atuação era orientada pelo slogan Made by Visa, algo feito apenas por nós. Hoje somos Enable by Visa, contando com a colaboração de parceiros, com o desenvolvimento conjunto. Parece simples, mas é uma enorme mudança contextual.


»Quais as diferenças entre o modelo antigo e essa nova postura da Visa no mercado?

»Não entregamos mais solução pronta. A resposta a um problema pode vir de vários lugares. Um case nessa linha foi o lançamento do chatbot do ShopFácil, que contou com a participação da Visa, do Bradesco e de uma startup.

»Com inteligência artificial, a ferramenta ajuda o cliente a selecionar o produto para fazer a compra na loja online. É a primeira solução do gênero no varejo brasileiro, lançada em novembro, pouco antes da Black Friday.


O desafio sempre está nas pessoas. A mudança é difícil para qualquer um. Se você faz uma ação todos os dias da mesma maneira, é difícil quando alguém chega e questiona. O papel da inovação é justamente questionar o statu quo. É natural que as pessoas fiquem na defensiva. Meu papel é provocar.

»Como têm sido essas iniciativas de inovação aberta?

»Quando cheguei, desenhamos toda a estrutura de diálogos com startups e fintechs. Fizemos duas parcerias. A primeira, a Ahead Visa, está rodando desde setembro em parceria com a Startup Farm.

»O Brasil é um grande celeiro de fintechs e percebemos que está crescendo. Algo que nos chamou a atenção foi a quantidade, qualidade e diversidade das que se inscreveram. Tivemos fintechs de vários países, como Estados Unidos, Europa, Israel e toda a América Latina.

»A segunda parceria que fizemos, que começa oficialmente agora em janeiro, é com a GSVLabs. Essa sim é uma aceleradora do Vale do Silício, que está chegando no Brasil. Dessa maneira, trabalharemos com dois níveis de startups.

»Com a Startup Farm chegaremos às entrantes do mercado, que precisam validar suas ideias. Devemos trabalhar em torno de 70 startups por ano em cinco programas frutos desta parceria. Já com a GSVLabs nosso foco é trabalhar anualmente com apenas cinco fintechs, mas que já estejam rodando há um ou dois anos e, eventualmente, até monetizando.


»Que frutos vocês já tiram ou pretendem tirar da relação com startups?

»Para a Visa o importante é ampliar o olhar e o atendimento para esses novos clientes. Com a velocidade que as coisas vão, a startup de hoje será uma grande empresa em quatro ou cinco anos. A ideia é manter e renovar a relevância que sempre tivemos no mercado. Acabamos aprendendo também essa nova linguagem para desenvolver produtos e serviços, com metodologias ágeis, a possibilidade de errar e entender que isso faz parte do processo.

»É engraçado. Quando falamos com um banco sobre marcar uma reunião, é sempre para a próxima semana. Quando falo com startup, o empreendedor já quer no mesmo dia. Uma semana é muito tempo para uma startup e é importante que os colaboradores da Visa entendam essa dinâmica. Em uma semana uma startup já testa e descobre se a solução dá ou não certo.


»Você cita a rapidez e a possibilidade de errar. Como é este esforço na Visa?

»É um grande paradoxo porque a questão da segurança é muito importante para a Visa. Quando falamos em testar, não podemos colocar nada em risco. Por isso, ao criar a nossa plataforma para desenvolvedores, criamos antes uma sandbox, que é um espaço de simulação para as APIs. É um espelho do nosso sistema que permite testes, erros e acertos. Só depois de passar pelo processo de segurança é que isso entra como produção. Encaramos isso com muita firmeza.

»Temos espaço para testar, mas quando é definitivo não há margem para erro. Aí, separamos os adultos das crianças.


»Em que medida isso dá agilidade para a empresa?

»Ao desenvolver uma ideia, no lugar de dedicar muito tempo, geramos um produto rápido e vamos testando. Assim temos várias tentativas em um período curto. Esta é a recomendação da alta gerência global da Visa: tentar, errar e não insistir no erro. É bem naquele espírito de pedir desculpas, mas não pedir permissão. A Visa era uma empresa com toda a tecnologia fechada. A partir do momento em que criamos uma interface de comunicação, o empreendedor tem acesso à plataforma de APIs com um cadastro simples.

»Qualquer um com conhecimento de programação pode entrar lá e desenvolver um produto ou serviço com as nossas APIs. Hoje temos globalmente mais de 20 mil pessoas cadastradas na plataforma, aproximadamente 7 mil aplicações na sandbox, o que mostra que está todo mundo testando. Algumas dezenas de aplicações já saíram de lá e entraram em produção.


»Quais os primeiros resultados deste esforço?

»Já temos projetos de desenvolvimento cocriativo andando com mais agilidade.

»O chatbot do ShopFácil é um deles. Da primeira conversa até o lançamento, não levamos nem quatro meses. Outro caso interessante aconteceu quando decidimos reunir um banco, um adquirente e a equipe da Visa para discutir um problema do setor, uma questão comum. Todos eles reagiram bem, gostaram da iniciativa de sentar para conversar em um ambiente mais informal. É aí que eu consigo contribuir como designer.

»Para chegar a novas soluções, desenvolvo atividades que misturam ações mais analíticas com outras mais criativas no processo de design, o chamado design thinking.


»Os meios de pagamento estão em franca transformação. Recentemente um vídeo da Amazon Go que mostrava isso circulou na internet. Como a Visa encara o momento de mudanças?

»A inovação traz questionamento e força a desconstrução daquilo que as empresas fizeram a vida toda. Você começa a ponderar se a fórmula que te trouxe até aqui é a mesma que vai te levar para o futuro. Uma das grandes tendências é essa desconstrução do plástico. Não significa que os meios de pagamento vão acabar.

»Na verdade, eles estão se tornando algo que ocupa outros lugares. Dessa forma, nosso esforço é para tornar o meio de pagamento imaterial com o objetivo de reduzir a fricção das coisas. O exemplo da Amazon Go é muito bom porque olha para a experiência de uso. As pessoas não querem a ação de pagar, mas elas querem consumir. O objetivo é uma cobrança sem fricção.


»As fintechs começaram a ficar poderosas. O caso mais emblemático aqui no Brasil talvez seja o do Nubank. Qual é o papel da Visa nesse novo cenário?

»Toda startup e fintech é vista como um possível parceiro nosso. Recebo muitos pedidos de startups desde que assumi a posição na Visa e tento atender todos. Sempre nos propomos a fechar parcerias para o próximo passo de desenvolvimento destas empresas.

