2017/08/25

Brasil, inovação 2020 2030 2050 (Lusofonia 1/2)




Empresas e associações e instituções
privadas: Rumos do futuro


Tecnologia

O futuro em ciência, tecnologia e inovação. Carta IEDI, edição 775 | Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) (@iedi) [link]

A tecnologia no mundo, ano 2100 | @saopaulotv [link]


Natureza

Visão de Sustentabilidade 2050 | Natura (@naturanet) [link]


Alimentos

Cocriando soluções para mitigar perdas e desperdícios de alimentos no Brasil | BASF (@BASF_Brasil) [link]


Indústria

Visão Brasil 2050 | Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) (@cebds) [link]

Transformação global das indústrias até 2025. Como mapear tendências e captar oportunidades | Jürgen Paulus e Aldemir Drummond, Fundação Dom Cabral (FDC) (@DomCabral) [link]


Energia

Biodiesel: oportunidades e desafios no longo prazo | Ubrabio (União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene) (@Ubrabio) [link]

Visão 2040. Cenários mundiais para a indústria de óleo e gás | Deloitte Brasil (@DeloitteBR) [link]


Transportes e comunicações

Honda apresenta diretrizes globais até 2030 | @Honda [link]




Administrações públicas


Pessoas

Brasil 2050. Desafios de uma nação que envelhece | Câmara dos Deputados (@camaradeputados) [link]


Defesa

Plano Estratégico 2017 - 2024 | Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (@cbm_df) [link]


Sustentabilidade

Brasil 2040: cenários e alternativas de adaptação à mudança do clima | Ministério do Meio Ambiente do Brasil (MMA) (@mmeioambiente) [link]


Matérias primas

Plano Nacional de Mineração 2030. Geologia, Mineração e Transformação Mineral | Ministério de Minas e Energia (MME) (@Minas_Energia) [link]


Rumos do futuro

Visão Brasil 2030 | Projeto GoveRNança Inovadora do Estado do Governo do Rio Grande do Norte [link]


Tecnologia

Parceria entre Brasil e União Europeia vai desenvolver Internet das Coisas e 5G. Missão Brasileira no IOT SWC Barcelona | Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações (MCTIC) (@mctic) e Associação Brasileira de Internet das Coisas (@abincbr) [link]

Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) 2016-2019 | Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) (@MCTIC) [link]


Empresas

Inovar é criar valor. 22 casos de inovação em micro, pequenas, médias e grandes empresas | Confederação Nacional da Indústria (CNI) (@CNI_br) [link]


Agricultura

Visão 2014-2034: o futuro do desenvolvimento tecnológico da agricultura brasileira | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento EMBRAPA (@embrapa) [link]




Organizações académicas e educativas


Rumos do futuro

Planejamento Estratégico 2025 | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (@CNPq_Oficial) [link]

As tendências para o Brasil em 2035 | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (@ipeaonline) [link]

Brasil 2035, cenários para o desenvolvimento | ASSECOR (Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento) (@assecor) e IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) (@ipeaonline) [link]

Megatendências Mundiais 2030. O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo? Contribuição para um debate de longo prazo para o Brasil | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) @ipeaonline [link]


Pessoas

Longevidade e produtividade no trabalho: visão da indústria | SESI (Serviço Social da Indústria. Departamento Regional do Paraná) (@SESIPR): Instituto SESI de Inovação em Longevidade e Produtividade [link]

Trabalho / Tecnologia 2050. Três cenários alternativos | Projeto Millennium (@MillenniumProj). Núcleo de Estudos do Futuro. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP) (@puc_sp) [link]


Tecnologia

A Quarta Revolução Industrial do Setor Têxtil e de Confecção: a Visão de Futuro para 2030 | SENAI CETIQT (Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil) (@cetiqtsenaibr) [link]

Plano Estratégico do Parque Tecnológico UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) 2016 - 2045 | UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) (@ufrj) [link]


Sustentabilidade

Bioeconomia: visões internacionais no Brasil | FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) (@AgenciaFAPESP) e FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) (@Fiesp) [link]


Indústria

Siderurgia no Brasil 2010-2025 | Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) (@CGEE_oficial) [link]




ONG


Indústria e infraestrutura

Indústria, inovação e infraestrutura: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. Documento temático sobre o ODS 9 | ONU Brasil (@ONUBrasil) [link]






2017/08/24

With innovation, 2020 2030 2050



Cities

The Future of London. 2050 | Published by Bright Blue (@WeAreBrightBlue) and Localis (@Localis) [link]

Seattle 2035. Comprehensive Plan. Managing Growth to Become an Equitable and Sustainable City 2015-2035 | City of Seattle (@CityofSeattle). Office of Planning & Community Development. Seattle 2035 (@Seattle2035) [link]



Countries and territories

Vietnam 2035. Toward Prosperity, Creativity, Equity, and Democracy | World Bank (@WorldBank) and Ministry of Planning and Investment of Vietnam (#mpi.gov.vn) [link]

Saudi Vision 2030 | Vision 2030 Kingdom of Saudi Arabia (@SaudiVision2030) [link]

UAE (United Arab Emirates) Future Strategy [link]

Regional Development Strategy (RDS) 2035 | Department for Infrastructure (@deptinfra), Strategic Planning and Coordination Division [link]

Mombasa Vision 2035 Master Plan. Integrated Strategic Urban Development Plan (ISUDP) | Mombasa County Government [link]



People

Direct-to-Patient Remote Research | eClinicalHealth - CLINPAL (TM) (@eClinicalHealth) [link]

The World in 2050: How will the global economic order change? | PwC (@PwC‏) [link]



Finances and financial organizations

Realizing the Potential of Blockchain. A Multistakeholder Approach to the Stewardship of Blockchain and Cryptocurrencies | Don Tapscott (@dtapscott) and Alex Tapscott (@alextapscott), World Economic Forum (WEF) (@wef) [link]

Strategy 2020. The Long-Term Strategic Framework of the Asian Development Bank (ADB) (@ADB_HQ) [link]



Transport and communications

Flightpath 2050 Europe’s Vision for Aviation | European Commission. Directorate-General for Research and Innovation. High Level Group (HLG) on Aviation and Aeronautics Research [link]

YARA and KONGSBERG enter into partnership to build world's first autonomous and zero emissions ship | Kongsberg Maritime (@KOGMaritime) [link]

Current market outlook (2016-2035) | The Boeing Company (@Boeing) [link]

The Airport of the future. Dubai Airports (@DubaiAirports) 2050 [link]



Internet

The Future of Internet Infrastructure | The Daily Conversation (@TheDailyConvo) [link]



Industry and enterprise

The future of manufacturing: A new era of opportunity and challenge for the UK. Project Report | GOV.UK. Department for Business Innovation & Skills Government. Office for Science (@GOVUK) [link]

African Economic Outlook (AEO) 2017. Entrepreneurship and Industrialization | African Development Bank (@AfDB_Group), OECD Development Centre (@OECD_Centre) and United Nations Development Programme (@pnudfr) [link]

Development of State of the Art-Techniques in Cement Manufacturing: Trying to Look Ahead. CSI/ECRA Technology Papers 2017 | Cement Sustainability Initiative (CSI) (‎@CementCSI): European Cement Research Academy (ECRA). World Business Council for Sustainable Developement (WBCSD) (@wbcsd) [link]

A vision for non-ferrous metals industry in 2050 | EU Science Hub - Joint Research Centre (@EU_ScienceHub) [link]



Future paths

The Knowledge Future: Intelligent policy choices for Europe 2050 | European Commission (@EU_Commission) [link]

Shaping an interconnected world. G20 Leaders’ Declaration | G20 [link]

GOA 2035 Vision Strategy − An Abridged Report | Goa Golden Jubilee Development Council [link]

Paradox of Progress. Global Trends | National Intelligence Council (NIC) (@ODNI_NIC) [link]



Defence

European Defence Agency (EDA) Role in Research & Technology. Towards Enhanced European Future Military Capabilities | EDA (@EUDefenceAgency) [link]



Energy

Earth 2050: The Future of Energy | Shell, Wired Magazine & Discovery Channel [link]

