2015/07/24

«CPFL Energia promove melhorias no processo de distribuição»



Déborah Oliveira: ITFORUM 365



«Com mais de 16 anos de experiência no setor de energia elétrica, Marcelo Carreras, CIO da CPFL Energia, registra passagens pelas principais empresas do segmento como Rio Grande Energia (RGE) e Light. Há pouco mais de seis anos à frente da TI da CPFL, Carreras mostra talento constante para mudanças e inovação.

»“A indústria de serviços é muito dinâmica. Esse mercado vive em transformação, e ainda temos a preocupação com a geração de energia. Por isso, temos de nos reinventar o tempo todo”, sintetiza o executivo vencedor do prêmio Executivo de TI do Ano, promovido pela IT Mídia, na categoria Utilities.

»Em tantos anos de casa, Carreras sabe, mais que ninguém, que o segredo para que um CIO tenha sucesso na empresa passa pelo constante alinhamento com os demais líderes de negócios, tendo como foco principal o resultado para a companhia.

»Segundo ele, hoje, o líder de TI deve conhecer os processos de toda a organização, sempre com o pé nos negócios para verificar como aplicar tecnologia para aumentar a produtividade, reduzir os custos e aumentar a receita. É por isso que toda a TI está organizada para garantir alto desempenho, conta.

»Foi com base nesses objetivos que o CIO desenvolveu, a partir do final de 2011, um projeto ambicioso para o setor de distribuição de energia que envolvia três frentes: automação de rede, medição, que integrava a instalação de medidores inteligentes, e mobilidade para modernizar e automatizar os serviços de campo.

»Batizado de Tauron, a iniciativa buscava estabelecer a revisão completa dos processos e a adoção de tecnologias modernas para a distribuição de energia, focando na geração de valor dos serviços para buscar excelência operacional. O objetivo era levar inteligência à rede de distribuição da CPFL, formada por um grupo de empresas que fornece energia a municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

O objetivo era levar inteligência à rede de distribuição da CPFL, formada por um grupo de empresas que fornece energia a municípios nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

»O projeto de telemedição levou dois anos para ser concluído e promoveu a instalação de 26,5 mil medidores inteligentes que atendam ao Grupo A (industriais e comerciais), clientes que representam 30% do faturamento da CPFL. Desde dezembro de 2014, esses medidores fazem leitura de consumo e gerenciamento da rede elétrica de forma remota. Essa atividade tinha como missão reduzir custo e tempo com inspeção e faturamento.

»No cenário anterior, o sistema faturava no período da noite. Agora, o processo é totalmente automatizado e a leitura identifica imediatamente violações na medição e outros problemas, sendo possível enviar uma equipe ao local para solucionar a questão. O próximo passo da iniciativa, diz, será levar os medidores inteligentes para os mais de 2 milhões de clientes da categoria baixa tensão. “Fizemos provas de conceito em Campinas nas (interior de São Paulo) e temos alguns locais operando no novo conceito em clientes residenciais”, relata.

»Carreras explica que os equipamentos auxiliam o centro de operações da organização a identificar falhas e ocorrências na rede e esse benefício começará a ser estendido para todos os clientes da empresa no segundo semestre deste ano.

»Com os medidores, também foi possível automatizar as chaves da rede de distribuição. Agora, é possível, por exemplo, realizar a religação e a proteção da energia e, em casos de falhas identificar e isolar o trecho com problemas para que a manutenção seja realizada.


»Mobilidade no front

»O outro projeto de grande impacto, parte do Tauron, foi o de mobilidade, que envolveu 1,5 mil funcionários em campo que realizam a manutenção da rede. Antes, toda a equipe, que atende a 200 municípios em São Paulo, era orientada sobre a necessidade de manutenção via rádio.

»A CPFL mudou o procedimento e passou a realizá-lo por meio de tablets. “Queríamos melhorar a produtividade das equipes em campo, efetuando os despachos a partir dos dispositivos”, assinala.

»A comunicação é híbrida e usa satélite, para áreas rurais, e redes 2G, 3G e 4G. “Essa foi uma quebra enorme de paradigma. E para facilitar o trabalho, centralizamos o centro de operação, que passou a ter locais de despachos unificados. Com isso, passamos, por meio de geolocalização, a verificar o lugar exato do defeito”, detalha. Dessa forma, o centro de operações pode monitorar o profissional mais próximo e otimizar seu deslocamento.

»O executivo lembra que a execução do projeto resultou em um aprendizado importante: “sozinho não é possível colocar em prática uma mudança como essa. Além disso, a equipe tem de estar disposta a fazer diferente e mudar o convencional”, ensina.»





A execução da inovaçao

2015/07/23

«Exposição apresenta 40 objetos que mostram o trabalho de engenheiro e pensador de um dos homens mais brilhantes da história. Leonardo da Vinci: A Natureza da Inveção»



Jornal de Brasília



«Para alguns, ele teria sido o maior gênio que a raça humana já produziu. Pintor, escultor, cientista, matemático, engenheiro, anatomista, arquiteto, botânico, poeta, músico e, sobretudo, inventor. Difícil encontrar uma área que não tenha sido estudada pelo italiano Leonardo da Vinci (1452-1519). Agora, a faceta do engenheiro, pensador e inventor poderá ser conferida na exposição Leonardo da Vinci: A Natureza da Invenção, que o TCU apresenta de 22 de julho a 27 de setembro. Na qual será possível vislumbrar o quanto Da Vinci esteve à frente de seu tempo. Abertura oficial dia 21, terça-feira, a partir das 19h.