»Buscamos nos manter relevantes para o ecossistema. O Brasil ainda tem muita coisa para crescer em meios de pagamento digitais, 70% dos pagamentos ainda são feitos com dinheiro.


»O Brasil é muito adepto de novas tecnologias. Isso faz do país um bom laboratório para que a Visa desenvolva soluções?

»Nosso sistema bancário é bem avançado em relação a muitos outros mercados, afinal as instituições criaram mecanismos para sobreviver aos anos 1980. Na área de segurança de cartões, temos chip já há 20 anos. Os Estados Unidos começaram a implementar isso recentemente, há um ou dois anos.


»E qual é a sua análise do ecossistema de inovação do Brasil hoje?

»O Brasil é muito avançado para a inovação mais humana, mais social. Vemos isso quando olhamos para o universo digital, para as redes sociais. Temos 200 milhões de habitantes e a estimativa é de que metade disso esteja conectada, algo que faz com que toda startup queira estar no Brasil. Tudo cresce aqui. É um grande lugar para testar.

»O Brasil é muito importante no contexto global de inovação e muitas vezes não damos muito valor para isso, ficamos esperando a inovação tecnológica, que demanda alto investimento. Nesse aspecto não somos fortes. Vamos muito bem na inovação criativa e social, que depende apenas do capital intelectual.»





Inovação e invenções

2017/06/28

«Quem disse que você não é empreendedora?»



Ondda #Ondda, Ana Moreira



«Quem disse que você é empreendedora? Sua melhor amiga? Sua intuição? Sua terapeuta, médica, coach? Quem pode dizer se você é – ou não – empreendedora Eu posso, sua vizinha pode, sua professora, sua colega de faculdade, qualquer pessoa pode dizer que você é (ou não) uma empreendedora. Porém, quem vai denunciar e escancarar isso são suas atitudes.

»Empreender está na área das capacidades. É um conjunto de capacidades unidas e aliadas com o propósito de resolver uma situação. No geral essa característica vai aparecer em forma de soluções criativas, inovadoras e que não necessariamente fazem parte das expertises adquiridas por estudo ou capacitação. É uma pulsão, uma reação do cérebro para resolver uma situação que ele sentiu como necessária. Essa pulsão leva você a empreender!

»Um exemplo disso seria alguém que tenha intolerância à glúten mas gosta dos produtos que o contém, e cria receitas saborosas sem a presença desse ingrediente. A resolução do problema pode acabar criando uma linha de produtos ou estimulando a abertura de um restaurante.

»Esse conjunto de capacidades que fará de você uma empreendedora – ou não – vai se destacar não só no âmbito PROFISSIONAL da sua vida mas também em outras áreas como a das relações interpessoais, por exemplo.

»Uma das características que se mostra bastante forte na empreendedora é sua tendência a utilizar mais a estratégia no cotidiano – não de maneira empírica, mas quase que por reflexo, sabe? É aquele “pá – pum – resolveu”.

»A capacidade estratégica em ocupar espaços não percebidos por outras pessoas ou a capacidade de ver uma chance de negócio num talento considerado hobbie faz parte dessa característica empreendedora.

»Ora, mas então quem não tem um perfil estrategista não empreende?

»Não é nada disso. Muitas de nós não tem esse groove, porém podemos empreender e ter muito sucesso naquilo que nos propusermos a fazer. A grande sacada é saber qual o seu perfil e entender como você vai contribuir para a inovação; talvez aquela colega que não tem um perfil empreendedor possa ser aquela que de maneira mais pessoal (sentindo na pele) identifica as necessidades que levam à inovação – dando a ideia, mas sem viabilizar a coisa toda.

»Você pode ouvir e ler várias “dicas” sobre como reconhecer uma empreendedora (ou empreendedor), porém todas elas vão falar de características aprendidas ou absorvidas pela exposição ao mercado. O que eu sugiro aqui é que possamos dar um passo atrás para dar 2 passos à frente.

A grande sacada é saber qual o seu perfil e entender como você vai contribuir para a inovação; talvez aquela colega que não tem um perfil empreendedor possa ser aquela que de maneira mais pessoal (sentindo na pele) identifica as necessidades que levam à inovação – dando a ideia, mas sem viabilizar a coisa toda.

»Toda vocação é individual, e a vocação ao empreendedorismo não é diferente. O importante é que você não tome decisões com base apenas e tão somente nessas características: podemos criar e inovar sempre, dentro das nossas possibilidades e com o que temos de fato a oferecer.

»Quando leio sobre empreendedorismo, invariavelmente acabo me deparando com a seguinte afirmação de que empreendedora é aquela pessoa que consegue transformar as ideias em realidade, “porque a maioria das pessoas apenas tem boas ideias e não consegue colocá-las em prática.”

»Amigas, listen to me, this is bullshit. Tudo isso é mais do mesmo.

»Você não precisa ter a ideia, criar o negócio e ter sucesso com ele pra se considerar uma empreendedora. Aliás, é bem importante dizer isso: dificilmente se atinge o sucesso na primeira empreitada ou com uma ideia genial se você não tem suporte pra levar tudo pra frente. Muitos negócios geniais tendem a não dar certo porque a pessoa que teve a brilhante ideia tentou levá-lo sozinho até o final por achar que isso é empreender – só que não é.

»Você pode ser uma professora de história e ser empreendedora – porque descobriu como fazer com que a sua turma possa utilizar de maneira prática tudo aquilo que você diz na teoria; você poder ser dentista e ser empreendedora – porque você pode ter tido a ideia de criar um ambiente lúdico pros pequenos se sentirem super seguros ao visitar seu consultório; você poder ser psicóloga e empreendedora, você pode ser passadeira de roupas e empreendedora, você pode ser cuidadora de idosos e empreendedora. Não existe uma definição formal sobre quem é uma empreendedora. O que existe é um conjunto de características pessoais, como dito nos primeiros parágrafos.

»O risco que você corre ao não conseguir se enxergar como uma empreendedora ou não é a possibilidade de ver o tempo passar sem agir, e assim acabar por deixar passar aquela oportunidade bacanuda que a sua mente criativa te deu ou o mercado formal de trabalho apresentou.

»No empreendedorismo feminino é imprescindível que possamos contar com referências e redes de suporte que nos acolham e possam ajudar na identificação dessa característica; o que precisamos é de ajuda pra olhar pra dentro e conseguir achar o que temos de melhor pra oferecer no mundo.