Low carbon energy and feedstock for the European chemical industry | Alexis Michael Bazzanella and Florian Ausfelder, DECHEMA (Gesellschaft für Chemische Technik und Biotechnologie e.V.) (@DECHEMA) - European Chemical Industry Council (CEFIC) (@Cefic) [link]



Environment

Earth Observations in support of the 2030 Agenda for Sustainable Development | GEO (Group on Earth Observations) (@GEOSEC2025) [link]



Food

The future of food and agriculture. Trends and challenges | Food and Agriculture Organization (FAO) of the United Nations (UN) (@FAOnews) [link]






2017/08/23

Avec innovation, 2020 2030 2050



Agriculture et nature

Une prospective pour le secteur vigne et vin dans le contexte du changement climatique | FranceAgriMer (@FranceAgriMerFR) via Innovin (@Inno_vin) [link]

Charte 2008 - 2019. Rapport | Parc naturel régional du Morvan (@ParcduMorvan) [link]

#LULUCF Les secteurs de la sylviculture, du papier et de l'agriculture s'unissent en faveur d'un niveau de référence pour les forêts dynamique : EUSTAFOR, COPA - COGECA, CEPF, CEPI et CEI-Bois [link]

#AgricultureInnovation2025 30 projets pour une agriculture compétitive & respectueuse de l’environnement | Ministère de l'Agriculture et de l'Alimentation (@Min_Agriculture) [link]



Personnes

Booster l’Innovation sociale en 12 propositions | Les entreprises pour la Cité (@LepC_France) [link]

Déclaration Africa 2030. Entreprendre ensemble l’avenir ! Jeunes = Entrepreneurs = Entreprises = Emplois | Forum de la Jeunesse et de l’Entrepreneuriat à l’AGYP (Active Growth & Youth Program) avec le MEDEF (Mouvement des Entreprises de France) @medef [link]

Santé 2025. Un monde d’innovations | Les Entreprises du Médicament en France (LEEM) (@LeemFrance) [link]

Les personnes en situation de handicap en 2035. Répercussions des tendances technologiques et sociétales sur notre monde | GDI (Gottlieb Duttweiler Institute) (@GDInstitute) [link]

Stratégie 2020 de la Fédération internationale des Sociétés de la Croix-Rouge et du Croissant-Rouge (IFRC) (@Federation) [link]

Stratégie 2020 - Caritas Neuchâtel (@CaritasSuisse) [link]



Gouvernance

Ensemble contre la corruption. Stratégie 2020 de Transparency International (@anticorruption) [link]



Énergie

Innovation dans le secteur de l’électricité. Vers la vision 2050 | Association canadienne de l’électricité (ACÉ) / Canadian Electricity Association (CEA) @CDNelectricity [link]

Scénario négaWatt 2017-2050 | Association négaWatt (@nWassociation) [link]

Stratégie CAP 2030 | EDF (Électricité de France) (@EDFofficiel) [link]

Perspectives Énergétiques 2017 à l’horizon 2040. Points-clés | Exxon Mobil (@exxonmobil) [link]



Technologie

Intelligence artificielle : 5 chiffres-clés à connaître | Microsoft Ideas (@Microsoftideas) Digital is business [link]



Directions du futur

Vision Djibouti 2035 | DJIBOUTI 2035 (@DJIBOUTI2035) - République de Djibouti [link]

Notre monde en 2050 | AFP (Agence France-Presse) (@afpfr) [link]

Luxembourg 2045. Les 30 glorieuses sont devant nous! | Michel-Edouard Ruben. Publié par la Fondation IDEA (@FondationIDEA) [link]



Cités

Mission Île de la Cité : le coeur du coeur | Philippe Bélaval et Dominique Perrault, Mission d'étude Île de la Cité (@Mission_IDC) [link]



Défense

Le futur de la Défense : Horizon 2030 | Cabinet de la Défense et de la Fonction Publique (@defense_BE), ministre Steven Vandeput (@svandeput) [link]



Transport et communications

Bus2025. Inventons ensemble le bus de demain | Groupe RATP (@GroupeRATP) [link]

Transport aérien 2050 - Des recherches pour préparer l'avenir | ONERA (Office National d'Etudes et Recherches Aérospatiales) [link]



Culture et sciences

Plan d'orientation stratégique 2016-2030 | Institut de recherche pour le développement (IRD) (@ird_fr) [link]

Vision du développement culturel 2025 | Ville de Québec (@villequebec) [link]



Environnement

Economie Circulaire : Un atout pour relever le défi de l’aménagement durable des territoires | Agence de l’Environnement et de la Maîtrise de l’Énergie ADEME (@ademe) [link]



Entreprise et industrie

Voyage vers le futur, mon entreprise en 2030 | @derosnayjoel via @EDFutur [link]

Une Industrie compétitive pour la Croissance et l’Emploi, 2017-2022 | Groupe des Fédérations industrielles (GFI) (@GFI_Industrie) [link]






2017/08/22

Portugal e países de língua portuguesa em África, inovação 2020 2030 2050 (Lusofonia 2/2)



Objetivos 2020 2030 2050


Pessoas

Acelerar a igualdade de género e o Empoderamento das Mulheres em África. Relatório Africano de Desenvolvimento Humano 2016 | United Nations Development Programme (UNDP) (@UNDP) Angola [link]

Um futuro para a saúde - todos temos um papel a desempenhar | Fundação Calouste Gulbenkian (@FCGulbenkian) [link]

O Programa Africano de Transformação da Saúde para 2015–2020. Uma Visão para a Cobertura Universal de Saúde | Organização Mundial da Saúde. Escritório Regional para a África (OMS / WHO) [link]

Estratégia Nacional para o Envelhecimento Activo e Saudável 2017. Proposta do Grupo de Trabalho Interministerial | Serviço Nacional de Saúde (SNS) [link]


Meio ambiente

Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC) 2020/2030 | Agência Portuguesa do Ambiente (APA) (@apambiente) [link]

Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2025 | Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) [link]


Energia

Angola Energia 2025. Visão de longo prazo para o sector eléctrico | Angola Energia 2025. Ministério da Energia e Águas. República de Angola [link]


Desenvolvimento local e nacional

Timor-Leste. Plano Estratégico de Desenvolvimento 2011-2030 | Governo de Timor-Leste [link]

Programa de Desenvolvimento Rural de Portugal - Continente: PDR 2020 (#pdr2020) [link]

Inovação Territorial - Portugal 2020 | República Portuguesa (@govpt) [link]

Agenda 2063. A África que Queremos. Plano de implementação para a primeira década, 2014-2023 | African Union (@_AfricanUnion) [link]

O que é o Portugal 2020 | República Portuguesa (@govpt) [link]

Estratégias de inovação RIS3: Políticas de coesão 2014-2020 [link]


Investigação e inovação

E2I Estratégia de Investigação e Inovação 2013-2020 | Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) (@LNEC_PT) [link]



Hoje, nosso bagagem pelo futuro


Cidades

As dez maiores Inovações Urbanas | Fórum Econômico Mundial (WEF) (@wef): Conselho de Agenda Global sobre o Futuro das Cidades [link]


Tecnologia

Tendências de negócio e o papel das Tecnologias da Informação e da Comunicação | Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC) (@APDC) [link]


Alimentos

Simpósios ANIPLA 2017 Inovação e Tecnologia na Produção de Alimentos [link]


Economia social

Capacitação para o Investimento Social | Portugal Inovação Social - Laboratório de Investimento Social (@invest_socialPT) [link]



Rumos do futuro


Pessoas

As nossas crianças em 2025. Opinião de líderes proeminentes sobre o futuro das crianças em Moçambique | UNICEF Moçambique (@UNICEF_Moz) #SitanMoz [link]

Era do Potencial Humano 2.0 - Forças Futuras no Mundo do Trabalho | Manpower Group (@ManpowerGroup‏) [link]


Meio ambiente

@PlasticChange: Até 2050 existirá mais plástico do que peixe no mar | @euronewspt [link]

Alterações climáticas e desenvolvimento urbano | Direção-Geral do Território [link]

Apoiar a Transição para uma Economia Circular: Fase I | Fundo Ambiental (#FundoAmbiental) do Ministério do Ambiente (@ambiente_pt) [link]