»Leonardo da Vinci é autor de algumas das imagens mais icônicas da história da humanidade. São dele as pinturas mais celebradas do mundo – a Mona Lisa (1517), que há mais de cinco séculos intriga o espectador com seu sorriso enigmático, e A Última Ceia (1495-1498), que engendrou no imaginário mundial a cena de como teria sido a última refeição compartilhada entre Jesus e seus apóstolos. Mas o que o espectador vai poder conhecer na exposição Leonardo da Vinci: A Natureza da Invenção é o trabalho visionário do grande artista-engenheiro do século XV.

»A mostra reúne mais de 40 objetos, concebidos segundo rascunhos e desenhos deixados pelo artista. As peças foram produzidas em 1952, por ocasião das comemorações do quinto centenário de nascimento de Leonardo da Vinci e somente agora estão sendo vistas na América Latina. Na exposição, será possível ver, por exemplo, o equipamento projetado pelo inventor para permitir a respiração debaixo d’água (um antepassado do traje de mergulho atual), reproduções de máquinas voadoras (Da Vinci foi um precursor da aviação, criando peças a partir do estudo da anatomia dos pássaros), veículo semelhante a um tanque de guerra, estudos sobre submarinos, anatomia humana, projetos de cenografia e muito, muito mais.


»A Exposição

»Leonardo da Vinci: A Natureza da Inveção apresenta um conjunto fascinante de projetos, desenhos e maquetes que fazem parte do acervo do Museo Nazionale della Scienza e della Tecnologia Leonardo da Vinci (MUST), situado em Milão, na Itália. A mostra chegou ao Brasil graças a uma parceria do Sesi-SP, da Universcience (organização francesa criada em 2010 a partir da fusão Cidade da Ciência e da Indústria e do Palácio da Descoberta de Paris) e do TCU. Antes de São Paulo e Brasília, passou por Paris e depois Munique.

»A exposição apresenta mais de 40 peças e dez instalações interativas construídas por pesquisadores e engenheiros da Universcience, que convidam o público a se integrar ao universo de Da Vinci – o espectador poderá, por exemplo, ver sua imagem projetada dentro de um desenho de Leonardo, na obra Journey into a drawing. Ainda que cópias, as obras revelam um pouco mais da figura precursora de Da Vinci e de seus inventos.

»Dividida em sete módulos temáticos, a mostra aborda campos de estudo e trabalho: Introdução; Transformar o movimento; Preparar a guerra; Desenhar a partir de organismos vivos; Imaginar o voo; Aprimorar a manufatura; e Unificar o saber, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

Dividida em sete módulos temáticos, a mostra aborda campos de estudo e trabalho: Introdução; Transformar o movimento; Preparar a guerra; Desenhar a partir de organismos vivos; Imaginar o voo; Aprimorar a manufatura; e Unificar o saber, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

»A maior parte das invenções de Da Vinci nunca saiu do papel. Outras, foram essenciais para o trabalho de seu tempo, como a grua com 4,5 metros de altura e 500kg, projetada por Leonardo para a construção da cúpula da Catedral Santa Maria del Fiori (Florença/Itália). Somente com esta grua é que a imponente esfera de cobre, a mais de cem metros de altura, pode ser construída.

»Entre os destaques estão obras que representam todas as vertentes do legado davinciano: estudos sobre o automóvel, avião, submarino, bicicleta, paraquedas, mecanismos do relógio, entre outros.

»Tribunal de Contas da União - Esse espírito inovador de Leonardo da Vinci tem inspirado as ações do Tribunal de Contas da União. Inovação tem sido a palavra de ordem, uma verdadeira marca do TCU. O foco é aprimorar suas fiscalizações, que englobam recursos federais aplicados em todo o Brasil. Para isso, precisa estar em constante evolução, modernização, à frente de seu tempo. Big data, mineração de dados e auditorias preditivas e prescritivas são novas ferramentas que exemplificam a incessante busca do TCU pela inovação.»





Uma inovação

2015/07/22

«Produtores de sete estados disputam o Concurso Inventor Rural»



A Crítica



«Além de conhecer as invenções de perto, o produtor rural que visitar a AGRIFAM 2015 poderá contar com atendimento especializado dos consultores do Sebrae. O tradicional Concurso Inventor Rural é uma das maiores atrações da AGRIFAM (Feira da Agricultura Familiar). As inscrições para o concurso deste ano já se encerram e 26 inventores de sete estados disputam o prêmio. Ao todo, 42 inventos serão apresentados durante a AGRIFAM 2015. Os inventores virão dos estados de São Paulo, Paraná, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul.

»Serão R$ 6 mil reais em prêmios, contemplando os três melhores inventos. O primeiro colocado leva para casa um troféu e R$ 3 mil em dinheiro. O concurso conta com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

»Quem visitar a feira vai conhecer os inventos criados para suprir as necessidades do homem do campo, de forma econômica, inovadora e, na maioria das vezes, sustentável.


Quem visitar a feira vai conhecer os inventos criados para suprir as necessidades do homem do campo, de forma econômica, inovadora e, na maioria das vezes, sustentável.

»O melhor de tudo é que na feira o inventor tem contato direto com o público, divulgando suas ideias e, como já aconteceu em muitos casos, comercializando seu invento.

»Todos os participantes vão receber certificado. A escolha dos vencedores é baseada em critérios estipulados no regulamento e realizada por técnicos de instituições de pesquisa e agrícolas. Os vencedores serão apresentados na tarde do terceiro dia de AGRIFAM 2015.

»Além de conhecer as invenções de perto, o produtor rural que visitar a AGRIFAM 2015 poderá contar com atendimento especializado dos consultores do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). O estande, com 100 metros quadrados, será todo equipado com sala de recepção, mesas para atendimento e consultores especialistas em agronegócios.