»Não confunda empreender com ideia de negócio. Você pode ser uma empreendedora incrível e ainda assim trabalhar no mercado formal, oferecendo soluções inovadoras e extremamente importantes no seu segmento, ou ainda ter de fato uma ideia de negócio – e nesse caso você precisa saber como investir corretamente nela para que alcance o sucesso que deseja (porque sucesso é conceito individual). Vá até o fundo e faça as perguntas certas, pois elas sempre são mais esclarecedoras que as respostas.

»O que são perguntas certas?

»São aquelas que de fato vão direcionar você a uma resposta concreta, como por exemplo:

»_ As pessoas precisam disso que quero fazer?

»_ Há no mercado necessidade desse meu produto/serviço?

»_ As pessoas com quem convivo buscam/utilizam/têm esse tipo de produto/serviço?

»_ O que meu produto/serviço tem que faz com ele seja diferente de todos os outros?


»Não será um processo de coaching ou mentoria que vai fazer de você uma empreendedora de sucesso. O que vai te levar ao sucesso é a capacidade de saber lidar com as frustações encontradas ao percorrer o caminho e ter uma vontade de realizar maior do que a inclinação de desistir, porque desistir sempre será o caminho mais cômodo.

»Importante sempre é dizer que podemos não ser capazes de tudo, como de fato não somos, mas somos todas capazes de algo, e é esse algo que precisamos nos dedicar a descobrir.»





Inovação e ideias

2017/06/27

«Smartphone, uma arma de distração em massa»



El País @elpais_brasil, Joseba Elola (@josebaelola)



«Levamos a vida com uma arma de distração em massa no bolso. Com um dispositivo maravilhoso que põe o mundo ao alcance das nossas mãos, sim, com um aparelho que é a porta do conhecimento, ou pelo menos da informação. Mas, nesse objeto que transformou nossa forma de viver abrigam-se, agachados, uma série de aplicativos que cobram nossa atenção com homologáveis graus de urgência. E se eu perder algo? O medo de perder alguma coisa –em inglês, fomo (fear of missing out)– receio, às vezes angústia, que se multiplica nesses novos tempos.

»Bem-vindos à era das mentes dispersas, dos cérebros que têm dificuldades em se concentrar no foco, das microconversas e da microatenção, de pessoas que em alguns momentos têm a sensação de operar como uma barata tonta no ecossistema digital (quando não, também, na vida real).

»Inciso: Dispersar, segundo a Real Acadêmia Espanhola: dividir o esforço, a atenção ou a atividade, aplicando-os desordenadamente em múltiplas direções.

ȃ isso.

»Domesticar essa arma de distração em massa que cobra nossa atenção tocando, apitando, vibrando, piscando não é tarefa fácil. De um lado, estamos nós, dotados de um cérebro que é um autêntico devorador de informação, um órgão que busca constantemente novidades, estímulos, com nossa necessidade de nos sentirmos conectados. Do outro, as telas, cheias de aplicativos desenhados com todo tipo de truques para captar nossa atenção.

»Foi por volta do ano de 2004 quando a professora Gloria Mark, titular do Departamento de Informática da Universidade da Califórnia Irvine, comparou nossa tendência a checar de modo compulsivo o e-mail e as redes sociais com nosso comportamento ante uma máquina caça-níqueis. Olhamos o celular porque buscamos uma gratificação. E a mera expectativa de poder obtê-la é suficiente para fazer com que voltemos o tempo todo em busca dela – recorremos ao telefone entre 80 e 110 vezes por dia, segundo estudos separados. Esse comportamento se mantém graças ao chamado reforço aleatório (Randomly Reinforced Behaviour).

»Essas pílulas de informação que consumimos através do celular geram descargas de dopamina como as que o cérebro de um fumante recebe no momento em que ele acende um cigarro. Por isso voltamos com obstinação em busca de novos caramelos digitais.

»As pesquisas realizadas por Mark, doutora em Psicologia pela Universidade de Columbia, especializada desde 2003 em estudar como as tecnologias da informação afetam a multitarefa, a atenção, o humor e o estresse, são reveladoras. Seu método consiste em estudar minuciosamente o comportamento de pequenos grupos escolhidos de pessoas para inferir nosso modus operandi. Utiliza ferramentas de precisão: sensores, contadores que medem as interações frente à tela, biossensores que medem, por exemplo, dados do ritmo cardíaco.

»Com seu estudo Os neuróticos não podem se concentrar: Um estudo in situ sobre a multitarefa online no trabalho (2016), que assina ao lado de especialistas da Microsoft e do prestigiado Media Lab do Massachusetts Institute of Tech¬nology, observou que quando trabalhamos em frente ao computador mudamos de tela (ou seja, o foco de atenção) a cada 47 segundos. Foi a medida que obteve do acompanhamento a que submeteu 40 trabalhadores de grandes empresas norte-americanas. Os resultados mostraram que as pessoas muito inclinadas à multitarefa, os denominados heavy multitaskers, se demonstravam mais propensos à distração. Descobriu que quanto mais neurótica e compulsiva é uma pessoa (e quanto pior tenha dormido), menor é sua capacidade de se concentrar.

»Em outro estudo Concentrados, despertos, mas tão distraídos: uma perspectiva temporal da multitarefa e das comunicações, realizado em 2015 mediante o acompanhamento detalhado de 32 trabalhadores, revelou que consultavam o e-mail 74 vezes por dia (em média) e entravam no Facebook uma média de 21 vezes (com um máximo de 264 visitas diárias).

»“A multitarefa sempre existiu”, diz Mark em conversa por telefone a partir da Costa Oeste norte-americana. “Mas a capacidade de atenção das pessoas diminuiu. Na minha opinião, é algo que não é positivo. Sabemos que mudar o foco de atenção aumenta o estresse, e que pode ter um impacto em aspectos como a inovação e a produtividade”.

»O ser-humano está desenhado para mudar sua atenção com facilidade. É algo que garante sua sobrevivência desde os primeiros dias da espécie. Houve um tempo em que os estímulos partiam da natureza, e tendiam a ser lentos. A folha que caía da árvore. O voo da mosca. Na era moderna, tudo começou a acontecer mais depressa. Na digital, tudo se acelerou.

»Mas a atenção, que funciona graças à interação entre o lóbulo frontal, o parietal e o cérebro emocional, é algo dificilmente divisível. Quando parece que estamos fazendo duas coisas ao mesmo tempo é porque uma das tarefas pode ser automatizada (como, por exemplo, caminhar). Fazer duas coisas que impliquem um esforço cognitivo (como falar e escrever uma mensagem de texto) ao mesmo tempo não é possível. Na realidade, o que fazemos é mudar rapidamente o foco de uma tarefa para a outra. Assim explica o neuropsicólogo Marcos Ríos Lago, cuja pesquisa se concentra na área da atenção, das funções executivas e da velocidade de processamento.