Eco-inovação e a Competitividade Empresarial. Projeto ECOPRODUTIN | AEP – Associação Empresarial de Portugal [link]

Desafios do Mar 2020. Estratégias de Eficiência Coletiva (EEC) | Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar [link]


Globalização

Controlar a globalização. Documento de reflexão | Comissão Europeia (@EU_Commission) [link]

Portugal Espaço 2030. Uma estratégia de investigação, inovação e crescimento para Portugal | Programa Espaço da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (@ciencia_pt) [link]


Tecnologia e inovação

Portugal INCoDe.2030. Iniciativa Nacional Competências Digitais e.2030 | INCoDe.2030 (@incode2030). Governo de Portugal (@govpt). Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (@ciencia_pt) [link]

Destino: Crescimento e inovação. O impacto da inovação na performance económico-financeira das PME e no seu crescimento | COTEC Portugal (@COTEC_Portugal) e Deloitte Portugal (@DeloittePT) [link]






2017/08/21

Con innovación, 2020 2030 2050



Energía

Energía 2050. Política energética de Chile | Ministerio de Energía (@MinEnergia del @GobiernodeChile) [link]

Visión Estratégica 2030 | Plataforma Futured (Plataforma española de redes eléctricas) [link]



Personas

Estrategia de la Unión Europea en materia de lucha contra la droga (2013-2020) | Consejo de la Unión Europea (@EUCouncil) [link]

Estrategia SERGAS 2020 | Xunta de Galicia. Consellería de Sanidade. Servizo Galego de Saúde (@ACIS_sergas) [link]

El comercio del conocimiento: economía del siglo XXI | Banco Nacional de Comercio Exterior (@bancomext) [link]

Visión de futuro para el sector de la salud 2025 | Observatorio de Prospectiva Tecnológica Industrial (OPTI) [link]



Educación

Innovación y cambio educativo a pequeña y gran escala | @arivas7 via @Educar2050 [link]

El futuro de la formación profesional en América Latina y el Caribe: desafíos y lineamientos para su fortalecimiento | Centro Interamericano para el Desarrollo del Conocimiento en la Formación Profesional (OIT/Cinterfor) (@OITCinterfor) [link]

Estrategia UAM 2025 | Universidad Autónoma de Madrid (UAM) (@UAM_Madrid) [link]



Industria y empresa

Desafíos del Agua para la región Latinoamericana | Fundación Chile (FCH) (@fundacionchile) [link]

Visión Estratégica 2020 de la Logística Integral en España | Logistop (Plataforma Tecnológica en Logística Integral) (@Logistop_). Centro Nacional de Competencia en Logística Integral (CNC) [link]

Desde el cobre a la innovación. Roadmap Tecnológico 2015-2035 | Fundación Chile (@fundacionchile) [link]

Estrategia de Desarrollo Industrial de Canarias 2009-2020 (EDIC) [link]



Finanzas

Banca de Desarrollo y financiamiento en una era de cambios tecnológicos | 47 Asamblea General de la Asociación Latinoamericana de Instituciones Financieras para el Desarrollo (ALIDE) (@_ALIDE_) [link]



Transporte y comunicaciones

Hoja de Ruta del Ferrocarril 2050: Eje del Espacio Único Europeo del Transporte | ERRAC: European Rail Research Advisory Council / Consejo Europeo para la Investigación Ferroviaria [link]

Análisis DAFO y Prioridades Científico Tecnológicas y de Innovación del Sector Ferroviario Español. Visión 2050 | Plataforma Tecnológica Ferroviaria Española (PTFE) [link]

Mazda anuncia su visión a largo plazo para el desarrollo tecnológico “Zoom-Zoom sostenible 2030” [link]



Ciudades

TRC 2040. Plan Estratégico para Torreón con enfoque Metropolitano 2040 | Instituto Municipal de Planeación y Competitividad de Torreón (IMPLAN) (@trcimplan). Administración Municipal de Torreón. Estado de Coahuila. México [link]

Distrito Castellana Norte (DCN) (@DCNMadrid) [link]

E2020DSS | Donostiako Estrategia Bulegoa, 2020 urtera begira - Oficina de Estrategia de San Sebastián, con miras a 2020 (@e2020dss) [link]



Países

Visión 2030. El México que queremos | Presidencia de la República [link]

Plan Binacional de Integración Fronteriza Ecuador-Colombia 2014-2022 | Secretaría Nacional de Planificación y Desarrollo (Senplades) (@SenpladesEc) [link]



Gobernanza

La Administración Pública del Futuro. La Administración 2050 | Carles Ramió Matas, @GIGAPP [link]



Rumbos del futuro

Conocimiento e innovación hacia el 2050 en Costa Rica | Asociación Estrategia Siglo XXI [link]

Agenda 2030 y los Objetivos de Desarrollo Sostenible. Una oportunidad para América Latina y el Caribe | Sistema Económico Latinoamericano y del Caribe (SELA) @SELAInforma [link]

España en el mundo 2033 | PwC España (@PwC_Spain) [link]

Megatendencias. Un análisis del estado global | Centro Nacional de Planeamiento Estratégico (CEPLAN) (@CEPLAN2050) [link]



Tecnología

Función de la ciencia, la tecnología y la innovación en la garantía de la seguridad alimentaria para el año 2030 | ONU. Consejo Económico y Social. Comisión de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo. Informe del Secretario general (@UNCTAD) [link]

La reinvención digital, una oportunidad para España | Digital McKinsey (@DigitalMcKinsey) con la colaboración de la Fundación Cotec (@Cotec_Innova) [link]






2017/08/18

Brasil 2050. Desafios de uma nação que envelhece | Câmara dos Deputados (@camaradeputados)



Info: Câmara dos Deputados

Document (pdf)




«O presente trabalho, que aqui exibimos nestas mais de 200 páginas, é mais uma etapa importante das atividades que me proponho a desenvolver em prol dos idosos brasileiros. Desde 2004, ainda na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, atuei para criar a comissão do idoso no município, buscando atender de forma significativa esse segmento etário tão menosprezado. De lá para cá, tive a honra de estar presente em momentos importantes para a população idosa: na prefeitura do Rio de Janeiro, ao criar uma secretaria específica para a terceira idade – até hoje uma experiência única e referência entre as capitais brasileiras – e, no Congresso Nacional, ao desenvolver uma ambiciosa proposta compilada neste “Brasil 2050 – desafios de uma nação que envelhece”.

»Este livro que chega agora a suas mãos é o resultado de uma provocação direcionada aos consultores legislativos da Câmara dos Deputados. Cada um, em sua área de estudo, foi desafiado a projetar o impacto do envelhecimento em diversos segmentos da vida social brasileira. No presente trabalho, tratamos de antever a realidade que nos espera tendo como marco o ano de 2050. O tamanho do exercício intelectual não é pequeno e sua importância considerável: a cada segundo, duas pessoas fazem 60 anos no mundo. As áreas estudadas neste “Brasil 2050” são previdência social, violência contra o idoso, educação ao longo da vida, direitos do idoso, cuidados de longa duração, mercado de trabalho, mobilidade e espaço urbano, cultura e saúde.

»O resultado do estudo mostra que a demografia não vai esperar a política pública resolver chegar, e o congresso aprovar as medidas que devem ser tomadas. A previdência social apresenta um quadro alarmante. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), 76% dos idosos recebem aposentadoria ou pensão por morte – três quartos dos idosos do Brasil estão sob a tutela do nosso sistema previdenciário. A exemplo de outros países latino-americanos, o desafio do Brasil de 2050 é incluir um contingente maior de trabalhadores na condição de contribuintes hoje para evitar o colapso da previdência quando essa força de trabalho alcançar os requisitos para receber seus benefícios.

»Atendidas as condições mínimas – ou seja, uma pensão ou aposentadoria digna que garanta sua subsistência –, o Estado brasileiro precisará proteger esse segmento social, reconhecidamente mais frágil. A violência atinge 12% dos idosos do Brasil e está entre as principais causas de morte na terceira idade, se contabilizados também acidentes. Dentre 60 mil denúncias de violência contra o idoso em nossas capitais, 16 mil casos ocorreram no espaço doméstico, dentro de casa.