»Agrifam

»A AGRIFAM 2015 é uma realização da Fetaesp (Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado de São Paulo) e ocorre no recinto de exposições “José Oliveira Prado”, mesmo local das feiras Facilpa e Expovelha.

»Este ano é esperado um público de 30 mil visitantes e a expectativa é de uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 20 milhões. O Sebrae é patrocinador da AGRIFAM 2015.

»A 12ª edição da Agrifam é realizada de 31 de julho a 02 de agosto, das 8h às 17h, com entrada e estacionamento gratuitos, na cidade de Lençóis Paulista/SP.»





Um inovador

2015/07/21

«O povo quer Ciência»



Aldo Rebelo. Portal Vermelho



«No lugar mais apropriado, a 67.ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, que se realizou esta semana na Universidade de São Carlos (SP), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou uma pesquisa sobre a percepção que o brasileiro tem do universo científico.

»O resultado não poderia ser mais animador: a visão dos entrevistados é positiva e otimista. E indica que a Ciência e a Tecnologia (C&T) devem ser mais financiadas e incentivadas, porque são fatores de melhoria da qualidade de vida das pessoas.

»Executada pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos e MCTI, a pesquisa “Percepção pública da ciência, tecnologia e inovação no Brasil - 2015” ouviu 1.962 brasileiros de todas as regiões do país, a partir de 16 anos. A tabulação completa está em http://percepcaocti.cgee.org.br.

A pesquisa “Percepção pública da ciência, tecnologia e inovação no Brasil - 2015” ouviu 1.962 brasileiros de todas as regiões do país, a partir de 16 anos. A tabulação completa está em http://percepcaocti.cgee.org.br.

»Os brasileiros dizem se interessar tanto pelos temas científicos e tecnológicos quanto por religião – nada menos que 78% priorizam essas áreas de interesse. Um dado inspirador é o do reduzido acesso a informações qualificadas. A maioria informa-se pela TV. A visualização direta da atividade científica, em feiras, olimpíadas e museus, ainda é baixa.

»Reforça-se assim o desafio de o Brasil investir não só em pesquisas, como também na criação de uma mentalidade científica. Um país em que a população tem acesso precoce à Ciência, sobretudo os estudantes, gera mais Ciência. Desse horizontalismo da curiosidade muito precisamos para formar pesquisadores voltados para a solução dos problemas nacionais.

»A face mais popular da Ciência, e de suas aplicações, é a que desvenda o mundo, cria vacinas, cura doenças, inventa utensílios. Mas sua vertente econômica é essencial ao progresso de um povo. A grande tarefa do Brasil nesse campo é aumentar a capacitação em tecnologia e inovação na indústria e no setor de serviços, para gerarmos mais competividade, emprego, renda, imposto – e assim aumentar o desenvolvimento em benefício de todos.»





Administração Pública e inovação

2015/07/20

«Newsletter L&I» (n.º 61, 2015-07-20)




Administração Pública e inovação | Administración Pública e innovación |
Administration Publique et innovation | Public Administration and innovation

Um inovador | Un innovador | Un innovateur | An innovator

Uma inovação | Una innovación | Une innovation | An innovation

A execução da inovaçao | La ejecución de la innovación | L’exécution de l’innovation |
The innovation execution



Liderar Inovando (BR)

«Plano de Inovação do TCE Ceará é lançado com palestra de Roberto Meizi Agune» [web] [intro]
«Cooperativismo no novo cenário tecnológico bancário» [web] [intro]
«A Inovação no Processo de Desenvolvimento de Produtos» [web] [intro]
«Empreender para quê?» [web] [intro]

Liderar Inovando (PT)

«Projecto “A nossa escola cuia”: Angola poderá contar com escolas pré-fabricadas com tecnologia blockhaus» [web] [intro]
«Lições de uma Vida Com Sentido» [web] [intro]
«A PT no centro do mercado televisivo» [web] [intro]
«Departamentos TI das empresas portuguesas só dedicam 9 minutos por dia à inovação» [web] [intro]

Liderar Innovando (ES)

«Innovación pública y capital humano científico» [web] [intro]
«Diez características del innovador» [web] [intro]
«Uruguay destaca “su carácter innovador” durante cumbre entre Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) y Unión Europea (UE)» [web] [intro]
«México y Francia firman 23 acuerdos de investigación e innovación» [web] [intro]

Mener avec Innovation (FR)

«La Société Nationale des Chemins de fer Français muscle sa culture de la sécurité» [web] [intro]
«Namwali Serpell, zambienne, lauréate et généreuse» [web] [intro]
«Des chercheurs de Montpellier découvrent une bactérie "intelligente" pour détecter des maladies» [web] [intro]
«Démystifier la tradition» [web] [intro]

Leadership and Innovation (EN)

«Wichita State is getting a $1 million federal grant for roads and water lines to support the first building at the new innovation campus» [web] [intro]
«Companies with boards full of white men are unlikely to be innovative» [web] [intro]
«Global Innovation Exchange: A new kind of investment in higher ed» [web] [intro]
«Nairobi Innovation Week» [web] [intro]

Licencia Creative Commons Licencia Creative Commons
Atribución-NoComercial 4.0 Internacional








2015/07/10

«Empreender para quê?»



Gil Giardelli: Exame



«Comecei a empreender em 1993. Passei em um concurso do Banco do Brasil para contínuo, mas nunca fui chamado. Com mais quatro amigos, comprei um computador 386, que tinha menos capacidade de processamento do que o celular mais simples de hoje.

»Criávamos logotipos, convites de festas, composites de fotos para agências de modelos e cartazes para lojas. Foi sensacional. Entendi que minha missão era criar empresas. Já foram nove de lá para cá.