»CÉREBROS CENTRADOS

»Mentes errantes, mentes infelizes. Dizia um artigo científico da revista Science, publicado em novembro de 2010 ("A wandering mind is an unhappy mind", "Uma mente errante é uma mente infeliz"), de Matthew A. Killingworth e David T. Gilbert. Conclusão a que se chegou após inserir um app nos celulares de 5.000 pessoas de 83 países diferentes para que respondessem perguntas sobre seus pensamentos, sentimentos e sensações em tempo real. Somos mais felizes se concentramos a atenção.

»Há solução para a dispersão. Essa dificuldade de concentrar a atenção qualificada como monkey mind é reversível. O cérebro é um órgão que se adapta constantemente, que pode ser reeducado. A capacidade de se concentrar é algo que se recupera com treinamento. Existem executivos que recorrem a técnicas de desconexão digital e pagam coaches para que se encarreguem de redirecionar seus processos de atenção.

»Estratégias de defesa. Colocar o celular no modo silencioso. Desativar as notificações que aparecem na tela para que os alertas não interrompam o tempo todo a tarefa que estamos fazendo. Não dormir junto com o telefone para não deitar e levantar com ele. Desligá-lo um pouco durante o fim de semana e também nas férias. São apenas algumas das medidas propostas pelos neuropsicólogos e estudiosos da atenção consultados para esta reportagem, e que eles mesmos usam para não prejudicar sua capacidade de concentração.


»Linda Stone, una executiva da Apple e da Microsoft, integrante do conselho do MIT Media Lab, desenvolveu no final do século passado um conceito de atenção parcial contínua. Para ela, a multitarefa consiste em fazer várias coisas ao mesmo tempo porque exigem pouca capacidade cognitiva (ordenar papeis e falar no telefone enquanto comemos um sanduíche). Atenção parcial contínua (APC), no entanto, é prestar atenção a várias fontes de informação de maneira superficial.

»Stone afirma que essa conexão permanente para não perdermos nada, esse estar permanentemente conectado e em alerta, acaba cobrando a conta quando se transforma em um modo de vida. Gera estresse e compromete a capacidade de tomar decisões, de ser criativo.

»A proliferação de dispositivos eletrônicos parece ter multiplicado nossa capacidade de lidar com distintos fluxos de informação em paralelo, algo para o qual parecem particularmente dotados os chamados millennials, que mamaram desde o berço do novo paradigma tecnológico. É a hiperatenção. Assim batizou Katherine Hayles em 2007. Com esse termo, a professora de literatura da Universidade de Duke, autora de Hiperatenção e Atenção Profunda: A Divisão Geracional nos Modos Cognitivos, denominava uma nova maneira de absorver o conhecimento que, afirma, obriga uma reavaliação dos métodos educativos.

»Hayles se preocupa com o fato de alguns colégios norte-americanos estarem introduzindo iPads nas classes de primeiro ano do ensino fundamental, com crianças que têm apenas seis anos. “Os cérebros são muito maleáveis e isso pode afetar suas neuroestruturas”, afirma em conversa por telefone a partir de Los Angeles, na Califórnia. “Acho que o melhor é ser conservador nessas questões até que tenhamos um maior conhecimento das implicações da introdução desses sistemas, e limitar o tempo que as crianças passam na frente das telas”.

Dizia um artigo científico da revista Science, publicado em novembro de 2010 ("A wandering mind is an unhappy mind", "Uma mente errante é uma mente infeliz"), de Matthew A. Killingworth e David T. Gilbert. Conclusão a que se chegou após inserir um app nos celulares de 5.000 pessoas de 83 países diferentes para que respondessem perguntas sobre seus pensamentos, sentimentos e sensações em tempo real. Somos mais felizes se concentramos a atenção..

»O novo cenário tecnológico está nos levando ao que o neuropsicólogo Álvaro Bilbao denomina de estilo de atenção monkey mind —o termo procede do budismo—, uma mente que pula de uma coisa para a outra, que vai e volta, que faz com que cada vez mais nos interrompamos uns aos outros pela incapacidade de manter a atenção no que o outro está nos dizendo.

»“Tendemos a perder a capacidade de atenção sustentada, de concentração”, diz Bilbao, autor de Cuide do Seu Cérebro. E a atenção sustentada, a profunda, é a que dá origem a ideias inovadoras, à criatividade, como afirma Ríos Lagos. Hayles incide nessa linha de argumento: “Todas as conquistas intelectuais do século XX requereram uma atenção profunda”.

»O debate em torno do impacto das novas ferramentas tecnológicas no nosso cérebro e na produtividade, não obstante, está aberto. Há especialistas, como Enrique Dans, professor de Inovação na IE Business School e autor de Tudo Vai Mudar, que nos lembram que essa hiperatenção é algo que nos torna mais eficientes. Ele nunca tem menos de 10 janelas abertas em seu computador, explica. E se considera bastante produtivo. “É uma capacidade que se desenvolve e que se treina”, afirma. Para ele, nessa história há “ganhadores e perdedores”, pessoas que se adaptam às interrupções, que se distraem mas voltam de maneira rápida ao que estavam fazendo, e pessoas que não.

»Dans afirma que as notas não baixaram de nível nas engenharias, que o nível de compreensão de leitura melhorou e que os jovens que crescem com os novos dispositivos processam uma quantidade maior de informação e são mais eficientes.

»Essa é a mesma longitude onde se posiciona Anna Cox, psicóloga e estudiosa da interação entre humanos e computadores que realiza estudos sobre interrupções e multitarefas. Afirma que as pessoas têm aprendido a distinguir rapidamente qual e-mail precisam responder de modo urgente e qual pode esperar. Essa professora da Universidade College of London Interactive Center (UCLIC) afirma que as distrações nem sempre são ruins.

»Às vezes nós mesmos nos interrompemos porque a tarefa se tornou muito complicada e já não estamos sendo produtivos. Então passamos a algo mais fácil, que nos garanta uma recompensa mais rápida (como checar as redes sociais). Ao retornar à tarefa principal, em certas ocasiões, afirma Cox, temos mais claro o que procurávamos ou queríamos fazer. “O importante”, afirma em conversa por telefone de Londres, “é que a pessoa tome o controle da tecnologia e que não se converta em escrava dela”.