»A saúde pública, que já parece insuficiente para atender a sociedade brasileira, terá de se robustecer para dar conta de uma população de idosos no mínimo duas vezes maior do que a atual. Com isso, eleva-se o número de idosos acometidos por doenças degenerativas e crônicas que diminuem sua autonomia, exigindo cuidados especiais de diferentes naturezas. Todo mundo sabe que o Brasil mantém culturalmente uma estrutura “familista” de proteção social em relação ao cuidado: sobre a família historicamente tem recaído o custeio dos cuidados para pessoas idosas em situação de dependência.

»Em 2050, porém, tendo como espectro o volume de pessoas que demandarão este cuidado e a quantidade cada vez menor de jovens no mercado de trabalho, parece claro que ao Estado caberá atuar em um campo em que não queria se ver demandado. Urge que seja desenvolvida uma política nacional do cuidado em que o papel de cada ente, seja Estado ou sociedade, fique claro para garantir a dignidade do idoso no horizonte futuro. Hoje observamos que a depressão é uma patologia muito comum entre idosos brasileiros e que pesquisas apontam um aumento de 705% nos últimos 16 anos. No caso de mortes associadas à depressão, os maiores índices estão concentrados em pessoas de 60 anos, com ápice após 80 anos. Estas informações projetam que em um futuro próximo teremos que criar programas para prevenir o suicídio.

»Tradicionalmente vista como preocupação voltada à infância, a educação ao longo da vida não pode ser ignorada como elemento de independência dos idosos de hoje e de 2050. Ela pode ser vista como uma via de serviço de um desenvolvimento humano mais harmônico. A aprendizagem requer habilidades cognitivas que de certa forma podem compensar outras perdas decorrentes da idade. Investir em educação para a população idosa deve ser uma tarefa do Estado que reverterá em uma terceira idade mais autônoma e com capacidade produtiva.

»Em relatório apresentado em 2014, o Conselho de Política Econômica e Fiscal do Japão destaca que o país vai precisar que seus cidadãos acima de 65 anos se mantenham ativos no mercado de trabalho para ajudar a economia nacional a crescer. O documento aponta a necessidade de aumento de 5% na cota de mulheres e idosos empregados para que o Produto Interno Bruto (PIB) japonês cresça entre 1,5% e 2% ao ano nos próximos 50 anos. A participação dos idosos no mercado de trabalho no Brasil também deve ser estimulada. Essa população deve ter a opção de se manter como parte da população economicamente ativa por mais tempo, oferecendo o seu trabalho e experiência para a sociedade.

»A capacidade do idoso em produzir riqueza, aliás, impulsionada por qualificação e educação mais eficientes, poderá ser decisiva para o crescimento futuro do país: se hoje 23% dos aposentados permanecem ativos, trabalhando, que grande incremento produtivo essa massa pode gerar no âmbito do PIB brasileiro em 2050, se bem preparados e conduzidos?

»Ao concluir a leitura de “Brasil 2050 – desafios de uma nação que envelhece”, você terá um quadro plural e técnico sobre a dimensão dos esforços que o país terá frente a essa realidade vindoura. Mais do que provocar alarme ou mesmo traçar um cenário apocalíptico do futuro, esta obra tem como objetivo sensibilizar a sociedade brasileira e os parlamentares do Congresso Nacional da gravidade do problema de um lado e das oportunidades que se abrem do outro. O tempo, hoje, é um inimigo.

»Quanto mais demorarmos para dar início à transformação da sociedade para acolher o idoso, mais cara, traumática e calamitosa será a sobrevivência desta parcela crescente da população. O parlamento não pode mais alegar desconhecimento desta gritante realidade.

»Por tanto, mãos à obra e boa leitura!»





2017/08/17

Plano Estratégico 2017 - 2024 | Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (@cbm_df)



Info: CBMDF

Document (pdf)




«Nossa visão de futuro é que até 2024, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal com foco no cidadão e com responsabilidade socioambiental, realizará ações de prevenção e investigação de incêndio e atenderá as ocorrências emergenciais nos padrões internacionalmente consagrados.

»O Plano Estratégico do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal para período de 2017 a 2024 (Planes 2017-2024) é a concretização de um processo histórico e gerencial.

»A Estratégia corporativa foi formalizada a primeira vez em 2002 e desde então vem sendo revisada. A Corporação vem aprendendo e crescendo neste período. Os profissionais do fogo incorporaram novas técnicas, métodos e processos na gestão do CBMDF. O esforço de todos permitiu a execução de 75% do Plano Estratégico do período 2013-2016. O notável desempenho nos impulsiona para ampliar nossos horizontes de governança, gestão e resultados operacionais para o futuro.

»O planejamento estratégico do período de 2017 a 2024 iniciou em 2016, com um diagnóstico institucional que contou com a participação de todos os segmentos e ciclos hierárquicos do CBMDF. A elaboração do plano estratégico foi conduzida pelo Estado-Maior Geral. Todo processo foi validado pelo colegiado formado por todos os Coronéis do CBMDF.

»A Estratégia corporativa formalizada neste Plano reflete a participação e experiência dos Bombeiros-Militares do Distrito Federal.»





2017/08/16

Siderurgia no Brasil 2010-2025 | Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) (@CGEE_oficial)



Info: CGEE

Documento (pdf) via Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM) (@abm_brasil)

O CGEE é uma organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)




«APRESENTAÇÃO


»A indústria siderúrgica, historicamente, vem ocupando um papel de destaque no âmbito da economia brasileira. A constituição da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), nos anos 1940, foi um dos traços mais marcantes do esforço de industrialização do país. Cinco décadas depois, a privatização das grandes companhias siderúrgicas representou uma ruptura na forma de atuação do Estado na economia. Nos anos recentes, algumas companhias siderúrgicas brasileiras ampliaram seus investimentos no exterior, transformando-se em expoentes das multinacionais do país.

»A siderurgia foi e continua sendo uma indústria essencial para o Brasil, na medida em que é o alicerce de várias cadeias produtivas, tais como a automotiva, a da construção civil, a de bens de capital, dentre outras.

»Ademais, atualmente, a siderurgia vivencia outro ponto de inflexão em face da retomada da ampliação acelerada da capacidade instalada. Em 2010-2011, inclusive, duas novas usinas siderúrgicas de grande porte entrarão em operação no país. Superados os impactos da crise econômico-financeira mundial de 2008, novos projetos começam a sair do papel.

»Trata-se, assim, de um momento oportuno para avaliar as perspectivas do setor, bem como propor diretrizes e recomendações.

»É neste contexto que o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) apresenta os resultados finais do Estudo Prospectivo do Setor Siderúrgico, 2010-2025 (EPSS). Este foi uma iniciativa do Fórum de Competitividade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O EPSS esteve a cargo do CGEE, e foi desenvolvido em parceria direta com a Associação Brasileira de Materiais, Metalurgia e Mineração (ABM) e o Instituto Aço Brasil (IABr).

»Um comitê de coordenação do EPSS teve a participação das seguintes instituições e empresas: Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ABM, Aços Villares, ArcelorMittal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), CGEE, CSN, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Gerdau, IABr, Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), MDIC, Ministério de Minas e Energia (MME), Samarco, Usiminas, Valourec-Mannesmann, Villares Metals e Votorantim. A ampla participação de instituições de governo, de empresas e da comunidade acadêmica confere conformidade às expectativas da sociedade quanto ao diagnóstico e às proposições do EPSS.

»O objetivo deste documento finalístico do EPSS é o de apresentar um conjunto de ações estruturantes que devem estar presentes no futuro da siderurgia brasileira. Para isto, foram elaboradas inicialmente 25 notas técnicas. Em seguida, em um grande esforço de sistematização, foram confeccionados dois documentos propositivos, sendo um relativo às recomendações políticoinstitucionais e outro, às recomendações para a inovação tecnológica.

»Tais proposições foram discutidas em simpósios e oficinas e, agora, após períodos de reflexão e debates para seu desdobramento em uma agenda tecnológica setorial, o EPSS entrega à sociedade as principais conclusões, como subsídio à formulação de políticas públicas com alcance no horizonte de 2010 a 2025.»