»Nesse tempo, fui testemunha do boom da internet no início dos anos 2000 e da explosão da bolha meses depois. Mais recentemente veio a onda das startups e dos novos astros da tecnologia. Mark Zuckerberg (Facebook) e Elon Musk (Tesla) e os brasileiros Romero Rodrigues (Buscapé) e Fábio Porchat (Porta dos Fundos) são ídolos populares.

»Mas empreender é difícil no Brasil. Há pouco apoio ao pequeno negócio inovador. A China vai dominar a manufatura. Israel, Inglaterra, Chile e Alemanha entenderam a mensagem: investem em inovação radical e criam empregos de alto impacto.

»Os programas públicos nacionais de incentivo à inovação são uma piada de mau gosto. Dados do Dieese indicam que 99% dos empregos criados entre 2006 e 2014 são de até dois salários mínimos e meio. Empregos que nos próximos anos serão substituídos por tecnologia.

»Sem uma cultura empreendedora forte, perdemos a conexão com o propósito, aquele item que deveria ser o mais importante para os empreendedores. Isabella Prata, criadora da Escola São Paulo de Economia Criativa, desabafa: “Empreendi, cresci e não gostei”.

Sem uma cultura empreendedora forte, perdemos a conexão com o propósito, aquele item que deveria ser o mais importante para os empreendedores.

»Em um texto que toca nas feridas dos que lutam para empreender, ela lança: “Para todos os meus amigos jovens que ainda sonham e devem ouvir todos os dias que empreender é o caminho, faço uma pergunta: empreender para quê?” Faça essa pergunta a você mesmo.

»Ela é fundamental para quem deseja tirar sustento de um negócio. Não pode ser só pelo dinheiro. Se for assim, você se pegará fazendo coisas que não sabe e não gosta.

»Por que eu empreendo? Eu continuo com meus sonhos da era do PC 386. Porque acredito que a tempestade passará e que os inovadores serão os últimos a entrar em uma crise econômica e os primeiros a sair.

»Porque espero ajudar a criar uma nação inovadora, do século 21.

»E você, vai empreender para quê?»





A execução da inovaçao

2015/07/09

«A Inovação no Processo de Desenvolvimento de Produtos»



Gladis Costa: Baguete



«“A imaginação é mais importante que o conhecimento”, Albert Einstein.

»Ouvimos o termo inovação em vários contextos. É preciso inovar na economia, na educação, na gestão de serviços ou na maneira como fazemos as coisas. Tudo é verdade. Mas o que significa inovação no ambiente de desenvolvimento de produtos?

»É importante lembrar que o conceito não se aplica apenas a novos produtos, mas também a produtos que já existem. Num momento de crise em geral, as empresas precisam ser criativas para entregar ao mercado produtos econômicos, como, uma lâmpada, por exemplo, que a partir de agora passa por uma nova regulamentação, mas a própria indústria precisa se reinventar para fazer com que este produto possa ser oferecido a um preço que seja competitivo – todos precisam ganhar, indústria e mercado. Assim, é preciso buscar maneiras de se tornar eficiente, seja através de novos componentes, especificações técnicas, novas funções, fornecedores ou mesmo criar métodos alternativos de distribuição. A inovação pode acontecer em qualquer ciclo do processo.

Assim, é preciso buscar maneiras de se tornar eficiente, seja através de novos componentes, especificações técnicas, novas funções, fornecedores ou mesmo criar métodos alternativos de distribuição. A inovação pode acontecer em qualquer ciclo do processo.

»Não é preciso, portanto, sair do zero, mas é imprescindível que seja oferecido ao usuário um produto e/ou serviço que seja confiável no campo, leia-se rastreabilidade, para reduzir seus custos e proporcionar a este uma experiência agradável de uso. É uma iniciativa que envolve toda a cadeia de negócios, começando pelo fabricante e chegando ao consumidor. Para que isto aconteça, muita inovação deverá ser agregada desde o projeto, uso e descarte. Atualmente, por exemplo, muitos produtos já nascem com um DNA “verde”, precisam ter um viés ambiental, pois precisam estar certificados para enfrentarem normas e regulamentos que envolvem desde o consumo de água ou energia até a lista de materiais, para citar alguns - é muita coisa, vamos concordar, mas o ambiente mudou e o produto precisa se ajustar a estas mudanças. Além do mais, o cliente também quer produtos ecologicamente corretos. Existe uma nova consciência no ar que muda tudo.

»Claro que não são só empresas de manufatura que precisam de inovação. Qualquer business deve se recriar para sobreviver nos dias atuais, seja pela pressão da concorrência, seja pelo perfil do consumidor ou suas preferências: clientes querem conveniência, querem pagar preços justos por produtos que agreguem serviço para que possam ser atendidos de maneira rápida e eficiente. Talvez o cliente, usuário ou consumidor seja o grande gatilho da inovação e a tecnologia seja a ferramenta para viabilizar todo este processo, mas agregar inovação a qualquer atividade não é mais uma opção. É um fator crítico para a competitividade e os clientes agradecem.»