»Não cair nas armadilhas que alguns aplicativos nos colocam pelo caminho não é tarefa fácil. As grandes corporações tecnológicas, seus desenvolvedores e programadores, sabem como mexer as peças para dirigir ou cobrar a nossa atenção. “É claro que usam todos os tipos de truques”, diz Gloria Mark. “São usados desde que existe a publicidade e agora se faz o mesmo na internet”. O neuropsicólogo Ríos Lago aprofunda a questão: “Conseguiram que cada interação exija pouco esforço e seja um reforço”. Por isso as curtidas do Facebook, por exemplo.

»Proteger e cultivar a atenção dos seres humanos, preservar o direito das pessoas a se concentrar, é um dos desafios que agora estão sobre a mesa. O Manifesto Onlife, encarregado a um painel de especialistas pela Comissão Europeia, cobra que a atenção não seja considerada como uma mercadoria.

»“Acho que no futuro aqueles de nós que saibam cultivar ferramentas para se concentrar desfrutarão de uma maior qualidade de vida”, afirma em conversa por telefone de Boston a especialista Linda Stone. “Bill Gates, Jeff Bezos e muitos outros líderes da era digital falam que é importante cultivar a capacidade de usar bem a atenção. Nos centramos demais na gestão do nosso tempo e muito pouco na gestão da nossa atenção”.

»Em um mundo cada vez mais regido pelas lógicas da chamada “economia da atenção”, onde a valorização de uma grande empresa do novo ecossistema tecnológico está ligada à sua capacidade de atrair olhos e interações, necessitamos de uma tecnologia que esteja a serviço do ser humano, que nos permita escolher, que faça com que nossa vida seja melhor, que nos faça mais livres, e não uma que sequestre nossa atenção e que se guie pela lógica dos negócios.

»Está em nossas mãos cobrar. Atentos.»





Inovaçãoediscursos

2017/06/25

Newsletter L&I, n.º 154 (2017-06-25)




n.º 154 (2017-06-25)

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Liderar Inovando BR
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Interface (@InterfaceInc) lança linha de pisos vinílicos de luxo» [link]

«Casa Fraga inaugura na capital um espaço-modelo de negócios inovador para eventos» [link]

«Deccan Odyssey Aclamado como Principal Trem de Luxo da Ásia pela Sétima Vez na Premiação da "World Travel Awards"» [link]

«Estrelas da internet na China transformam moda em mina de ouro» [link]



Liderar Inovando PT
Discursos e inovação | Ideias e inovação | Invenções e inovação | Recursos e inovação

«Amoreiras Vista. Vão nascer 50 casas de luxo com vista sobre Lisboa» [link]

«Lisboa estende passadeira vermelha ao segmento do luxo» [link]

«Hotel de luxo no Chile escolhe inovação lusa» [link]

«Longitude9 é a nova marca de luxo brasileira com ADN português» [link]



Liderar Innovando ES
Discursos e innovación | Ideas e innovación | Inventos e innovación | Recursos e innovación

«México, noveno país más dinámico en el mercado de lujo» [link]

«El Top 100 de la industria del lujo: Global Powers of Luxury Goods 2017. Puig, Sociedad Textil Lonia, Joyería Tous y Festina Lotus son los representantes españoles en este ranking de empresas de lujo» [link]

«Artesanías de Ecuador buscan llegar al exterior» [link]

«Palma de Mallorca, un destino para disfrutar del lujo» [link]



Mener avec Innovation FR
Discourses et innovation | Idées et innovation | Inventions et innovation | Ressources et innovation

«Farfetch et Condé Nast annoncent un partenariat international de contenu et commerce» [link]

«Mode et luxe : innover pour surmonter la crise» [link]

«Le monde des nouvelles technologies s'inspire du luxe» [link]

«Conférence "Arab Luxury World"» [link]



Leadership & Innovation EN
Discourses and innovation | Ideas and innovation | Inventions and innovation | Resources and innovation

«What Mary Meeker's 2017 Internet Trends Report Means for Fashion» [link]

«This company helps luxury brand improve CRM with AI-powered chatbots» [link]

«Social commerce innovation: Swarovski’s WeChat mini program case» [link]

«Despite the 'Retailpocalypse,' This Fashion Retailer Has Been Quietly Thriving Since the Recession» [link]




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L&I Media


Os empresários e líderes estaremos com o apoio dos estados e as cidades, ainda que não do @USAgov [link]

É possível que Portugal venha a ganhar muito mais do que a Agência do Medicamento. Mas primeiro tem de a ganhar [link]

One Young World, encuentro de jóvenes líderes del mundo para aportar ideas innovadoras que transformen el mundo [link]

EY lance la plate-forme Open Innovation afin de faciliter la relation grands groupes start-up [link]

Canada's global leadership in aerospace innovation creates middle-class jobs [link]



L&I Scholar


Em @bluetree_hotels queremos melhorias o tempo todo e que façam acontecer a inovação [link]

Boa parte do investimento estrangeiro inovador em Portugal se faz “pelos seus bons recursos humanos” [link]

#clubdeprimerasmarcas proclama valores de la empresa valenciana, como el liderazgo en innovación #Loversdelonuestro [link]

Innover autour de la protéine végétale : appel à projets européen du Village by CA - Nord de France en partenariat [link]

Leaders influence the macro and micro organizational level: innovation and openness of thinking and ideas [link]



L&I Blog


A legislação empresarial tolhe iniciativas menos conservadoras e reduz o anseio por #inovação: @ACIEGJovem [link]

Buffett e Munger pediram desculpa os seus acionistas por não terem investido na Google e na Amazon [link]

Según Catalyst, el líder de ambientes incluyentes es empoderado, responsable, humilde y con coraje: @imagenytrabajo [link]

Amazon passe à la vitesse supérieure du commerce en dur, celui des magasins, avec les 460 de Whole Foods [link]

The U.S. dairy industry, one of the most productive food industry in the world, has a story of tech innovation [link]





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Curso da #SCRural em Liderança e Empreendedorismo para jovens agricultores chega a Tubarão | @oregionalsul








2017/06/23

«Estrelas da internet na China transformam moda em mina de ouro»



Revista Dinheiro @RevistaDinheiro



«Tudo começou com algumas linhas nas redes sociais, alguns conselhos sobre como andar na moda e encontrar uma roupa adequada. Um ano depois, a jovem chinesa Wang Houhou tem milhares de seguidores e grandes marcas estão dispostas a pagar muito dinheiro por seu aval.