2017/08/14

Planejamento Estratégico 2025 | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (@CNPq_Oficial)



O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é uma agência do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC) (@mctic)

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«PRÓXIMOS PASSOS


»Planos Operacionais


»“Execução é uma disciplina.
Nenhum atleta jamais teve sucesso sem disciplina e treino”.
Ram Charan.


»No nível operacional, o planejamento deverá traduzir os objetivos de contribuição das diretorias e áreas funcionais do CNPq em instrumentos de execução, que possam ser medidos, monitorados e permanentemente avaliados. Para tanto é preciso inicialmente alinhar o Portfólio de Projetos, Iniciativas e Processos – já delineado no momento de elaboração dos Planos Táticos – aos objetivos dos Mapas de Contribuição. A seguir, os Planos Operacionais devem ser organizados com base nos Planos de Ação, elaborados para cada um dos Projetos e Iniciativas, com destaque para os Projetos Estruturantes.

»A execução dos Planos de Ação irá assegurar, a partir do nível operacional, os resultados práticos, de curto prazo, necessários para que o CNPq supere os desafios institucionais de longo prazo, estabelecidos no Mapa Estratégico, com horizonte temporal de 2025.

»Em termos de método, os Planos Operacionais podem ser formulados com base em dois instrumentos amplamente praticados: o Plano de Ação – ferramenta conhecida como 5W2H, adaptada – e o Cronograma de Trabalho do tipo GANTT, com suas variações, caso a caso.

»O desdobramento da estratégia corporativa em Planos Táticos e, num segundo nível, em Planos Operacionais, consolidará o Modelo de Gestão do CNPq, agregando características peculiares que serão incorporadas às práticas cotidianas que melhor atenderem às necessidades da organização. Para que isso aconteça, contudo, é preciso dar sequência ao processo de planejamento que integre todos os níveis da estrutura organizacional, envolva o maior número possível de pessoas e tenha o patrocínio e o engajamento presencial dos gestores e da alta administração.



»Monitoramento e Avaliação

»A execução dos Planos Operacionais e respectivos Planos de Ação – referentes aos Projetos e Iniciativas – deverá ser objeto de constantes atividades de Monitoramento e a Avaliação, as quais abrangem, também, os níveis tático e estratégico.

»Monitoramento consiste na busca, coleta, acompanhamento e organização contínua dos indicadores de desempenho. Por usa vez, a Avaliação busca compreender analiticamente os motivos e razões de êxitos ou fracassos, demonstrados nos resultados.

»As conclusões irão ensejar a adoção de ações corretivas, as quais podem ser direcionadas a quaisquer dos níveis da estrutura organizacional, tudo conforme a Metodologia FIGE.

»Desse modo, a sistemática de Monitoramento e Avaliação facilita o desenvolvimento de pensamento sistêmico, na medida em que induz e intensifica a interação entre as diferentes áreas.

»Uma prática gerencial que vem propiciando excelentes resultados aos modelos de gestão de grandes organizações é a realização periódica das chamadas Reuniões de Análise da Estratégia (RAE). Nessas ocasiões, os responsáveis pela diretorias e áreas selecionadas apresentam os resultados negativos e os obstáculos que o afligem, de modo a envolver as demais áreas e a alta administração na solução dos problemas.

»Trata-se de uma experiência relativamente nova, implementada a partir da metodologia balanced scorecard e adotada sistematicamente pela instituição como instrumento metodológico de monitoramento e avaliação da estratégia. As RAE, promovem a visão sistêmica, estimulam a gestão compartilhada e propiciam a preparação de sucessores.

»Porém, sem as ferramentas tecnológicas adequadas, todo o esforço de planejamento e gestão estratégica poderá ser frustrado. Assim, o CNPq deverá dispor de um Sistema Informatizado de Gestão, que contemple o monitoramento e a avaliação da execução da estratégia, permitindo, entre outras funcionalidades, as seguintes:

»Acompanhamento online do desempenho de indicadores e metas nos diferentes níveis da estratégia;

»Compatibilidade com outros sistemas corporativos em uso na instituição, para integração de dados e informações;

»Emissão de relatórios gerenciais evidenciando desempenhos de áreas e projetos; e

»Flexibilidade para customizações e ajustes sempre que necessários à dinâmica de suas atividades.

»Fatores Críticos de Sucesso ou condicionantes à obtenção de resultados.


»A execução da estratégia corporativa tem sido desafio para pequenas e grandes organizações, tanto no setor público como na iniciativa privada, em especial quando os planos impõem alinhamentos entre horizontes temporais de curto, médio e longo prazos, como é o caso do CNPq.

»Por outro lado, é a eficiência na execução que determina o êxito de um plano em direção aos seus objetivos, nos diferentes horizontes temporais. Nessa busca, a organização deve manter-se articulada para promover o correto direcionamento e alocação dos recursos.

»Da mesma maneira, a sustentabilidade de um processo sistêmico de planejamento e gestão estratégica requer observação e intensificação de diversos pressupostos gerenciais – na maioria deles já integrados à cultura organizacional do CNPq – merendo ser destacados os seguinte:

»Permanente patrocínio e engajamento da alta administração;

»Disponibilidade de recursos para execução de projetos e iniciativas e para otimização de processos;

»Comprometimento dos níveis gerenciais, com participação ativa em todas as etapas do ciclo de gestão;

»Clima organizacional propício ao cumprimento de metas;

»Aderência entre o que foi planejado e a capacidade de realização das unidades orgânicas;

»Monitoramento das mudanças de ambientes interno e externo (monitoramento de cenários);

»Entendimento da organização de que os planos devem ser instrumentos de gestão dinâmicos e flexíveis;

»Adoção de ferramenta informatizada para execução e monitoramento da estratégia, adequada às especificidades da instituição;

»Implementação das Reuniões de Análise da Estratégia (RAE), com envolvimento de toda a alta administração da casa;

»Permanente e adequado desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais, para fazer frente aos desafios estabelecidos nos planos;

»Adoção de medida institucional que neutralize a perversa “solução de continuidade”, mediante as prováveis mudanças na direção, ao longo do tempo; e

»Clara consciência organizacional de que a implementação dos planos, no decorrer dos anos, promove mudanças na cultura organizacional e o ganho será compartilhado por todos.


»De certa maneira, todas essas premissas guardam estreita interface, uma vez que os seus resultados são interdependentes e, com isso, contribuem sobremaneira para o alinhamento da organização à estratégia.



»Resultados esperados

»Detentor de primoroso capital humano – servidores tecnicamente preparados e comprometidos com a instituição –, o CNPq reúne todas as condições para alcançar os alvos estabelecidos no Mapa Estratégico e nos Mapas de Contribuição das Diretorias e Assessorias.

»Os Fatores Críticos para o sucesso dos Planos, acima destacados, não são figuras estranhas à Diretoria Executiva e às equipes de trabalho das unidades que, no dia a dia, colocam todo seu potencial técnico e intelectual em função dos produtos e serviços – muitas vezes desafiantes e inovadores – entregues à sociedade brasileira.

»Diretoria Executiva, gestores e demais servidores, determinados a construir uma organização “orientada para a estratégia”, somam esforços e buscam novas maneiras de transformar os objetivos institucionais em tarefa de todos.

»Esse alinhamento de toda a organização à estratégia possibilitará mudanças que irão se refletir na cultura, no fortalecimento da organização e na qualidade dos resultados que o CNPq entrega à sociedade brasileira.»





2017/08/11

Visão Brasil 2050 | Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) (@cebds)


Info: Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS)

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«Introdução


»Este documento estrutura-se em torno de uma visão compartilhada de futuro e tem como eixo o caminho necessário para que essa visão seja de fato alcançada em 2050.

»Na seção 1, A construção do Visão Brasil 2050, apresenta-se uma breve descrição do processo pelo qual essa visão foi construída ao longo de 2011 e 2012.