Uma inovação

2015/07/08

«Cooperativismo no novo cenário tecnológico bancário»



Alcenor Pagnussatt: Portal do Cooperativismo Financeiro



«Com a realização do CIAB Febraban 2015 – maior evento de tecnologia da informação do setor financeiro da América Latina – ganhou destaque nos meios de comunicação a análise da evolução e das tendências dos serviços financeiros. Analistas e futuristas dos serviços financeiros convergem para seguinte situação e tendências:

»1. O mundo atual está completamente interligado por conta dos celulares, atingindo todas as gerações e não somente os mais jovens;

»2. A partir destes dispositivos móveis as operações financeiras e bancárias podem ser realizadas entre os pares e semelhantes, sem qualquer intermediação das instituições;

»3. As aplicações serão definidas por algoritmo de cálculo e não mais por produto de investimento. A pessoa informa o prazo e retorno esperado e o software vai definir o lastro e realizar a operação;

»4. Em poucos anos (uns estimam em 10 anos) terá nas ruas a metade das agências de hoje;

»5. As novas gerações só vão ao banco quando são obrigadas. Por isso as agências vão evoluir para assistência técnica, aonde os clientes irão raramente, quando têm um problema sério em sua conta e não resolvível pelos meios de comunicação;

»6. O restante estará no celular. Nem mesmo para investir e realizar operações de crédito o “olho no olho” será necessário. O cliente informa sua necessidade/interesse e o algoritmo da instituição formata e, a comando do cliente, realiza a operação;

»7. Alguns preveem que haverá uma divisão entre estruturação, mais regulada e realizada por bancos como os de hoje, e distribuição, em que a experiência do cliente será on-line e poderá ser feita por novas empresas de tecnologia;

»8. As instituições acomodadas ou com falta de coragem para a modernização de sistemas e serviços não terão vida longa;

»9. O grande desafio dos bancos é substituir os bilhões aplicados em imóveis e pessoal nas agências por dispositivos móveis;

»10. Muitos bancos já estão avançados com o projeto de substituição;

»11. Companhias que não têm este legado estão vindo com novas tecnologias como é o caso do M-Pesa e o Paypal já contabilizando mais de 1 bilhão de pessoas fazendo transações por celular no dia a dia;

»12. O BRE Bank, da Polônia, foi ainda mais radical, eliminando todas as suas unidades físicas e se transformando em um banco 100% digital chamado mBank. Apesar da ruptura, o banco conseguiu migrar 71% dos seus correntistas para o novo modelo.


Alguns preveem que haverá uma divisão entre estruturação, mais regulada e realizada por bancos como os de hoje, e distribuição, em que a experiência do cliente será on-line e poderá ser feita por novas empresas de tecnologia.

»Quando observamos o porcentual de pessoas nas ruas, praças, refeições, aeroportos, rodoviárias, reuniões, etc. comunicando-se quase que exclusivamente pelas redes sociais via celular, parece-nos evidente a previsão dos especialistas.

»No Brasil este é um cenário não muito distante. Conforme relatório da Febraban, das 28 bilhões de transações bancárias realizadas em 2010, 14% eram realizadas de forma presencial nas agências. Em 2014, o número de transações aumentou para 46 bilhões e destas apenas 8% ainda são realizadas nas agências. Neste período o Mobile Banking liderou a evolução, saltando de 4% para 12%, o Internet Banking de 36% para 41%, enquanto o uso de Terminais de Auto Atendimento (ATM) diminuiu de 29% para 21%.

»Esta tendência deve se acelerar nos próximos anos. Sabe-se, que, a exemplo do que ocorreu com os ATM num passado recente, os principais bancos estão “encaminhando” seus principais clientes para atendimento exclusivo em canais eletrônicos, compartilhando as vantagens da redução dos custos operacionais.

»A necessidade de pesados investimentos em TI será mais um motivador da unificação da infraestrutura de retaguarda entre o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, mesmo com pressões corporativistas contrárias. Não será surpresa se a unificação dos terminais de autoatendimento entre os bancos líderes seja apenas o primeiro passo para a unificação das soluções de retaguarda de TI, ficando o atendimento como diferencial individual.

»As cooperativas de crédito nas últimas décadas vêm comemorando índices de crescimento muito acima da média do mercado e de forma sustentada. Grande parte deste crescimento foi garantido pelos vigorosos programas de sedimentação dos princípios cooperativistas focados no sentimento de pertencimento, pela segurança alicerçada nos instrumentos sistêmicos de controles internos e no Fundo Garantidor das Cooperativas (FGCoop), pela excelência no atendimento e pelas vantagens tributárias e participação nos resultados dos sócios-clientes. Mas é pouco provável que estas estratégias sejam suficientes para manter o crescimento do cooperativismo de crédito neste novo cenário tecnológico.

»O sinal amarelo gerado pelo distanciamento em relação aos bancos da estrutura de custos operacionais, impõe às cooperativas de crédito o desafio de migrar do modelo estrutural inovador dos anos 80, adequado à realidade do relacionamento pessoal presencial, para um modelo que leve em consideração a nova realidade do acesso à informação e à tecnologia dos associados, dirigentes e corpo funcional. Tudo isso sem perder de vista os princípios e diferenciais cooperativistas.

»Entidades e processos, que se constituíram em fator de sucesso refletido em excelentes indicadores de crescimento sustentado até o presente momento, comprometem a capacidade competitiva num ambiente de serviços financeiros eletrônicos e precisam ser revistos. Além disso, a associação tributária dos Governos às receitas e lucros dos bancos que não atingem as cooperativas não será suficiente para compensar a diferença de custo operacional entre bancos e cooperativas, hoje já superior a 100% quando comparados aos ativos totais.

»A solução passa pela substituição do modelo estrutural administrativo segmentado para um modelo tecnológico fundamentado no 6º Princípio do Cooperativismo (Intercooperação) e ações cooperativistas locais como diferencial competitivo.»