»“Bastava que eu encontrasse algo interessante, vestisse e tirasse fotos divertidas. Eu colocava as fotos no meu blog e as pessoas iam comprar”, surpreende-se Wang Houhou, que atualmente se prepara para abrir sua própria plataforma de comércio eletrônico.

»Esta jovem é o que na China chamam de “wanghong” (literalmente “vermelho na rede”), esses produtos de internet transformados em celebridades graças a alguns vídeos de sucesso nas redes sociais.

»Esta atividade se transformou em um setor econômico avaliado em 53 de iuanes (US$ 7,7 bilhões) em 2016 por a consultoria Analysys International, que prevê a duplicação para o final de 2018.

»“Um desconhecido pode se tornar importante de repente e qualquer filho de vizinho pode virar uma celebridade”, afirma de Yuan Guobao, autor de “A economia dos wanghong”.


»23 milhões de seguidores

»A mais famosa dessas celebridades de internet é, sem dúvida, Papi Jiang, cujos vídeos atraem 23 milhões de seguidores. A jovem, de 30 anos, assinou contratos publicitários com a marca de relógio suíço Jaeger-LeCoultre e a de calçados esportivos New Balance.

»Ela e seus alter egos influenciam fortemente o comércio eletrônico, um setor em pleno auge na China, observa Zhang Yi, da consultoria iiMedia Research Group.

»Os anunciantes enxergam nessas celebridades uma alternativa poderosa ao gigante de internet chinês Baidu, que domina a publicidade virtual.

A universidade industrial e comercial de Yiwu, perto de Xangai, lançou uma especialização “wanghong”, onde 34 alunos, na maioria meninas, aprendem dança e maquiagem, mas também a falar diante das câmeras e a reconhecer as marcas de luxo.

»“Hoje alguém escolhe uma roupa, prova, leva e convence alguém de que a compre”, resume Zhang Yi, que considera que as estrelas de internet influenciam agora até um quinto das compras on-line na China.

»“É o comércio em pleno auge. Os wanghong têm seus próprios seguidores que podem facilmente se tornar consumidores das marcas que recomendam”, explica.

»Algumas empresas notaram esse filão e se especializam na busca e na formação das celebridades de internet. Ruhan Holdings, por exemplo, obteve no ano passado um investimento de 300 milhões de iuanes (39 milhões de euros) do gigante do comercio eletrônico Alibaba.


»‘É isso ou as finanças’

»Em um apartamento de Xangai, Wang Houhou e sua sócia, Wang Ruhan, de 24 anos, preparam o lançamento de sua loja de roupa on-line com um grupo de modelos que desfilam no ritmo da música.

»“Se não tivéssemos lançado este blog, hoje eu estaria provavelmente no mundo das finanças”, conta Wang Ruhan.

»Wang Houhou teve a ideia do blog no ano passado ao voltar para a China, depois de ter estudado Literatura Inglesa nos Estados Unidos. Foi quando voltou a seu país que se deu conta de como era difícil encontrar roupas da moda.

»Os conselhos das duas Wang para encontrar camisas e minissaias no Taobao, o site de comércio eletrônico na China, logo causaram furor entre as jovens chinesas, estimulando as marcas de prêt-à-porter a oferecer-lhes dinheiro para que recomendassem suas criações.

»A arte de virar uma celebridade de internet atualmente é ensinada na universidade.

»A universidade industrial e comercial de Yiwu, perto de Xangai, lançou uma especialização “wanghong”, onde 34 alunos, na maioria meninas, aprendem dança e maquiagem, mas também a falar diante das câmeras e a reconhecer as marcas de luxo.

»“Sempre sonhei em estar no palco, sob os holofotes com uma multidão que me admira”, entusiasma-se Wang Xin, uma estudante de 20 anos que deixou a contabilidade para tentar a sorte nessa nova especialidade.»





Inovação e recursos

2017/06/22

«Deccan Odyssey Aclamado como Principal Trem de Luxo da Ásia pela Sétima Vez na Premiação da "World Travel Awards"»



Indian Luxury Trains @indluxurytrainsPR Newswire @PRNewswire



«Consoante com sua tradição, o Deccan Odyssey ganhou mais uma vez o título de Principal Trem de Luxo da Ásia. Famoso por suas viagens de luxo sobre trilhos com belas histórias de realeza, palácios deslumbrantemente adornados e animais selvagens exóticos, o Deccan Odyssey sempre encantou aos viajantes do mundo inteiro. Essa honraria prestigiosa foi apresentada numa cerimônia deslumbrante realizada no Grande Hotel Kempinski de Xangai, na China. Com a participação de centenas de notáveis da indústria de turismo, a premiação World Travel Awards já foi considerada como os Oscars da indústria de turismo.

»Ao receber o prêmio, Arup Sen, diretor de projetos especiais, disse: "O trem Deccan Odyssey faz às pessoas uma apresentação intimista e descontraída de todo o esplendor da Índia. O prêmio World Travel Award conferido ao Deccan Odyssey pela sétima vez é um reconhecimento inconfundível de nossa dedicação para redefinir o luxo através da inovação. Este reconhecimento nos motiva a continuar neste trabalho de redefinição dos nossos serviços para satisfazer nossos ilustres convidados."

Com a participação de centenas de notáveis da indústria de turismo, a premiação World Travel Awards já foi considerada como os Oscars da indústria de turismo.

»Esplendor de Maharashtra, Caminhos Selvagens de Maharashtra, Tesouros Ocultos de Gujarat, Jóias do Deccan, Odisseia Indiana e Passeio pela Índia são os títulos das viagens magníficas em que se pode embarcar no Deccan Odyssey para se deliciar com a rica e diversa paisagem da Índia.

»O trem de luxo passou recentemente por uma remodelação antes de oferecer novamente seus serviços a partir de outubro deste ano.

»O World Travel Awards celebra seu 24o aniversário este ano, sendo reconhecido no mundo inteiro como a premiação mais cobiçada do mundo de viagens e turismo. Sua função é reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os setores da área global de viagens e turismo.



»Sobre o Deccan Odyssey

»O Deccan Odyssey tem 21 carros, dos quais 12 são de passageiros e podem levar 8 pessoas por carro (10 carros de luxo para passageiros, 4 cabines por carro - 2 carros com suíte presidencial, 2 cabines por carro), 1 carro para conferências/entretenimento, 2 carros refeitórios, 2 carros geradores com lugares para bagagem, 2 carros de pessoal de serviço, 1 carro de spa e 1 carro de bar. O trem tem capacidade para 88 passageiros.