»A seção 2, O Brasil de 2012, apresenta o cenário de base no país, do ponto de vista socioeconômico, destacando: o arcabouço legal e institucional que ampara as políticas e medidas propostas no documento; as ações realizadas pelo setor privado rumo à sustentabilidade; e os atores envolvidos na implementação do processo rumo à Visão 2050.

»Na seção 3, Visão 2050 para o Brasil, o documento descreve a visão propriamente dita, de um ponto de vista mais amplo, em uma abordagem conceitual que inclui os objetivos pretendidos. É o cenário que se pretende alcançar por meio de ações articuladas entre todos os setores e atores relevantes da sociedade.

»Na seção 4, Caminhos para 2050, foram definidos nove temas de referência prioritários para a consolidação dos caminhos rumo ao cenário de desenvolvimento sustentável no país. Os nove temas são tratados separadamente, abordando primeiro a situação atual e, em seguida, a visão 2050 setorial mais detalhada, considerando o cenário para 2050 e assumindo que o processo de mudança ocorrerá de fato.

»Também nessa seção descreve-se o caminho para alcançar esses objetivos na forma de ações organizadas no curto, médio e longo prazos: na primeira fase, até 2020, quando se espera a implementação ao longo da próxima década; e de 2020 a 2050, quando de fato se definirá o rumo do país até 2050, com um novo modelo de desenvolvimento orientado para a sustentabilidade.

»Na seção 5, Ameaças e riscos, são avaliados os perigos ao longo do caminho, as vulnerabilidades e os riscos associados que podem comprometer o sucesso da empreitada.

»A seção 6, Oportunidades, argumenta em favor da transformação dos riscos em oportunidades para a sociedade, identificando as áreas – ou pilares – para a atuação concertada de todos os atores relevantes.

»A seção 7, Conclusão e próximos passos, por fim, propõe uma reflexão sobre o processo como um todo, indicando as próximas etapas pretendidas para garantir a materialização das ações descritas ao longo do documento Visão Brasil 2050.

»O documento inclui ainda, na seção 8, Fontes de consulta, uma seleção de publicações e sites utilizados como referência para o documento, e que poderão inspirar o leitor a aprofundar o conhecimento e a compreensão sobre as ambições do Visão Brasil 2050.

»Os organizadores e participantes do Visão Brasil 2050 esperam que este documento possa servir de inspiração para que muitos outros venham se unir a esse processo ao longo do caminho, na construção de um Brasil melhor.»





2017/08/10

Brasil 2040: cenários e alternativas de adaptação à mudança do clima | Ministério do Meio Ambiente do Brasil (MMA) (@mmeioambiente)


A extinta Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), foi responsável pela elaboração do estudo hoje é disponível no site do Ministério do Meio Ambiente do Brasil (@mmeioambiente).

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«APRESENTAÇÃO


»A mudança do clima global é o maior desafio à ação concertada da humanidade neste início de século. A trajetória de desenvolvimento do Brasil e dos demais países depende do grau de alteração das variáveis climáticas e de sua distribuição no espaço. Há consenso em que, mesmo ante a incerteza relativa à dimensão e distribuição espacial dos fenômenos climáticos, é preciso avançar em ações que aumentem a resiliência das estruturas que balizam a vida e a economia.

»A Subsecretaria de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE-PR) encomendou a instituições nacionais de excelência simulações a partir de modelos climáticos globais. As dificuldades e desafios para elaborar um estudo tão abrangente eram grandes, o que requereu o envolvimento de diversas áreas do conhecimento humano, tais como: engenharias, agricultura, economia, recursos hídricos, climatologia e sociologia. O objetivo era estimar como as mudanças climáticas afetariam os setores econômicos em diferentes horizontes e sugerir estratégias de prevenção e adaptação dos diferentes sistemas que poderiam ser afetados. Os estudos foram desenvolvidos para subsidiar processos relevantes no âmbito da Política Nacional sobre Mudança do Clima, em particular, o Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima, em fase de conclusão no governo federal.

»O projeto denominado “BRASIL 2040: cenários e alternativas de adaptação à mudança do clima” é constituído por quatro etapas. A primeira etapa consistiu na aplicação de dois dos mais de quarenta modelos de clima global disponíveis para, a partir de suas projeções e com base em dois cenários distintos, derivar hipóteses de comportamento climático para o território brasileiro nos períodos de 2011- 2040; 2041-2070 e 2071-2100.

»A segunda etapa do estudo identificou os impactos de cada um dos cenários climáticos sobre os recursos hídricos. Isso é crucial, pois quase todos os setores econômicos e as concentrações humanas sofrem impactos, não somente por variações de temperatura, mas, sobretudo, por variações na disponibilidade hídrica.

»A terceira etapa analisou os impactos sobre os recursos naturais e sobre alguns setores econômicos, considerando variações climáticas e disponibilidade de recursos hídricos. Isso foi feito relacionando as alterações das principais variáveis climáticas – temperatura e precipitação – com produção de setores econômicos e infraestrutura instalada.

»A quarta etapa do estudo consistiu na identificação de algumas medidas de adaptação ao cenário associado às projeções. Tais medidas envolvem estruturas caras (por exemplo: barragens para armazenar água ou construção de diques em zonas costeiras), mas contemplam também medidas mais simples como, por exemplo, sistemas de alerta de riscos, mudanças de práticas agrícolas ou organização de grupos sociais.

»A modelagem climática global é um campo de desenvolvimento recente, caracterizado tanto pelo elevado número de variáveis naturais em processo de co-interação, quanto pela incerteza sobre o comportamento futuro de variáveis antrópicas, a mais importante delas relativa aos níveis de gases de efeito estufa na atmosfera. A tradução da escala em que são elaborados os modelos globais para uma escala menor do território brasileiro também depende de metodologia desenvolvida recentemente, em permanente processo de ajuste e refinamentos. A modelagem e as variáveis de disponibilidade hídrica padecem das mesmas restrições.

»Nesse sentido, é importante expressar de forma clara e compreensível a incerteza associada a tais modelagens utilizadas nos estudos do BRASIL 2040 para que os resultados das simulações sejam vistos, compreendidos e utilizados na exata dimensão de sua capacidade preditiva. Em cada estudo temático são apresentadas a metodologia, os resultados e as incertezas presentes nas simulações, comuns a pesquisas em áreas que se situam na fronteira do conhecimento.

»A SAE-PR disponibiliza, neste material, um Resumo Executivo dos 37 documentos produzidos no âmbito do projeto “BRASIL 2040: cenários e alternativas de adaptação à mudança do clima”, em linguagem acessível, para permitir à sociedade se qualificar e participar desse debate. A despeito das eventuais lacunas que um estudo dessa magnitude, realizado de forma inédita no país, possa apresentar, os seus resultados demonstram que é preciso não só incorporar as mudanças climáticas no planejamento de longo prazo, mas também avançar em ações que aumentem a resiliência das estruturas econômicas e sociais do país visando o seu desenvolvimento sustentado.»





2017/08/09

Parceria entre Brasil e União Europeia vai desenvolver Internet das Coisas e 5G. Missão Brasileira no IOT SWC Barcelona | Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações (MCTIC) (@mctic) e Associação Brasileira de Internet das Coisas (@abincbr)


Portal Brasil (@portalbrasil) e Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) (@abincbr)






«Parceria entre Brasil e União Europeia vai desenvolver Internet das Coisas e 5G
(Portal Brasil)


»O Ministério da Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações (MCTIC) assinou, nesta terça-feira (28), dois memorandos de entendimento com a Europa para o intercâmbio de informações e experiências sobre tecnologia 5G e Internet das Coisas (IoT). As assinaturas marcaram o último dia de participação do MCTIC no Mobile World Congress.

»O primeiro, referente à tecnologia 5G, foi firmado entre o MCTIC, a Telebras e a 5G Infraestrucuture Association (5GIA), uma organização que reúne empresas e desenvolvedores da tecnologia na União Europeia. Segundo a associação, o Brasil é um dos quatro países estratégicos para a colaboração conjunta no desenvolvimento da tecnologia, ao lado da China, Japão e Coreia do Sul.

»O segundo acordo foi firmado entre o MCTIC, a Associação Brasileira de Internet das Coisas e a Europpean Alliance fot Internet of Things (AIOTI).