Um inovador

2015/07/07

«Plano de Inovação do TCE Ceará é lançado com palestra de Roberto Meizi Agune»



Tribunal de Contas do Estado do Ceará



«Estimular iniciativas e ações inovadoras no âmbito do Tribunal de Contas do Ceará. Esse é o principal objetivo do Plano de Inovação da Corte, lançado na manhã desta quarta-feira (1º/7), no plenário do Edifício 5 de Outubro, com palestra do coordenador do Laboratório de Inovação do Governo de São Paulo, Roberto Meizi Agune, sobre “Inovação organizacional no setor público.

»Roberto Agune colocou que as organizações foram estruturadas no século passado, mas que hoje estão saindo da Era Industrial e entrando na Era do Conhecimento. “O grande desafio hoje, de qualquer organização, seja pública ou privada, é se preparar para ter a inovação como rotina, tem que fazer parte do seu dia a dia. A gente veio compartilhar com vocês um pouco da nossa experiência e mostrar os caminhos que a gente trilhou. Alguns deram certo, outros não, o que faz parte do processo”.

»Para o palestrante, tal desafio deve ser superado com novas metodologias: mudanças culturais, educacionais, organizacionais, metodológicas, tecnológicas. Essas ações foram implementadas no Estado do São Paulo, com a criação da Subsecretaria de Parcerias e Inovação. As atividades e transformações são divulgadas através do portal institucional www.igovsp.net

O grande desafio hoje, de qualquer organização, seja pública ou privada, é se preparar para ter a inovação como rotina, tem que fazer parte do seu dia a dia.

»O evento foi aberto oficialmente pelo conselheiro corregedor do TCE Ceará, Rholden Queiroz, que enfatizou a importância do tema como avanço dos trabalhos desempenhados na Corte. “Para prestar um bom serviço à sociedade é fundamental, importante e louvável a iniciativa do Tribunal de fomentar uma cultura de inovação.”

»[...]


»Plano de Inovação

»“Uma organização que não inova está fadada a desaparecer”. Assim afirmou o secretário executivo da Escola de Contas Instituto Plácido Castelo (IPC), Paulo Alcântara Saraiva Leão, durante apresentação do Plano de Inovação do TCE Ceará.

»De acordo com Paulo Alcântara, “o objetivo é aumentar a criatividade e a produtividade dos servidores da Corte, atendendo melhor ao cidadão, elevando a qualidade do serviço prestado.

»Os trabalhos seguirão as seguintes etapas: Análise; Sensibilização; Identificação; Execução dos Projetos Priorizados; e Acompanhamento e Monitoração.

»[...]


»Setor Nota Dez

»Durante o evento, o Núcleo de Recursos Humanos, representado pela chefe do setor, Viviane Mont'Alverne Rodrigues, e pela psicóloga Izabele Gomes, lançou o Prêmio Setor Nota Dez. O objetivo é reconhecer, valorizar e recompensar o setor que criar soluções simples e inovadoras para suas rotinas de trabalho. A ação faz parte do Planejamento Estratégico do RH.

»Os setores da Corte serão divididos em cinco categorias: Gabinetes, Presidência, Secretaria Geral, Secretaria da Administração e Secretaria de Controle Externo. A comissão julgadora, formada por um membro de cada categoria, irá avaliar e emitir notas por critérios adotados. Os cinco setores premiados serão conhecidos em solenidades bienais. Cada setor deverá fazer a devida inscrição.»





Administração Pública e inovação

2015/07/06

«Newsletter L&I» (n.º 60, 2015-07-06)




Administração Pública e inovação | Administración Pública e innovación |
Administration Publique et innovation | Public Administration and innovation

Um inovador | Un innovador | Un innovateur | An innovator

Uma inovação | Una innovación | Une innovation | An innovation

A execução da inovaçao | La ejecución de la innovación | L’exécution de l’innovation |
The innovation execution



Liderar Inovando (BR)

«Unesco e EBC reúnem pesquisadores de comunicação pública em Brasília» [web] [intro]
«Vida de Ada Lovelace, primeira programadora da história, pode virar coleção da Lego» [web] [intro]
Cafeicultura brasileira investe em pesquisa e inovação. IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, com o tema central «Consórcio Pesquisa Café – Oportunidades e novos desafios» [web] [intro]
«Como o turismo pode se modificar com um óculos de papelão?» [web] [intro]

Liderar Inovando (PT)

«Teatro D. Maria II fará das "tripas coração" para chegar ao público» [web] [intro]
«Presidente da Frelimo, Filipe Nyusi, quer uma juventude dinâmica e inovadora» [web] [intro]
«Inovação nos serviços móveis não pode estar desligada da sustentabilidade do negócio» [web] [intro]
«Mobile Forum Portugal aconteceu na APDC em parceria com a ACEPI e MMA» [web] [intro]

Liderar Innovando (ES)

«El proyecto piloto Innovation Startup Cádiz Camp reunirá tras el verano a jóvenes emprendedores de todo el país» [web] [intro]
«Daniel Epstein, fundador de Unreasonable Institute: "No puedes ser innovador desde un despacho"» [web] [intro]
«Cuba, primer país del mundo en eliminar la transmisión del VIH de madre a hijo» [web] [intro]
«Ejecutivos que se resisten al cambio entorpecen la innovación» [web] [intro]

Mener avec Innovation (FR)

«Centre Vidéotron: trois architectes s'expriment» [web] [intro]
«Sébastien Deletaille prédit les crises alimentaires avec les données télécoms» [web] [intro]
«Une galerie de l'innovation à ciel ouvert au Bourget» [web] [intro]
«Les villes peuvent-elles sauver le monde?» [web] [intro]

Leadership and Innovation (EN)

«1,000 leaders discuss public service innovation in Colombia» [web] [intro]
«Why we're celebrating innovative women and human robots» [web] [intro]
«EU science chief sets out proposals to boost innovation and research integrity» [web] [intro]
«CIOs: Adopt Social Media For Success, Now» [web] [intro]

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2015/07/03

«Como o turismo pode se modificar com um óculos de papelão?»