»Em 2016, o Deccan Odyssey ganhou uma série de prêmios, entre eles o World Travel Award para o Melhor Trem de Luxo na Ásia, o prêmio de Escolha do Júri de Excelência e Inovação da publicação TTJ, e o Prêmio de Viagem do Norte da Índia de Melhor Trem de Luxo na Índia em 2015.»





Inovação e invenções

2017/06/21

«Casa Fraga inaugura na capital um espaço-modelo de negócios inovador para eventos»



Notícias do Dia @ND_Online, Janine Alves



«Com arquitetura contemporânea e elegante, a Casa Fraga disponibiliza um novo espaço para empresas e profissionais que buscam unir clientes de alto padrão às marcas de luxo do segmento de eventos sociais, moda, bens de consumo e lifestyle em Florianópolis.

»A estilista e empresária Camila Fraga inaugura a Casa Fraga. O local pretende ser um espaço único em Santa Catarina e apresenta um modelo de negócio inovador, que tem como diferencial detalhes primorosos, revela Camila. Todos os serviços passarão por uma refinada seleção e curadoria da própria estilista e da publicitária Maria Augusta Santos.

»O conceito da Casa Fraga foi criado por Camila, que em suas viagens buscou inspiração nos ateliês de Elie Saab e Dior. Com três andares, distribuídos em 500 metros quadrados, o projeto é assinado por Roberta Zimmermann, reconhecida por projetos arquitetônicos ambiciosos e de alto luxo. A obra foi executada pela Speck Engenharia, que se destaca por grandes construções e reformas na Região Sul.

»“Esta reforma foi um grande desafio para a Speck. Revitalizamos desde os tacos em madeira do assoalho, instalados há mais de 40 anos, até a parte estrutural, com a construção de uma torre para implantação de um elevador de passageiros que percorrerá os três pavimentos”, comenta o engenheiro Fábio Speck.

»“Com ares de vanguarda, a fachada dos anos 1960 contrasta com o interior contemporâneo e neutro propiciando um ambiente favorável para destacar produtos e marcas”, diz Camila.

Casa Fraga disponibiliza um novo espaço para empresas e profissionais que buscam unir clientes de alto padrão às marcas de luxo do segmento de eventos sociais, moda, bens de consumo e lifestyle em Florianópolis. O conceito da Casa Fraga foi criado por Camila, que em suas viagens buscou inspiração nos ateliês de Elie Saab e Dior. Com três andares, distribuídos em 500 metros quadrados, o projeto é assinado por Roberta Zimmermann, reconhecida por projetos arquitetônicos ambiciosos e de alto luxo. A obra foi executada pela Speck Engenharia.

»O endereço oferecerá Infra-estrutura completa, ambientes com o mais alto requinte, sistema de climatização, acessibilidade para portadores de necessidades especiais, elevador interno, estacionamento e serviço de valet park. Banheiros unissex, segurança, sala de reuniões, mesa para DJ + playlist, área de carga e descarga, copa e cozinha industrial são alguns itens encontrados na Casa Fraga.

»Todos os eventos realizados na Casa Fraga contarão com os canais de marketing como redes sociais, site, além de mídia espontânea. Além disso, a Casa oferece o serviço de criação de projetos especiais, através da Conceito G, que realiza eventos de alto padrão sob medida para cada cliente.



»Sobre Camila

»Bacharel em Moda e Estilismo pela Udesc e Design de Moda pela Univali, mas com bases sólidas na sua infância onde cresceu desenhando seus próprios modelos, sua marca registrada são os bordados em vestidos com acabamento impecável. Hoje recebe clientes de SC, RS, PR, SP, RJ e MG e suas criações encantam pela delicadeza dos traços, pelo requinte e pelos detalhes.


»Sobre Guta Santos

»Maria Augusta é publicitária, formada pela Unisul, pós graduada em gestão empresarial pela FGV, se desenvolveu na área de eventos, é sócia-fundadora da empresa Conceito G, que desenvolve e idealiza projetos especiais de alto padrão sob sua curadoria,no Brasil, Europa e Estados Unidos desde 2014.»





Inovação e ideias

2017/06/20

«Interface (@InterfaceInc) lança linha de pisos vinílicos de luxo»



Canal Executivo, Gustavo Ponce de Leon



«A Interface, fabricante mundial de carpetes modulares e líder em práticas sustentáveis, acaba de anunciar o lançamento da nova linha de Pisos Vinílicos de Luxo (LVT), em coleção com 36 opções inspiradas em elementos naturais, como madeiras e pedras. O lançamento oficial aconteceu no show room da marca, no Brooklin, em São Paulo, no dia 18 de maio, das 9h às 21h, em evento especialmente voltado para arquitetos, designers de interiores, CEOs e diretores de grandes empresas.

»Com design sofisticado, os produtos LVT da Interface podem ser instalados sem cola, utilizando o sistema TacTiles ®, para criar um espaço único de texturas e desenhos variados. Desta forma, a instalação ocorre de forma limpa e rápida, além de preservar o piso de baixo. Além de simples, a instalação praticamente não emite compostos químicos orgânicos (os chamados VOCs), o que faz com que o produto, certificado pelo FloorScore,® tenha impacto ambiental 90% menor comparados aos pisos que levam cola e adesivos tradicionais.

A nova linha da Interface foi pensada ainda para a combinação do piso vinílico luxo com o carpete modular, sem a necessidade de perfis de transição.

»Outras vantagens são a tecnologia de isolamento superior Sound Choice™, que minimiza o ruído e permite aumentar a produtividade, criando um espaço com conforto e estilo; e o revestimento de cerâmica, Ceramor™, que agrega estilo e acabamento durável que resiste a arranhões e marcas.

»Além das possibilidades de desenhos diversos, o LVT da Interface também permite facilidade na troca ou modernização do espaço – basta levantar a placa e trocá-la, seguindo mesmo método de instalação simples e sem cola.

»A nova linha da Interface foi pensada ainda para a combinação do piso vinílico luxo com o carpete modular, sem a necessidade de perfis de transição. Desta forma, podem ser utilizados em qualquer espaço, criando um ambiente harmonioso e único.

»A Interface é a maior fabricante de carpetes modulares no mundo. Está presente no Brasil há mais de 25 anos, atuando em diversos segmentos com produtos de altíssima qualidade, baseados em inovação, estética, funcionalidade e sustentabilidade. Por aqui, é a responsável pelas soluções em pisos para grandes marcas, como Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Microsoft, Embraer, Google, Petrobrás, PWC, Accor, H.Stern, Abbott, Accenture, HP, Bayer. No mundo, a Interface atua em mais de 150 países, possui sete fábricas e tornou-se referência em sustentabilidade e modelo de negócio inclusivo.