»"Nossa ideia é trabalhar em projetos reais e alcançar progressos reais. Os problemas e soluções brasileiros, às vezes, não são os mesmos dos europeus e podem ser discutidos e utilizados pela outra parte. É uma situação ganha-ganha", afirmou o secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, que assinou os documentos durante o Mobile World Congress, em Barcelona, na Espanha.

»Segundo ele, Brasil e UE compartilham a visão de que é necessário buscar padrões globais e aspectos de harmonização, promover a IoT e desenvolver o setor privado. O acordo também vai auxiliar a construção do Plano Nacional de IoT, que entrou na fase de consulta pública internacional.

»Nesta terça-feira, o ministro Gilberto Kassab teve uma série de reuniões com empresas e delegações. Com o comissário de Mercado Único e Digital e vice-presidente da União Europeia, Andrus Ansip, debateu padrões de IoT e de tecnologia 5G.


»Missão Brasileira no IOT SWC Barcelona
(ABINC)

»Faça parte da Missão Brasileira para o maior evento mundial de Soluções de IOT em Barcelona, o IOT Solutions World Congress (SWC) promovido pela Fira Barcelona e junte-se a nós no evento organizado pela ABINC para integração da delegação brasileira com a comunidade de IOT Internacional. Saiba mais e inscreva-se em:
http://iotbrazilbcn2017.abinc.org.br/»





2017/08/08

Honda apresenta diretrizes globais até 2030 | @Honda



Honda





«O presidente e CEO da Honda Motor Co., Ltd., Takahiro Hachigo, promoveu um encontro com a imprensa (Honda Meeting 2017) para apresentar os rumos futuros da empresa, de seus produtos e tecnologias e também a nova Visão 2030 da companhia. Abaixo, trechos de seu discurso, com a indicação em texto sublinhado dos novos anúncios.


»Principais pontos do discurso

»O que a Honda alcançou nos últimos dois anos e a direção que a empresa seguirá no futuro

»Desde que me tornei presidente, estamos trabalhado em torno de dois temas:

»Desenvolvimento de produtos desafiadores com características únicas da Honda;

»Avanço da estrutura global dos seis blocos de operações.



»1. Fortalecimento de modelos globais e regionais

»Temos fortalecido nossos modelos globais e regionais, que há muito tempo têm sido diferenciais positivos da Honda.


»Modelos globais

»Civic: as vendas do Novo Civic Geração 10, com design e experiência de direção refinados, estão se mostrando fortes em todos os lugares. O lançamento desse modelo no Japão está planejado para o final de junho de 2017.

»CR-V: as vendas do novo CR-V começaram nos Estados Unidos. Com o acréscimo da versão híbrida, vamos tornar o CR-V um modelo global ainda mais forte.

»Próxima geração do Accord: o Accord passará por uma completa mudança este ano, com início pelo mercado norte-americano, com um design e uma experiência da direção ainda mais avançados.


»Modelos regionais

»Modelos altamente aclamados reconhecidos e em contínuo crescimento incluem o BR-V (Ásia), o Ridgeline e Odyssey (América do Norte) e o Avancier e UR-V (China).

»O miniveículo N-BOX (Japão) passará por uma completa mudança no segundo semestre.



»2. Design e experiência de condução

»Design: lançaremos nossa nova identidade de design em um salão de automóveis no segundo semestre.

»Experiência de condução: Tecnologias para concretizar o que a Honda busca - (uma experiência de condução ainda mais evoluída que reaja à vontade do motorista) - estão em desenvolvimento.



»3. Sistema mutuamente complementar para as operações globais da Honda

»Equilíbrio no fornecimento e demanda para a produção e vendas globais: temos trabalhado para estabelecer um sistema de produção flexível e mutuamente complementar entre as seis regiões. Já vemos resultados positivos desses nossos esforços.

»Na América do Norte, para permitir a adaptação ao recente crescimento da demanda por SUVs, estamos no processo de estabelecer um sistema de produção no qual possamos lidar com a produção mais flexível de modelos de utilitários leves, tais como o Honda CR-V, Pilot e o Acura MDX.

»Quanto ao Civic hatchback, já foi iniciado o fornecimento do Reino Unido para a América do Norte e a exportação para o Japão está sendo planejada.

»O WR-V, um modelo regional desenvolvido principalmente pelo centro de Pesquisa e desenvolvimento da Honda no Brasil, agora está sendo produzido e vendido também na Índia. Estamos facilitando a coordenação inter-regional para permitir a evolução de nossos modelos com maior eficiência.



»4. Fortalecimento da introdução de tecnologias de eletrificação


»Automóveis

»Nossos esforços estão concentrados para que, em 2030, dois terços de nossas vendas globais sejam de veículos elétricos. Nosso desenvolvimento estará focado em modelos híbridos utilizando um sistema híbrido plug-in de alta eficiência, exclusivo da Honda.

»Veículos com emissão zero (ZEV - zero-emission vehicles): vamos fortalecer o desenvolvimento de veículos elétricos (movidos a bateria) juntamente com veículos movidos a célula de combustível (FCV).

»Veículos elétricos a bateria: Além de um modelo exclusivo para a China, com início das vendas planejado para 2018, um modelo de veículo elétrico voltado para outras regiões também está em desenvolvimento. Vamos apresentar esse modelo, no segundo semestre, em um Salão de Automóveis.

»Para acelerar ainda mais a velocidade de desenvolvimento, estamos fortalecendo nosso sistema e capacitação no desenvolvimento de veículos eletrificados. Em outubro do ano passado, estabelecemos, dentro da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda, uma Divisão de Desenvolvimento de Veículos Elétricos, com uma equipe especializada encarregada de desenvolver o veículo por completo, incluindo o powertrain e a carroceria.


»Motocicletas

»Estamos nos empenhando em promover a eletrificação de modelos de transporte urbano e planejamos apresentar alguns modelos novos, incluindo uma scooter elétrica, em 2018.

»Atualmente, estamos trabalhando na pesquisa e desenvolvimento de um sistema altamente conveniente para transporte urbano elétrico, que apresenta uma bateria móvel destacável, fácil de substituir ou recarregar. Estamos estudando a possibilidade de realizar um teste de demonstração dessa bateria móvel em colaboração com o serviço de Correios do Japão (Japan Post Co., Ltd.).



»5. Iniciativa para introdução de tecnologias avançadas de segurança


»Aumento do número de veículos com a tecnologia Honda SENSING

»Começando pelo novo N-BOX, o Honda SENSING será equipamento de série em todos os novos modelos que forem introduzidos no Japão, inclusive miniveículos.

»Vamos expandir a aplicação do Honda SENSING para todos os novos modelos também em outras regiões, inclusive América do Norte, China e Europa.


»Desenvolvimento de tecnologia de direção automatizada

»Por meio de suas tecnologias de condução automatizada, a Honda está trabalhando para proporcionar às pessoas em todo o mundo o prazer e a liberdade de uma mobilidade livre de colisões.

»Neste contexto, há três valores que desejamos alcançar:

»1) Concepção de uma sociedade na qual as pessoas não se envolvam em acidentes;

»2) Oferecer produtos de mobilidade que permitam que todas as pessoas desfrutem sempre da liberdade da mobilidade;

»3) Viabilizar que o espaço interno e o tempo de viagem tornem a mobilidade prazerosa para as pessoas.



»Conceito de condução automatizada da Honda

»1) Nos empenhamos em garantir que nossos clientes tenham uma sensação de confiança, oferecendo uma condução automatizada que mantenha o veículo longe de quaisquer situações de perigo, permitindo, também, que as pessoas ao entorno do veículo se sintam igualmente seguras.

»2) Apresentando características de direção suaves e naturais, nossos veículos com condução automatizada irão proporcionar aos ocupantes conforto que transmita ao motorista total confiança e ofereça um prazer na mobilidade, fazendo com que as pessoas desejem, de forma espontânea, andar de automóvel.

»Iremos disponibilizar tecnologias de condução automatizada para uso em rodovias em 2020. A partir de então, queremos disponibilizá-las para uso em um raio mais amplo, inclusive em outras estradas.