Ubirajara Carratu: blog da Carratu Publicidade



«Esta semana eu recebi um cliente na agência que me disse em tom de desabafo: Bira não aguento mais fazer panfletos para eventos e feiras de turismo. Eu respondi a ele bem, que assim como ele, nenhum empresário do trade turístico aguenta mais investir em mídias que não geram retorno e carregar pra cima e pra baixo um material impresso, que além de pesado, custa caro para transporta-lo para diversas cidades do Brasil e as vezes do exterior.

»Ele entendeu que eu estava usando o velho discurso de quem acredita muito mais no digital para surpreender, do que na mídia tradicional. Então ele já mais descontraído me questionou, perguntando qual seria a solução?

»Eu disse para ele que turismo é experiência pura, como boa parte das coisas que nos fazem bem. Quando algo pode lhe fazer bem, a sua primeira reação é provar ou pelo menos querer provar. Neste novo mercado de experiências, muitas soluções já estão disponíveis, e é claro que eu já tenho uma delas aqui na agência como o apartamento 702 mencionou em uma matéria do dia 20 de fevereiro de 2015.

»Então, imagine que meus pés estão firmemente plantados na sala da minha casa, mas de alguma forma eu estou inserido na Praia de Pipa em questão de segundos usando um óculos de papelão com um celular acoplado a ele. Através do Google Maps, me localizo facilmente como em um filme futurista, entro no comércio local através do Google Business View e vejo o hotel onde ficarei. Agora já eu estou em outra praia do Rio Grande do Norte, São Miguel do Gostoso, tudo isso num clique. Mas antes que eu possa chegar a pensar que isso é algo para o futuro, eu sugiro você visitar a Carratu Publicidade e ver o que estamos fazendo por aqui.

»Alguns dizem que isso bem que poderia ser o futuro das viagens em uma nova dimensão digital criada para suprir tantos problemas que existem hoje, como o trafego aéreo, longos tempos de viagens e tantas outras coisas mais. Mas lembre-se do que eu expliquei, a experiência de ter um contato digital nunca será a mesma da vida real, por isso ele serve somente para provar e fazer com que o cliente se sinta mais seguro sobre a sua escolha. Nada mais do que isso!

A experiência de ter um contato digital nunca será a mesma da vida real, por isso ele serve somente para provar e fazer com que o cliente se sinta mais seguro sobre a sua escolha. Nada mais do que isso!

»Tudo isso já é realidade para nós da Carratu Publicidade, por isso somos uma agência certificada ao Google como soluções de Business View, que é o primeiro passo para se chegar no uso do Google Card Board, e acredite não exige um investimento alto para o cliente que for entrar neste segmento totalmente inovador.

»“Nós vemos a realidade virtual como uma inovação que vai mudar o negócio de viagens”, diz Marco Ryan, diretor digital para Thomas Cook Group, uma operadora de turismo sediada no Reino Unido que começou a testar o conteúdo 360 no ano passado para impulsionar as vendas.

»Enfim, sabemos que todos os segmentos do mercado ainda são carentes de tecnologia inovadores que gerem resultados, mas saber que ela já existe e que tem uma agência de publicidade na sua cidade que oferece, acho que é algo empolgante e ao mesmo tempo seguro. Nossa experiência com digital vem ao longo de 13 anos de trabalhos em todo o Brasil e como não poderia ser diferente, estamos sempre inovando.

»O que impulsiona a inovação, são vendas e marketing e é por isso que trouxemos esta tecnologia do Google para a indústria de viagens, agora quem disser que não aguenta mais investir em mídia que não dá retorno é porque não conhece o futuro (virtual).»





A execução da inovaçao

2015/07/02

Cafeicultura brasileira investe em pesquisa e inovação. IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, com o tema central «Consórcio Pesquisa Café – Oportunidades e novos desafios»



EMBRAPA: CenárioMT



«Pesquisa, mercado, tendências e oportunidades para a cafeicultura nacional foram assuntos discutidos durante a 9ª edição do Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, que terminou na sexta, 26, em Curitiba (PR). O evento bienal reuniu mais de 500 participantes, de 14 estados brasileiros e dos países Porto Rico e EUA.

»No total foram realizadas 22 palestras divididas em oito painéis temáticos, além de apresentações de pôsteres com divulgação de recentes pesquisas desenvolvidas pelas instituições que integram o Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. De acordo com o gerente-geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, esta edição trouxe pela primeira vez palestrantes cafeicultores. "São os produtores rurais que validam as tecnologias geradas pela pesquisa, além de prospectarem novos estudos", afirma. O cafeicultor Adolfo Henrique Ferreira, relatou sua experiência com produção de café e mostrou que é possível a viabilidade econômica na cafeicultura de montanha. "A altitude já é favorável ao fator qualidade do produto e com adoção de novas tecnologias geradas, conseguimos melhorar o processo produtivo", ressalta. Adolfo produz café especial para os mercados interno e externo e disse estar otimista quanto às oportunidades de mercado que cresceram, significativamente, nos últimos cinco anos.

»De acordo com o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, que apresentou mercado e tendências, nunca se investiu tanto na indústria de cafés no Brasil quanto nos últimos anos. "O cafeicultor, que investir em qualidade e diferenciação de mercado, terá uma indústria de grandes investidores pronta para recebê-lo", ressaltou. Segundo Nathan, até o ano 2000, a ABIC não tinha nenhuma marca de café especial associada e hoje são cerca de 160 marcas de café gourmet certificadas pelo Programa de Qualidade do Café da ABIC. Ele apontou um crescimento de 50% no mercado de monodose de café, que teve início com o café expresso, com a inovação das cápsulas de café. "Por sete anos, eram exclusividade de apenas duas marcas. Hoje, cerca de 60 empresas fazem suas próprias cápsulas", afirma.