»http://www.interface.com/LA/pt-BR»





Inovaçãoe discursos

2017/06/18

Newsletter L&I, n.º 153 (2017-06-18)




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«NetGlobe apresenta solução para Smart Offices. Ferramentas integradas oferecem experiência conectada para ambientes profissionais» [link]

«Futuro da indústria no mundo digital é tema central do Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria» [link]

«XII Congresso Brasileiro de Gestão, Projetos e Liderança reuniu mais de 1300 pessoas em Curitiba» [link]

«Siemens Mobility leva inovação ao transporte ferroviário com impressão 3D» [link]



Liderar Inovando PT
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«Siemens quer participar na transformação da Madeira em smart island. Multinacional alemã esteve no Smart Funchal’17» [link]

«Kyaia não vende só sapatos. Também vai exportar tecnologia» [link]

«Eixo Atlântico aspira a ser mercado único regional» [link]

«Há mais emprego qualificado no mar» [link]



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«Nace la Asociación Catalana de Facility Management» [link]

«El Gobierno Vasco quiere que Euskadi se convierta en una 'Smart Country' digital» [link]

«Baleària apuesta por el 'smart maritime' como proyecto empresarial sostenible» [link]

«OHL elige la nube de IBM como parte de su transformación digital» [link]



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« Les smart Cities : une opportunité économique pour nos entreprises » [link]

«Le maritime à l’heure du “smart”, pour fêter les 50 ans de l’IMTM» [link]

«L’économie collaborative a besoin d’un cadre réglementaire plus souple» [link]

«Le directeur général d’une entreprise d’exploitation forestière propose une bonne gouvernance pour sauver la forêt ivoirienne» [link]



Leadership & Innovation EN
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«Global Power Transformers Market 2017-2021: Top Drivers and Forecasts by Technavio» [link]

«Hewlett Packard Enterprise (HPE)'s IoT Platform to Anchor a New Smart Cities Experience Center» [link]

«3 Common Mistakes That Will Drastically Drop Your Sales» [link]

«New Legal Framework for Smart Working in Italy» [link]




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L&I Media


“A partir de 2019 precisamos ter uma liderança forte, inclusive para cortar privilégios”, diz governador Marconi Perillo no congresso da Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais) | @diariodegoias [link]

Cerâmica portuguesa bate recorde e “cristaliza” liderança nos Estados Unidos | @JNegocios [link]

El alcalde de Vila-real, José Benlloch, lleva a un foro internacional el liderazgo innovador de la ciudad | @epmediterraneo [link]

L’hôtel Golden Tulip Carthage Annonce Un Mois De Ramadan Sous Le Thème De La « Tunisie D’antan » | @investirtunisie [link]

Pittsburgh's Lesson for Trump: 'Be the Innovation Leader' | @insideclimate, @shankman [link]



L&I Scholar


Curso internacional: inovação para liderança e negócios sustentáveis | @eCycleBr [link]

O milagre de Lisboa: a estratégia de Portugal para sair da crise | @portalvermelho (Fonte: Revista Instituto Humanitas Unisinos) [link]

América Móvil refrenda su liderazgo en innovación | @Telcel, María José Piña [link]

LG Pionnier de l'innovation technologique.La gamme OLED renforce son leadership sur le marché de la TV en 2017 | @TunisieTribune [link]

American University in Dubai (AUD) Launches Master’s Degree in Arts in Leadership, Innovation | @aawsat_eng [link]



L&I Blog


“Novos tempos, novas atitudes”: Eventos mostram tendências para o comércio e a gestão de pessoas | @tribunadonorte [link]

Lições de Mourinho | Fernando Ilharco via @Jnegocios [link]

Expertos abogan por un cambio en el modelo hospitalario con "colaboración y una gestión innovadora" | @infosalus_com [link]

Itesa consolide son leadership dans les systèmes de sécurité | @LesEchos, @paulmolga [link]

Government of Canada brings together leaders to co-create a Social Innovation and Social Finance Strategy for Canada | @CNWNews [link]





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2017/06/16

«Siemens Mobility leva inovação ao transporte ferroviário com impressão 3D»





«Processo permitiu a customização de peças, liberdade de design e integração mais fácil das novas peças produzidas.

»A Siemens Mobility é uma empresa que se baseia em conceitos de mobilidade, com potencial de tornar o transporte e os modelos de negócios relacionados mais eficientes e inovadores. Quando firmou parceria com a SWU Verkehr GmbH em 2003, as duas empresa tinham como objetivo principal manter a disponibilidade de veículos tão alta quanto possível.

»O primeiro projeto em parceria envolvia a adição de elementos operacionais adicionais nos apoios de braço dos trens, que utilizaram os recursos de impressão da impressora 3D da Stratasys Fortus 900MC, com a tecnologia FDM. O processo de impressão 3D permitiu a customização de peças, liberdade de design e integração mais fácil das novas peças produzidas.

O que tudo isso significa para uma empresa que suporta a mobilidade inteligente? “Nossos serviços de produção de peças para uso final se tornaram muito mais flexíveis e sob medida para as necessidades dos nossos clientes”.

»Para o fabricante, isso permite produzir baixos volumes a um custo reduzido, além de possibilitar que designers e engenheiros economizem tempo e dinheiro, enquanto produzem conceitos e testam protótipos. Outro diferencial é que o ferramental impresso em 3D reduz os prazos do processo de modelagem de meses e semanas para dias e horas. Agora, com a manufatura aditiva é possível obter modelos funcionais, testáveis, e peças de produção de baixo volume com mais rapidez do que nunca.

»O que tudo isso significa para uma empresa que suporta a mobilidade inteligente? “Nossos serviços de produção de peças para uso final se tornaram muito mais flexíveis e sob medida para as necessidades dos nossos clientes”, explica Tina Eufinger, da área de desenvolvimento de Negócios da Siemens Mobile Division.

»Segundo Tina, antes de incluir a impressão 3D à produção, a Siemens Mobility precisava produzir maiores quantidades de peças a fim de tornar o projeto mais econômico. “Para demandas de pequeno volume de peças, armazenávamos as peças excedentes até que fossem usadas, descartadas ou se tornassem muito obsoletas para uso. Agora podemos criar um design que seja 100% personalizado para requisitos específicos e que pode ser otimizado várias vezes. Isso reduz nosso tempo de produção de semanas para apenas alguns dias e a torna econômica o suficiente para expandir a nossa oferta de serviço ao cliente para produção de uma única peça”, detalha a executiva.»





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