»Quanto à condução automatizada em rodovias, estamos nos empenhando para ter uma função de troca de faixas que permita ao veículo circular em múltiplas faixas de rolamento sem necessidade de qualquer comando do motorista. Também teremos uma função automatizada de direção que irá liberar o motorista da necessidade de monitorar o entorno em uma situação de congestionamento.

»Acima de tudo, vamos trabalhar para alcançar a condução automatizada de “nível 4” para uso em veículos pessoais em torno de 2025.



»Visão 2030


»1. Conceito que fundamentou a formulação da Visão 2030

»Para responder e superar rapidamente as mudanças em nosso ambiente de negócios, definimos o rumo que iremos seguir, estabelecendo como nossa visão.

»Para que a Honda continue a ser uma empresa que a sociedade queira que exista em 2050, quando a empresa terá mais de 100 anos de existência, precisamos visualizar a forma como desejamos que a Honda pareça nesse futuro. Com base nisso, determinamos como ela deve parecer em 2030 e refletimos essa ideia em nossa “Visão 2030”.


»Constituição da Visão 2030

»1) Declaração;

»2) Atitude corporativa;

»3) Direcionamento de nossas iniciativas para a realização da Visão 2030;

»4) Ponto de vista de negócios.


»2. Apresentação da Declaração da Visão 2030

»Começamos por deixar claros os dois elementos-chave da Visão - a paixão universal da Honda e os pontos fortes da Honda.


»Paixão universal da Honda

»Proposição de valores: oferecer produtos e serviços que expandam os sonhos e potencial das pessoas.

»Atitude corporativa: nosso foco em assumir novos desafios, guiados simultaneamente por uma forte paixão em alcançar nossa proposta de valores.


»Pontos fortes da Honda


»Pontos fortes da Honda já existentes:

»1) Capacidade de produzir uma ampla gama de produtos, incluindo motocicletas, automóveis e produtos de força e

»2) Conquistar 28 milhões de clientes por ano ao redor do mundo.


»Novas forças: nossa habilidade de criar soluções, que incluam tanto a Mono-zukuri - a arte de fazer coisas - como a Koto-zukuri, que é a criação de novas experiências por meio da narrativa da marca sobre a arte de fazer coisas.

»Por meio dessa integração ainda mais intensa da Mono-zukuri com a Koto-zukuri, continuaremos a criar os pontos fortes da Honda.


»Declaração da Visão 2030

»Duas áreas nas quais iremos criar novos valores: 1) avanço da mobilidade e 2) criação de valor para o dia a dia das pessoas.

»Nesses campos, iremos trazer a paixão universal da Honda de oferecer às pessoas em todo o mundo a alegria de expandir o potencial de suas vidas. E, assim, vamos liderar o avanço da mobilidade e permitir que as pessoas em todos os lugares do mundo melhorem sua vida cotidiana. Esta é nossa Declaração da Visão 2030.


»3. Direcionamento de nossas iniciativas para a realização da Visão 2030

»3.1) Criar valor para mobilidade e vida diária

»Vamos focar especificamente em três áreas: mobilidade, robótica com foco em Inteligência artificial (IA) e soluções energéticas para proporcionar às pessoas prazer e liberdade de mobilidade e a alegria de melhorar suas vidas.

»3.2) Acomodar as diferentes características das pessoas e da sociedade

»Vamos nos empenhar em expandir ainda mais a alegria das pessoas, oferecendo produtos e serviços otimizados com base no desejo da Honda de utilizar a tecnologia para ajudar as pessoas, colocando-as no centro das atenções.

»3.3) Rumo a uma sociedade limpa e segura

»No empenho para nos tornarmos a número um nos campos do meio-ambiente e segurança, vamos investir mais recursos nessas áreas. E nos empenharemos para nos tornarmos uma empresa líder no esforço para concretizar uma sociedade livre do carbono e livre de colisões.


»4. Ponto de vista de negócios

»Concretizando os objetivos desta Visão, vamos transformar e evoluir nossos atuais negócios, criando também novos valores por meio do uso eficiente dos recursos corporativos limitados. Para isso, identificamos três áreas onde iremos focar e utilizar nossos recursos corporativos eficientemente e fortalecer nossos fundamentos de negócios.

»4.1) Coordenação e colaboração inter-regional

»Vamos fortalecer ainda mais nossa coordenação e colaboração inter-regional e aumentar a eficiência de nossas operações sob uma perspectiva global.

»Para esse fim, vamos aumentar a força de nossos modelos globais, de forma que eles sejam bem recebidos em todos os lugares do mundo. Quanto aos modelos regionais, levando em consideração as necessidades dos clientes em cada região, múltiplas regiões com consumidores com necessidades semelhantes irão trabalhar juntas para criar modelos regionais com um alto nível de potencial de produto. Por meio dessa iniciativa, vamos nos empenhar em alcançar operações de negócios mais eficientes em cada região.

»4.2) Colaboração para Inovação Aberta com terceiros

»Vamos deixar claro o que devemos fazer por nossa própria conta e focar nisso. Ao mesmo tempo, seremos proativos no estabelecimento de processos de inovação aberta com parceiros externos.

»Desde sua fundação, os pontos fortes da Honda têm sido a vantagem em tecnologia e a centralização dos produtos em torno de powertrain e packaging, o que inclui motores de combustão interna, assim como os mais recentes veículos elétricos. Além disso, nosso fundamento de negócios estabelecido ao redor de todo o mundo também tem sido uma de nossas fortalezas.

»Identificando powertrain e packaging como tecnologias centrais da Honda, vamos fortalecer parcerias em todo o mundo a partir da perspectiva tanto da Mono-zukuri (a arte de fazer coisas) como Koto-zukuri (novas experiências geradas pela arte de fazer coisas).

»4.3) Fortalecer a base dos negócios existentes

»Fortaleceremos a base de nossos negócios e garantir operações sustentáveis, especialmente em nosso negócio de automóveis, para consolidar os negócios já existentes.

»Seguimos com um projeto que irá proporcionar avanços significativos no sistema de desenvolvimento e a capacitação da Honda. O mérito especial do desenvolvimento automotivo da Honda é nosso “sistema SED de desenvolvimento”, onde equipes das áreas de pesquisa e desenvolvimento, produção e vendas trabalham como uma unidade e formam uma equipe de projeto para o desenvolvimento dos produtos. Vamos avançar ainda mais nesse sistema de desenvolvimento e introduzir um novo processo de desenvolvimento para a arte da Honda de fazer automóveis, que nos permitirá criar com mais eficiência, tanto produtos como serviços que atraiam a emoção das pessoas.

»Como primeiro passo para essa iniciativa, em outubro do ano passado criamos uma nova divisão de planejamento dentro da Honda P&D chamada Divisão de Planejamento de Produto e Qualidade Percebida. Ela é uma equipe de planejamento que garante que nossos produtos apresentem percepção de qualidade, o que não é fácil de quantificar.

»Para garantir que todos os nossos modelos de automóveis ofereçam consistentemente esse valor perceptível para nossos clientes, estamos considerando a introdução de estratégias modulares que incluem o compartilhamento de peças e unidades.

»Vamos estabelecer uma nova Divisão de Planejamento de Custo de Automóveis que será encarregada de reduzir significativamente os custos, trabalhando de forma estreita com as divisões de Pesquisa & Desenvolvimento, Compras e Produção, além de reforçar nossa capacitação na área de planejamento de custos.

»Por meio dessas atividades, vamos focar na criação de automóveis atrativos e em alcançar a abrangente redução de custos por meio do desenvolvimento e produção de novos automóveis mais eficientes.

»Vamos começar a aplicar essas iniciativas a partir dos automóveis programados para começarem a ser vendidos em 2019.


»5. Atitude corporativa

»Para o cumprimento de nossa Visão 2030, vamos orientar a atitude corporativa no sentido de buscar o crescimento por meio da busca da qualidade. Vamos aumentar a qualidade dos produtos e serviços Honda e, ao mesmo tempo, aumentar a qualidade de nossas atividades corporativas, que conduziremos baseados no forte princípio de que desejamos satisfazer os nossos clientes.»