O cafeicultor, que investir em qualidade e diferenciação de mercado, terá uma indústria de grandes investidores pronta para recebê-lo.

»A professora da Universidade de Porto Rico, que participa pela primeira vez do Simpósio, veio em busca de mais conhecimento sobre sistemas produtivos sustentáveis de café. A bióloga conheceu estudos de café orgânico realizados, na região Zona da Mata, pela pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) Waldênia Moura. "Vamos visitar os Campos Experimentais da EPAMIG para conhecermos mais sobre controle biológico de pragas nesses sistemas, com a intenção de firmamos parcerias futuras", disse. Desde 2012, a EPAMIG avalia o comportamento de 22 cultivares de café nos sistemas convencional, orgânico e agroecológico. "Esse é um trabalho pioneiro no Brasil. Queremos mostrar para o cafeicultor resultados de diferentes sistemas de cultivo e ampliar oportunidades de pesquisas", conclui Waldênia.


»Biotecnologia para a cafeicultura

»A pesquisadora da EPAMIG Sara Chalfoun, que desde a década de 1980 trabalha com pesquisas em qualidade do café, apresentou recentes pesquisas sobre bioprodutos inovadores para a cafeicultura. Em 1989, Sara, juntamente com uma equipe da Universidade Federal de Lavras (Ufla), reconfirmou a presença do fungo Cladosporium cladosporioides em lavouras cafeeiras, já relatado pela Ciência na década de 1950, durante investigações que buscavam compreender a influência de microrganismos sobre a qualidade do café. De acordo com a pesquisadora, o "fungo do bem" combate outros fungos prejudiciais à qualidade do café. "Percebemos que o fungo Cladosporium apresentava ação antagônica nos microrganismos prejudiciais à qualidade do café por competir com eles por espaço e nutrientes além de exercer efeitos de antibiose e hiperparasitismo" explica a coordenadora.

»Há mais de 10 anos, são realizados estudos para desenvolvimento do bioprotetor do café, a partir de isolados purificados do fungo, para aplicação em cafezais, em forma de biodefensivo. Devidamente patenteado, o produto está em processo de registro comercial, mas já é aplicado, em regime de teste, nas lavouras de todo o Estado. "Estudos mostraram que em lavouras cafeeiras, em regiões úmidas, o produtor rural pode valorizar a safra em no mínimo 30% com a utilização desse fungo, que influencia diretamente na qualidade sensorial da bebida", explica.»





Uma inovação

2015/07/01

«Vida de Ada Lovelace, primeira programadora da história, pode virar coleção da Lego»



Adeline Daniele: INFO Online



«A Lego pode contar com a ajuda de fãs para criar coleções inovadoras e incluir mais personagens femininas como este incrível kit sobre a vida da de uma das pioneiras do mundo da programação, Ada Lovelace.

»Para isso a empresa possui uma página especial com projetos de novos kits chamada Lego Ideas, onde fãs podem sugerir e apoiar versões diferentes dos blocos de montar.

»Qualquer pessoa pode apoiar as coleções publicadas na página, basta clicar no botão Support e responder a algumas questões sobre preços sugeridos, público-alvo e dificuldade de montagem.

»Quando um kit chega a 10 mil apoiadores, ele passa a ser analisado pela própria equipe da LEGO e tem grandes chances de ser produzido.

»O usuário pode usar peças do brinquedo de montar ou até mesmo programas de computador para desenhar uma nova coleção e ainda sugerir os acessórios, cores e até os kits extras para serem comprados.

»A edição especial sobre Ada Lovelace, por exemplo, viria nas cores preto e branco e teria capacidade para armazenar um minicomputador como o Raspberry Pi, além de trazer também Charles Babbage, o criador da máquina analítica de Babbage.

A edição especial sobre Ada Lovelace, por exemplo, viria nas cores preto e branco e teria capacidade para armazenar um minicomputador como o Raspberry Pi, além de trazer também Charles Babbage, o criador da máquina analítica de Babbage.

»Para quem não sabe, Augusta Ada Byron foi uma condessa, escritora e matemática britânica responsável por criar o primeiro algoritmo processado por uma máquina.

»Filha do poeta Lord Byron, desde a juventude Ada foi incentivada pela mãe a estudar matemática e lógica, áreas que a levariam mais tarde a trabalhar com o cientista Charles Babbage. Isso porque, entre 1842 e 1843, ao traduzir um artigo de um engenheiro militar italiano sobre o motor junto ao matemático, ela incluiu algumas anotações de sua própria autoria que mais tarde seriam reconhecidos como o primeiro algoritmo criado para ser processado por máquinas - e considerados por muitos como o primeiro programa de computador.

»Durante seu período de trabalho com Babbage, a condessa (esposa de William King-Noel, o 1º Conde de Lovelace) também desenvolveu algoritmos para computar valores de funções matemáticas em máquinas e escreveu sobre o uso da tecnologia pela sociedade como ferramenta de colaboração.

»O projeto de Lego sobre o trabalho de Ada já conta com mais de 800 apoiadores e tem até 319 dias* para atingir a meta necessária e ser analisada pela companhia. Quer ajudar a tornar a história da primeira programadora em uma coleção de blocos de montar? Clique aqui para saber mais sobre o modelo e apoiar outras iniciativas criadas por fãs do brinquedo.»





Um inovador